Artigos por Autor: Leo "Blade"

Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!

Dead as Disco

Dead as Disco chegou chutando a porta e já virou assunto na comunidade gamer: o jogo bateu a marca de 100 mil cópias vendidas em apenas 24 horas.

O time responsável pelo projeto comemorou o resultado e agradeceu a força da galera, destacando que o boca a boca ajudou o game a ganhar tração muito rápido.

Se você curte lançamentos que chegam com impacto de verdade, Dead as Disco já provou que entrou no radar do público com força total.

Opinião

Crimson Desert continua cada vez mais estranho — e isso é um baita elogio. A cada atualização, a Pearl Abyss vai lapidando algumas das escolhas mais fora da curva, mas o jogo ainda mantém aquele tempero de sandbox maluco que faz a gente largar tudo só para testar uma mecânica nova.

Agora, a febre da vez é a de domar aves. Com o Sotdae of Bond, um comedouro bem estiloso, dá para atrair de tudo: condores de montanha, patos comuns, pardais minúsculos e até aves lendárias, como a Fênix flamejante e a Águia de Ferro mecânica. E sim, o lendário papagaio azul também está na lista — e, de forma quase irônica, é um dos mais chatos de capturar.

Depois de muitas horas em Crimson Desert, ainda é difícil cravar exatamente o que o jogo quer ser, mas essa mecânica mostra bem como o mundo de Pywel tem camadas de sobra. O melhor é que você pode posicionar o comedouro em qualquer canto, escolher a ração e esperar a surpresa: às vezes surge uma ave rara no alto da montanha, às vezes aparece uma criatura que você nem imaginava encontrar ali.

Também é legal ver a comunidade entrando na onda, compartilhando pontos de avistamento e transformando o game numa espécie de caça aos pássaros em mundo aberto. Isso diz muito sobre o potencial sistêmico de Crimson Desert: mesmo quando a história ainda parece meio irregular, o sandbox continua rendendo momentos próprios e bem insanos.

Se a desenvolvedora seguir nessa pegada, dá para imaginar que o jogo ainda vai ganhar mais funções bizarras no futuro. E, sinceramente, é exatamente isso que faz Crimson Desert brilhar: um mundo gigantesco, cheio de possibilidades, que te chama para experimentar sem medo.

Opinião

A matéria faz uma viagem por três momentos marcantes da história do PC gaming, com capas e destaques de maio de 1996, 2006 e 2016. A ideia é olhar para trás e ver o que parecia visão de futuro na época — e o que acabou virando realidade anos depois.

  • 1996: a revista apostava pesado no “futuro dos games”, com 3D, internet e realidade virtual no centro das atenções. Naquele tempo, a VR ainda era mais promessa do que produto; já o jogo online parecia cada vez mais inevitável.
  • 2006: Battlefield 2142 foi o grande destaque da edição, trazendo uma guerra futurista com mechs gigantes. A publicação também comentou sobre Half-Life 2: Episode 1, a chegada de Halo 2 ao PC com Windows Vista e outras novidades quentes da época.
  • 2016: Total War: Warhammer estampou a capa enquanto a realidade virtual voltava ao hype com o lançamento do Oculus Rift. A edição ainda trouxe assuntos como a estratégia da Microsoft para o PC, o fechamento da Lionhead e o avanço de Stardew Valley.

No fim, a retrospectiva mostra como algumas apostas envelheceram bem, enquanto outras ficaram datadas. A grande lição? No PC gaming, o futuro quase sempre demora mais do que a gente imagina — mas quando chega, muda tudo.

Werewolf: The Apocalypse

A Nacon e a crea-ture Studios anunciaram Werewolf: The Apocalypse – Rageborn, um metroidvania de ação e aventura ambientado no universo de World of Darkness. O jogo está previsto para chegar ao PC em 2027 e já chamou atenção pelo clima sombrio e pela pegada brutal de combate.

Na história, você controla Taylor, um estudante cuja vida vira de cabeça para baixo quando um amigo eco-ativista é assassinado na sua frente. A partir desse momento, a verdadeira natureza do protagonista vem à tona: ele desperta como um lobisomem, um campeão da Terra em meio ao caos.

  • Exploração por cenários selvagens do Alasca;
  • Combate feroz contra os inimigos de Gaia;
  • Jornada de vingança, identidade e sobrevivência;
  • Um mundo em ruínas pedindo por um guerreiro da noite.

O anúncio veio acompanhado de um Reveal Trailer, que dá o primeiro gostinho da atmosfera do game e do que esperar dessa caçada sobrenatural.

Endurance Motorsport Series

A KT Racing e a Nacon soltaram um novo trailer de Endurance Motorsport Series, mostrando a Galeao Track, uma pista fictícia que vai fazer parte do pacote de lançamento do game no PC.

Em Endurance Motorsport Series, endurance é muito mais do que só pisar fundo: a parada é estratégia, leitura de corrida e trabalho em equipe. Além de assumir o volante, você também entra na pele do engenheiro de corrida para tomar decisões cruciais no pit lane.

O jogo promete corridas cheias de variáveis, com clima mudando na hora errada, incidentes de pista, falhas mecânicas e outros perrengues que podem virar a disputa de cabeça para baixo. Para buscar a vitória, vai ser preciso equilibrar velocidade e constância, além de gerenciar até 3 carros ao mesmo tempo, seja na mesma categoria ou em classes diferentes.

Opinião

Blood Vial é um micro-FPS retrô que aposta em ação acelerada e numa mecânica bem fora da curva: o sangue derramado nas lutas não é só cenografia, ele é parte essencial da jogatina.

No comando de um vampiro ferido, você entra em arenas cheias de inimigos armados e precisa manter seu frasco de sangue abastecido o tempo todo. Como o recipiente está vazando, a solução é simples e brutal: eliminar os adversários e se jogar nas poças de sangue espalhadas pelo cenário para sobreviver.

O sangue também funciona como ferramenta tática. Com ele, dá para deslizar pelo chão, escapar de tiros, contornar ameaças de perto e até subir paredes para criar ângulos melhores de ataque. Na prática, isso deixa cada combate rápido, agressivo e com aquela sensação gostosa de desenhar o próprio caminho no caos.

O ritmo é o ponto alto de Blood Vial. Cada disparo ajuda a abrir rotas sangrentas pelo mapa, enquanto a mecânica de drenagem constante mantém a tensão lá em cima. Você sempre precisa decidir entre gastar sangue para ganhar mobilidade ou guardar recurso para não ficar vendido na troca de tiros.

Mesmo assim, o jogo não é exatamente profundo. As melhorias entre fases são simples e a progressão passa pelos mesmos conjuntos de cenários com pouca variação. Ainda assim, para quem quer um FPS curtinho, direto ao ponto e perfeito para algumas rodadas de tiro insano, Blood Vial entrega uma experiência divertida e bem rápida de pegar o jeito.

Hardware

Em um vídeo com jogadores profissionais de Counter-Strike, a pergunta foi direta: de quanto em quanto tempo a galera troca o mousepad? A resposta mais comum veio pesada: muita gente faz a troca a cada 1 ou 2 meses.

Teve quem dissesse que segura o acessório por cerca de um ano, e até um caso bem fora da curva de alguém que afirmou não trocar há 6 ou 7 anos — resposta com cara de meme de vestiário, convenhamos.

No cenário competitivo, faz sentido. Em Counter-Strike, cada microajuste de mira conta, então manter o glide sempre consistente vira parte do jogo. Bordas gastas, sujeira acumulada e aquele desgaste natural do uso acabam afetando o controle do mouse mais do que parece.

Para quem joga de forma casual, isso demora bem mais para aparecer. Mas para um pro player, com horas e horas de treino todo dia, o mousepad leva um verdadeiro grind.

No fim, não existe regra fixa: a troca costuma acontecer quando a limpeza já não devolve aquela sensação de superfície lisinha. Para quem vive de clutch e mira fina, sentir o setup redondo pode ser a diferença entre acertar o tiro ou ficar no quase.

Glory On Pluto

Glory On Pluto chegou com uma proposta daquelas que chamam atenção de cara: um roguelite estratégico de exploração espacial que se vende como o simulador de motor menos realista que você já viu. No comando da sua nave, a ideia é encarar uma corrida insana rumo aos confins do universo, com muito planejamento, improviso e RNG pesando a cada decisão.

No jogo, você precisa turbinar o motor com dezenas de itens de combustível únicos, montando a melhor build possível para manter o foguete no ar enquanto tudo pode desandar a qualquer momento. O desafio é equilibrar estratégia e sorte para transformar a viagem em uma run de respeito até o lendário Plutão.

A história também entra no clima de zoeira sci-fi: a V.I.L.L.U AI transformou a Terra numa utopia perfeita, só que sem graça nenhuma, e cabe ao jogador, como membro da nação rebelde Wuldorian, embarcar nessa missão gloriosa para inspirar a galera e resgatar a chama da humanidade. E sim, o game ainda banca a provocação de que Plutão é um planeta.

Pra quem curte testar novidade no PC, Glory On Pluto já conta com uma demo jogável para Windows, então é a chance perfeita de sentir na prática esse caos espacial com cara de indie promissor.

Stranger Than Heaven

Stranger Than Heaven é o novo drama criminal da RGG Studio e chega com cara de epopeia histórica. O jogo, antes conhecido como Project Century, acompanha Makoto Daito ao longo de 50 anos no Japão, com Yu Shinjo como parceiro, rival e peça-chave da trama.

A história começa em 1915, quando Makoto, filho de pai americano e mãe japonesa, embarca como clandestino rumo ao Japão. A partir daí, ele entra no submundo, vira showman e gangster, e ajuda a construir a origem do clã Tojo, a facção central da franquia Yakuza.

A janela de lançamento prometida é nesta janela de inverno, então ainda falta a data cravada, mas a vibe já é clara: menos zoeira e mais drama pesado, com aquele clima de filme de crime que a RGG adora entregar.

Elenco principal revelado:

  • Makoto Daito (Yu Shirota) – protagonista com talento para cantar, que tenta abrir caminho no Japão enquanto constrói sua lenda.
  • Yu Shinjo (Dean Fujioka) – melhor amigo e maior rival de Makoto, com ambição de mudar o país.
  • Orpheus (Snoop Dogg) – contrabandista internacional que cruza o caminho de Makoto.
  • Takashi (Satoshi Fujihara) – jovem pianista que aparece mais adiante na história.
  • Suzy (Tori Kelly) – cantora e compositora que sonha com os grandes palcos.

Também foram citados Cordell Broadus, Moeka Hoshi, Akio Otsuka, Tokuma Nishioka, Ado e Takashi Ukaji, além de participações com caras conhecidas do cinema e da música. A música tema ainda ganha um reforço de peso com colaboração de Tori Kelly e Satoshi Fujihara.

O game vai passar por cinco cidades e cinco fases bem marcadas: Kokura, Fukuoka em 1915; Kure, Hiroshima em 1929; Minami, Osaka em 1943; Atami, Shizuoka em 1951; e Kamurocho, Shinjuku em 1965, quando um segredo gigante promete fechar a trama.

No gameplay, Stranger Than Heaven traz um sistema de combate inédito: cada braço e perna tem comando próprio, permitindo montar seus próprios combos, bloquear de um lado e contra-atacar do outro, segurar para carregar golpes mais fortes e até derrubar os inimigos na pressão.

Fora da pancadaria, entra o lado showbiz do jogo. Você vai recrutar cantores e músicos pela cidade, fazer a divulgação com cartazes, distribuir funções na banda e montar o setlist das apresentações.

Nos minigames, já apareceram arm wrestling, estande de tiro giratório, apostas com dados e um jogo de cartas que parece puxar para o karuta. E sim: com esse foco em música, karaoke ainda parece uma possibilidade bem forte.

World of Warcraft
World of Warcraft

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Stranger Than Heaven

Stranger Than Heaven, o próximo grande jogo de ação da RGG Studios, finalmente apareceu com mais detalhes — e a vibe é de uma prequela espiritual de Yakuza/Like a Dragon, só que bem mais sombria e dramática.

A história acompanha Makoto Daito, um garoto meio japonês, meio americano, que sai dos Estados Unidos rumo ao Japão. No caminho, ele cruza com Yu Shinjo, descrito como seu amigo mais antigo e maior rival, e também com Orpheus, um contrabandista internacional interpretado por Snoop Dogg.

O game vai viajar por cinco cidades em cinco décadas:

  • Kokura, Fukuoka — 1915
  • Kure, Hiroshima — 1929
  • Minami, Osaka — 1943
  • Atami, Shizuoka — 1951
  • Kamurocho, Tóquio — 1965

Outro destaque é a música. Makoto é cantor e músico, e o sistema do jogo permite “capturar” sons do cenário para transformar isso em inspiração e criar músicas originais. É uma mecânica que combina bem com o tom mais autoral do projeto.

No combate, a RGG também mudou bastante a fórmula: saem de cena as stances clássicas e o spam de botão, e entram ataques ligados aos membros do personagem, com os botões e gatilhos comandando golpes de braços e pernas em combos estilo boxe. Além disso, o uso de armas brancas parece ter muito mais peso, com Makoto desferindo várias estocadas ao longo da apresentação.

Para completar, tudo indica que Stranger Than Heaven pode contar a origem do Clã Tojo. Ainda há dúvidas sobre a estrutura das fases e se o jogo vai manter as tradicionais side stories, mas uma coisa é certa: a RGG quer entregar algo grandioso. O lançamento está previsto para inverno de 2026.