Artigos por Autor: Leo "Blade"

Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!

DRAGON BALL XENOVERSE 3

Sim, agora foi oficial: DRAGON BALL XENOVERSE 3 vem aí, e pra nós do PC essa é daquelas confirmações que mexem com a fanbase na hora. Depois de dez anos desde o último jogo, a Bandai Namco finalmente tirou a sequência do campo do teaser e confirmou o projeto de vez.

O game foi apresentado no Dragon Ball Games Battle Hour 2026 e chega em 2027 para PC via Steam, PlayStation 5 e Xbox Series X. A nova aventura se passa na Cidade do Oeste, dentro da ERA 1000, com foco em RPG e narrativa. A proposta é criar nosso próprio herói, explorar um mundo inédito criado por Akira Toriyama e lutar ao lado do Grande Esquadrão Saiyajin.

Se bateu a curiosidade, já dá para conferir o trailer de anúncio enquanto a Bandai Namco segura os detalhes mais pesados para os próximos meses.

Cena de Among Us
Among Us

Among Us virou um absurdo estatístico. O jogo da Innersloth bateu quase 500 milhões de jogadores ativos em um único mês, transformando um indie de dedução social em fenômeno global no PC e no mobile. Quando um jogo para PC desse tamanho explode assim, o mercado inteiro presta atenção, mesmo sem alarde corporativo.

O número veio do relatório de novembro de 2020 da SuperData, que apontou Among Us com cerca de 500 milhões de usuários ativos mensais, um recorde para a época. A base estava concentrada em Android e iOS, onde o game cresceu com força, enquanto o lançamento no Steam ajudou a sustentar a febre no PC com uma gameplay direta: cumprir tarefas, sabotar a partida, convocar reuniões e descobrir o impostor antes da próxima eliminação.

Lost Ark
Lost Ark

Lost Ark vai receber a atualização The Shadows Rise no jogo para PC, trazendo uma nova leva de conteúdo de fim de jogo (endgame) focada nos Seres Primordiais. Publicado no Ocidente pela Amazon Games, o MMORPG free-to-play ganha uma raid inédita para 4 jogadores, novos desafios solo, expansão da progressão do Tier 4 e ajustes de interface que devem impactar diretamente a rotina de quem está acima do Nível de Item 1710.

Shadow Raid – Serca: nova raid 4 jogadores

O principal destaque é a Shadow Raid – Serca, com três dificuldades e requisitos claros:

  • Normal: Nível de Item 1710+
  • Difícil: Nível de Item 1730+
  • Pesadelo: Nível de Item 1740+

A raid estreia o Sistema de Briga: ao atordoar Serca, o grupo é levado para uma arena separada com três estágios; completar a sequência rende vantagens para a luta principal. Também chega o Sistema de Ressurreição Compartilhada, com um “estoque” único de ressurreições para o time inteiro, além de Shadow Skills (itens de batalha especiais) utilizáveis na Shadow Raid e em outros conteúdos.

Novo conteúdo solo e rotação de Guardião

Para quem prefere gameplay solo, a atualização adiciona a Fenda do Caos (1730+), um modo contra hordas com tempo limitado que entrega materiais de Aprimoramento Superior de Nível 4 e gemas. Ao acumular Areia da Provação, o jogador melhora as recompensas da atividade semanal Ampulheta de Haal.

As Incursões do Guardião também se expandem com a Imagem Residual do Guardião, incluindo o novo Caligo Lumen e um sistema de rotação semanal. O acesso pede Nível de Item 1730+ (primeiro estágio) e a missão “[Desbloquear] Nova Aventura, Novo Crescimento!”.

Progressão do Tier 4, UI e eventos

No Tier 4, chega o equipamento Destined Tremor (com Espinhos da Agonia das Shadow Raids Difícil/Pesadelo) e um sistema novo de aprimoramento que libera mudanças a partir do nível 20, com evolução até o 25. As Armas Siderais avançam com Infusão Élfica Nível 3, Evolução Nível 10 e um sistema de Conversão Sideral para alternar entre armas Siderais e normais.

Em qualidade de vida, o Guia de Conteúdo (Alt+Q) vira um hub para atividades a partir do Nível de Item 1710+ e o novo Sistema de Candidatura em Grupo permite que 2 a 4 jogadores se inscrevam juntos em grupos de raid. Por fim, a atualização apresenta a Bênção de Inanna como nova assinatura premium para o elenco (sem preço detalhado nas notas) e ativa o evento Loja das Sombras de 15 de abril a 10 de junho.

Generation Exile

Generation Exile, jogo para PC da Sonderlust Studios, sai do Acesso Antecipado e chega à versão 1.0 nesta sexta-feira, 17 de abril de 2026, com lançamento marcado na Steam. O update fecha um ciclo de desenvolvimento longo e entrega a “versão completa” do city builder/colony sim por turnos ambientado dentro de uma nave geracional, onde cada decisão pesa por décadas de gameplay.

O que muda na prática para o jogador

A versão 1.0 adiciona conteúdo e estrutura de fim de campanha, além de um modo mais livre para quem quer só construir e otimizar. Entre as novidades anunciadas estão:

  • Capítulo final de “planetfall preparation” (preparação para a descida ao planeta), com desafios específicos;
  • Modo sandbox separado, pensado para partidas mais abertas;
  • Mais opções de construções e ajustes em sistemas centrais;
  • Mais eventos narrativos, reforçando o lado “story-rich” do jogo.

No loop de gameplay, você atua como o Caretaker, reconstruindo uma sociedade sustentável após o colapso da Terra. A graça está em gerir recursos limitados, montar cadeias de produção, lidar com eventos e manter a tripulação viva enquanto a nave passa por biomas como Grasslands, Taiga e Rainforest.

Preço e requisitos no PC

Na Steam, o preço listado é US$ 29,99 (pode variar por região), e o estúdio já indicou que não espera aumentar o valor ao sair do Acesso Antecipado.

Requisitos mínimos (Steam): Windows 10 64-bit, CPU quad-core, 8 GB RAM, GTX 1060 4GB/RX 590, DirectX 11 e 4 GB de espaço.

Contexto: 7+ anos até o “jogo completo”

O fundador da Sonderlust, Nels Anderson, já comentou publicamente que passou 7 anos fazendo Generation Exile — e a chegada da 1.0 agora consolida esse trabalho com o pacote final de conteúdo.

Cena de Graveyard Keeper 2
Graveyard Keeper

Os fãs de simulação e gerenciamento com humor sombrio podem comemorar: Graveyard Keeper 2, continuação do indie de 2018, tem lançamento marcado para acontecer ainda este ano. Para quem curte jogos de otimização no PC, isso importa porque a série ficou conhecida por misturar crafting, rotina de trabalho, upgrades e escolhas nem sempre muito “éticas”, tudo com um ritmo bem viciante.

No primeiro Graveyard Keeper, o foco era tocar um cemitério medieval, cuidar de enterros, melhorar a igreja e transformar praticamente qualquer recurso do mapa em progresso. O jogo ganhou uma comunidade forte no PC por oferecer liberdade, muita coisa para automatizar e um mundo cheio de missões paralelas.

O que define a série Graveyard Keeper

  • Gestão do tempo e prioridades: cada tarefa compete com exploração, coleta e produção.
  • Árvore de tecnologias: desbloqueios constantes para expandir oficinas e processos.
  • Economia e NPCs: comércio, reputação e missões que abrem novos caminhos.
  • Clima “macabro” leve: o tema é mórbido, mas o tom costuma ser mais de sátira do que de terror.

Graveyard Keeper 2 chega com a responsabilidade de evoluir essa fórmula sem perder o que fez o original funcionar: a sensação de sempre ter algo para construir, pesquisar ou otimizar. Até aqui, a promessa principal é entregar uma nova aventura nesse mesmo estilo de simulação medieval, voltada para quem gosta de planejar cadeias de produção e ver a base crescer com o tempo.

Vale lembrar que o primeiro Graveyard Keeper recebeu expansões ao longo da vida, adicionando novas histórias e sistemas, o que ajuda a entender por que existe tanto interesse em uma sequência. Para quem quer entrar preparado, a dica é ficar de olho em informações oficiais sobre data exata, preço e plataformas no PC, já que esses detalhes costumam aparecer mais perto do lançamento.

Cena de Thick as Thieves
Thick as Thieves

Thick as Thieves acabou de passar por uma virada importante: poucos dias depois de ser anunciado como um jogo PvPvE, os desenvolvedores confirmaram que o foco agora será em jogar sozinho ou em cooperação. Para quem estava de olho em roubos táticos com furtividade, isso muda diretamente a experiência, já que a pressão deixa de ser outros jogadores e passa a ser o mundo do jogo, a IA e as escolhas do time.

Na prática, a proposta de Thick as Thieves fica mais próxima de uma aventura de assalto com planejamento, exploração e tensão constante, sem a necessidade de equilibrar partidas competitivas. Esse tipo de mudança costuma afetar ritmo, progressão e até o design dos mapas, porque o jogo não precisa mais lidar com invasões imprevisíveis de players atrapalhando (ou roubando) seu plano.

O que muda com o novo foco

  • Missões pensadas para experiência solo, com mais espaço para observar rotas, testar abordagens e aprender padrões.

  • Co-op com mais controle de dificuldade, permitindo combinações de funções (distração, abertura de rotas, coleta de loot).

  • Menos dependência de matchmaking competitivo e mais atenção em IA de guardas, alarmes e sistemas de segurança.

  • Progressão e recompensas podem ficar mais consistentes, já que não precisam considerar “meta” de PvP.

Outra consequência é que Thick as Thieves pode ganhar mais liberdade para criar situações “scriptadas” e desafios de infiltração com começo, meio e fim, algo que nem sempre funciona bem quando existe PvP no meio. Para quem curte furtividade, isso geralmente significa mais oportunidades de jogar com paciência: apagar luzes, evitar barulho, usar atalhos e sair sem ser visto.

Por enquanto, a mudança é sobre direção do projeto, então vale ficar atento aos próximos anúncios de Thick as Thieves: detalhes de como será o co-op, se haverá modos alternativos e como o jogo vai estruturar missões e rejogabilidade. O importante é que o projeto agora mira uma experiência mais controlada e cooperativa, com o roubo bem planejado no centro de tudo.

Cena de Disney Dreamlight Valley
Disney Dreamlight Valley

Uma nova missão de amizade da Pocahontas já pode ser jogada em Disney Dreamlight Valley, trazendo mais história e recompensas para quem gosta de completar conteúdo do Vale. Para os jogadores de PC, isso significa mais tarefas diárias, novos itens temáticos e um bom motivo para voltar ao jogo e evoluir os laços com a personagem.

A primeira quest de amizade da Pocahontas é o tipo de missão que mistura exploração, coleta e interação com outros moradores. Ela normalmente aparece depois que você desbloqueia a personagem no Vale e começa a subir o nível de amizade, liberando objetivos em etapas. Em Disney Dreamlight Valley, esse sistema é importante porque é ele que abre a maior parte dos itens cosméticos e móveis exclusivos de cada personagem.

O que você pode esperar dessa primeira missão

  • Objetivos de coleta: itens de biomas específicos e materiais usados em criação.
  • Interação com NPCs: a missão costuma pedir conversa com outros personagens para avançar a história.
  • Criação e decoração: parte do progresso pode envolver montar um item, posicionar no Vale e confirmar a tarefa.
  • Exploração: é comum ter pistas perto de rios, florestas e pontos de interesse do mapa.

Além da história, a grande graça dessas quests é o pacote de recompensas. Missões iniciais de amizade geralmente entregam itens de personalização, um móvel temático e, em alguns casos, novos desbloqueios que ajudam a deixar o Vale mais “vivo” com rotinas e interações da personagem.

Se você quer avançar mais rápido em Disney Dreamlight Valley, vale priorizar atividades que aumentam amizade enquanto a Pocahontas te acompanha (colheita, mineração, pesca e jardinagem). Isso acelera a liberação das próximas missões e ajuda a manter o ritmo do conteúdo novo sem depender de longas sessões de farm.

ChainStaff

Um humano fundido com um inseto, combates rápidos e uma arma que muda tudo: este platformer desafia reflexos e recompensa criatividade a cada tentativa!

Um começo estranho que já dita o tom

Logo de cara, a proposta chama atenção. Você assume o controle de alguém que passou por uma cirurgia nada convencional e agora divide o próprio corpo com um inseto. É impossível não lembrar de A Metamorfose, mas aqui a abordagem é menos filosófica e muito mais voltada para ação.

Essa transformação não é só estética. Ela impacta diretamente a forma como você joga. Existe uma sensação constante de desconforto — no bom sentido — como se você estivesse aprendendo a controlar algo que não deveria existir. E isso encaixa perfeitamente com a proposta frenética do jogo.

O ritmo já começa acelerado e não diminui. Não há muito espaço para contemplação. É ação, movimento e reação o tempo todo.

Combate rápido que cobra habilidade

Se tem uma coisa que fica clara rapidamente é que o jogo não pega leve. Mesmo na dificuldade padrão, ele exige atenção constante e reflexos afiados. Não é aquele tipo de desafio injusto, mas também não permite descuido.

Pular, atirar e se posicionar bem são só o básico. O verdadeiro diferencial está na forma como você aprende a lidar com os inimigos. Cada tipo tem seu comportamento, seus padrões e suas defesas. Alguns simplesmente não caem se você insistir na mesma abordagem.

Existe um modo mais acessível para quem quiser reduzir a pressão, mas mesmo sem recorrer a ele, dá para sentir evolução a cada tentativa. Você erra, entende o que aconteceu e volta melhor. Esse ciclo funciona muito bem.

A lança que muda completamente o jogo

A grande estrela aqui é a arma secundária. Não é só uma ferramenta de combate — é praticamente o coração da experiência. Ela funciona como gancho, permitindo se balançar pelo cenário, mas vai muito além disso.

Você pode criar estruturas, improvisar proteção, abrir caminhos e até transformar essa ferramenta em um ataque carregado capaz de atravessar defesas inimigas. Em certos momentos, ela não é opcional. É essencial.

No começo, é comum tentar resolver tudo com a arma principal. Mas rapidamente fica claro que isso não é suficiente. O jogo recompensa quem combina as duas abordagens. Quando esse clique acontece, tudo flui melhor.

É aquele tipo de mecânica que amplia as possibilidades sem complicar demais. Simples de entender, difícil de dominar.

Estilo visual estranho na medida certa

Visualmente, o jogo aposta em um estilo bem característico. As cores, os designs e as criaturas têm uma pegada que lembra animações modernas cheias de exagero, com alienígenas que parecem saídos de um delírio criativo.

Cada inimigo tem identidade própria. Não são apenas obstáculos genéricos. Eles exigem leitura, adaptação e, às vezes, paciência. Isso ajuda a manter o combate interessante mesmo após várias tentativas.

O mundo também ganha vida com a presença de NPCs humanos. Eles quebram um pouco a estranheza do ambiente, mas trazem decisões curiosas. Você pode ajudar… ou seguir por caminhos bem mais questionáveis.

Escolhas que impactam sua evolução

Um dos elementos mais inesperados está nas decisões envolvendo esses personagens. Ao encontrá-los em perigo, você tem opções. Ajudar pode render melhorias tecnológicas. Mas há alternativas bem mais sombrias.

Consumir partes desses personagens para ganhar vantagens diretas muda completamente o tom da experiência. Não é só uma mecânica de upgrade. É uma escolha que reforça a natureza híbrida do protagonista.

Essas decisões criam um contraste interessante. Você não está apenas lutando contra inimigos, mas também lidando com o tipo de criatura que está se tornando. Isso adiciona uma camada extra que vai além da ação pura.

Desempenho sólido em portátil

Um ponto que vale destaque é como o jogo se comporta em dispositivos portáteis. Testei em um Legion Go rodando SteamOS e a experiência foi extremamente estável do início ao fim. Mesmo em momentos mais caóticos, com vários inimigos e efeitos na tela, não houve quedas perceptíveis de desempenho.

Por não ser um título exigente, dá até para ajustar pensando em eficiência. Limitei o FPS em 60 e o resultado foi um consumo bem controlado. O aparelho praticamente não esquentou, e consegui jogar por mais de uma hora e meia na bateria sem preocupação. Isso coloca o jogo facilmente naquela categoria ideal para sessões longas longe da tomada, algo que faz muita diferença nesse tipo de experiência rápida e viciante.

Trilha sonora que acelera tudo

A trilha sonora segue um caminho bem claro — e acerta em cheio. O uso de metal combina perfeitamente com o ritmo acelerado da jogabilidade, dando ainda mais intensidade para os combates e momentos de pressão.

Não é só um fundo sonoro qualquer. Existe uma energia constante ali que empurra o jogador para frente. Quando a ação começa a ficar mais intensa, a música acompanha na mesma medida, criando uma sensação de urgência que encaixa muito bem com a proposta do jogo.

Pode não ser uma trilha memorável no sentido tradicional, mas dentro da experiência ela funciona exatamente como deveria: amplificando o impacto de cada confronto.

Vale o seu tempo?

Aqui temos um jogo que sabe exatamente o que quer ser. Ele é rápido, desafiador e criativo na forma como mistura mobilidade e combate. Não tenta agradar todo mundo, mas quem entra na proposta dificilmente sai indiferente.

ChainStaff acerta ao dar liberdade para o jogador experimentar e aprender. A dificuldade existe, mas vem acompanhada de progresso claro. Cada erro ensina algo, e isso faz toda diferença.

Vale a pena jogar, principalmente se você gosta de ação em plataforma com foco em habilidade e mecânicas bem pensadas. Some isso a uma identidade visual marcante e a um sistema de evolução cheio de escolhas curiosas, e o resultado é uma experiência que prende mais do que parece à primeira vista.

Cena de Dwarf Fortress
Dwarf Fortress

O cofundador da Bay 12 Games, estúdio por trás de Dwarf Fortress, comentou os jogos que tem colocado na fila recentemente e também chamou atenção por um hábito bem raro: guardar e organizar dezenas de “desktops” salvos ao longo de mais de 40 anos. Para jogadores de PC, isso é interessante porque mostra como um criador veterano consome jogos atuais, mantém referências e pensa em preservação digital.

No meio da conversa, dois nomes se destacaram: The Planet Crafter e Beast. São escolhas que combinam com o tipo de experiência que fez Dwarf Fortress virar lenda: sistemas, progressão e aquela sensação de aprender na prática, testando e se adaptando.

O que esses jogos têm de diferente

  • The Planet Crafter aposta em sobrevivência e crafting com foco em terraformação. A graça está em transformar um ambiente hostil aos poucos, com base, exploração e evolução de ferramentas. É um tipo de loop que conversa bem com quem curte metas longas e planejamento.
  • Beast entra como uma opção mais tensa, com clima de estratégia e confronto pensado, ideal para quem gosta de desafio e decisões que pesam. O jogo chama atenção por trabalhar bem a ideia de perigo constante e avanço cauteloso.

O detalhe dos “desktops” guardados também conversa com a cultura do PC: backups, organização de arquivos e memória de longo prazo. Para muita gente, isso lembra a própria história com jogos — pastas antigas, saves, mods e configurações que acompanham gerações de máquinas.

Enquanto isso, Dwarf Fortress segue vivo com melhorias contínuas e uma comunidade que não para de criar histórias, mods e desafios. E quando a Bay 12 Games aparece falando de jogos modernos como The Planet Crafter e Beast, dá para perceber como o estúdio continua conectado ao que está rolando hoje no PC.

Shinobi

A SEGA e a Lizardcube lançaram hoje o DLC SEGA Villains Stage para SHINOBI: Art of Vengeance, trazendo fases e chefões inspirados em franquias clássicas da empresa. Para quem joga no PC, o conteúdo já está disponível no Steam, e a boa notícia é que ele vem acompanhado de uma atualização gratuita que mexe no combate e adiciona um novo modo de dificuldade.

O DLC pode ser acessado por quem comprou a Edição Digital Deluxe de SHINOBI: Art of Vengeance. Quem tem a edição base também consegue jogar ao comprar o DLC separadamente ou ao fazer o upgrade para a Digital Deluxe.

Na prática, o pacote coloca Joe Musashi contra três nomes bem conhecidos do catálogo da SEGA, misturando o estilo ninja do jogo com referências diretas a outras séries:

  • Death Adder (Golden Axe)
  • Goro Majima (Like a Dragon/Yakuza)
  • Dr. Eggman (Sonic the Hedgehog)

Além dos chefões, o SEGA Villains Stage também adiciona um bom volume de conteúdo novo para SHINOBI: Art of Vengeance:

  • 5 novas fases com visuais temáticos
  • 2 modos novos de Boss Rush
  • 3 novas Ninpo
  • 3 novas roupas
  • 6 faixas musicais inéditas

Junto do DLC, SHINOBI: Art of Vengeance recebeu uma atualização gratuita com o Hardcore Mode, mudanças no sistema de combate e ajustes visuais e de interface, incluindo contornos de personagens, melhorias no mapa e recursos de exibição do tutorial. Para quem curte desafio e quer dominar as lutas, essa atualização ajuda a deixar o jogo mais consistente e mais exigente.

Cena de Ascenders: Beyond the Peak
Ascenders: Beyond the Peak

Ascenders: Beyond the Peak teve o lançamento confirmado para o Steam ainda este ano, e isso já coloca o jogo no radar de quem curte novidades no PC. Para os jogadores, a parte mais importante é simples: a janela de estreia significa que a página do Steam deve receber mais detalhes aos poucos, incluindo recursos, requisitos e possíveis novidades de gameplay.

Pelo próprio nome e proposta, Ascenders: Beyond the Peak gira em torno da ideia de superar limites e avançar “além do topo”, com foco em progressão e desafios de travessia. O lançamento no Steam também facilita a vida de quem gosta de acompanhar indies desde cedo, com ferramentas como lista de desejos, notificações automáticas e central de notícias do jogo.

O que vale ficar de olho até a estreia

  • Data exata: por enquanto a previsão é “ainda este ano”, então a data final pode aparecer mais perto da estreia.
  • Requisitos de PC: a página do Steam costuma trazer mínimo e recomendado conforme o lançamento se aproxima.
  • Suporte a controle: é um ponto importante para quem joga no sofá ou no Steam Deck.
  • Idiomas: vale checar se haverá legendas em português e quais opções estarão disponíveis.
  • Conteúdo do lançamento: tamanho do mapa, modos e sistemas principais normalmente ficam mais claros com novos materiais e descrições.

Para quem curte acompanhar o desenvolvimento, o melhor caminho é deixar Ascenders: Beyond the Peak na lista de desejos. Assim, quando Ascenders: Beyond the Peak liberar data, preço e novidades de recursos no Steam, a notificação chega direto no cliente, sem precisar ficar caçando informação.