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#Peak

Peak Roots
Peak

Peak, o co-op climbing simulator, continua surpreendendo pela forma como a comunidade encontra atalhos nos seus mapas. A atualização mais recente foca em um dos itens mais explorados: o Scout Cannon. Agora ele pode lançar zumbis, o que facilita atravessar o bioma Roots, e o peso do item caiu de seis para quatro, tornando mais viável carregá-lo sem perder tanta energia.

Além disso, o canhão ficou mais fácil de saltar para fora e o tempo de ragdoll forçado foi reduzido, mudando bastante a dinâmica da subida. Com o retorno do glitch do Scout Cannon, a velocidade dos speedrunners volta a ganhar fôlego para alcançar o topo. Quem joga no PC ou no console pode perceber menos incidentes de clipping durante as corridas.

Fora isso, o patch resolve uma dor antiga desde o lançamento: a sensibilidade do gamepad depende e, agora, está corrigida, então quem usa controle provavelmente precisará ajustar a sensibilidade na próxima escalada. Outras correções incluem a remoção de issues visuais ao usar o Book of Bones, o Checkpoint Flag respawn mais acima do solo e os passos de zumbi voltando à posição correta. E você vai testar essas mudanças no seu próximo run?

Cena de Wildgate
Dreamhaven

Wildgate, o FPS espacial da Moonshot Games, tem recebido atenção morna desde o lançamento. Mesmo com atualizações e descontos, poucos jogadores permanecem ativos no Steam. A Moonshot está preparando uma atualização chamada Emergence, que chega em 19 de novembro e apresenta dois modos novos. O onboarding ajuda novos jogadores a entender como entrar numa tripulação e pilotar uma nave, enquanto o Treasure Hunt corta o saque puro para focar em batalhas em grande escala e em completar quests para coletar loot e extrair.

Já o Fleet Battle coloca equipes de até três naves (12 jogadores) em partidas com menor pressão, para que você aprenda a trabalhar com a tripulação e encontrar derelict stations para saquear sem perder a nave. Um novo Alien Prospector entra no elenco, com a habilidade de reviver companheiros derrubados durante as batalhas.

As duas opções se conectam ao battle pass permanente do jogo, então você não precisa parar de jogar para desbloquear novidades. Embora o preço de Wildgate seja um obstáculo, a desenvolvedora oferece alguns dias gratuitos de jogo para testar o update. Isso já soa promissor para quem ficou de fora. Você toparia explorar esse estilo de jogo com menos pressão e mais cooperação?

Balatro

Shuhei Yoshida, ex-chefe da Sony, diz que as grandes empresas deviam investir mais em projetos menores e experimentais para manter a criatividade acesa. Em entrevistas antes da G-Star, ele falou sobre como estúdios grandes podem apoiar desenvolvedores menores por meio de publicação, sem sufocar a visão criativa. Ele destacou que ninguém sabe com antecedência o que vai viralizar; nem as equipes de marketing conseguem prever, pois dependem de dados do passado e de ideias inéditas.

Nos exemplos atuais, Dave the Diver aparece como caso de sucesso que nasceu fora do script, com Nexon e Mintrocket mantendo uma linha bem hands-off durante o desenvolvimento. Yoshida acredita que essa liberdade é fundamental para a inovação.

Ele ainda observa que ninguém sabe qual tipo de jogo vai funcionar, e que a criatividade floresce melhor quando há confiança e colaboração entre grandes empresas e estúdios menores. Surpresas como Balatro, Schedule I, Palworld, Lethal Company e Peak mostram que o mercado ainda sabe surpreender sem depender só de dados velhos.

Se gigantes como Nexon ajudam dessa forma, o resultado pode ser mais Balatro, mais títulos diferentes chegando ao público. No fim, o modelo funciona quando a confiança substitui a intervenção. E aí, qual indie novo você acha que merece esse empurrão dos grandes?

Cena de Deep Rock Galactic
Arc Raiders

Deep Rock Galactic continua em evidência, com o estúdio a Ghost Ship Games trabalhando no Rogue Core, que deve chegar no próximo ano. Com base na popularidade duradoura de Deep Rock Galactic, é provável que seja um sucesso, mas não há garantia num espaço multiplayer cada vez mais lotado de lançamentos e de velhos favoritos que prendem jogadores por anos.

O diretor Mikkel Martin Pedersen, a Ghost Ship Games, diz que a competição é feroz. Quando começaram, havia poucos jogos cooperativos de sucesso no Steam; hoje há muitos. Helldivers 2 é citado como exemplo de sucesso, e recentemente vimos Arc Raiders indo muito bem.

É uma cena de PC multiplayer mais concorrida desde que Deep Rock entrou no acesso antecipado em 2018. Este ano trouxe surpresas como Peak e RV There Yet?, além do Schedule 1. Jogos de serviço ao vivo de grandes estúdios, como a Remedy com FBC: Firebreak, parecem ter menos vida útil. Embora Arc Raiders tenha números de jogadores impressionantes, parece improvável que Marathon, da Bungie, alcance o mesmo sucesso.

E ainda há um jogo free-to-play inspirado em Fall Guys com Sonic the Hedgehog que chegou à Steam na semana passada. Mesmo com a ferocidade da competição, a Deep Rock Galactic mantém seu nicho e seu jeito de fazer coop. Você acha que Rogue Core muda o jogo ou Deep Rock continua dominante?

Peak Roots
Peak

Peak lançou a atualização Roots na semana passada, trazendo um novo bioma cheio de sequoias gigantes, nuvens de esporos e criaturas mortas-vivas. Entre as árvores aparecem cogumelos vermelhos enormes que funcionam como trampolim, e os jogadores já descobriram um exploit que transforma você em um projétil humano. Normalmente, quando você pula num cogumelo, não vai muito longe. Quanto mais alto você estiver antes de pular, maior o impulso, mas também aumenta o risco de virar panqueca no chão – e Peak já é bem generoso em te machucar. Mas se você se jogar de uma árvore, usar a emote de se fazer de morto (que deixa seu corpo ragdoll) e acertar o cogumelo, você literalmente decola para a estratosfera. O timing é complicado e você precisa acertar bem no centro do cogumelo, mas não vai ter tempo de apreciar a vista enquanto voa a velocidades absurdas. O problema é que você não controla nada no ar e as chances de pousar em algum lugar útil são mínimas. Na maioria das vezes você só vai se espatifar de volta no chão ao invés de subir a montanha de verdade. Dos obstáculos novos do bioma Roots, cogumelos não pareciam perigosos. Mas se você quer tentar fazer um trickshot ao invés de escalar as árvores normalmente, vai fundo – talvez até desbloqueie a conquista Mycoacrobatics no processo.

Peak Roots
Peak

A atualização Roots chegou ao Peak e adicionou um bioma cheio de desafios: florestas de sequoias, cogumelos gigantes que funcionam como trampolins e cavernas traiçoeiras. Mas não para por aí: além das nuvens de esporos que causam efeitos negativos e das aranhas que te prendem em teias, agora existem zumbis inspirados em The Last of Us, que caçam jogadores sem piedade. Eles eram tão fortes que um patch já reduziu a frequência de spawn e a velocidade deles, embora o dano continue alto. O update também inclui besouros gigantes que podem te derrubar da montanha, tornando cada escalada um teste de sobrevivência. Mesmo com os ajustes, Roots continua sendo a área mais perigosa do jogo, exigindo planejamento e reflexos rápidos para chegar vivo ao próximo acampamento.

Peak

O jogo Peak receberá um novo bioma chamado Roots amanhã (5 de novembro), trazendo uma alternativa temporária ao Tropics. O trailer acima mostra Scouts explorando entre árvores gigantes, sugerindo mecânicas de escalada e balanço em cipós para alcançar plataformas e Shelf Shrooms. A grande novidade, porém, são as aranhas, que descem das copas para capturar jogadores, adicionando um novo nível de perigo. Ainda não está claro o que acontece após a captura, mas tudo indica que será um desafio para equipes resgatarem companheiros. Assim como o bioma Mesa, lançado em agosto com escorpiões e formigas-leão, Roots promete intensificar a experiência de sobrevivência. Para quem tem aracnofobia, o modo especial do jogo continuará disponível, transformando as aranhas em pelúcias Bing Bong.