Artigos por Autor: Leo "Blade"
Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!
O canal Tanks for Nothin mostrou um projeto que mistura setup de PC e aquarismo de um jeito nada comum: o Desktop Riverbed, um aquário customizado instalado logo abaixo dos monitores do computador.
A caixa foi montada com vedação em silicone para garantir que tudo ficasse estanque e, depois de seca, ganhou suportes para deixar espaço livre para o teclado passar por baixo. Na traseira, um filme fosco ajuda a esconder os cabos e deixa o visual mais limpo.
Para segurar o crescimento de algas, o criador usou iluminação forte sobre o tanque e reforçou o ecossistema com caramujos, moluscos, guppies e um sistema dedicado de circulação de água. Como a mesa é motorizada e sobe e desce, o filtro aquecido foi preso ao suporte do monitor para acompanhar o movimento sem forçar mangueiras ou conexões.
No começo, ele priorizou espécies que ficam mais no fundo e aparecem bem quando vistas de cima. Só que isso acabou criando um tanque quase “hipnótico demais” para quem precisa trabalhar, já que muitos peixes se escondiam entre as plantas.
Para corrigir isso, o criador adicionou peixes de meia água, como pequenos rasboras, garantindo movimento constante no aquário e deixando o projeto ainda mais vivo. No fim, o resultado é um setup que chama atenção o tempo todo e transforma a mesa em um verdadeiro destaque do ambiente.
A caça ao level da vaca secreta de Diablo 4 ganhou mais uma pista no fim de semana, reacendendo a comunidade que vasculha o game desde o lançamento. Ainda não apareceu a tão sonhada sala das vacas, mas a expansão Lord of Hatred adicionou objetivos obscuros que deixaram a galera no modo detetive.
Para avançar, os jogadores precisam explorar as novas ilhas de Skovos em busca de itens únicos e seguir uma sequência nada óbvia, como localizar um tomo criptografado em uma sala sem marcação. Quando a etapa é concluída, cai um item novo que, até agora, não tem uso confirmado — mas já está sendo dissecado pela comunidade que toca a investigação no modo turbo.
O guia completo exige rodar o mapa inteiro atrás de drops específicos. Em uma das partes, é preciso perseguir um corvo que some e reaparece até largar um crânio; depois, esse crânio deve ser queimado em um braseiro. O jogo não dá feedback claro, então a sensação é de completar tudo no puro feeling e na fé da comunidade.
As novas tarefas são mais elaboradas do que os enigmas vistos no lançamento. Tem caça a inimigos amaldiçoados para montar um set de armadura, mecânica de pesca que leva a um caixão escondido e até um sistema de crafting que mistura relíquias antigas com itens recém-descobertos.
No estágio atual, a cadeia conhecida leva a uma ilha bovina com estátuas humanoides de vaca, mensagens estranhas e uma masmorra de porão isolada. Ainda não existe consenso sobre o próximo passo, mas há sinais de que a busca continua: um popup com portais, um balde de leite interativo, um peixe mítico com referência nostálgica e até uma transmog de capacete do Rei Vaca que ninguém desbloqueou ainda.
Mesmo com datamining pesado, a comunidade ainda não cravou que o mistério acabou. A sensação geral é de que Diablo 4 ainda pode esconder mais uma etapa — ou até a tão esperada revelação do lendário level secreto.
Diablo 4 chegou ao mercado como um ARPG estranho: metade hack and slash, metade MMO, com um mundo aberto enorme, mas com aquela sensação de vazio. O endgame também demorou para engrenar.
Desde então, a Blizzard foi mexendo em tudo o tempo todo. Entraram chefes de endgame, atividades como The Pit e mudanças grandes em Whispers, Helltides e Nightmare Dungeons. Também teve rework em gear, poder, aspectos e afixos praticamente sem parar.
O que mais me pegou em Lord of Hatred foi perceber que, pela primeira vez, Diablo 4 parece ter encaixado todas as peças. O novo sistema de habilidades abre muito mais margem para montar build: cada skill ganha passivas que podem mudar seu comportamento por completo, inclusive o tipo de dano. Na prática, o jogo deixa de depender tanto de dropar a peça certa e passa a valorizar mais o planejamento na árvore de habilidades.
Para um Necromante, isso é ouro. Dá para transformar Blight em skill de Gelo ou Sangue, converter Blood Surge e Corpse Explosion em Bone, ou até fazer Bone Spirit virar Shadow. Some isso ao sistema de Tempering, que adiciona afixos e reforça o min-maxing, e o sistema de build fica muito mais gostoso de mexer.
Lord of Hatred ainda traz:
- as novas classes Warlock e Paladin;
- o Horadric Cube, que abre mais possibilidades de crafting e transmutação;
- um arco narrativo que fecha a história atual de Sanctuary.
Depois de anos de ajustes e retrabalhos, Diablo 4 finalmente parece estar no ponto. Se você largou o game porque ele nunca “clicou”, talvez valha dar uma última chance.
Nos anos 90, a parceria entre Marvel e Capcom já estava rendendo jogo pesado, mas o processo para aprovar cada personagem era cheio de regra e frescura. Segundo um ex-líder de localização da Capcom, a Marvel exigia detalhes bem específicos sobre o jeito de cada herói e vilão se mexer e agir em tela.
Antes mesmo de fechar o elenco de X-Men: Children of the Atom, a discussão já era sobre quem podia ou não entrar no roster. E a treta ficou ainda mais esquisita quando a Capcom levou as animações do Juggernaut para aprovação.
O problema era simples: a Marvel não queria que o Juggernaut pulasse. A ideia deles era que ele fosse pesado demais para isso. A Capcom tentou vender o papo de que, num jogo de luta, o personagem precisava atravessar buracos e acompanhar o ritmo das lutas aéreas, mas a resposta inicial foi um não seco.
No fim, a Capcom passou no teste e o Juggernaut ganhou mobilidade em X-Men: Children of the Atom e também em Marvel Super Heroes. Isso fazia total sentido, já que esses games apostavam em arenas verticais, combões no ar e muito espaço para jogadas aéreas.
Depois que os primeiros jogos fizeram barulho, a Marvel relaxou de vez e passou a deixar a Capcom mais livre criativamente. Hoje, quem quiser revisitar essa era pode encarar a Marvel vs. Capcom Fighting Collection: Arcade Classics no PC e matar a saudade da pancadaria clássica da franquia.
The Elder Scrolls 5: Skyrim continua dando trabalho para a etiqueta Unsupported no Steam Deck. Mesmo com o selo de “não suportado” da Valve, o RPG segue aparecendo entre os jogos mais jogados no portátil mês após mês.
Na prática, a classificação diz que parte ou tudo do game pode não funcionar no Steam Deck, mas a real é que muitos jogadores estão tocando a aventura sem dor de cabeça. O clássico de Tamriel sobe de boa e roda liso, o que deixa a situação ainda mais curiosa: um jogo “supostamente quebrado” que segue firme e forte na mão da galera.
Desde dezembro, Skyrim vem marcando presença nas listas dos mais jogados do Steam Deck, passando por janeiro, fevereiro, março e abril sem perder espaço. Ou seja: mesmo com o aviso na vitrine, o game continua sendo um dos queridinhos de quem curte jogar no modo portátil. Bora revisitar essa lenda e entender por que ela não desgruda do topo?
Se você sempre achou que aquele puzzle do esgoto em Half-Life 2 dava mais trabalho do que deveria, não era viagem da sua cabeça. Uma análise de versões antigas do jogo mostra que essa parte realmente já foi bem mais casca-grossa, com uma solução menos óbvia e um ritmo mais truncado do que na versão final.
No build antigo, o trecho exigia mais leitura de cenário e castigava mais qualquer vacilo. Com o tempo, o desafio foi ajustado para ficar mais redondo, deixando a progressão mais fluida sem tirar a tensão da fase.
Resumindo: o famoso “nerf” no esgoto rolou mesmo. Para quem revisita Half-Life 2 hoje, isso explica por que essa seção parece bem mais tranquila do que muita gente lembrava.
Game Quest: The Backlog Battler é um horde battler zoeiro em que o maior boss final é o seu próprio backlog.
Por aqui, os games encostados viram inimigos de verdade: os títulos que você mal tocou entram em cena como disquetes deslizantes, e quanto menos você jogou, mais perigosa a treta fica. Se o jogo tiver pesado na compra, ele ainda causa mais dano; se tiver nota alta, pode até ganhar a habilidade de voar.
Mas você não vai pra pancadaria sozinho. Os jogos que você mais joga entram como aliados na bagunça, deixando tudo com cara de crossover de vergonha alheia e autoexposição gamer. A graça parece ser justamente zoar a própria biblioteca e, de quebra, chamar os amigos para levar shade pelo backlog deles também.
Por enquanto, Game Quest: The Backlog Battler ainda não tem data de lançamento, mas já dá para ficar de olho e colocar na lista de desejos.
Half-Life 2 foi mexido de leve ao longo de 20 anos, e uma comparação recente de builds mostrou que o jogo recebeu mais polimento do que muita gente imaginava.
Ao colocar lado a lado a versão original, a edição que saiu no Orange Box e a atualização de aniversário, dá para notar ajustes finos na iluminação, nos efeitos de fogo e sangue, no brilho do tecido e até nos olhos do G-Man. Até os títulos dos capítulos passaram a aparecer na tela em versões mais novas.
Outro detalhe que quase ninguém lembrava é a sequência de Route Kanal. No começo, aquela parte da água era bem mais chata de passar: os objetos de madeira não flutuavam tão bem, deixando a travessia muito mais capenga do que hoje.
A análise também mostra que Half-Life 2 foi recebendo pequenos buffs visuais e mudanças de bastidor por anos, incluindo builds raras que revelam um jogo ainda mais diferente do que a maioria conhece. O vídeo fecha em Black Mesa East, mas já dá vontade de ver uma parte 2 para vasculhar o resto dessa bagunça histórica.
No Fortnite, o Droid Tycoon entra no clima de Star Wars com um loop clássico de tycoon: você compra droids básicos, bota a equipe para trabalhar, junta Créditos e vai trocando por unidades mais fortes quando o caixa permitir.
- Priorize a base: abrir mais slots de droids turbina seu ganho logo no começo. Se aparecer um droid com bônus especial, vale segurar para multiplicar o farm.
- Farm da sucata: no early game, bater no monte de sucata com a picareta ainda é um dos jeitos mais seguros de encher o bolso.
- Use os companions: alguns droids podem seguir você e entregar buffs úteis, como melhorar a picareta ou trazer vantagens de gameplay. Teste cada um para descobrir o melhor kit.
- Feche os objetivos secundários: pelo mapa de Tatooine, há missões que pedem droids específicos e outras em que você resolve tudo na bala contra Stormtroopers. As recompensas vêm em crates com Créditos, Upgrade Chips e itens raros.
- Não esqueça as missões passivas: envie seus droids para trabalhos automáticos no shipyard da base e deixe o progresso rodando em segundo plano.
- Rebirth é o verdadeiro power spike: ao cumprir os requisitos no terminal da entrada, você reseta a progressão para ganhar bônus permanentes. No Fortnite, o melhor é que seus droids continuam com você depois do reset.
- Melhore seus droids: um vendedor escondido atrás da cantina permite evoluir suas unidades usando Upgrade Chips. Quanto mais raros forem os droids, mais alto o teto de upgrade.
- Explore a cantina: NPCs e comerciantes trocam droids, oferecem upgrades para a picareta e até arriscam uma roleta para tentar um upgrade de graça. Vale visitar sempre que puder.
- Caça ao BB-8: conforme você sobe de nível, o droid mais cobiçado aparece em um evento especial com contagem no mapa. Fique ligado para não perder a janela.
Hogwarts Legacy voltou a ficar de graça no PC, com resgate liberado na Epic Games Store para quem quiser adicionar esse RPG de mundo aberto à biblioteca sem gastar nada. Se você pegar a oferta até domingo, o jogo fica pra sempre na sua conta.
Segundo o clima da comemoração dos 25 anos da saga dos filmes, essa repetição da promoção faz sentido para dar mais uma chance aos jogadores. Em Hogwarts Legacy, você vive a experiência de um aluno em Hogwarts nos anos 1800, explorando cenários clássicos e inéditos, descobrindo criaturas mágicas, criando poções, aprendendo feitiços, evoluindo talentos e enfrentando bruxos das trevas.
Se você curte aventura, magia e aquele RPG com pegada de exploração, vale correr para resgatar Hogwarts Legacy no PC e garantir o seu acesso permanente.
Subnautica 2 teve seus requisitos oficiais revelados no Steam, e a notícia é que o game vai cobrar bastante memória RAM no PC.
O destaque fica para a configuração mínima voltada a 30 fps, que pede 12 GB de RAM. Já nas configurações ultra, o salto é pesado: 32 GB de RAM.
O novo capítulo da franquia chega em Early Access ainda este mês, então já vale conferir se o seu setup está pronto para encarar o fundo do oceano sem engasgos.