Montar uma boa equipe em Arknights: Endfield é essencial — até mais do que em muitos outros gachas. O jogo gira em torno dos elementos de equipe, chamados de ‘arts’, e das habilidades de combo. Essas sinergias permitem eliminar inimigos em 1–2 hits, ativar reações de arts ou aumentar o art usado pelo time.
Os melhores personagens se destacam por papéis específicos, como Xaihi, suporte meta Cryo, ou por versatilidade, como Ardelia e Akekuri. Há composições fortes para cada art. Algumas são mais amigáveis para quem joga free-to-play: equipes Electric e Physical/Cryo exigem menos raridades, enquanto times mono-Physical tendem a pedir personagens mais caros para atingir o pico.
Composição Cryo com Last Rite
- DPS: Last Rite
- Curandeiro/Amplificador: Xaihi
- Sub-DPS: Fluorite
- Aplicador Cryo: Estella ou Snowshine
Last Rite precisa de pilhas de Cryo Infliction para consumir e recuperar energia de ult, mas ela gera boa parte por si mesma. Xaihi cura e fornece Arts Amp, Cryo Amp e Nature Amp. Fluorite ajuda a completar pilhas de Cryo/Nature e ativa o combo de Last Rite. No quarto slot, escolha Estella para empilhar Cryo com a skill ou Snowshine se precisar de mais cura e proteção.
Composição Heat com Laevatain
- DPS: Laevatain
- Sub-DPS: Wulfgard
- Gerador de SP: Akekuri
- Curandeiro/Amplificador: Ardelia, Ember, Antal ou Gilberta
Wulfgard aplica Heat Infliction, e Laevatain consome essas pilhas para gerar Melting Flame, permitindo Combustion e energia de ult. Wulfgard pode então consumir essa Combustion para causar dano extra. Akekuri é um battery versátil que também aplica Heat, encaixando bem no time. Para suporte, Ardelia traz cura e Nature Infliction (útil para Corrosion); Gilberta, quando disponível, é ideal por curar, agrupar inimigos e aumentar vulnerabilidade às arts.
Composição Electric (fácil para F2P)
- DPS: Avywenna
- Sub-DPS: Perlica
- Gerador de SP: Arclight
- Amplificador: Antal
Essa é a composição mais amigável para quem não tem chars 6★. Avywenna usa Thunderlances que voltam para causar dano extra quando acertam inimigos eletrificados. Perlica aplica Electric Infliction e Electrification com skill e combo final strike. Arclight ganha SP ao interagir com Electrification e pode consumi-la para mais SP. Antal aumenta dano elétrico e fornece cura leve.
Composição Physical (requere chars raros)
- DPS: Lifeng
- Sub-DPS: Endministrator
- Gerador de SP: Pogranichnik
- Curandeiro/Aplicador de Vulnerabilidade: Ember ou Chen
Times Physical podem ser muito fortes, mas dependem de seis-estrelas como Lifeng e Pogranichnik. Lifeng aplica Physical Susceptibility e cria Link, que seu ult consome para dano massivo. Pogranichnik é excelente por causar Breach e consumir vulnerabilidade, além de gerar SP quando isso acontece. Endmin/Endministrator contribui com Crush e Originium Crystals que interagem bem com efeitos físicos; Chen ou Ember ajudam com cura e aplicação de vulnerabilidade.
Composição Physical/Cryo (boa para começar)
- DPS: Endministrator
- Sub-DPS: Estella
- Gerador de SP: Alesh
- Curandeiro/Shielder: Snowshine
Essa mistura é uma alternativa para evitar times Physical caros. Ela explora a reação Shatter: aplicar um status físico em um inimigo solidificado (congelado) causa grande dano. Estella aplica Cryo que Alesh pode congelar, permitindo o Shatter; Snowshine cura, protege e pode congelar com ult. Endmin/Endministrator e Endmin servem bem com Crush e Originium Crystals, criando boa sinergia. É uma ótima opção inicial sem depender de muitos chars raros.
Essas composições mostram como combinar arts, inflicções e skills de combo para tirar o máximo dos personagens. Teste variações com o que você tem e foque nas reações que beneficiam seu DPS: Shatter, Corrosion, Combustion e Electrification.
Comprei o Thermalright Peerless Assassin 120 SE V2 depois de várias recomendações. É um cooler dual-tower com seis heatpipes e dois ventiladores de 120 mm com rolamento fluidodinâmico. A versão testada é bare metal, mas vem com coberturas pretas para ficar mais discreta. O encaixe e a instalação são simples: suporta soquetes recentes como LGA1700 e AM5/AM4 e permite ajustar a orientação com facilidade. O preço é muito baixo para o que oferece — fica abaixo de R$200 na conversão aproximada, sendo uma opção acessível.
Nos testes com um Core i7‑14700K ele se saiu muito bem: mantém o processador sob controle em jogos e fica no mesmo nível dos melhores coolers a ar que já testei. Em cargas extremas como render e x264 as temperaturas sobem, o que é normal para coolers a ar com chips muito exigentes, mas ainda assim o Peerless Assassin costuma ficar melhor que a maioria. Com um limite de energia em cerca de 120 W, ele opera praticamente gelado.
O ponto negativo é o tamanho e o ruído: é mais pesado e um pouco mais barulhento que opções concorrentes, então precisa de espaço no gabinete e quem quer silêncio pode preferir outra alternativa. Para quem busca custo-benefício e não tem problema com espaço, é uma escolha excelente — entrega desempenho de alto nível por um preço muito baixo.
Highguard é um novo hero shooter free-to-play criado por ex-desenvolvedores de Apex Legends e Titanfall. O jogo estreia na próxima semana e, conforme a página da loja, exige Secure Boot, TPM 2.0 e Easy Anti-Cheat para rodar. Se o seu PC roda Windows 11 e tem hardware relativamente recente, você provavelmente conseguirá habilitar esses requisitos com facilidade. Máquinas mais antigas, no entanto, podem ficar de fora.
A exigência provocou receios legítimos. Secure Boot e anti-cheats em nível de kernel atuam com privilégios profundos no sistema, o que deixa parte da comunidade desconfiada. Também há o problema do TPM: equipamentos sem esse módulo não atendem aos requisitos. Jogadores que usam Linux se sentem particularmente prejudicados, já que não há um caminho casual para rodar esses jogos sem depender do Windows. Por outro lado, desenvolvedores defendem que essas medidas são uma das formas mais eficazes de reduzir trapaceiros, sobretudo em jogos gratuitos onde criar novas contas é fácil.
Se você pretende jogar Highguard no lançamento, verifique e habilite TPM 2.0 e Secure Boot no seu PC com antecedência. A exigência técnica virou um dos assuntos mais comentados desde o anúncio, e o jogo vai precisar de uma boa base de jogadores para decolar. Faça a checagem no setup da sua placa-mãe e esteja pronto para o primeiro dia.
Um criador de conteúdo de hardware afirmou em vídeo que a Nvidia teria cancelado o OPP, um programa que dava incentivos para que fabricantes parceiros (AIBs) vendessem algumas placas pelo preço sugerido (MSRP). Sem esse apoio, as AIBs podem optar por aumentar os preços. O resultado esperado é menos placas no preço anunciado e ofertas mais caras para os consumidores.
O tema chega num momento de falta global de memória. O fim de um sistema de bundles, que antes ajudava a controlar oferta, também pressiona os estoques. Além disso, a Nvidia teria reduzido a produção de modelos mais baratos, preferindo enviar chips completos para placas premium. Uma fonte da indústria comentou que a RTX 5080 pode ficar entre 40% e 50% mais cara.
No lançamento, as análises de modelos com MSRP eram liberadas antes das demais, o que encorajava parceiros a preparar unidades a preço sugerido para as reviews. Com o possível fim do OPP e menos unidades à venda, encontrar modelos no preço anunciado deve ficar mais difícil, e a repercussão das reviews pode perder esse controle.
Há dúvidas sobre a estratégia. Parceiros afirmam que o modelo topo de linha não vende tanto, então aumentar preço pode não funcionar. Versões ‘Super’ também parecem ter sido canceladas por causa da demanda por memória. Se a previsão se confirmar, a pressão da IA na cadeia de memória deve tornar as placas mais caras e reduzir a oferta para quem quer comprar agora.
World of Warcraft recua em menos de uma semana: transmog fica mais barato e todos ganham vaga grátis
O sistema de transmog de World of Warcraft foi reformulado. Antes, sempre que você encontrava uma peça nova precisava visitar um especialista. Agora as aparências são gerenciadas por vagas de visual que são compradas com ouro do jogo. A mudança evita visitas repetidas ao especialista, mas reduz a liberdade e aumenta o custo para quem gosta de trocar de look o tempo todo.
A alteração irritou parte da comunidade. Jogadores reclamaram da perda de flexibilidade e do gasto de ouro. Em resposta rápida, a Blizzard publicou nos fóruns oficiais que vai reduzir o preço de criação de conjuntos pela metade para ficar mais próximo do sistema antigo. A empresa também promete liberar uma vaga de visual gratuita para todos os personagens antes da próxima atualização, por meio de uma correção rápida.
Sobre o evento Trial of Style, a Blizzard explicou que os participantes receberão uma vaga especial de visual que pode ser usada dentro e fora da competição; todas as mudanças feitas nessa vaga são gratuitas enquanto o evento estiver ativo, e a vaga é retirada quando o evento termina. A correção mostra que a equipe tem agido rápido. Ainda há pontos a melhorar no novo sistema, mas a redução de custos e a vaga grátis devem acalmar boa parte dos jogadores.
Um torneio de Marvel Rivals que celebrava a chegada do Deadpool virou polêmica quando um jogador top de Magik foi expulso por pedir educadamente que um companheiro deixasse a Viúva Negra e escolhesse um herói mais adequado. Em vez de debate, a capitã do time e outros membros reagiram mal. Mensagens vazadas mostraram que zombaram do pedido e atacaram o jogador. Também surgiu que o namorado de uma jogadora enviou um documento com provas exageradas ao organizador, o que contribuiu para a expulsão.
O organizador depois reconheceu o erro em transmissão pública e disse que não deveria ter interferido. Ele afirmou que preferia ter deixado as partidas acontecerem e que não foi correto expulsar ninguém com base naquele material. Com isso, o jogador foi limpo das acusações e a decisão foi revertida.
A reação da comunidade foi imediata: o canal do jogador recebeu um grande aumento de público, muitas inscrições e doações, e até os desenvolvedores deram unidades do jogo para ele comprar skins. O jogador pediu que as doações cessassem, dizendo que já recebeu apoio suficiente. O caso mostra como disputas internas em torneios podem virar um apoio massivo quando a comunidade percebe que alguém foi tratado injustamente. A comunidade segue atenta.
Hytale já tem uma base ótima para quem curte jogar de forma tranquila: decoração detalhada, móveis, bichinhos de pelúcia e até peças verticais que deixam as construções mais caprichadas. Ainda assim, as mecânicas de fazenda e cozinha estão bem básicas na versão de acesso antecipado. Uma atualização recente trouxe novidades promissoras, mas faltam sistemas fundamentais, como reprodução de animais e incentivos para cuidar da fazenda.
O líder do Hytale, Simon Collins-Laflamme, disse em resposta nas redes sociais que quer montar uma equipe totalmente dedicada ao lado de fazenda e ao aspecto cozy do jogo, com o objetivo de alcançar o que chamou de ‘cosy heaven gameplay vibes’. Isso foi recebido com animação pela comunidade, já que uma equipe especializada pode transformar o gameplay relaxante que muitos players esperam.
Enquanto isso, mods já ajudam a preencher essas lacunas. Pacotes como os de NoCube (Tavern, Orchard, Culinary, Bakehouse e Cultivation) e os da Violet’s Workshop (Furnishings, Plushies e Wardrobe) adicionam atividades como confeitaria, taverna e mobília fofa. Observe que alguns criadores podem se mudar para outros projetos, então nem todos os packs receberão atualizações no futuro. No fim, é provável que uma equipe dedicada demore a aparecer, mas a ideia de expandir o lado cozy do jogo é uma ótima notícia para quem gosta de criar, cozinhar e cuidar de fazendas em mundos de blocos.
A Nexus anunciou que vai focar no Vortex, seu gerenciador de mods, e expandir o suporte para SteamOS. A empresa já havia descontinuado o aplicativo multiplataforma para concentrar esforços no Vortex. O alvo será o hardware Steam “vanilla”, como o Steam Deck e o Steam Machine.
SteamOS é uma versão do Arch Linux feita pela Valve, então isso representa suporte ao Linux na prática. Em distribuições que não sejam o SteamOS, pode ser necessário usar repositórios de terceiros ou ajustes extras para fazer o Vortex funcionar. Ainda assim, é um avanço frente ao foco exclusivo no Windows.
Usuários apontam que os problemas do Vortex vão além de compatibilidade. O gerenciamento de ordem de carregamento em jogos da Bethesda é uma das queixas mais comuns. A Nexus diz que vai investir na experiência de desenvolvimento e em melhorias de qualidade de vida, incluindo navegação mais simples, gestão de jogos facilitada e controles de load order mais intuitivos. A empresa não deu prazos, apenas confirmou que o trabalho começou.
Muitos jogadores ainda preferem Mod Organizer 2, mas um Vortex mais limpo, rápido e rodando bem no Steam Deck e em desktops Linux pode conquistar novos usuários. A expectativa agora é ver como as mudanças vão se concretizar nos próximos meses.
Donos do processador Ryzen 7 9800X3D têm relatado que o chip parou de funcionar em PCs com soquete AM5. Muitos usuários dizem que o sistema apresentou falhas e, em casos graves, o computador não voltou a ligar. Os primeiros relatos vieram de placas-mãe ASRock, mas problemas também surgiram em modelos de outras marcas.
A ASRock começou minimizando a questão, mas depois admitiu que certas versões do BIOS permitiam que a CPU recebesse mais corrente do que o recomendado em situações específicas. A AMD afirmou que algumas BIOS de fabricantes não seguem os valores que ela recomenda. Como há ocorrências em placas da Asus, MSI e Gigabyte, não dá para apontar um único culpado sem uma investigação completa.
A Asus publicou que abriu uma revisão interna e está realizando checagens de compatibilidade e desempenho em parceria com a AMD. A empresa pede que os usuários atualizem o BIOS das placas AMD 800 para a versão mais recente via EZ Flash ou BIOS Flashback e oferece um FAQ técnico; quem teve problemas deve procurar o suporte. Ainda assim, muitos consumidores estão apreensivos por casos mal resolvidos no passado.
Fica em aberto se a solução será só atualizar BIOS ou se será preciso liberar atualizações de microcode para limitar corrente e proteger os chips, como já ocorreu com processadores de outra marca. Enquanto as investigações seguem, donos de CPUs X3D devem manter o BIOS atualizado e acompanhar as orientações oficiais.
Fable voltou e ganhou um trailer de gameplay em um evento da Xbox. Depois de 16 anos sem um novo jogo, a série está nas mãos do estúdio Playground Games, conhecido por Forza Horizon. O diretor do jogo disse em entrevista que o objetivo foi claro: não tentar copiar a Lionhead. Eles querem fazer um Fable com a cara do Playground.
Quando começaram, o time recebeu muitos documentos antigos da Lionhead. Um deles resumiu bem a ideia: Fable é conto de fadas, não fantasia. Essa visão orienta o tom do mundo, que mistura humor, escolhas morais e um ambiente de vila que lembra histórias tradicionais.
A moralidade funciona de forma diferente. Em vez de uma barra que sobe e desce, o jogo cria reputações com base em ações vistas por outras pessoas. Se alguém vê você chutar uma galinha, você pode ficar conhecido como ‘perseguidor de galinhas’ nessa comunidade. O interessante é que nem todo NPC reage igual: alguns podem achar certo. A visão de cada personagem muda como eles tratam você.
O teaser mostrou referências clássicas e promessas de combates grandes e situações engraçadas. Fable chega no outono. Quem curte a combinação de conto de fadas, humor e decisões que importam deve ficar de olho.
Hytale teve um início forte em acesso antecipado: as pré-vendas garantiram mais tempo de desenvolvimento e o jogo foi um dos mais assistidos no dia do lançamento. Nas primeiras semanas, o estúdio liberou atualizações com novidades, de dinossauros subterrâneos a um grimório que permite a necromancia como estilo de jogo experimental.
A novidade gerou reação negativa na comunidade. O grimório é um item raro que pode cair de um chefe; para usá-lo, o jogador precisa coletar componentes matando esqueletos e colocar cinco montes de ossos para invocar um exército de mortos por cerca de cinco minutos. O item é consumido ao ser usado, o que obriga o jogador a derrotar outro chefe para repetir a invocação. Além disso, os esqueletos invocados não atraem a atenção dos inimigos, o que reduz a utilidade em controle de grupo e deixa a habilidade com sensação de fraca em relação ao custo.
A desenvolvedora esclareceu nas redes sociais que esse grimório não equivale ao sistema de magia final. É uma implementação inicial, pensada como item divertido e para abrir possibilidades para criadores de mods. Por ora, itens como cajados e totens estão restritos por causa de brechas que poderiam ser exploradas, mas a ideia é reunir esse conteúdo em um sistema de mana e feitiços mais completo no futuro. No fim, o acesso antecipado serve exatamente para testar ideias e ajustar o jogo com o retorno dos jogadores.