Artigos por Autor: bruno
Netherworld Covenant: Pacto do Submundo chegou à versão 1.0, saindo do Acesso Antecipado após seis meses. O jogo mistura a agilidade dos roguelikes com a brutalidade dos soulslikes em visão isométrica e já está disponível para PC nas lojas Nuuvem, Steam e Epic Games Store.
O game ficou seis meses em Acesso Antecipado, tempo que permitiu ao estúdio colher feedback dos jogadores e aprimorar o gameplay. Há um trailer oficial de lançamento que mostra as lutas técnicas, a atmosfera gótica e a progressão estratégica do jogo.
Você controla um sobrevivente que empunha a Lanterna do Nether, um artefato que conecta o mundo mortal ao submundo. A atualização traz cinco novos personagens jogáveis, totalizando seis classes, além de quatro tipos inéditos de armas, permitindo muitas opções de build para diferentes estilos de combate. Também chegam dois modos novos: Boss Rush, com chefes em sequência, e Chaos Mode, com inimigos e mapas randomizados. Há ainda dois níveis de dificuldade adicionais, incluindo o Modo Corrupção, que deixa a dificuldade personalizável por várias opções.
O fim da campanha foi concluído com os capítulos 5 e 6 e novas cinemáticas que encerram a narrativa principal. Os desenvolvedores também aplicaram otimizações de performance e mudanças nos sistemas de Aura e Relíquias, além de ajustes gerais para refinar a experiência com base no feedback dos jogadores. Se você curte combates técnicos e atmosferas sombrias, a versão 1.0 vale a pena conferir.
No caminho para se tornar mestre ferreiro, The Forge pede que você aprenda a coleta com a missão de Umut, o Bravo: O Básico da Mineração. Ele tem um pedido simples — traga alguns recursos — mas você precisa saber como conseguir Pedra em The Forge para marcar o primeiro item da lista. Eu fui às minas procurar minérios raros e juntei dicas de onde começar sua busca.
Você encontra Pedra minerando Seixos na Caverna. Também cai de nós de rocha maiores mais fundo nas minas, mas é mais fácil mirar nos alvos menores na entrada, longe dos inimigos perigosos. Veja o passo a passo:
- 1. Vá para sudeste e entre na Caverna.
- 2. Equipe sua picareta e procure por Seixos na área da entrada (perto do Umut).
- 3. Segure o botão esquerdo do mouse para quebrar os Seixos; continue até encontrar Pedra.
A Pedra é a queda mais comum dos Seixos, mas você pode achar também arenito, cobre, ferro e outros recursos. Esses itens não são inúteis, então guarde-os — a missão do Umut pede quatro unidades de estanho e cinco de cobre. Isso é só um passo no processo.
Se você é novo em The Forge, aqui vão algumas dicas para upar mais rápido e coletar Pedra sem perder tempo.
- Como na maioria dos jogos do Roblox, há códigos e eventos que dão brindes; fique atento para resgatar itens grátis.
- Para ver quantas Pedras você tem, abra o inventário com a tecla T ou selecione o ícone da mochila na parte inferior da tela.
- Fale com o Sensei Moro antes de entrar na Caverna e pegue a primeira missão dele; você pode avançar nessa missão enquanto coleta Pedra.
- Siga as tarefas do Sensei Moro até conseguir uma picareta de bronze ou de ferro, que ajuda a minerar mais rápido.
- Se você precisa da Pedra só para uma receita, confirme que cumpriu outros requisitos de missão antes de gastar recursos. A missão do Umut é fácil e a XP vale a pena.
Vai testar essas dicas nas minas agora?
Estúdios indie do mundo todo podem inscrever gratuitamente seus jogos para a gamescom latam BIG Festival e BIG Starter. As inscrições para jogos vão até 9 de janeiro de 2026; quem quer sugerir palestras tem até 30 de dezembro de 2025. Os processos são gratuitos e a seleção é feita por um comitê do festival. Jogos escolhidos ficam disponíveis para o público testar durante todos os dias do evento.
O gamescom latam BIG Festival é uma das maiores competições de jogos independentes, com 17 categorias, como Melhor Jogo, Melhor Jogo: Brasil, Melhor Jogo: América Latina, além de prêmios técnicos como Melhor Arte, Melhor Narrativa e Melhor Gameplay. A comunidade pode votar no prêmio de Melhor Jogo: Voto Popular. Dez jogos brasileiros que não forem selecionados para o Festival ainda podem ganhar espaço pelo programa BIG Starter, com presença na área indie do evento e em uma vitrine online, ampliando visibilidade e oportunidades de negócios.
A edição 2026 traz a volta do WINGS Awards, prêmio para equipes com presença destacada de mulheres e grupos marginalizados, com premiação de aproximadamente R$ 11.000. A gamescom latam acontece de 30 de abril a 3 de maio de 2026, com um dia VIP em 29 de abril, no Distrito Anhembi, em São Paulo. O evento terá títulos jogáveis, painéis para fãs e profissionais, competições de e-sports e uma área para networking.
Conscript ganhou uma grande atualização e agora se chama Conscript: Director’s Cut. O desenvolvedor Jordan Mochi passou o último ano trabalhando numa expansão de qualidade de vida e de acessibilidade que reformula várias partes do jogo. A principal novidade é o novo modo de dificuldade Shellshock, que substitui Veteran: inimigos mais rápidos, mais letais e com regeneração de vida. Há também um modo hardcore que apaga seu arquivo de salvamento ao morrer; ele pode ser ativado em qualquer dificuldade.
O protagonista André agora encontra vários itens novos nas trincheiras, como o kit do artesão, que aumenta a munição que você recebe ao fabricar itens, e uma coleira de cachorro que impede o surgimento de ratos enquanto estiver no inventário. A ideia vem do uso de cães como caçadores de ratos na Primeira Guerra. O combate foi ajustado: é possível se mover enquanto mira, tiros de espingarda causam atordoamento e golpes corpo a corpo empurram mais os inimigos.
O update também traz mudanças no design dos mapas, adicionando atalhos para deixar o progresso mais fluido, além de marcadores colocáveis no mapa, ajustes na economia do final do jogo e uma tela de registros melhorada. O desenvolvedor diz que esta é a versão que gostaria de ter lançado com mais tempo de testes. A Team 17 colocou o jogo em promoção para celebrar. Vai encarar o modo Shellshock ou prefere jogar mais tranquilo?
Hideo Kojima e a Kojima Productions tiveram um ano intenso. Lançaram Death Stranding 2 no começo do ano, mas a versão para PC ainda não tem data. A equipe também anunciou dois filmes baseados na série, um live action e outro animado, e um anime em produção na Disney+. Além disso, a empresa trabalha em três jogos novos: o título de horror OD, em parceria com a Microsoft; o jogo de espionagem PhysInt; e uma colaboração sem nome com a Niantic.
Em entrevista, Kojima falou sobre esses projetos e disse que não considera Death Stranding 2 ‘finalizado’. Ele explicou que queria trabalhar mais até setembro. Um exemplo de ajustes foi uma montanha nevosa que ficou muito alta. Testadores caíam dali e rodavam morro abaixo. Para Kojima aquilo era divertido, mas a equipe achou que precisava ser mais acessível. No fim, ele diz que muitos gostaram do resultado.
Sobre OD, Kojima diz que pode parecer um horror padrão, mas é algo diferente e que não sabe se vai funcionar. Ele comentou que há muitas pistas no trailer. PhysInt é descrito como um jogo de espionagem com ‘truques novos’ e um esforço para mexer na linha entre filme e jogo. Kojima também falou em trabalhar com cineastas no elenco e na equipe. O criador insiste que quer continuar fazendo jogos com as mãos por muito tempo. E você, qual desses projetos mais te deixou curioso?
ReStory é um simulador de loja onde você conserta eletrônicos, mostrado num showcase recente. O jogo se passa em uma versão de Tóquio nos anos 2000 e coloca você no comando de um pequeno negócio de reparos. Cada dia chegam clientes com aparelhos cansados que precisam da sua habilidade para voltar a funcionar.
O processo de conserto é bem detalhado. Você desmonta os aparelhos, limpa cada peça, identifica o problema e tenta juntar tudo de novo. É preciso encaixar muitas peças, girar o aparelho para ver ângulos diferentes e procurar peças faltantes em caixotes de sucata. Entre os itens que aparecem estão um Atari, um Tamagotchi, celulares antigos e videogames maiores, o que promete variedade de desafios. Em alguns casos você pode achar objetos perdidos ou segredos escondidos que influenciam a vida dos clientes.
Além da mecânica, o jogo parece apostar em histórias pessoais; quanto mais você conversa e trabalha com cada cliente, mais conhece sua ligação com o aparelho. Isso ajuda a criar conexão com os personagens e dá sentido aos consertos. ReStory tem janela de lançamento em 2026, então vale esperar e treinar virtualmente antes de desmontar seus aparelhos de verdade. O tom parece calmo e confortável, ideal para quem gosta de jogos mais relaxantes.
BrownDust 2 teve seu lançamento no Steam cancelado. As desenvolvedoras Gamfs N e Neowiz anunciaram em comunicado no site oficial que, após revisar os requisitos da loja, encontraram um problema que não pode ser resolvido sem mexer na direção e na qualidade do jogo. Por isso decidiram não prosseguir com a versão atual para o Steam.
O jogo tem conteúdo NSFW e um trailer divulgado contém cenas que muitos consideram explícitas. Muitos disseram que alguns personagens têm aparência muito jovem — um deles chega a ter idade indicada como dez anos em certas aparências — e isso pode ter provocado a rejeição pela plataforma. As equipes não detalharam exatamente qual regra foi afetada, o que deixou dúvidas sobre a aplicação das políticas.
A decisão pegou muitos de surpresa, já que o estúdio vinha promovendo a chegada ao Steam e havia metas de lista de desejos alcançadas. Mesmo assim, as recompensas prometidas por essas metas serão entregues após a atualização de 16 de dezembro. As desenvolvedoras disseram que estão avaliando outras lojas de PC que deem um ambiente mais adequado ao conteúdo e devem informar novidades em breve.
O caso também reacende o debate sobre a clareza das regras da plataforma para jogos adultos. Enquanto algumas lojas móveis mantêm o jogo disponível, a falta de critérios claros na loja de PC gerou críticas e questionamentos entre jogadores e criadores.
League of Legends recebeu uma opção para usar WASD em modos específicos. A ideia é tornar o jogo mais intuitivo para quem já usa esse esquema em outros títulos. A mudança chegou em uma atualização de testes e visa reduzir a barreira para novos jogadores.
As reações foram mistas. Alguns jogadores e profissionais que testaram acharam que WASD facilita o espaçamento e o movimento, tornando certas jogadas mais simples. Mas, no geral, quem jogou no servidor de testes relatou que o esquema traz desvantagens importantes: ele limita técnicas de cancelamento de animações usadas para conseguir ataques extras.
Após os testes, a desenvolvedora aplicou um ajuste que reduz a velocidade efetiva de ataque para quem usa WASD. Isso prejudica campeões com alta velocidade de ataque, como Jinx e Twitch. Jogadores publicaram medições que indicam perda de dano por segundo, especialmente em situações de ataque rápido, e a comunidade debate se o problema é o esquema ou o balanceamento aplicado.
Alguns jogadores encontraram maneiras de reduzir a penalidade, alternando movimento e ataque para recuperar o ritmo. A empresa diz que vai monitorar os dados por mais de um mês e que o esquema não está disponível nas partidas ranqueadas por enquanto. Em resumo: não é o apocalipse, mas vai precisar de ajustes e tempo para as pessoas se adaptarem.
Everything is Crab é um roguelike de ação com uma pegada de evolução que lembra Spore. Você começa como um pequeno blob e precisa sobreviver num ecossistema hostil. Ao se alimentar, seu personagem ganha níveis e novas mutações visíveis: escamas, pelos, exoesqueleto, chifres, espinhos e até formas de atacar como garras ou cuspe venenoso. Todas as combinações mudam tanto a aparência quanto a forma de jogar.
As opções vão além de dano. Habilidades aumentam regeneração, chance de esquiva, velocidade de alimentação e resistência ao calor ou frio, permitindo explorar biomas como deserto e tundra. Dá até para nadar ou voar. Um caminho curioso é o pacifismo: é possível viver como herbívoro se você resistir ao ataque de predadores alfa — eles saem do mapa depois de um tempo e ainda deixam recompensa. Numa das minhas jogadas, juntei tamanho, estômago ruminante, tecido regenerativo, carapaça e uma adaptação fúngica que fazia meu corpo produzir frutas. O resultado foi um monstro lento que mal precisava caçar.
Nem tudo é perfeito — o combate top-down pode parecer duro. Ataques soam travados e a esquiva tem um cooldown longo, o que deixa algumas mortes frustrantes. Esquivas de outras mutações são poderosas, mas têm ainda mais tempo de espera. Ainda assim, a sensação de procurar um nicho evolutivo e criar criaturas estranhas já é forte. Se o estúdio ajustar o ritmo até o lançamento no verão de 2026, Everything is Crab tem potencial para ser um dos roguelikes mais interessantes do ano.
Rogue é a nova heroína da temporada 5.5 de Marvel Rivals. Ela chega depois de Gambit, seu parceiro na história, e já aparece como um tanque de briga. A habilidade principal de Rogue permite que ela roube poderes de heróis inimigos e os use contra eles. Isso muda bastante o ritmo das partidas e dá a ela potencial para virar lutas.
Ela pode pegar uma lista grande de habilidades, mas não dá para usar todas ao mesmo tempo. Para roubar um poder é preciso chegar perto do inimigo e ativar a interação; não parece demorar muito, mas expõe Rogue ao foco adversário. Também é preciso que o oponente esteja jogando com o herói que tem o poder desejado — se o time inimigo não tiver, você não consegue roubar. Confira os poderes já confirmados que ela pode roubar:
- Despertar do Thor
- Escudo do Doutor Estranho
- Paredes do Groot
- Estado de diamante da Emma Frost
- Um dos ataques da Fênix
- Cura do Punho de Ferro
- Invisibilidade da Psylocke
- Projéteis da Mulher Invisível
- Lâmpadas de cura do Loki
Roubar poder exige contato corpo a corpo, então seu time precisa proteger você. Não parece que Rogue fica invencível enquanto faz o roubo. Se errar a aproximação, ela pode morrer antes de concluir. No lançamento ela tende a ser bem forte e pode comandar partidas, mas é provável que sofra ajustes em temporadas futuras. Até lá, usar Rogue é transformar as habilidades do oponente em suas ferramentas e dominar as lutas.
A Microsoft publicou um texto onde diz que quer fazer do Windows o melhor lugar para jogar. As melhorias entregues em 2025 se dividem em três frentes: inovações para handhelds, Windows com ARM e avanços no DirectX. A empresa lista várias mudanças técnicas e planos para o futuro, mas o movimento esbarra na concorrência do SteamOS e em problemas antigos do próprio Windows.
Na frente dos handhelds, há o Full Screen Experience (FSE) para dar uma sensação mais ‘console-like’ e reduzir tarefas rodando ao fundo para melhorar os FPS. Também chegou o Advanced Shader Delivery (ASD), que instala shaders precompilados e reduz gargalos na primeira execução: a Microsoft aponta queda de mais de 80% no tempo de carregamento em Avowed e mais de 95% em Call of Duty: Black Ops 7. No lado do ARM, o app Xbox permite baixar e jogar localmente vários títulos — recurso ainda em testes para Insiders — e a camada de emulação Prism passou a suportar AVX/AVX2. O Easy Anti-Cheat foi adaptado para Arm, liberando títulos como Fortnite.
O DirectX recebeu novos recursos de ray tracing, como Opacity Micromaps e Shader Execution Reordering, que podem aumentar desempenho em até 2,3x. A Microsoft também mostrou como a renderização neural pode entrar no pipeline gráfico. Outra aposta é o Auto Super Resolution, o upscaler de IA do sistema operacional, que terá preview público em 2026 em dispositivos com Ryzen AI NPU. Tudo isso soa promissor, mas resta ver se essas melhorias enfrentam bem o avanço do SteamOS e os problemas mais amplos do Windows, como uma interface irregular e atualizações intrusivas.