Artigos por Autor: Leo "Blade"
Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!
Rumores sobre World of Warcraft ganhar uma versão para consoles voltaram a circular após mudanças na jogabilidade da próxima expansão, Midnight, que tornam as classes mais simples e acessíveis. Muitos jogadores especularam que isso seria um passo para adaptar o MMO ao controle, especialmente com notícias sobre integração entre Xbox, PlayStation e Windows. Em entrevista ao podcast Unshackled Fury, o diretor do jogo, Ion Hazzikostas, encerrou as especulações: “Para ser totalmente transparente, não estamos trabalhando para levar WoW aos consoles. Nosso foco continua sendo a experiência no PC.” Ele explicou que as alterações têm como objetivo tornar o jogo mais acessível, não preparar uma versão para outras plataformas. Apesar disso, Hazzikostas não descartou a possibilidade de suporte oficial a controles no futuro, algo que hoje só é possível via mods. A Blizzard vem trabalhando cada vez mais para substituir mods famosos mas, por enquanto, WoW permanece exclusivo para PC.
Depois de fechar as portas no início do ano, o estúdio T-Minus Zero, fundado em 2023 e originalmente ligado à NetEase, acaba de anunciar sua volta como produtora independente. Em comunicado no site oficial, a equipe revelou que adquiriu o nome do estúdio e está relançando a marca com um modelo de desenvolvimento inspirado na indústria cinematográfica: projetos focados, parcerias estratégicas e financiamento colaborativo. Segundo a publicação, o objetivo é criar experiências de jogo de alta qualidade e com identidade própria, baseadas em conceitos sólidos e escaláveis para múltiplas plataformas. O estúdio já está buscando co-financiamento para levar seu próximo projeto à produção completa, embora não tenha revelado detalhes sobre a nova IP que estava em desenvolvimento antes do fechamento. A liderança agora inclui veteranos da equipe original: Zachary Beaudoin como CEO, Mark Tucker como diretor criativo, Scott Stevens como diretor técnico e Jeff Dobson como diretor de arte. O futuro do projeto anterior permanece incerto, mas a mensagem é clara: T-Minus Zero quer voltar ao mercado com força e inovação.
A Astrolabe Interactive lançou a atualização Bloom & Blight para Aloft, o jogo de sobrevivência relaxante ambientado em ilhas flutuantes. Essa é a maior atualização do Acesso Antecipado até agora, trazendo mudanças profundas no gerador de mundos, na restauração do ecossistema e muito mais. Agora, explorar os céus ficou ainda mais recompensador: descubra ruínas antigas, colete criaturas fofas, melhore sua nave aérea e restaure a vida das ilhas com novas mudas. O sistema de cura do ecossistema foi reformulado com minigames interativos envolvendo flora, fauna e fungos. Entre as novidades, estão as Árvores da Vida, que desbloqueiam bacias de conhecimento para avançar na árvore de tecnologia. Também chegam Pedras do Conhecimento, Anomalias da Corrupção, rotas de vento para viagens rápidas e o Atlas Perdido para localizar ilhas desertas. Prepare-se para enfrentar duas novas cepas da corrupção — Sportox e Flogade — usando armas inéditas como Windstone e Serrated Bone. Bloom & Blight traz um novo ritmo para Aloft, combinando exploração, progressão e ação em um mundo ainda mais vivo e desafiador.
Se você curte RPG com pegada sobrenatural, corre agora porque a ATLUS lançou a demo gratuita de RAIDOU Remastered: The Mystery of the Soulless Army™ no Steam. Dá uma olhada no trailer acima e sinta o hype! Na demo, você já entra no clima da história com Raidou Kuzunoha XIV e seus demônios parceiros tentando desvendar um desaparecimento misterioso. Vai poder jogar o Prólogo e o Episódio 1, e ainda pode recrutar alguns dos mais de 120 demônios que vão te acompanhar nessa jornada insana. E o melhor: tudo que você salvar na demo dá pra levar pro jogo completo depois. Ou seja, já começa a sua investigação sem perder nada! Pra quem não conhece, RAIDOU Remastered é a versão turbinada do clássico Devil Summoner: Raidou Kuzunoha vs. The Soulless Army™ do PS2. Agora com gráficos melhorados, sistema de batalha repaginado, dublagem completa em inglês e japonês e várias melhorias pra deixar a experiência top.
O Abxylute 3D One é um novo console portátil para jogos que aposta em uma tela 3D sem óculos e especificações ousadas, mas levanta dúvidas desde o primeiro contato. Com tela de 11 polegadas, resolução 2.560 x 1.600, 120 Hz e 480 nits, o dispositivo é enorme, pouco ergonômico e quase tão volumoso quanto um notebook gamer, o que compromete sua portabilidade. Alimentado por um chip Intel Lunar Lake com GPU integrada, sofre para rodar jogos exigentes, especialmente com o efeito 3D ativado, que reduz drasticamente o desempenho e apresenta resultados inconsistentes. Além disso, exige um launcher especial, resolução máxima e não permite atualizar drivers, tornando a experiência pouco prática. Apesar da boa qualidade de construção e controles decentes, o preço é outro obstáculo: US$ 1.799 no varejo, superando notebooks com GPUs dedicadas muito mais potentes. Por enquanto, parece mais adequado para emulação do que para jogos modernos, deixando claro que terá muito a provar antes de justificar seu valor.
O jogo Peak receberá um novo bioma chamado Roots amanhã (5 de novembro), trazendo uma alternativa temporária ao Tropics. O trailer acima mostra Scouts explorando entre árvores gigantes, sugerindo mecânicas de escalada e balanço em cipós para alcançar plataformas e Shelf Shrooms. A grande novidade, porém, são as aranhas, que descem das copas para capturar jogadores, adicionando um novo nível de perigo. Ainda não está claro o que acontece após a captura, mas tudo indica que será um desafio para equipes resgatarem companheiros. Assim como o bioma Mesa, lançado em agosto com escorpiões e formigas-leão, Roots promete intensificar a experiência de sobrevivência. Para quem tem aracnofobia, o modo especial do jogo continuará disponível, transformando as aranhas em pelúcias Bing Bong.
O premiado Tactical Breach Wizards, RPG tático por turnos que conquistou jogadores com sua narrativa afiada e humor peculiar, acaba de receber uma atualização que promete desafiar até os mais experientes. A equipe do jogo selecionou os melhores níveis criados no editor e os disponibilizou no Community Browser, oferecendo missões muito mais difíceis que as da campanha original. Segundo os desenvolvedores, a diferença está na dificuldade: enquanto a campanha priorizava acessibilidade, os níveis da comunidade não têm essa preocupação, trazendo desafios punitivos para quem já concluiu a história. Um dos novos conteúdos inclui até um personagem inédito, Bori, um “piromante não letal” que antes era vilão. Mesmo que dificuldade extrema não seja sua praia, o pacote ainda vale a pena: o game está com 40% off até 9 de novembro, saindo por R$ 36 para cerca de 20 horas de tática muito bem desenhada. Barato e direto. Eu iria.
Battlefield 6 acaba de receber um novo modo pensado pra quem quer jogar sem tanta pressão: Casual Breakthrough. A ideia é simples — manter o progresso, cumprir desafios, mas sem aquele caos típico de lobbies PvP cheios de snipers e pilotos insanos. Segundo o perfil oficial do jogo, o modo foi criado “para quem quer entrar em Battlefield sem toda a intensidade das partidas normais”. Aqui, os confrontos são menores: 16 jogadores reais (8 por time) e 32 bots que ajudam a deixar tudo mais tranquilo. Por enquanto, só dá pra jogar nos mapas Siege of Cairo e Empire State. Dá pra ganhar XP de carreira, armas e passe de batalha, mas matar ou reviver bots rende menos XP — uma tentativa de equilibrar o sistema com os modos competitivos. Nem todo mundo curtiu. Alguns jogadores reclamam que isso “acaba com o grind legítimo” das armas. Outros, mais de boa, veem como um jeito de testar loadouts sem virar alvo instantâneo. Só não espere coletar dog tags ou melhorar suas estatísticas — o foco aqui é relaxar, não competir.
Mike Pondsmith, criador de Cyberpunk, quer trazer Keanu Reeves de volta como Johnny Silverhand — o roqueiro rebelde que virou lenda em Cyberpunk 2077. Mesmo com o personagem morto há décadas na história do jogo, Reeves disse que adoraria viver Johnny de novo, e Pondsmith respondeu rápido: “Tenho maneiras de fazer isso acontecer, Keanu. Me liga.” Ele não explicou como, mas os fãs já especulam. Talvez outro chip com a mente de Johnny, ou até um prelúdio mostrando o ataque à Torre Arasaka, um momento ainda cheio de mistério. Pondsmith também comentou sobre Idris Elba, que brilhou como Solomon Reed em Phantom Liberty, brincando que pensou que a CDPR tinha copiado o ator — até descobrir que era o próprio. E ainda deixou um recado ousado: “Scarlett Johansson, tenho papéis pra você.” Se depender dele, Cyberpunk 2 pode virar uma reunião de astros de Hollywood no futuro sombrio de Night City.
O jogo mistura a fórmula viciante de Vampire Survivors com os universos de Warhammer 40,000 e Age of Sigmar, trazendo hordas de inimigos, heróis icônicos como Malum Caedo, Gotrek e Neave Blacktalon, além de armas inusitadas como um pote de tinta Nuln Oil; desenvolvido pela Auroch Digital em parceria com Poncle, promete ação caótica em pixel art e pode ser o primeiro grande jogo de Age of Sigmar, com lançamento previsto para 2026 e wishlist já disponível no Steam.
Chris Stockman, diretor de design do primeiro Saints Row, anunciou no subreddit oficial da franquia que foi convidado a criar um pitch para um prequel da série. Sem revelar detalhes, Stockman afirmou que o projeto não será em VR e que pretende “voltar às raízes” do jogo original, com uma proposta mais realista e satírica, semelhante ao tom de Saints Row 1 e 2. Ele mencionou informalmente o nome “Saints Row ’77”, sugerindo um possível cenário ambientado nos anos 70. Stockman também descartou elementos polêmicos das versões posteriores, como armas exageradas, reforçando que busca resgatar a essência que tornou o primeiro título marcante.