O Mchose Ace 68 Turbo é um teclado gamer compacto de 68 teclas que chama atenção por oferecer um polling rate de 16 kHz, conseguido com um microcontrolador dual-core de 512 MHz. A promessa é reduzir a latência a níveis quase imperceptíveis, com ganho medido em cerca de 0,02 ms.
Ele usa switches magnéticos Mount Tai GT HE com sensor Hall. O toque é muito suave, sem solavancos no acionamento, e a resposta é precisa. Dá para ajustar o ponto de acionamento a partir de 0,1 mm pelo software (Mchose Hub ou interface web), mas é preciso aceitar termos em chinês e instalar driver e firmware para habilitar os 16 kHz. O teclado vem com cabo USB-C destacável e recomenda usar o cabo fornecido para garantir a velocidade.
O layout é compacto, sem teclas F e sem numpad, e o corpo é todo em alumínio, o que deixa o teclado bastante pesado para o tamanho: cerca de 1,36 kg. Há iluminação RGB, uma lightbar traseira, três perfis onboard, keycaps em perfil Cherry e uma roda multifunção. Ele é vendido em cores como Berry Red e, por ser fio, busca eliminar latência de transmissão sem fio. Custa cerca de R$700.
Na prática, o Ace 68 Turbo é ótimo para quem joga e quer o equipamento mais rápido e firme. Não é a melhor escolha para quem digita muito, mas oferece sensação premium, estabilidade na mesa e muita opção de ajuste. Se você quer velocidade e um teclado diferente, vale considerar.
Um vídeo recente afirma que a RTX 5070 Ti está praticamente fora de linha. Varejistas e fabricantes dizem que o estoque atual é o que há, sem planos de produzir mais. A Asus chegou a colocar o modelo em status de fim de vida por causa da falta de peças. O problema é a crise de memória: a demanda por infraestrutura de IA reduziu a oferta de DRAM e, crucialmente, de VRAM GDDR7.
A 5070 Ti usa 16 GB de GDDR7 e o mesmo chip GB203 da RTX 5080, então fabricantes preferem direcionar memória escassa para o modelo mais caro. A RTX 5080 está sendo vendida por cerca de R$6.000, enquanto as poucas 5070 Ti alcançam cerca de R$4.000 nas lojas. Isso cria um grande incentivo para priorizar a 5080. Nos testes, a 5070 Ti aceita overclock bem e pode ficar a poucos por cento do desempenho da 5080 sem exigir mais refrigeração ou energia.
Também há relatos de que a versão 16 GB da RTX 5060 Ti deve ter produção limitada. Do lado da AMD, os cartões RDNA 4 com 16 GB não parecem em fim de vida e há estoque razoável, mas os preços chegaram a subir — o modelo com preço sugerido de cerca de R$3.000 já é encontrado por valores maiores. Resta ver se a AMD consegue suprir uma demanda maior, caso muitos jogadores migrem para Radeon.
2025 foi um ano duro para quem trabalha na ZeniMax. Project Blackbird, que seria o próximo grande MMO do estúdio, foi cancelado em meio a uma onda de demissões da Microsoft. O golpe deixou a equipe do Elder Scrolls Online abalada, e levou à saída de Matt Firor, que passou 20 anos no estúdio.
Mesmo assim, o jogo parece escolher a esperança. Em entrevista, a produtora executiva Susan Kath e o diretor de jogo Nick Giacomini disseram que o time se reagrupou e está energizado. Entre as mudanças está o novo ritmo de atualizações: o estúdio vai trocar o ciclo anual por um modelo sazonal. A ideia é entregar conteúdo de forma mais ágil e corrigir problemas de qualidade de vida e pontos de design que incomodam os jogadores há anos.
Giacomini fala em uma espécie de ‘segunda vida’ para o projeto e cita uma meta ambiciosa: manter o jogo ativo por 30 anos. A apresentação de janeiro foi propositalmente condensada — durou cerca de 45 minutos — para não sobrecarregar os jogadores, mas a equipe garante que haverá novas revelações nos próximos meses.
O movimento do Elder Scrolls Online segue uma tendência vista em outros MMOs mais velhos: muitos estão repensando sistemas e dificuldade para se manterem relevantes. Para os fãs, a aposta é que o novo modelo permita consertos mais rápidos, atualizações mais frequentes e uma experiência mais adaptada a diferentes estilos de jogo. Resta ver se isso será suficiente para recuperar o fôlego do título, mas a mensagem do estúdio é clara: eles querem continuar por muito tempo.
A temporada 6 de Marvel Rivals chega na sexta-feira, 16 de janeiro de 2026 (horário de São Paulo). A grande novidade é Deadpool: além do visual Captain Pool, ele é o primeiro herói que pode mudar de função durante a partida. Isso muda totalmente a dinâmica do jogo e exige adaptação das equipes.
Deadpool começa como Duelist, mas pode alternar para Vanguard ou Strategist no meio do confronto. Suas armas influenciam habilidades: com pistolas ele pode curar aliados; com espada sua ultimate e outras skills mudam. Ele tem um sistema para evoluir habilidades durante a partida, passivas que regeneram vida e um salto duplo que melhora a mobilidade e pode interagir com a ultimate para resetar tempos de habilidade.
A atualização também traz o mapa Museum of Contemplation (Museu da Contemplação), eventos temáticos e um novo passe de batalha com skins de Mulher Invisível, Venom, Tempestade, Pantera Negra, Cavaleiro da Lua e outros. A parte 6.5 da temporada chega na sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026 (horário de São Paulo) e adiciona Elsa Bloodstone. Se você ainda não terminou as recompensas da temporada anterior, é hora de correr: tem muita coisa nova para testar com Deadpool e os eventos.
Resident Evil Requiem é o nono jogo principal da série. Ele retorna a Raccoon City e tem um clima que lembra Resident Evil 2. O lançamento no mercado australiano está marcado para 27 de fevereiro. Todas as pré-vendas garantem uma roupa ‘Apocalypse’ para a co-protagonista Grace.
As opções de compra passam por lojas digitais e por uma edição física Steelbook disponível na Austrália. No digital, os preços entre revendedores estão muito próximos e algumas lojas oferecem benefícios para assinantes. Comprar direto na plataforma oficial do jogo normalmente não traz economia. A versão física em Steelbook não inclui disco: traz um cupom para download, e costuma sair mais cara que a versão digital; vale só se você for colecionador ou quiser a embalagem.
A edição deluxe entrega só extras cosméticos e materiais de lore, sem conteúdo jogável novo. Entre os itens estão roupas temáticas para Grace e Leon, filtros de tela, skins de arma, pingentes como o ‘Sr. Guaxinim’ e o emblema DSO, um pacote de áudio com temas clássicos de Raccoon City e arquivos com cartas de 1998. Se você gosta de customização ou quer os arquivos extras, a deluxe pode interessar; para a maioria dos jogadores a versão padrão digital é a escolha mais prática. Fique de olho nas ofertas para escolher o melhor custo-benefício.
O terceiro episódio de uma série documental sobre a criação de Disco Elysium já está disponível e mergulha fundo na escrita do jogo. Nos episódios anteriores, a produção mostrou como o estúdio Za/um surgiu e como o mundo do jogo foi moldado a partir de sessões de RPG de mesa e do romance Sacred and Terrible Air. Nesta nova parte, o foco é o ato de escrever: os processos, as influências e o peso que o texto teve na construção do tom e dos personagens de Disco Elysium.
Em entrevista, uma das escritoras revela que a equipe acabou produzindo tanto material que virou um problema prático. A ferramenta de roteiros Articy não estava preparada para a quantidade de diálogo e texto: ficou instável, apresentou travamentos e exigiu contato com os desenvolvedores da ferramenta. Além disso, houve dificuldade na edição, porque muito do que foi escrito parecia bom demais para ser cortado, e faltou tempo para revisar tudo com calma.
Outro roteirista comenta que alguns personagens demoraram um mês ou dois para ficar prontos, um prazo raro em muitos projetos de RPG. Essa preocupação com o texto e com a qualidade acabou virando parte do diferencial do jogo. A mensagem do episódio é simples: investir tempo na escrita pode criar experiências ricas — mesmo que isso gere dores de cabeça técnicas pelo caminho. Para quem gosta de bastidores, o episódio traz muitas sacadas sobre o trabalho por trás do palco.
Em Quarantine Zone: The Last Check, você recebe sobreviventes de uma apocalipse zumbi num posto militar para exames. Entre as ferramentas está um scanner de raio‑X portátil que revela órgãos, ossos e tecidos por baixo da pele. Ele ajuda a identificar problemas internos, como pulmões em estado ruim que não aparecem por fora. Também é útil para achar contrabando que as pessoas engolem ou escondem no corpo antes de entrar no acampamento. A ideia é simples e funciona como uma rotina tensa e meio cômica ao mesmo tempo.
No dia de lançamento, muitos jogadores relataram que, apesar de olhar tudo com o scanner, o jogo dizia que eles falhavam em confiscar itens. O problema veio de um bug que tornava objetos ilícitos invisíveis mesmo à imagem do raio‑X. Hoje os desenvolvedores liberaram uma correção e o scanner voltou a mostrar esses itens durante a revista. Ainda assim, detectar as peças exige atenção: o contrabando costuma aparecer de formas pequenas ou escondidas, como garrafas, sacos com drogas e armas.
Os casos encontrados são estranhos e, às vezes, divertidos. Jogadores viram uma granada escondida no reto de um homem e, em outro exame, um osso de zumbi preso no corpo de uma mulher. Há também quem tente levar bebidas no estômago ou itens do tipo em mochilas. Com a correção, a mecânica ficou justa novamente: você precisa escanear com calma para não deixar nada passar. O recurso combina humor negro e tensão, e agora funciona como parte chave da experiência de inspeção no jogo.
A série live-action de God of War para uma plataforma de streaming confirmou Ryan Hurst como Kratos, uma escolha que pegou muitos de surpresa. Hurst é conhecido por trabalhos em séries como Sons of Anarchy e The Walking Dead, e também deu voz a Thor em God of War: Ragnarok. A escalação indica que os produtores querem alguém com presença e voz grave para encarnar o guerreiro espartano.
Kratos é um papel difícil de substituir: Christopher Judge tornou-se referência ao dublar o personagem nos jogos, ganhou um prêmio importante por sua atuação e conquistou a torcida com um discurso marcante. Mesmo assim, Hurst mostrou em Ragnarok que tem o tom necessário para transmitir força e raiva. A comparação com a versão dos jogos é quase inevitável, mas a escolha tem lógica dentro do perfil buscado para a série.
Até agora Hurst é o único nome anunciado. O projeto sofreu reformulações desde o anúncio inicial e ganhou uma nova equipe de roteiristas, com o veterano Ronald D. Moore no comando criativo. Houve rumores sobre o envolvimento de Judge, mas ele negou a hipótese em uma postagem nas redes em setembro de 2025. Agora resta ver como a produção vai equilibrar as expectativas dos fãs e a visão da série.
Anthem foi oficialmente encerrado por volta das 16h05 de segunda (horário de São Paulo), mas uma nova informação reacendeu a esperança dos fãs. Em um vídeo de depoimento, o ex-produtor executivo Mark Darrah afirmou que, durante o desenvolvimento, o jogo teve código para rodar servidores locais até poucos meses antes do lançamento. Isso significa que, tecnicamente, havia a possibilidade de hospedar partidas diretamente no computador de um jogador.
O modelo original de Anthem era cliente-servidor: os servidores oficiais processavam a maior parte da lógica do jogo e os computadores só mostravam os resultados. Com servidores locais, a própria máquina do anfitrião faria parte dessa lógica. Darrah afirmou que o código ainda existe em parte e pode ser recuperado ou reconstruído por desenvolvedores independentes.
Ele também sugeriu que o jogo poderia virar uma versão para um jogador com companheiros controlados por inteligência artificial e ganhar melhorias visuais, mas isso exigiria um investimento considerável, estimado em cerca de R$50 milhões. A editora provavelmente não vai bancar esse tipo de projeto já encerrado.
Comunidades já criaram substitutos para servidores de outros jogos, como Northstar em Titanfall 2 e Kyber em Battlefront 2, o que mostra que projetos assim são possíveis. Porém, ressuscitar um título de live service exige análise de tráfego, engenharia de rede e muito trabalho. Ainda assim, se houver equipes técnicas interessadas, não é impossível ver Anthem voltar a funcionar por vias alternativas.
Hytale pode até parecer Minecraft à primeira vista: ambos são mundos infinitos gerados por procedural, com biomas, blocos e construção. Mas as semelhanças ficam na estética. Hytale chegou em acesso antecipado e mistura elementos de sandbox com ambição de RPG, enquanto Minecraft é uma base já consolidada e cheia de conteúdo.
Hytale ainda está muito incompleto. Muitos sistemas existem só em forma básica: tem peixes sem vara de pesca, animais sem doma, monstros sem chefes e uma aba de minijogos vazia. O jogo é estável no que já foi lançado, mas muitas funcionalidades prometidas não estão disponíveis. Se você busca aventura estruturada com missões, ainda não vai encontrar; se gosta de criar suas próprias metas, o jogo já dá diversão.
As diferenças de design são claras: o combate tem combos específicos por arma e um medidor que libera habilidades poderosas, o que muda a sensação de luta em relação ao simples bater de Minecraft. O sistema de criação é mais direto, com receitas acessíveis em estações que você pode evoluir, parecido com Valheim. Há também mantling: você pode agarrar a borda de um bloco e se puxar para cima, útil para explorar e evitar quedas. Em resumo, Hytale traz ideias novas e foco em progressão, mas ainda precisa de tempo para cumprir tudo o que promete.
Um pop-up dentro de Forza Horizon 5 mostrou possíveis datas para Forza Horizon 6. O aviso indicava acesso antecipado de quatro dias em meados de maio e lançamento principal em 19 de maio. A imagem também prometia a Ferrari J50 como bônus para quem fizesse a pré-venda. Um jogador alegou que o pop-up apareceu quando saiu da garagem, antes de receber a entrega do carro. A captura circulou pelas redes e gerou muita especulação entre fãs.
Diversos testes não reproduziram a mesma mensagem. Vários veículos e usuários tentaram ver o aviso em suas contas e não conseguiram. É possível que a Microsoft tenha retirado o aviso ao perceber o vazamento, ou que a imagem seja apenas uma montagem. O pop-up mencionava ainda os benefícios da edição premium: acesso antecipado de quatro dias, associação VIP, pacote de boas‑vindas, passe de carros, pacotes adicionais de carros e duas expansões previstas após o lançamento.
A data oficial deve ser confirmada no Xbox Direct, programado para 22 de janeiro. No evento, esperam-se anúncios de outros jogos como Fable e Beast of Reincarnation, e alguns fãs ainda torcem por um anúncio surpresa de The Elder Scrolls 6. Se a data se confirmar, a nova edição promete o maior mundo aberto da série. Até a confirmação, encare essas informações como rumor e aguarde o anúncio oficial.