Artigos por Autor: Leo "Blade"
Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!
Em Subnautica 2, limpar o primeiro Angel Comb é um desafio em várias etapas: você precisa seguir os grandes tentáculos da estrutura, avançar de câmara em câmara e destruir os brotos virais para curar essa flor submersa doente.
Essa primeira recompensa é a adaptação Resistência ao Calor, que libera a entrada na área dos respiradouros de lava sem você virar churrasquinho no fundo do mar. Para encarar essa missão com folga, vale chegar preparado com:
- Sonic Resonator desbloqueado;
- Standard Air Tank para aumentar o oxigênio;
- pelo menos um Air Bladder;
- kits médicos;
- uma flare para distrair os perigos da área;
- Wakemaker ou, no mínimo, o Dash Biomod.
O Angel Comb infectado fica a noroeste do Lifepod, dentro de uma caverna. O caminho é simples na teoria: siga cada tubo grande que sai da câmara central e encontre as salas laterais com as flores virais.
Em cada sala, o esquema é o mesmo: use o Sonic Resonator para estourar os brotos, aproveite o Dash para fechar distância rápido e tome cuidado com os peixes larva agressivos. Quando você limpar as duas câmaras, volte para a sala principal e faça a mesma limpeza ao redor do núcleo do comb.
Se o oxigênio apertar, procure as passagens bloqueadas com Bloom Sap e use a Survival Multitool para liberar ar extra. Na sala central, o predador maior complica mais a vida, então vale jogar a flare para puxar a atenção dele e abrir espaço para finalizar os últimos brotos.
Quando tudo estiver destruído, o Angel Comb vai abrir e você poderá coletar a adaptação. Com a Resistência ao Calor em mãos, Subnautica 2 libera o caminho para avançar na história e explorar áreas ainda mais hostis sem derreter no processo.
Em Forza Horizon 6, o mapa do Japão é gigantesco e caçar os Treasure Cars pode virar uma maratona. A boa notícia é que são só nove veículos escondidos, e você não precisa liberar nada antes de começar a procurar, diferente dos Barn Finds.
Confira abaixo onde achar cada Treasure Car de Forza Horizon 6 e economize tempo para acelerar de verdade:
- 1969 Dodge Charger R/T — Minamino: atrás dos prédios na lateral da estrada, perto do campo de golfe no centro da região e ao lado do evento de terra Airfield Trail.
- 1991 Nissan Figaro — Tokyo City: no estacionamento da costa sul, com a Rainbow Bridge à direita. É a ponte mais a oeste da cidade.
- 1985 Mazda RX-7 GSL-SE — Ohtani: na cadeia de montanhas no extremo oeste da região, na divisa com Shimanoyama, a oeste do Horizon Festival Site. Procure o ponto ao lado de uma casa de madeira grande e de uma torre branca, cercado por várias torres de rádio vermelhas.
- 1985 Nissan Safari Turbo — Ito: no ponto mais ao norte da região, passando pelo Barn Find do Toyota 2000GT e pela Minka House. Suba a trilha de terra sinuosa até a base de um aerogerador, perto de grades e caixas na estrada do lado oeste da montanha.
- 1987 Porsche 959 — Shimanoyama: na loja de esquina perto do estacionamento, na estrada mais ao sul de Narai-Juku, a leste do circuito e a oeste da Fuji Unkai House. Essa área também cruza com um Barn Find do Lancer Evolution Time Attack, então vale passar por ali se você já tiver liberado a região.
- 2005 Ford GT — Nangan: na trilha costeira com vista para Tokyo City, no leste da região. Siga a estrada principal da costa até achar uma trilha de terra estreita nas colinas, mais perto do litoral.
- 1981 BMW M1 — Hokubu: na grande ponte ferroviária que corta os campos abertos no norte da região, não muito longe do evento Hokubu Ascent. O túnel da linha fica ao sul.
- 1995 Mitsubishi Lancer Evolution III GSR — Takashiro: na estrada de terra que leva à cachoeira no canto oeste da região, perto de um templo. Pegue a trilha ao lado da ponte, acompanhando o rio. Esse ponto também se sobrepõe a um Barn Find do Skyline GT-R.
- 1974 Lancia Stratos HF Stradale — Sotoyama: atrás do lodge de madeira na trilha coberta de neve que sobe até a Tateyama Kurobe Alpine Route, perto do centro da região. A estrada principal rumo ao Hakusan Mountain Lodge ajuda a localizar o ponto.
Com esse roteiro em mãos, você consegue pegar todos os Treasure Cars de Forza Horizon 6 sem ficar rodando o mapa no escuro e ainda sobra tempo para o que interessa: meter o pé no Japão.
Em Forza Horizon 6, a caça aos Barn Finds continua sendo um dos melhores grinds do mapa: são carros lendários escondidos pelo Japão, liberados conforme você sobe o nível do Discover Japan, de Visitor até Master Explorer.
Para acelerar a progressão, vale farmar mascotes, entregas, corridas de rua e touge, mas as histórias marcadas em amarelo ainda são o jeito mais rápido de encher a barra. Só lembra que, depois de encontrar um Barn Find, o carro precisa passar pela restauração antes de ir pra garagem — a menos que você queira queimar uma boa pilha de créditos.
Confira abaixo a localização de todos os 15 Barn Finds de Forza Horizon 6, na ordem em que eles são desbloqueados:
- Honda NSX-R GT — Ohtani: nas colinas arborizadas do canto noroeste da área, perto do encontro de duas estradas.
- Toyota 2000GT — Ito: ao norte de Ito, perto da Minka House, numa faixa de árvores ao lado do paredão costeiro, entre as duas trilhas para a praia.
- Ford Sierra Cosworth RS500 — Ito: no sul de Ito, na pequena colina arborizada ao sul do cruzamento na borda sul da área.
- Nissan Skyline 2000GT-R — Nangan: no extremo sul da área, depois das casas da estrada principal, onde sai uma trilha de terra em direção ao celeiro.
- Nissan Pao — Minamino: no bosque da borda nordeste, em um celeiro no fim da trilha de terra que sai da via principal.
- Porsche 911 Turbo 3.3 — Ohtani/Tokyo City: no bambuzal ao lado da estrada de terra entre as duas vias principais que levam à casa de Mei, na parte norte de Ohtani.
- Peugeot 205 Turbo 16 — Shimanoyama: no celeiro ao final da estrada de terra larga que sobe a colina a partir da via principal, no nordeste da área.
- Lincoln Continental — Hokubu: no trecho de árvores ao lado da área agrícola, logo ao sul do centro do mapa.
- Nissan #23 Pennzoil NISMO Skyline GT-R — Takashiro: nas árvores da borda leste, entre as curvas da estrada em formato de U. Aproveite para pegar o 1995 Mitsubishi Lancer Evolution III GSR Treasure Car por perto.
- Mitsubishi Montero Evolution — Shimanoyama: na floresta da borda sudoeste; a trilha de terra sai da estrada principal, perto do Bandai Azuma Skyline Drift Zone.
- Lamborghini Diablo SV — Ito: na borda leste, descendo a encosta a partir da faixa aberta no centro, perto de um cruzamento de três vias.
- Nissan R390 (GT1) — Ohtani: na trilha de terra do canto nordeste, perto da divisa com Shimanoyama; também dá para chegar pela estrada ao norte, perto do Bridge Underpass Trailblazer.
- Mitsubishi #1 Sierra Sierra Enterprises Lancer Evolution Time Attack — Shimanoyama: quase no centro do mapa, olhando para Narai-Juku ao sul; siga a estrada de terra alta a partir do Narai-Juku Circuit e desça a trilha à direita.
- Nissan #11 Tomica Skyline Turbo Super Silhouette — Ito: no canto sudoeste; perto da entrada oeste do mapa, há uma trilha larga de terra que desce ao sul entre árvores finas.
- Mazda #55 Mazda 787B — Takashiro: ao norte da área, nas árvores depois das construções, trilhas e fazendas; pegue pela trilha de terra na borda noroeste da zona.
Se o seu objetivo é fechar a coleção e turbinar a garagem, essa rota vai poupar muito tempo de exploração cega em Forza Horizon 6.
Em Subnautica 2, investigar os Tadpole Pens é o primeiro puzzle de peso da campanha. A missão leva você para as Hot Caves para pegar o código da porta e destravar uma área secreta.
Antes de partir, vale chegar preparado: leve água, comida, baterias, kits de cura e até uma flare para não passar sufoco. Também é bom liberar a adaptação Heat Tolerance, que você consegue ao limpar o Angel Comb com o Sonic Resonator.
- Siga da Lifepod para noroeste até o Angel Comb
- Use o Sonic Resonator para quebrar as flores virais e liberar a adaptação
- Faça upgrade do tanque de O2
- Monte um Tadpole para encarar a viagem
- Leve um Wavemaker para nadar mais rápido
Quando chegar aos Tadpole Pens, a porta vai estar travada. O código foi anotado por Zip e acabou nas Hot Caves. Se quiser ir direto ao ponto, faz assim:
- Saia dos Tadpole Pens e siga para o sul, em torno de 195°
- Cruze a ravina com os tubos de lava acima até achar uma entrada no chão
- Entre e pegue o túnel azul brilhante para sudoeste
- No salão com a grande ventosa de lava no centro, desça pela direita até uma entrada menor
- Deixe o Tadpole para trás, porque ele não aguenta essa profundidade
- Nade até o fundo e procure o black box de Zip na grande formação roxa, marcada por um holograma humano
Com o código em mãos, volte aos Tadpole Pens, destrave a porta e confira o que foi escondido lá dentro.
Total War: Warhammer 3 vai receber na próxima semana o pacote de personagens Bhashiva e os Guerreiros-Tigre, liberando de vez os Tigermen como opção jogável.
A grande estrela da vez é Bhashiva, a White Tiger of Shang-Yang, que entra como uma personagem lendária e mercenária a serviço de Zhao Ming. No combate, ela pode montar uma composição com uma heroína tigerman conjuradora e três variantes de infantaria Guerreiros-Tigre.
A proposta dessa facção gira em torno de mobilidade, furtividade e emboscadas, trazendo um estilo de jogo bem diferente das composições mais pesadas de outras forças do game. Além disso, Bhashiva pode cumprir missões para ganhar a confiança de Zhao Ming e liberar tropas mais tradicionais de Grand Cathay.
- Personagem lendária: Bhashiva, a White Tiger of Shang-Yang
- Heroína tigerman com magia
- Três tipos de infantaria Guerreiros-Tigre
- Missões para desbloquear tropas de Grand Cathay
Com isso, Total War: Warhammer 3 finalmente coloca os Tigermen no centro da ação, entregando uma adição exótica e muito aguardada para quem curte montar campanha com unidades fora da curva.
Quem está jogando Subnautica 2 no PC já pode brincar com um console de debug escondido, mesmo sem suporte oficial nesta fase de acesso antecipado. A comunidade destravou a função com dois mods rápidos: o UE4SS e o mod Console Commands.
Depois de instalar tudo, é só abrir o jogo e apertar F2 durante a partida para chamar o menu de comandos. Por ali dá para spawnar itens, turbinar o inventário, mexer nas mecânicas de sobrevivência e até ajustar o campo de visão.
Como ativar o console em Subnautica 2
- Baixe e instale o UE4SS para Subnautica 2.
- Encontre a pasta de instalação do jogo no seu computador.
- Extraia o UE4SS em
Subnautica2/Subnautica2/Binaries/Win64. - Baixe o mod Console Commands.
- Extraia o mod em
Subnautica2/Subnautica2/Binaries/Win64/ue4ss/Mods. - Abra o jogo de novo e pressione F2 para abrir o console.
Comandos que já funcionam
god— ativa modo deus: sem dano e sem gastar comida, água ou oxigênio.invisible— faz as criaturas hostis perderem você de vista.nocost— permite craftar ou processar sem gastar recursos.unlock all— libera todas as receitas, blueprints e registros.kill— mata o personagem e faz o respawn na hora.nighteday— alternam entre noite e dia.daynight #— define um horário específico.FOV #— altera o campo de visão, como emFOV 100.Item [nome] [quantidade]— adiciona itens ao inventário, comoitem lithium 5.oxygen— trava o oxigênio para não subir nem cair.
Por enquanto, alguns comandos ainda aparecem na build, mas seguem desativados: Goto, Fastswim, Noclip, Fly e Warp. Mesmo assim, a desenvolvedora já adiantou que pretende liberar funções oficiais de console e câmera em futuras atualizações, então esse pacote de cheats deve ficar ainda mais completo em breve.
Subnautica 2 acabou de chegar em acesso antecipado e já dá para dizer: no PC, o bicho pega, mas não afunda fácil.
Depois de testar o game em duas GPUs bem diferentes, a impressão geral é boa: Subnautica 2 roda bem tanto em uma placa de 8 GB mais modesta quanto em um modelo topo de linha. Só que, com tudo no talo, o jogo pode engasgar em áreas mais pesadas e entregar aquelas travadinhas chatas que quebram a imersão.
Com o preset Épico e upscaling em qualidade, os resultados ficaram nessa faixa:
- 1080p: a GPU de 8 GB segurou cerca de 60 fps em média, enquanto a placa mais parruda passou dos 100 fps.
- 1440p: a mesma placa de entrada caiu para algo perto de 43 fps, e a mais forte ficou na casa dos 78 fps.
O ponto de atenção é o 1% low. Em Subnautica 2, ele denuncia as stutters com mais clareza do que a média de quadros — então vale olhar para a fluidez real e não só para o número bonito na tela.
A boa notícia é que dá para turbinar bastante a performance mexendo em cinco opções-chave, baixando cada uma só um nível:
- Iluminação global
- Sombras
- Distância de visão
- Shading
- Efeitos
Com esse mix entre Épico e Alto, o salto foi enorme e a qualidade visual continuou bem próxima do máximo. Em alguns cenários, a diferença nas sombras e na iluminação até aparece, mas o ganho de desempenho compensa demais.
Tem mais dois detalhes importantes para quem vai cair no fundo do oceano:
- Não há suporte a FSR no momento, então a alternativa de upscaling fica por conta do TSR.
- Frame Generation está disponível para placas compatíveis, mas sem uma opção equivalente para todo mundo.
O jogo também parece usar Lumen para iluminação e reflexos dinâmicos, embora não traga um botão simples para ligar e desligar isso. Na prática, mexer nas opções ligadas a esse sistema ajuda bastante a aliviar a carga no PC.
No fim das contas, Subnautica 2 já mostra que tem base sólida no PC, mas ainda pede carinho nas configs. Se você quer mergulhar sem dor de cabeça, essas mudanças de um clique podem ser a diferença entre um mergulho lisinho e uma viagem cheia de engasgos.
Em Subnautica 2, achar lítio no começo do jogo é bem mais complicado do que catar titânio, chumbo ou ouro. Esse recurso raro praticamente só aparece em um ponto inicial, mas a boa notícia é que você não vai precisar de muito para avançar nas primeiras craftagens.
Antes de sair caçando o minério, o ideal é já estar com o Sonic Resonator liberado, o Standard Air Tank, as Basic Fins e algumas Air Bladders de backup. Se você tiver o Wakemaker, melhor ainda, porque a rota pede mobilidade e reação rápida.
Como pegar o primeiro lítio em Subnautica 2:
- Siga para sudoeste saindo da Lifepod, atravesse a queda no fundo do oceano e mantenha a parede da cratera sempre à sua direita.
- No caminho, você vai passar por destroços de uma colônia e ver um prédio destruído mais à frente e abaixo.
- Do lado de fora desse prédio, sobre uma mesa, você encontra sua primeira peça de lítio dentro de um fragmento de cúpula de coral. Esse ponto ainda respawna com o tempo.
- Entre no prédio também para pegar o cartão da receita do High Capacity Dive Tank, caso ainda não tenha liberado.
Depois disso, siga para sudeste por um curto trecho até chegar à Grande Mandíbula, uma boca colossal em formato de cápsula com uma estrutura central coberta por fios roxos. Há várias Oxygen Tunics ao redor, então vale encher o tanque antes de entrar, porque seu O2 vai cair lá dentro.
O lítio fica na estrutura interna da tonsila e você vai precisar quebrar os blocos com o Sonic Resonator. Só que o perigo começa assim que você encosta nos fios roxos: a mandíbula fecha e tenta te engolir. Aqui, a jogada é simples — quebra, pega o loot e vaza no modo speedrun.
Se você ainda não tiver, vale pegar o dash no terminal Biomod do escombro do Welcome Center, ao sul da Lifepod. Isso ajuda bastante na fuga. Mais tarde, quando você liberar a adaptação Heat Tolerance e conseguir entrar na zona de ventos vulcânicos, dá para farmar bastante lítio nas cavernas quentes abaixo das Tadpole Pens, sem precisar voltar toda hora para a mandíbula.
No começo de Subnautica 2, o lítio serve basicamente para montar Plasteel Ingots no Processor, e você só precisa de um para melhorar seu tanque de mergulho.
No Subnautica 2, o fibrous pulp é um recurso bem comum, mas fácil de passar batido porque se mistura com o cenário. Mesmo assim, ele é essencial para preparar saladas básicas e também para fabricar fibra e fiber mesh, usados em itens como Basic Fins e Rebreather.
Para farmar esse material, basta usar a Survival Multitool e cortar algumas plantas específicas. As melhores fontes são:
- Whip gorgon
- Feather kelp
- Macaron sponge
No começo da campanha, vale mirar no whip gorgon que fica embaixo da Lifepod. Ele parece um emaranhado vermelho de tentáculos e pode ser colhido com facilidade, embora se confunda com a vegetação ao redor.
Outra rota boa é a caverna no fundo do mar, a cerca de 100 metros a noroeste da Lifepod. Lá você encontra bastante feather kelp nas rochas, e cavernas em geral costumam render um bom estoque desse recurso.
O farm é rápido, mas o consumo também é alto, então o ideal é fazer coletas curtas e voltar para repor quando precisar. Levar um Portable Locker ajuda bastante, e existe até um dentro da caverna logo abaixo da Lifepod. Se quiser abrir mais espaço na mochila, interagir com Biobeds também pode dar uma boa folga no inventário.
Em Subnautica 2, o Bloom Biofilm é aquele bloqueio irritante que trava portas e impede você de fuçar as ruínas coloniais. Se a sua missão é vasculhar tudo e pegar cada item útil, vale aprender logo como passar por essa parede orgânica.
Para remover o Bloom Biofilm, você precisa do Sonic Resonator. Equipe a ferramenta, segure o botão de disparo para carregar o pulso e solte quando a barra ao redor da mira estiver cheia. Acertando em cheio, o biofilme é destruído e o caminho fica livre para exploração.
Depois de abrir a passagem, aproveite para entrar nas ruínas e vasculhar tudo com calma. Em Subnautica 2, esses pontos costumam render gadgets úteis, scans valiosos e até pôsteres para decorar sua base. Se você ainda não liberou o Sonic Resonator, procure locais de escaneamento no mapa e monte a ferramenta para seguir avançando.
- Ferramenta necessária: Sonic Resonator
- Como usar: carregue o disparo e solte mirando no Bloom Biofilm
- O que acontece: a barreira some e a entrada da ruína fica liberada
Em Subnautica 2, a Tadpole é uma das melhores formas de cruzar o fundo do mar com mais segurança e um bom fôlego extra. Para destravar essa belezinha, primeiro você precisa escanear três fragmentos com o Scanner.
Aqui estão os pontos mais fáceis de farmar:
- Ruínas do Habitat Antigo: siga para o norte, cerca de 370 metros da cápsula de fuga. Ao chegar nas ruínas, avance pela ravina a noroeste até encontrar uma Tadpole caída perto da entrada.
- Ravina a nordeste da cápsula de fuga: vá cerca de 280 metros nessa direção até achar uma corrente azul natural. Desça por ela e procure a plataforma das ruínas à esquerda; o fragmento fica logo ali.
- Borda da cratera abissal: siga para nordeste, passe pelo vazio e acompanhe a parede até o limite da cratera. Entre os destroços da colônia, você encontra o último fragmento.
Com os três scans na mão, a planta da Tadpole fica liberada. Depois disso, monte uma Piscina Lunar na base com bastante espaço livre embaixo, porque a doca da Tadpole precisa de área para encaixar direito. Também vale instalar um Fabricador de Veículos na lateral da piscina.
Antes de sair pilotando, separe os materiais da estrutura e da nave:
- Estrutura da base: titânio, lingotes de titânio, fio de cobre, vidro, lingote de cobre e lingote de prata.
- Tadpole: lingotes de titânio, vidro, chip de sistema e célula de energia.
A célula de energia pede Ácido Forte e sal. O Ácido Forte pode ser obtido ao coletar Cistos de Necrolei no bosque de geléias perto do Habitat Antigo, enquanto o sal é fácil de achar na caverna onde fica a base de Chap e o local da caixa-preta.
Se der, faça uma célula extra para emergência e desbloqueie a Ferramenta de Reparo o quanto antes: em Subnautica 2, ela é essencial para manter sua Tadpole inteira depois de pancadas em criaturas ou batidas no cenário.