Artigos por Autor: bruno
Ace Combat 8: Wings of Theve foi anunciado durante The Game Awards e já deixou muita gente empolgada. A nova entrada da franquia promete voltar ao foco em combates aéreos intensos e em uma narrativa mais carregada. Theve é a capital da Federação de Usea Central, um cenário que parece ter papel central na trama e na geopolítica do jogo.
O enredo acontece em 2029 e começa com você como um piloto de caça à deriva no mar, em um bote de resgate, até ser recolhido pelo porta-aviões Endurance, já envelhecido. Essa abertura sugere que a campanha vai misturar perseguições aéreas com operações navais e situações de alto risco. A ideia é colocar o jogador no papel de um ás que precisa decidir entre identidade e dever enquanto enfrenta conflitos maiores.
A desenvolvedora informou que a campanha terá uma história emocional sobre identidade e dever, lutando pela sobrevivência da sua pátria, e que haverá modos multiplayer. Ace Combat 8 chega para Steam, PlayStation e Xbox em 2026, sem data exata divulgada. Para fãs de dogfights e quem gosta de uma trama mais séria, o anúncio promete um jogo com combates intensos e uma narrativa que pode surpreender. Fique de olho nos próximos anúncios.
Total War: Warhammer 40,000 foi revelado no The Game Awards com um trailer que mostrou o estilo pesado e caótico do universo 40K. A desenvolvedora confirmou a aposta em batalhas em grande escala e trouxe um ator conhecido como parte do projeto.
O trailer sugere que a campanha pode envolver múltiplos planetas — pelo menos sete aparecem nas sequências — e mostra facções clássicas como Ultramarines, Orks e Astra Militarum diante de combates massivos. Também aparece um ork gargant, o que indica que unidades enormes ou titãs terão papel importante.
Há cenas de ataques orbitais vindo de voidships, montes de tropas e vários capítulos de space marines, o que levanta dúvidas sobre como vão tratar a escala: será que teremos batalhas espaciais em tempo real? As unidades vão aparecer em regimentos alinhados ou em esquadrões mais soltos como na mesa? O trailer deixa tudo em aberto. A quantidade de unidades na tela e os ataques orbitais deram a impressão de batalhas com escala muito maior do que os Total War tradicionais. Isso aumenta a curiosidade sobre como o jogo vai equilibrar tática e gestão em mapas tão grandes.
Além disso, a desenvolvedora aproveitou para dizer que Total War: Medieval 3 está em pré-produção e que Warhammer 3 continuará recebendo DLC, com o próximo pacote já anunciado. Ainda não há data de lançamento; a expectativa é que mais informações venham nas próximas semanas. Não houve detalhes sobre modos de jogo, janela de lançamento ou como a campanha será estruturada.
No Law é o novo jogo do estúdio sueco Neon Giant, apresentado no The Game Awards. O título é um FPS singleplayer ambientado em Port Desire, uma cidade cyberpunk controlada por gangues. Pelas imagens, a proposta é permitir abordagens diretas e violentas, mas também há espaço para furtividade e assassinatos cirúrgicos.
O estúdio descreve No Law como um “first-person open world shooter RPG”: há experiência, árvores de habilidades e escolhas de estilo de jogo. Em entrevista, os diretores explicaram que você pode focar em arrombamento, em hacking ou em especialização com armas; não existe forma errada de jogar, e o sistema recompensa caminhos diferentes.
O gameplay lembra Bulletstorm em momentos de ação exagerada — chutes poderosos, cabeças explodindo e tiroteios intensos — mas também mostra opções furtivas. O diferencial parece ser um mundo que observa suas ações: personagens e missões mudam dependendo de como você resolve as situações, criando múltiplos finais sem depender apenas de escolhas de diálogo óbvias.
Neon Giant foi adquirida pela Krafton, mas os desenvolvedores garantem liberdade criativa e disseram que não usam IA generativa na produção do jogo. A equipe é pequena e prefere fazer uma cidade densa em vez de um mapa gigantesco. Não há data de lançamento, mas No Law chegará a Steam, Epic Games Store e consoles PlayStation e Xbox.
Forest 3 apareceu em um trailer exibido durante uma premiação movimentada e chamou atenção pela atmosfera sombria. O vídeo começa em primeira pessoa na cabine de uma nave espacial. Algo dá muito errado, e a nave sai do rumo, lançando o personagem a uma distância enorme da Terra em alta velocidade.
Logo depois há um corte para atividades de sobrevivência. Com a ajuda de um curioso braço mecânico preso no ombro, o protagonista faz caça e coleta. Não há aquela famosa pancada nas árvores dos jogos anteriores, o que foi um alívio para quem conhece a série.
O tom sci‑fi é forte: o planeta parece pantanoso e opressor, com tons cinza-azulados que lembram outra obra recente. O trailer mostra imagens desconfortáveis, como um tronco meio zombificado emergindo da água, reforçando o lado de horror da franquia.
A queda da nave lembra a introdução do primeiro jogo, The Forest, mas o resto parece uma grande mudança no estilo. Endnight Games ainda não revelou janela de lançamento e não há página oficial na loja por enquanto. Forest 3 aparenta manter a base de sobrevivência, mas com uma pegada mais sci‑fi. Resta esperar por mais detalhes e por novas imagens que expliquem melhor o que vem por aí.
Remedy anunciou Control Resonant, a sequência de Control, e a mudança é grande. Em vez de tiro em terceira pessoa, o jogo é um action-RPG focado em combate corpo a corpo. O cenário não é mais a Casa Mais Antiga: agora a ação acontece em uma Nova York aberta, transformada por forças que distorcem a realidade. Em Control Resonant você controla Dylan, irmão de Jesse Faden e antagonista do primeiro jogo. O lançamento está previsto para 2026, sem data específica.
Dylan empunha o Aberrante, um artefato que lembra uma alavanca amaldiçoada e que se transforma em armas brutas como um martelo gigante e pares de espadas. Isso dá um tom bem diferente do que Jesse usava com a Arma de Serviço. O combate parece mais rápido e explosivo, lembrando jogos de ação com combo e movimentos acrobáticos. Os inimigos estão mais surreais e a cidade ganha paisagens oníricas e deformadas, resultado do vazamento de anomalias da Casa Mais Antiga para o exterior.
O tom geral se afasta do horror burocrático e claustrofóbico do primeiro jogo. É uma mudança arriscada e pode dividir os fãs, mas também abre espaço para combate mais frenético e cenários maiores. Remedy costuma experimentar, e isso costuma gerar experiências únicas, mesmo com falhas. Vale esperar mais detalhes e ver como a franquia vai combinar essa ação mais exagerada com a atmosfera e o humor que muitos gostaram no original.
Frictional Games, criadora de SOMA e Amnesia, revelou Ontos durante o The Game Awards. O trailer traz cenas perturbadoras: um computador conectado a uma parede de ratos que parece falar, uma mulher arranhando um buraco no pescoço e a metade superior da cabeça de um homem presa a cabos, mas ainda viva. Em outro momento, um homem elegante com a voz grave de Stellan Skarsgård pergunta sobre o sentido da existência no lobby de um hotel na lua.
No jogo, você é Aditi Amani, uma engenheira que explora o hotel lunar Samsara em busca da verdade sobre seu pai ausente. Samsara é um vasto labirinto erguido sobre as ruínas de uma colônia mineradora falida. O mundo é aberto e interconectado, o que incentiva a exploração livre e a descoberta de segredos escondidos pelo mapa.
A jogabilidade mistura sobrevivência e investigação: você vai procurar itens úteis, manipular máquinas intricadas e resolver obstáculos usando criatividade. Pelo caminho, aparecem Experimentos horríveis que testam sua moral. Não existe uma solução única para os desafios; suas escolhas e invenções moldam como a história se desenrola.
O estúdio diz que Ontos está em desenvolvimento há mais de dez anos e tem previsão de lançamento para 2026. O trailer levantou expectativas por misturar horror psicológico e ficção científica, e por trazer um tom mais denso e misterioso ao universo já conhecido dos criadores.
Invoke Studios, estúdio interno da Wizards of the Coast, revelou Warlock, um jogo de Dungeons & Dragons que coloca o warlock no centro da história. Em vez de seguir o estilo de outros RPGs baseados em regras, Warlock será um jogo de ação e aventura em terceira pessoa, com mundo aberto e foco nas habilidades mágicas da classe.
O diretor criativo explicou em entrevista que a proposta é traduzir a fantasia do warlock: personagens que fazem pactos com seres poderosos e têm carisma elevado. Isso aparece tanto na narrativa quanto nas mecânicas. A ideia é que a magia seja usada de forma criativa, não só em combates, mas também na exploração e na resolução de desafios ambientais.
A protagonista será dublada por Tricia Helfer, atriz com experiência em videogames e séries, o que ajuda a reforçar a presença e a personalidade do personagem principal. A equipe aposta em uma interpretação que transmita esse carisma forte que define a classe.
A equipe diz que Warlock não vai tentar reproduzir as regras exatas de Dungeons & Dragons como outros jogos fizeram, preferindo adaptar o universo e dar sua própria visão. Mostras de gameplay devem aparecer em meados de 2026, e o lançamento está previsto para 2027. Até lá, o foco será mostrar como os feitiços funcionam em situações variadas e como o pacto do warlock influencia a jornada.
Ron Gilbert, criador de Monkey Island, disse em entrevista que não tem interesse em fazer outro jogo de aventura 2D no estilo clássico. Ele comparou esse formato a filmes mudos em preto e branco e afirmou que hoje pareceria datado. Gilbert reconhece que alguns jovens ainda gostam desse estilo, mas acha improvável que ele sobreviva ao tempo.
Mesmo assim, o estúdio dele, o Terrible Toybox, trouxe a série de volta recentemente em 2D, com jogos como Thimbleweed Park e Return to Monkey Island. Mas Gilbert prefere explorar ideias novas. Ele citou a Simogo e o jogo Lorelei and the Laser Eyes como exemplo do futuro para aventuras. Para ele, um jogo novo de Monkey Island seria mais próximo disso: um mundo 3D de verdade, não um point-and-click em 2D. Os direitos de Monkey Island pertencem à Disney, então isso mudaria o cenário.
Gilbert também acha interessante o desafio de criar quebra-cabeças em 3D. Isso é algo que o anima e que ele quer investigar. 2025 teve vários jogos no estilo clássico, como Old Skies, Loco Motive e The Drifter. Esses títulos mostram que ainda existe público para aventuras antigas, mas nem todos são grandes sucessos comerciais.
Atualmente o projeto mais recente dele é o jogo 2D Death by Scrolling, e ele cancelou um RPG inspirado em Zelda por falta de financiamento adequado. A ideia de trazer Monkey Island para o 3D levanta questões de design e de direitos, mas também parece empolgar Gilbert. E você, gostaria de ver Monkey Island em 3D ou prefere os clássicos 2D?
A OldUnreal, a comunidade de fãs responsável por reviver títulos clássicos, anunciou que vai disponibilizar um instalador para o Unreal Tournament 2004. O instalador baixa a imagem original do disco, instala o jogo e aplica atualizações que corrigem problemas e modernizam compatibilidade. A OldUnreal já cuidou de versões antigas do Unreal e do UT99, então tem experiência com esse tipo de trabalho.
A equipe pretende adaptar o jogo para sistemas modernos, incluindo Windows Vista ou posterior, Linux x86-64 e aarch64 (como Raspberry Pi) e Mac OS 10.9 ou superior. Também serão feitas correções de bugs, melhorias de qualidade de vida e ajustes que facilitem a instalação e o uso de mods.
Haverá uma versão de teste público em até dois meses, e interessados devem acompanhar os anúncios da comunidade para participar. A OldUnreal afirma que, na maior parte dos casos, clientes atualizados e não atualizados poderão jogar juntos em multiplayer. O projeto é mantido por fãs e exige investimentos em servidores, licenças e outras despesas operacionais, por isso a equipe pede apoio da comunidade.
Esse tipo de iniciativa é importante para preservar jogos que correm o risco de desaparecer e pode abrir caminho para que outros títulos antigos voltem a ser jogáveis. Você vai acompanhar os testes e voltar a jogar Unreal Tournament 2004 quando a versão moderna ficar disponível?
A Definitive Edition de Northgard reúne o jogo base e várias expansões e DLC em um único pacote. A Shiro Games incluiu a expansão Cross of Vidar, uma campanha nova que leva seu clã viking a terras pós-Ragnarök. Northgard já vendeu mais de 5 milhões de cópias e ganhou atenção por suas ideias como sistemas climáticos que mudam o jogo e expansão por regiões. As mudanças ajudam a renovar a experiência sem perder o que tornou o jogo famoso.
O pacote também adiciona três clãs jogáveis: o Clã da Serpente, especialista em guerrilha; o Clã do Dragão, com táticas brutais que envolvem escravidão e sacrifício humano; e o Clã do Cavalo, centrado em seus dois chefes de guerra, Brok e Eitria. Entre as novidades, há um bioma temático de Valhalla, biomas do modo Bifröst liberados para outros modos, reformulação da loja e uma galeria e artbook digitais.
Jogadores que já possuem Northgard receberão as expansões como uma atualização gratuita. Quem ainda não tem o jogo pode adquiri-lo com desconto por tempo limitado. A semana ainda trouxe atualizações para outros RTS: o jogo Tempest Rising ganhou superarmas para todas as facções e testa uma nova facção em beta pela Slipgate Ironworks. E você, vai revisitar Northgard com a Definitive Edition?
O primeiro conteúdo pós‑lançamento de DIGIMON STORY: TIME STRANGER já está disponível mundialmente. O Pacote de Episódios e Digimon Adicionais 1: Dimensão Alternativa traz novas rotas de Digivolução Mega, liberando BlitzGreymon, CresGarurumon, Omnimon Zwart Defeat e Omnimon Alter‑B. Essa atualização também inclui uma linha de missões especial que conecta encontros através do tempo e do espaço.
No Episódio Dimensão Alternativa, os jogadores investigam o caos causado por Parallelmon. Eles exploram um espaço extradimensional onde BlitzGreymon e CresGarurumon estão separados de seus parceiros. Durante a jornada, encontram Kyoko Kuremi, uma garota misteriosa ligada a Kodai Kuremi, que tem papel central na trama.
DIGIMON STORY: TIME STRANGER foi feito para ser ponto de entrada para fãs de RPG. Com o mundo humano e o digital, Iliad, em perigo, o jogo pede que os jogadores domem e recrutem centenas de Digimon, fortaleçam laços e façam Digivoluções para salvar ambas as realidades. O sistema traz personalização, batalhas por turnos estratégicas, mais de 450 Digimons para descobrir e chefes colossais. Há também um trailer de anúncio que mostra cenas da nova história e das batalhas. Para quem gosta de RPG e Digimon, o DLC amplia o conteúdo e adiciona novas opções de combate e narrativa.