Artigos por Autor: Leo "Blade"
Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!
Survivor Mercs finalmente saiu do Acesso Antecipado e já está disponível para PC, trazendo a versão 1.0 desse twin-stick shooter com uma leva de novidades e ajustes finos.
No game, você monta um esquadrão de mercenários clonados para encarar a M.E.G.A. Corp e seu exército de robôs. Cada Merc tem armamento próprio, talentos únicos e árvores de especialização que ajudam a montar builds absurdas para limpar hordas sem dó.
- Recrute reforços clonados e turbinar seu time com gear hi-tech
- Encare fases em mapas procedurais com extração ao fim de cada operação
- Use comandos táticos ou entre de cabeça na pancadaria com diferentes clones de comandante
- Teste sinergias quebradas para detonar o exército inimigo
Com ação frenética, loot de sobra e foco em sobrevivência contra hordas, Survivor Mercs chega à 1.0 apostando em partidas cada vez mais caóticas e viciantes. Se você curte build, tiroteio e estratégia em tempo real, vale ficar de olho.
A KOEI TECMO abriu uma Publisher Sale na Steam, e Mining Mechs está no meio da festa para quem curte mineração, exploração e muito up de máquina.
Se a sua vibe é descer para os túneis, extrair recursos e turbinar seu mecha para encarar desafios cada vez mais pesados, essa é uma boa hora para entrar no game no PC e começar a grindar sem enrolação.
A Steam colocou uma nova leva de promoções no ar para quem curte caçar bom jogo no PC sem pesar a mão no bolso. Entre os destaques, Valheim segue firme como uma pedida certeira para quem gosta de sobrevivência, exploração e construção em mundo aberto.
Na mesma onda, Trailmakers entra na brincadeira com veículos malucos e muita criatividade, enquanto KLETKA aposta numa pegada mais tensa e atmosférica. Já The Slormancer é a escolha pra quem quer ação, loot e progressão sem pausa.
Se a ideia era aumentar a biblioteca com jogos diferentes e bem elogiados, vale conferir a vitrine da Steam agora mesmo e aproveitar enquanto essas ofertas seguem ativas.
Embers of the Uncrowned é o novo MMORPG de ação em dark fantasy da NEXON, pensado para PC, e já chegou chamando atenção com um trailer cinemático cheio de clima brutal e muito sangue na tela.
No centro da história está um herói que precisa reconstruir a Casa Harborwell, devastada pelos elfos, enquanto luta para retomar as terras que um dia pertenceram à humanidade. O pacote vem com cenários caprichados, monstros grotescos e uma narrativa que gira em torno de perigo, destino e retomada de território.
O vídeo de anúncio apresenta Bella, uma elfa enigmática, diante de cavaleiros em ruínas. Quando ela estende a mão, fios de prata líquida atravessam os inimigos antes de eles serem despedaçados. Depois do massacre, sobra apenas um anel com o brasão da fênix.
No gameplay, Embers of the Uncrowned aposta em combate tático e bem pegado, pedindo mais do que dano bruto para vencer. Dá para montar a party com classes como Espadachim Espectral, Executor e Tempestário, além de encarar chefes de domínio e raids cooperativas que exigem sincronia total.
À medida que você sobe de nível e fortalece sua base, a Casa Harborwell evolui de acampamento improvisado para uma cidade viva e pulsante. Também rola uma boa dose de customização, com opções de traje, rosto e corpo para deixar seu personagem com identidade própria.
O jogo já pode ser adicionado à lista de desejos no Steam para PC.
Fading Echo, novo game de ação e aventura em terceira pessoa da New Tales, acaba de ganhar um reforço de peso na dublagem brasileira: Carol Valença será a voz de One, protagonista da jornada no PC.
Na versão original em inglês, a personagem será interpretada por Samantha Béart, conhecida por dar vida a Karlach em Baldur’s Gate 3. Já no áudio em português do Brasil, Carol assume o papel com aquele talento que a galera gamer já conhece bem.
A atriz, dubladora, cantora e locutora coleciona personagens marcantes no currículo, com trabalhos em animes, games e séries populares. Entre seus papéis mais lembrados estão Luffy, de One Piece, e Abby Anderson, de The Last of Us Part II.
No gameplay, Fading Echo aposta numa pegada desert punk com mecânicas baseadas em fluidos. O jogador controla One, que pode alternar instantaneamente entre forma humana e líquida para explorar cenários, encaixar combos e resolver situações com estilo.
O projeto está em desenvolvimento pela Emeteria, estúdio ligado à New Tales, e promete entregar uma experiência diferente para quem curte ação com sistemas criativos e identidade visual marcante no PC.
Isso aqui é o tipo de bastidor que explica um remaster quebrado sem precisar inventar desculpa. Segundo relatos ligados à produção de Silent Hill, a Konami não tinha mais o código-fonte final de Silent Hill 2 e Silent Hill 3 quando preparou a Silent Hill HD Collection em 2012. Na prática, a equipe precisou trabalhar com builds antigas e incompletas. E aí não tem milagre: quando a promessa é entregar a versão definitiva, mas o material base já chega capado, o resultado tende a vir cheio de remendo.
Para nós do PC, isso pesa ainda mais porque os dois clássicos já tinham histórico próprio por aqui: Silent Hill 2 saiu para PC em 2002, e Silent Hill 3 em 2003. Anos depois, ficou mais fácil entender por que tanta gente viu problemas de neblina, áudio, performance e acabamento visual na coletânea em alta definição. Não era só questão de polimento ruim. Era um pipeline inteiro montado em cima de versões que não representavam o estado final dos jogos.
O lado técnico dessa história é simples e doloroso. Sem o código-fonte final, correções básicas viram retrabalho pesado, efeitos podem se comportar de forma errada e sistemas dependentes de scripts antigos começam a quebrar em cascata. Em Silent Hill, isso é pior ainda, porque iluminação, névoa, som e timing psicológico não são detalhe; são a espinha dorsal da experiência. Mexeu errado nesses elementos, a tensão some e o terror vira só uma casca em HD.
Quatorze anos depois, em 2026, esse caso continua sendo uma aula dura sobre preservação. A promessa era atualizar dois survival horrors históricos. A realidade foi expor como perder material original pode detonar um relançamento inteiro. Para nós, fica o veredito: Silent Hill merece tratamento de arquivo sério, não gambiarra de última hora.
A Blizzard liberou novas correções nesta quarta passada (22) tentando corrigir alguns dos bugs do novo patch. Segue a lista:
- Caçador
- Precisão
- Corrigimos um problema em que os jogadores podiam receber em dobro o benefício de Desbravamento ou Treinamento de Resistência ao usar o talento Vínculo Inquebrável em combinação com os talentos Astúcia ou Tenaz.
- Ajudantes de Astúcia ou Tenacidade não devem mais perder, às vezes, os bônus passivos de ajudante de Treinamento de Resistência e Desbravamento ao alternar entre as opções do nó de escolha de talento Astúcia / Tenaz.
- Precisão
- Bruxo
- Corrigimos um problema em que Viajante Frequente não funcionava ao usar o Portal Demoníaco de outro Bruxo.
- Diabolista: corrigimos um problema em que Domínio Abissal não correspondia à duração de Evocar Tirano Demoníaco com Reino da Tirania selecionado.
- Suplício
- Corrigimos um problema em que Praga da Fraqueza e Praga das Línguas não eram exibidas corretamente no Gerenciador de Recarga.
- Destruição
- Removemos várias magias do Gerenciador de Recarga, pois elas não estão mais presentes no jogo.
- Duelo de Decoração
- Jogadores Escondidos não podem mais se aproximar da sala de espera dos Caçadores.
- Notas dos desenvolvedores: surgiu uma tática em que os Escondidos colocavam várias armadilhas perto da entrada dos Caçadores, impedindo-os de sair.
- Jogadores Escondidos não podem mais se aproximar da sala de espera dos Caçadores.
- Masmorras e Raides
- Terraço dos Magísteres
- Corrigimos um problema em que a Entropia Devoradora de Degentrius podia causar dano a jogadores imunes a ela.
- Pico dos Correventos
- Corrigimos um problema em que o Comandante Kroluk podia atacar corpo a corpo após terminar de lançar Tornado de Aço.
- A Torre do Caos
- Coroa do Cosmos
- Dano de Colapso Gravitacional reduzido em 10%.
- Coroa do Cosmos
- Terraço dos Magísteres
O patch 12.0.5 de World of Warcraft chegou tropeçando, e a Blizzard teve de admitir isso em público. A empresa publicou um comunicado nesta semana dizendo que o lançamento ficou abaixo do próprio padrão. Em um MMO de PC desse tamanho, isso pesa mais do que parece: quando a atualização entra ruim, não é só um bug isolado. Ela atrapalha missão, progressão semanal, interface e até a estabilidade dos reinos.
A promessa de um patch “.5” costuma ser simples. Corrigir, ajustar e deixar o jogo mais redondo. A realidade foi o contrário para parte da comunidade. Jogadores relataram falhas em conteúdo, comportamento estranho de sistemas, problemas de desempenho e correções chegando em sequência. E é aí que a bronca cresce: a gente organiza grupo, separa horário e paga assinatura para jogar World of Warcraft no PC, não para servir de teste ao vivo depois que o patch já foi ao ar.
No comunicado, a Blizzard disse que está acelerando hotfixes e revendo o processo de lançamento para evitar repeteco. Isso importa porque muita correção em World of Warcraft pode ser aplicada do lado do servidor, sem baixar outro update gigante, o que reduz o tempo de resposta. Ainda assim, pedido de desculpas não devolve tempo perdido. Quando uma atualização mexe com progresso, missões, interface e consistência do jogo, o dano vai direto na confiança da comunidade.
No fim, o lado bom é ver a Blizzard reconhecer o erro sem enrolação. O lado ruim é que o padrão prometido ficou no discurso e a execução passou longe. Agora, para nós, resta acompanhar os próximos hotfixes no launcher e ver se o patch 12.0.5 finalmente entrega o básico: estabilidade, correções reais e um World of Warcraft que funcione como deveria desde o primeiro dia.
World of Warcraft mexeu no que a gente realmente sente no dedo: build, rotação e identidade de classe. O ciclo mais recente do alpha de World of Warcraft: The War Within, no PC, trouxe novas Árvores de Talento Heroico para mais duas classes e ainda empilhou retrabalhos extras nas habilidades básicas. Não é só enfeite de interface: a Blizzard está ajustando o pacote inteiro, o que muda de verdade como cada especialização entra em combate.
Na prática, o sistema de Talento Heroico funciona como uma miniárvore de 11 pontos liberada entre os níveis 71 e 80, compartilhada por duas especializações da mesma classe. Ela adiciona efeitos novos, sinergias e modificadores em habilidades já conhecidas, enquanto os retrabalhos paralelos limpam talentos redundantes, mexem em tempos de recarga e reforçam combos centrais. É o tipo de mudança que parece pequena no papel, mas no endgame altera burst, sustain, prioridade de atributos e até a sensação da rotação.
A parte boa é que a promessa aqui faz sentido. Vender “fantasia de classe” sem tocar na base sempre soa como maquiagem cara para problema velho. Quando a árvore nova vem junto de revisão no kit, a build para de parecer remendo e começa a ganhar personalidade de verdade. A cautela, claro, continua valendo: isso ainda está em fase alpha, então números, interações e até nós inteiros podem mudar antes do lançamento. O acesso completo continua sendo no PC, com expansão e assinatura ativa.
No fim, a impressão é positiva. Se a Blizzard mantiver esse nível de retrabalho até a versão final, World of Warcraft: The War Within pode entregar classes mais fortes no papel e, melhor ainda, mais gostosas de jogar. Se quiser acompanhar as próximas prévias e se preparar para entrar no jogo, vale passar pelo site oficial de World of Warcraft.
Agora o radar apitou de verdade. ACE COMBAT 8: WINGS OF THEVE apareceu com o trailer Strangereal Evolution Episode 2 e a Bandai Namco deixou bem claro que não quer só reciclar a fórmula de ACE COMBAT 7: SKIES UNKNOWN, de 2019. A promessa aqui é empurrar a série para um patamar mais ambicioso, combinando Unreal Engine 5 com as nuvens multicamadas que viraram marca registrada da franquia, mas agora com mais impacto tático, mais leitura de clima e um visual bem mais pesado de nova geração.
O que já está confirmado, sem enrolação: ACE COMBAT 8: WINGS OF THEVE chega em 2026 para PS5, Xbox Series X|S e PC via Steam. Até hoje, 22 de abril de 2026, o jogo ainda não recebeu data fechada nem preço oficial em reais nas lojas brasileiras. Em compensação, as páginas oficiais já indicam campanha solo e recursos online, com jogo online opcional no PlayStation e recursos como multiplayer entre plataformas e coop listados nas lojas de PC e Xbox. Na Steam, o game também aparece com interface e legendas em português do Brasil, o que já é um baita acerto para quem gosta de acompanhar a campanha sem depender de tradução da comunidade.
Na história, a coisa vem com aquele drama militar que a série sabe vender bem quando acerta a mão. A campanha se passa em julho de 2029, no universo Strangereal, com a Federação de Usea Central ocupada pela República de Sotoa. A gente começa resgatado pelo porta-aviões Endurance, em um cenário de marinha destruída, país quebrado e moral no chão. O detalhe mais interessante é que o nome ‘Wings of Theve’ não é só um título heroico: ele funciona como um símbolo fabricado para manter a esperança viva, e caberá ao jogador carregar esse peso ao lado de três novos pilotos. Somando isso às cenas em primeira pessoa entre as missões, o jogo parece querer reforçar mais o lado humano do piloto, e não só o espetáculo da dogfight.
O que mais anima a gente é ver que a PROJECT ACES não está falando só de textura bonita. No diário de desenvolvimento publicado em 9 de abril, a equipe citou tecnologia interna para nuvens e iluminação, além de foco em tutorial renovado e em tornar os combates acessíveis sem desmontar a profundidade arcade da série. Se essa promessa virar realidade, ACE COMBAT 8: WINGS OF THEVE tem tudo para ser um dos grandes voos de 2026; se não virar, vira só mais um trailer lindão vendendo fumaça no céu. Por enquanto, o sentimento é de otimismo com um pé no freio: vale colocar na lista de desejos nas lojas oficiais e seguir de olho no radar para a data final de lançamento.
DRAGON BALL: Sparking! ZERO vai turbinar o elenco com cara de estreia de respeito. O DLC Super Limit-Breaking NEO traz Vegeta (GT) e Trunks (GT), dois nomes que finalmente chegam à linha Budokai Tenkaichi, junto de conteúdo extra para quem curte mexer fundo no elenco.
No pacote, Goku (Z – End) recebe um novo traje e um Super Ataque inspirado em um momento icônico da série. A atualização também adiciona um modo solo inédito, no qual escolhemos personagens já desbloqueados e ganhamos EXP em batalhas e eventos para fortalecer nossos favoritos e levar cada um a níveis ainda mais altos.
Se você quiser acompanhar as próximas novidades do DLC, dá para conferir mais detalhes no site oficial do jogo.