World of Warcraft
Helldivers 2

O Helldivers 2 voltou a ser alvo de reclamações da comunidade depois que as avaliações recentes despencaram para “Muito negativas”. O estopim foi uma sequência de polêmicas, com suspeitas de ajustes escondidos nas armas e a sensação de que os novos warbonds não estão entregando o mesmo peso do conteúdo liberado na progressão normal.

Em resposta, a Arrowhead afirmou que está ouvindo o feedback da tropa e quer deixar mais claro o que está sendo feito no Helldivers 2. Um dos focos do time é melhorar a meta-progressão e a Guerra Galáctica, áreas que ganharam mais gente trabalhando em cima delas.

Segundo o estúdio, as próximas Ordens Maiores devem virar campanhas mais longas, com duração de várias semanas, caminhos alternativos e consequências mais nítidas para as ações dos jogadores. A ideia é fazer cada avanço da comunidade ter mais peso no front.

Sobre as mudanças de balanceamento, a desenvolvedora reconhece que algumas alterações não foram comunicadas com a clareza ideal e diz que está revendo a forma de explicar buffs e nerfs. Em outras palavras: menos confusão na hora de entender o que mudou no armamento.

A Arrowhead também comentou a recepção ao warbond Exo Experts, que trouxe novos mechas. A intenção, segundo o estúdio, era criar algo temático e empolgante, mas a reação deixou claro que muita gente achou o pacote desalinhado com o que o jogo já oferece. Agora, a promessa é buscar um equilíbrio melhor entre conteúdo liberado por progressão e conteúdo de warbond.

Além disso, a equipe trabalha em novas stratagems vermelhas, melhores recompensas para a Guerra Galáctica e mais testes beta para atualizações, tanto fechados quanto abertos. Enquanto isso, a comunidade segue dividida: uma parte acha o comunicado vago, e outra acredita que o Helldivers 2 só precisa de tempo até o próximo grande arco de conteúdo.

No fim, a mensagem é simples: o Helldivers 2 ainda tem lenha para queimar, mas a confiança da base vai depender de menos discurso e mais impacto real nas próximas operações.

Don't Touch The Snail

O meme do caracol imortal saiu do papo de internet e virou jogo em Don’t Touch The Snail. Aqui, um caracol sinistro está sempre avançando na direção do seu ponteiro do mouse. Parece lento? É porque é mesmo — mas, se ele encostar, acabou: é morte permanente, sem segunda chance.

A ideia é cruel na medida certa para quem curte desafio raiz. Cada run vale ouro, mas não existe reset para apagar a derrota: encostou, você está fora da partida de vez. O game ainda traz uma boa leva de conquistas, skins e disfarces para personalizar o molusco assassino e um placar global para comparar sua resistência com a da galera.

Depois do game over, ainda dá para exibir suas recompensas com um caracol de mesa amigável, que mostra os cosméticos que você liberou. No fim das contas, a pergunta é simples: por quanto tempo você consegue manter o cursor longe dessa ameaça rastejante?

Don’t Touch The Snail chega ao PC ainda este mês.

Everything is a Crab

Everything is a Crab acabou de desembarcar no Windows PC com uma proposta bem fora da caixa: um roguelite de ação com pegada evolutiva, inspirado na ideia de carcinização, aquela velha teoria de que todo bicho acaba virando caranguejo.

No game, você cai em um ecossistema vivo e precisa montar sua criatura do zero a cada run, escolhendo mutações e evoluções que mexem tanto com a jogabilidade quanto com o visual. É aquela mistura de Spore com roguelite moderno, cheia de builds diferentes e muito replay.

A missão é simples na teoria e caótica na prática: adaptar sua estratégia, sobreviver ao bioma hostil e encarar a evolução convergente de frente. Se você curte testar sinergias, montar um bicho absurdo e ver cada tentativa virar uma nova run, Everything is a Crab merece sua atenção.

Dead as Disco

Dead as Disco chegou chutando a porta e já virou assunto na comunidade gamer: o jogo bateu a marca de 100 mil cópias vendidas em apenas 24 horas.

O time responsável pelo projeto comemorou o resultado e agradeceu a força da galera, destacando que o boca a boca ajudou o game a ganhar tração muito rápido.

Se você curte lançamentos que chegam com impacto de verdade, Dead as Disco já provou que entrou no radar do público com força total.

Opinião

Crimson Desert continua cada vez mais estranho — e isso é um baita elogio. A cada atualização, a Pearl Abyss vai lapidando algumas das escolhas mais fora da curva, mas o jogo ainda mantém aquele tempero de sandbox maluco que faz a gente largar tudo só para testar uma mecânica nova.

Agora, a febre da vez é a de domar aves. Com o Sotdae of Bond, um comedouro bem estiloso, dá para atrair de tudo: condores de montanha, patos comuns, pardais minúsculos e até aves lendárias, como a Fênix flamejante e a Águia de Ferro mecânica. E sim, o lendário papagaio azul também está na lista — e, de forma quase irônica, é um dos mais chatos de capturar.

Depois de muitas horas em Crimson Desert, ainda é difícil cravar exatamente o que o jogo quer ser, mas essa mecânica mostra bem como o mundo de Pywel tem camadas de sobra. O melhor é que você pode posicionar o comedouro em qualquer canto, escolher a ração e esperar a surpresa: às vezes surge uma ave rara no alto da montanha, às vezes aparece uma criatura que você nem imaginava encontrar ali.

Também é legal ver a comunidade entrando na onda, compartilhando pontos de avistamento e transformando o game numa espécie de caça aos pássaros em mundo aberto. Isso diz muito sobre o potencial sistêmico de Crimson Desert: mesmo quando a história ainda parece meio irregular, o sandbox continua rendendo momentos próprios e bem insanos.

Se a desenvolvedora seguir nessa pegada, dá para imaginar que o jogo ainda vai ganhar mais funções bizarras no futuro. E, sinceramente, é exatamente isso que faz Crimson Desert brilhar: um mundo gigantesco, cheio de possibilidades, que te chama para experimentar sem medo.

Opinião

A matéria faz uma viagem por três momentos marcantes da história do PC gaming, com capas e destaques de maio de 1996, 2006 e 2016. A ideia é olhar para trás e ver o que parecia visão de futuro na época — e o que acabou virando realidade anos depois.

  • 1996: a revista apostava pesado no “futuro dos games”, com 3D, internet e realidade virtual no centro das atenções. Naquele tempo, a VR ainda era mais promessa do que produto; já o jogo online parecia cada vez mais inevitável.
  • 2006: Battlefield 2142 foi o grande destaque da edição, trazendo uma guerra futurista com mechs gigantes. A publicação também comentou sobre Half-Life 2: Episode 1, a chegada de Halo 2 ao PC com Windows Vista e outras novidades quentes da época.
  • 2016: Total War: Warhammer estampou a capa enquanto a realidade virtual voltava ao hype com o lançamento do Oculus Rift. A edição ainda trouxe assuntos como a estratégia da Microsoft para o PC, o fechamento da Lionhead e o avanço de Stardew Valley.

No fim, a retrospectiva mostra como algumas apostas envelheceram bem, enquanto outras ficaram datadas. A grande lição? No PC gaming, o futuro quase sempre demora mais do que a gente imagina — mas quando chega, muda tudo.

Werewolf: The Apocalypse

A Nacon e a crea-ture Studios anunciaram Werewolf: The Apocalypse – Rageborn, um metroidvania de ação e aventura ambientado no universo de World of Darkness. O jogo está previsto para chegar ao PC em 2027 e já chamou atenção pelo clima sombrio e pela pegada brutal de combate.

Na história, você controla Taylor, um estudante cuja vida vira de cabeça para baixo quando um amigo eco-ativista é assassinado na sua frente. A partir desse momento, a verdadeira natureza do protagonista vem à tona: ele desperta como um lobisomem, um campeão da Terra em meio ao caos.

  • Exploração por cenários selvagens do Alasca;
  • Combate feroz contra os inimigos de Gaia;
  • Jornada de vingança, identidade e sobrevivência;
  • Um mundo em ruínas pedindo por um guerreiro da noite.

O anúncio veio acompanhado de um Reveal Trailer, que dá o primeiro gostinho da atmosfera do game e do que esperar dessa caçada sobrenatural.

Endurance Motorsport Series

A KT Racing e a Nacon soltaram um novo trailer de Endurance Motorsport Series, mostrando a Galeao Track, uma pista fictícia que vai fazer parte do pacote de lançamento do game no PC.

Em Endurance Motorsport Series, endurance é muito mais do que só pisar fundo: a parada é estratégia, leitura de corrida e trabalho em equipe. Além de assumir o volante, você também entra na pele do engenheiro de corrida para tomar decisões cruciais no pit lane.

O jogo promete corridas cheias de variáveis, com clima mudando na hora errada, incidentes de pista, falhas mecânicas e outros perrengues que podem virar a disputa de cabeça para baixo. Para buscar a vitória, vai ser preciso equilibrar velocidade e constância, além de gerenciar até 3 carros ao mesmo tempo, seja na mesma categoria ou em classes diferentes.

World of Warcraft

World of Warcraft está preparando mais uma novidade fofíssima para os colecionadores: Roofus, o pet caridade com jeitão de cão de obra, chega para celebrar a nova fase de moradias do jogo.

Além de entrar na coleção, o pacote traz itens para decorar a casa no WoW moderno: casinha, pote de ração e caminha. O charme extra fica por conta da animação de idle, que mostra o Roofus todo animado no modo construtor.

Outro ponto que chama atenção é que o mascote vale para WoW moderno e Classic, então a comunidade de ambos os lados pode aproveitar.

Como de costume, a iniciativa tem pegada solidária: a compra do pacote ajuda uma organização voltada à moradia para famílias que precisam de um lar, mantendo a tradição do jogo de transformar pets em apoio real.

Se você curte cosméticos e quer um companheiro que combina com a vibe de housing, vale ficar de olho no Roofus antes que a campanha termine.

Opinião

Blood Vial é um micro-FPS retrô que aposta em ação acelerada e numa mecânica bem fora da curva: o sangue derramado nas lutas não é só cenografia, ele é parte essencial da jogatina.

No comando de um vampiro ferido, você entra em arenas cheias de inimigos armados e precisa manter seu frasco de sangue abastecido o tempo todo. Como o recipiente está vazando, a solução é simples e brutal: eliminar os adversários e se jogar nas poças de sangue espalhadas pelo cenário para sobreviver.

O sangue também funciona como ferramenta tática. Com ele, dá para deslizar pelo chão, escapar de tiros, contornar ameaças de perto e até subir paredes para criar ângulos melhores de ataque. Na prática, isso deixa cada combate rápido, agressivo e com aquela sensação gostosa de desenhar o próprio caminho no caos.

O ritmo é o ponto alto de Blood Vial. Cada disparo ajuda a abrir rotas sangrentas pelo mapa, enquanto a mecânica de drenagem constante mantém a tensão lá em cima. Você sempre precisa decidir entre gastar sangue para ganhar mobilidade ou guardar recurso para não ficar vendido na troca de tiros.

Mesmo assim, o jogo não é exatamente profundo. As melhorias entre fases são simples e a progressão passa pelos mesmos conjuntos de cenários com pouca variação. Ainda assim, para quem quer um FPS curtinho, direto ao ponto e perfeito para algumas rodadas de tiro insano, Blood Vial entrega uma experiência divertida e bem rápida de pegar o jeito.