Artigos por Autor: Leo "Blade"
Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!
Jonathan Blow e o estúdio Thekla apresentaram Order of the Sinking Star, um novo jogo de quebra-cabeças que chega como continuação espiritual de The Witness. O projeto levou cerca de dez anos, ganhou um motor próprio e até uma nova linguagem de programação. São mais de 1000 puzzles artesanais e, se você jogar como completionista, pode chegar a cerca de 500 horas de conteúdo.
O jogo tem um mundo aberto enorme, na verdade seis mundos interligados. A ideia começou com quatro jogos independentes que se misturaram, criando muitas combinações de mecânicas. Há puzzles de empurrar blocos, fases com feixes coloridos que mudam suas habilidades e personagens com jeitos únicos de interagir: um que só empurra, uma ladra que puxa tudo quando se afasta e um mago que troca de lugar com objetos. Tudo isso gera complicações e também momentos de descoberta.
Resolver puzzles revela o mapa e você pode seguir por onde quiser. No começo o foco é fazer os personagens se encontrarem. Quando os mundos começam a se cruzar, os desafios ficam bem mais complexos, misturando mecânicas. Blow diz que o jogo traz também temas filosóficos espalhados pela história. Se 500 horas te assustam, dá para chegar ao final sem completar tudo, mas a proposta é claramente ambiciosa e feita para quem ama quebra-cabeças.
A espera acabou. Os fãs de Tomb Raider têm dois jogos novos para ficar de olho: o remake do original de 1996, Tomb Raider: Legacy of Atlantis, e um título surpresa, Tomb Raider: Catalyst. O remake promete uma reimaginação com gráficos e jogabilidade atualizados e surpresas que respeitam o espírito do jogo original. Narrativamente, ele parece funcionar como uma lembrança do passado, abrindo espaço para eventos inéditos.
Também tivemos o primeiro vislumbre do ‘Unified Lara’, o visual unificado revelado em 2024 que mistura traços da Lara clássica com a versão mais moderna. Legacy of Atlantis tem lançamento marcado para 2026 e já está disponível para adicionar à lista de desejos na loja digital.
Tomb Raider: Catalyst leva Lara ao norte da Índia, numa aventura totalmente nova. O cenário é o pós de um cataclismo mítico que liberou segredos antigos e despertou guardiões misteriosos. Quando caçadores de tesouros chegam à região, Lara corre contra o tempo para descobrir a verdade e impedir que o poder seja usado por pessoas erradas.
O desenvolvimento vinha sendo feito em Unreal Engine 5 desde 2022, e o estúdio Crystal Dynamics passou por cortes de pessoal em 2025. Por isso, as novidades chegam como um alívio para fãs e equipe. Legacy of Atlantis sai em 2026; Catalyst tem previsão para 2027.
Leon aparece jogável em Resident Evil: Requiem — trailer mostra ação explosiva e cena com motosserra
Um novo trailer de Resident Evil: Requiem revelou uma surpresa grande: Leon aparece como personagem jogável. A revelação veio em um grande evento de jogos. Até agora a Capcom dava Grace Ashcroft como protagonista, mas Leon terá um papel importante também. Grace foca no terror de sobrevivência. Leon traz ação explosiva, com tiros por cima do ombro e combos corpo a corpo que lembram seus golpes clássicos. A proposta de Leon parece mais cinematográfica e voltada para combate rápido.
O trailer mostrou o vilão Victor Gideon, um médico que aparenta ter sido respeitado e agora está fora de controle. Ele é grande, raivoso e usa óculos. Há cenas de tiroteio em terceira pessoa e momentos de combate corpo a corpo, com chutes giratórios que são marca de Leon. Em uma cena, depois de ser perseguido por um inimigo com motosserra, Leon rouba a arma e passa a usá-la contra os oponentes. O visual do vilão e a trilha criam uma sensação tensa. As animações lembram os jogos mais recentes da franquia.
Resident Evil: Requiem chega em 27 de fevereiro e já está em pré-venda na Steam. Se você curte ação direta e combos, a versão do Leon pode ser a maior surpresa. Quem prefere terror puro ainda vai ter a campanha da Grace, então o jogo deve oferecer os dois estilos.
No The Game Awards, o trailer mais recente de Exodus mostrou bastante do jogo. O estúdio, fundado por veteranos da BioWare, apresentou a tripulação e o cenário: uma equipe de companheiros coloridos viaja entre planetas em busca de tecnologias antigas. Matthew McConaughey dá voz a um cowboy espectral que persegue o protagonista, dando ao jogo uma cara única.
A história começa em Lidon, um novo lar frágil onde a humanidade fugiu de uma Terra moribunda. Lidon está sendo atacada pelo Rot, uma força misteriosa que ameaça apagar tudo. Isso obriga Jun Aslan a embarcar no espaço com uma equipe de desajustados para encontrar tecnologias celestiais que possam salvar o futuro. Em entrevista, o vice-presidente do estúdio explicou que esses ‘celestiais’ são, na verdade, descendentes da humanidade que evoluíram durante a viagem de 40 mil anos. Nem todas as naves chegaram ao mesmo tempo, o que cria um choque entre humanos ‘comuns’ e versões transhumanas.
Os companheiros variam de pilotos punk de mechas a gênios geneticamente modificados. Há também Salt, um polvo inteligente dentro de um traje mecânico; ele não é romanceável. Jun faz parte de uma dinastia de Viajantes, o que lhe garante poderes espaciais, como o Auspex, uma espécie de clarividência que mostra como decisões podem moldar o futuro da humanidade por milhares de anos. Há ainda o fantasma de McConaughey, cujo papel exato só será revelado depois. Exodus chega no início de 2027 e já pode ser adicionado à lista de desejos.
Larian anunciou seu próximo jogo depois de Baldur’s Gate 3. O novo título se chama Divinity. Não há gameplay nem janela de lançamento ainda. Na cerimônia de premiação, o estúdio foi apresentado como trabalhando em seu maior jogo até hoje, maior até que Baldur’s Gate 3. A revelação também veio depois de um mistério envolvendo uma estátua no deserto e uma confusão com registro de marca.
O trailer pré-renderizado mostrou um tom bem mais sombrio do que o estúdio costuma exibir. Há uma cena com um homem sendo queimado dentro de uma estrutura à moda de Wicker Man, camponeses comemorando que se transformam em um ritual decadente, flagelantes e um cultista mascarado sob uma conjunção celeste. A festa desencadeia uma força maligna que incorpora os presentes em uma massa de corpos, formando a mesma silhueta da tal estátua misteriosa.
O anúncio confirma que o estúdio voltou ao universo Divinity, possivelmente à região de Rivellon, enquanto trabalha em dois grandes projetos. Este será o primeiro jogo da série a se chamar apenas Divinity, e, por ora, não existem planos para um novo Divinity: Original Sin 3. Ainda há muitas perguntas sobre o tom e a ligação com os jogos anteriores, mas a proposta já deixou claro que a nova aventura será ambiciosa e com um tom muito mais pesado.
Solasta II ganhou data de acesso antecipado: 12 de março do próximo ano no Steam. O estúdio anunciou também um elenco com nomes conhecidos, numa aposta para melhorar a dublagem em relação ao primeiro jogo. A dublagem anterior era mais entusiasmada do que polida; o que chamou atenção foram as batalhas táticas e o uso do terreno em 3D.
Amelia Tyler dará voz a Shadwyn; ela é conhecida como narradora de Baldur’s Gate 3 e por interpretar Hecate em Hades 2. Devora Wilde será Deorcas Colwall, uma guerreira cuja dor a levou a duvidar da fé. Ben Starr fará Rickard Colwall, irmão mais velho, e Ellen Thomas interpretará Anabasia, uma elfa carismática e manipuladora.
O enredo coloca o grupo de personagens que o jogador cria ao lado dos irmãos Colwall, viajando por Neokos após serem ligados por um pacto que a mãe deles deixou incompleto ao morrer. O estúdio confirmou que o jogo vai usar a atualização de regras de D&D de 2024. Quem testou o demo saiu curioso; parece um RPG fiel às regras e às batalhas táticas.
É uma aposta forte para quem gosta de RPG tático e de jogos que seguem as regras de D&D. A equipe promete melhorias na dublagem e foco maior na narrativa e nas batalhas.
Decrepit é um novo soulslike em primeira pessoa criado por um desenvolvedor que já trabalhou na Starbreeze e na Avalanche. O trailer lançado durante uma premiação mostra um clima sombrio e muitos mortos‑vivos sendo abatidos com armas medievais — há até um inimigo preso a uma roda. A proposta visual e sonora puxa para o dark fantasy, com combates brutais e cenários claustrofóbicos.
O jogo se passa em um castelo amaldiçoado e mistura ação em primeira pessoa com elementos roguelike. Você sai da sua cela, coleta o que encontra e tenta avançar até a liberdade, mas a morte te manda de volta e reembaralha inimigos e encontros. Apesar disso, o mapa do castelo não muda entre tentativas, e atalhos e segredos descobertos permanecem. Os desenvolvedores citam jogos como Hexen, Eye of the Beholder e os modernos souls‑likes como inspiração, e a ideia é priorizar domínio do espaço em vez de simples aumento de poder. Ainda é cedo para saber se o ritmo dos combates souls‑like vai funcionar em primeira pessoa, mas o foco no design dos ambientes indica essa direção.
O fundador da Jämmerdal Games, Olof Hagelin, afirma que quis recuperar a sensação de medo e excitação dos clássicos de masmorras em primeira pessoa. Decrepit tem lançamento previsto para 2026 e já pode ser adicionado à lista de desejos na Steam.
Ron Gilbert, criador de Monkey Island, disse em entrevista que não tem interesse em fazer outro jogo de aventura 2D no estilo clássico. Ele comparou esse formato a filmes mudos em preto e branco e afirmou que hoje pareceria datado. Gilbert reconhece que alguns jovens ainda gostam desse estilo, mas acha improvável que ele sobreviva ao tempo.
Mesmo assim, o estúdio dele, o Terrible Toybox, trouxe a série de volta recentemente em 2D, com jogos como Thimbleweed Park e Return to Monkey Island. Mas Gilbert prefere explorar ideias novas. Ele citou a Simogo e o jogo Lorelei and the Laser Eyes como exemplo do futuro para aventuras. Para ele, um jogo novo de Monkey Island seria mais próximo disso: um mundo 3D de verdade, não um point-and-click em 2D. Os direitos de Monkey Island pertencem à Disney, então isso mudaria o cenário.
Gilbert também acha interessante o desafio de criar quebra-cabeças em 3D. Isso é algo que o anima e que ele quer investigar. 2025 teve vários jogos no estilo clássico, como Old Skies, Loco Motive e The Drifter. Esses títulos mostram que ainda existe público para aventuras antigas, mas nem todos são grandes sucessos comerciais.
Atualmente o projeto mais recente dele é o jogo 2D Death by Scrolling, e ele cancelou um RPG inspirado em Zelda por falta de financiamento adequado. A ideia de trazer Monkey Island para o 3D levanta questões de design e de direitos, mas também parece empolgar Gilbert. E você, gostaria de ver Monkey Island em 3D ou prefere os clássicos 2D?
A OldUnreal, a comunidade de fãs responsável por reviver títulos clássicos, anunciou que vai disponibilizar um instalador para o Unreal Tournament 2004. O instalador baixa a imagem original do disco, instala o jogo e aplica atualizações que corrigem problemas e modernizam compatibilidade. A OldUnreal já cuidou de versões antigas do Unreal e do UT99, então tem experiência com esse tipo de trabalho.
A equipe pretende adaptar o jogo para sistemas modernos, incluindo Windows Vista ou posterior, Linux x86-64 e aarch64 (como Raspberry Pi) e Mac OS 10.9 ou superior. Também serão feitas correções de bugs, melhorias de qualidade de vida e ajustes que facilitem a instalação e o uso de mods.
Haverá uma versão de teste público em até dois meses, e interessados devem acompanhar os anúncios da comunidade para participar. A OldUnreal afirma que, na maior parte dos casos, clientes atualizados e não atualizados poderão jogar juntos em multiplayer. O projeto é mantido por fãs e exige investimentos em servidores, licenças e outras despesas operacionais, por isso a equipe pede apoio da comunidade.
Esse tipo de iniciativa é importante para preservar jogos que correm o risco de desaparecer e pode abrir caminho para que outros títulos antigos voltem a ser jogáveis. Você vai acompanhar os testes e voltar a jogar Unreal Tournament 2004 quando a versão moderna ficar disponível?
A Definitive Edition de Northgard reúne o jogo base e várias expansões e DLC em um único pacote. A Shiro Games incluiu a expansão Cross of Vidar, uma campanha nova que leva seu clã viking a terras pós-Ragnarök. Northgard já vendeu mais de 5 milhões de cópias e ganhou atenção por suas ideias como sistemas climáticos que mudam o jogo e expansão por regiões. As mudanças ajudam a renovar a experiência sem perder o que tornou o jogo famoso.
O pacote também adiciona três clãs jogáveis: o Clã da Serpente, especialista em guerrilha; o Clã do Dragão, com táticas brutais que envolvem escravidão e sacrifício humano; e o Clã do Cavalo, centrado em seus dois chefes de guerra, Brok e Eitria. Entre as novidades, há um bioma temático de Valhalla, biomas do modo Bifröst liberados para outros modos, reformulação da loja e uma galeria e artbook digitais.
Jogadores que já possuem Northgard receberão as expansões como uma atualização gratuita. Quem ainda não tem o jogo pode adquiri-lo com desconto por tempo limitado. A semana ainda trouxe atualizações para outros RTS: o jogo Tempest Rising ganhou superarmas para todas as facções e testa uma nova facção em beta pela Slipgate Ironworks. E você, vai revisitar Northgard com a Definitive Edition?
O primeiro conteúdo pós‑lançamento de DIGIMON STORY: TIME STRANGER já está disponível mundialmente. O Pacote de Episódios e Digimon Adicionais 1: Dimensão Alternativa traz novas rotas de Digivolução Mega, liberando BlitzGreymon, CresGarurumon, Omnimon Zwart Defeat e Omnimon Alter‑B. Essa atualização também inclui uma linha de missões especial que conecta encontros através do tempo e do espaço.
No Episódio Dimensão Alternativa, os jogadores investigam o caos causado por Parallelmon. Eles exploram um espaço extradimensional onde BlitzGreymon e CresGarurumon estão separados de seus parceiros. Durante a jornada, encontram Kyoko Kuremi, uma garota misteriosa ligada a Kodai Kuremi, que tem papel central na trama.
DIGIMON STORY: TIME STRANGER foi feito para ser ponto de entrada para fãs de RPG. Com o mundo humano e o digital, Iliad, em perigo, o jogo pede que os jogadores domem e recrutem centenas de Digimon, fortaleçam laços e façam Digivoluções para salvar ambas as realidades. O sistema traz personalização, batalhas por turnos estratégicas, mais de 450 Digimons para descobrir e chefes colossais. Há também um trailer de anúncio que mostra cenas da nova história e das batalhas. Para quem gosta de RPG e Digimon, o DLC amplia o conteúdo e adiciona novas opções de combate e narrativa.