Prey é um sistema novo em World of Warcraft: Midnight que chega no lançamento da expansão, em 2 de março. Ele funciona como uma camada por cima do mundo aberto: você fala com um NPC em Silvermoon (Luaprata) para escolher dificuldade, zona e um alvo entre cerca de 30 chefes. A zona fica mais perigosa por causa dos tormentos, que aumentam a dificuldade de matar monstros e afetam atividades de mundo como missões e coleta. Em essência, Prey se aplica a qualquer coisa que você fizer no mapa.
O chefe que você escolhe pode começar a te caçar quando você estiver em combate. Isso significa que, enquanto luta com outros inimigos, o alvo pode aparecer e atacar você de surpresa. O modo foi pensado para jogadores mid-core que curtem desafio solo e encontros no estilo de Delves. Para segurança, você precisa estar em combate para ativar o alvo, exceto no modo Nightmare, que traz limites de tempo e provas mais duras. O modo Prey também conta para o cofre semanal.
O sistema é principalmente solo, então efeitos pessoais atingem só quem está no Prey, a não ser que um amigo entre para ajudar. Durante a caçada, um NPC chamado Astalor Bloodsworn (Astalor Jurassangue) pode pedir tarefas aleatórias — às vezes basta matar um bichinho pequeno para cumprir. Conforme você completa alvos, progride numa jornada que libera dificuldades e recompensas maiores. Um designer da Blizzard avisou que o início será bem difícil, e o conteúdo de topo deve desafiar até quem tem equipamento de raide mythic. Vai encarar?
Com a virada do ano, o Trading Post de World of Warcraft receberá uma nova leva de itens. A loja atualizou o estoque de janeiro e liberou opções que já aparecem no jogo. A atualização traz principalmente cosméticos e itens visuais para quem gosta de personalizar personagens.
Há peças que chamam atenção pelo visual. Montarias, capas e outras opções cosméticas aparecem entre as novidades. Também surgem companheiros e itens com efeitos visuais diferentes. Jogadores que colecionam raridades podem encontrar algo interessante, especialmente em itens com aparências únicas. Ainda assim, a seleção não é muito extensa.

Não são muitas novidades e nem tudo chama atenção de imediato. Vale checar com calma antes de gastar recursos no jogo: se você busca algo específico, pode valer a pena; se não, talvez seja melhor esperar. Pense no que falta na sua coleção antes de comprar.
Fevereiro marca o terceiro aniversário do Trading Post, então é possível que o mês traga itens ou ofertas extras para comemorar. Fique atento ao jogo nas primeiras semanas de fevereiro para não perder futuras rotações. Eventos de celebração costumam ter itens único. Por agora, confira o que chegou e escolha só o que realmente quer e acumule alguns pontos para fevereiro!
Um processo movido por um fã contra a Aspyr sobre um DLC prometido para KOTOR 2 foi encerrado em acordo no início deste mês. O jogador alegou que foi enganado depois que a produtora anunciou, em um trailer da versão para Nintendo Switch, conteúdo adicional criado a partir do Restored Content Mod e não cumpriu a promessa. A ação começou no fim do verão de 2023, pouco depois do lançamento do jogo no console.
O caso tomou rumos inesperados durante os dois anos e meio de disputa. Nos arquivos do processo apareceram relatos de discussões acaloradas entre advogados, citações inusitadas em petições e menções a gritos “como se possuído por um demônio” em conversas de escritório. A Aspyr apresentou várias defesas: disse ter oferecido um jogo gratuito como compensação; afirmou que o anúncio do DLC aparecia no final de um trailer, reduzindo sua visibilidade; e trouxe um especialista para dizer que o conteúdo prometido, baseado em trabalho de fãs, não teria valor econômico por ser oferecido de graça.
Outra parte polêmica envolveu pedidos para ocultar e-mails trocados entre o estúdio e a detentora dos direitos, que, na visão da empresa, revelariam contatos comerciais valiosos. O processo coletivo acabou sendo reduzido para um grupo menor de jogadores antes de seguir para negociação, quando as partes firmaram o acordo. Também houve uma ação separada contra a empresa que impediu o uso do mod, e essa ação foi resolvida fora do tribunal. O desfecho encerra um capítulo conturbado entre fãs, modders e estúdio.
Marvel Rivals teve um 2025 bem movimentado. Desde o lançamento no fim de 2024, o jogo passou por cinco temporadas temáticas, ganhou 12 personagens novos entre heróis e vilões e testou modos PvE, incluindo um modo Zumbis. O núcleo do jogo é ágil e direto, mas algumas experiências PvE acalmaram demais a ação por causa de inimigos com vida exagerada.
O produtor executivo Danny Koo disse em entrevista que 2025 foi mais um aquecimento e que a equipe já planeja mais de um ano de conteúdo. A ideia é não reduzir o ritmo: haverá mais modos de jogo e protótipos dentro do próprio título, como PvE e partidas 18v18, para dar opções diferentes aos jogadores. O estúdio também mantém atualizações frequentes e quer crescer o jogo ao máximo.
Muitos jogadores tiveram impressões mistas. Testes iniciais afastaram quem esperava algo mais polido, mas o lançamento prendeu muita gente e até fez jogadores abandonarem outros shooters competitivos. Alguns até disseram que perderam o interesse em Overwatch 2 por causa de Rivals. O modo Zumbis ficou aquém para quem gosta de ritmo rápido, mas o esforço em experimentar agradou. No fim, a promessa de novidades para 2026 deixou a comunidade e a equipe animadas para ver o que vem.
Usuários descobriram um ajuste no registro que pode melhorar o desempenho de SSDs NVMe no Windows 11 em até 80%. O Windows trata a maioria das unidades como SCSI, o que força a tradução de comandos NVMe e gera latência e uso extra de CPU. Recentemente a Microsoft anunciou suporte nativo a NVMe no Windows Server 2025, que elimina essa camada e otimiza os SSDs.
Apesar de ser no Windows Server, essa opção também está presente no Windows 11, mas escondida no registro. Algumas pessoas testaram e conseguiram aplicar os mesmos ajustes no Windows 11. Porém, muito cuidado, a funcionalidade foi pensada para servidores, então pode dar muito ruim usar em computador normal. Além disso, mudar as chaves pode fazer o SSD sumir da lista de dispositivos, travar o PC e causar problemas em aplicativos.
Alguns usuários que conseguiram fazer funcionar relataram ganhos grandes no desempenho de escrita e leitura – variações entre 40% e 80% em alguns testes – e redução do uso de CPU. Na prática, isso pode reduzir tempos de carregamento em jogos e melhorar a multi-tarefa. Porém, alguns usuários não viram diferenças ou viram diferenças bem discretas, de 5 a 10% de ganho. Isso pode indicar que cada setup vai reagir de forma diferente.
Quer arriscar? O guia para alteração está neste link em alemão! Muito cuidado e siga por sua conta e risco! Nós recomendamos esperar que a Microsoft libere a solução oficialmente para o Windows 11.
O estúdio responsável por EVE Online divulgou as estatísticas de fim de ano do sandbox espacial. Em 2025 o jogo recebeu duas expansões que trouxeram missões criadas por jogadores, uma grande reformulação da mineração e cinco naves novas. As mudanças foram pensadas para estimular uma economia dirigida por jogadores e renovar a experiência tanto de veteranos quanto de novatos.
Os números mostram muita atividade e destruição. Jogadores criaram 9.130 missões para mercenários, a nave mais popular, Pioneer, foi fabricada 71.873 vezes e destruída 4.513 vezes, e 12.406 estruturas upwell foram derrubadas. No total, foi queimado mais de 1.142.260.784.813.930 ISK em combates e perdas. Também foram minerados 2.214.975.610.330 metros cúbicos de minério, e materiais no valor de 380.532.846.570.048 ISK foram refinados. Essas batalhas, saques e refinamentos movimentam a economia do jogo e mostram como as decisões dos jogadores têm impacto amplo.
Houve quem tentasse converter esses números para dinheiro real, mas optamos por não exibir esse cálculo. O importante é a escala: os jogadores movimentaram e destruíram quantias gigantescas dentro do universo do jogo, o que mantém EVE como um dos MMOs mais intensos. O estúdio também celebrou o ano com ações inusitadas, incluindo uma edição em estilo nórdico escrita em couro, com sangue doado por jogadores. Para quem curte sandbox espacial, os dados reforçam que sempre há guerras, diplomacia e economia viva a acompanhar.
2025 trouxe Vampire: The Masquerade—Bloodlines 2, mas o jogo não foi o que muitos fãs esperavam. Alguns elogiaram personagens e ideias, outros sentiram falta de progressão profunda e de missões secundárias marcantes. Para quem queria “Bloodlines 1, só que melhor”, a decepção foi real.
Por isso The Blood of Dawnwalker chama atenção. O jogo é da Rebel Wolves, estúdio fundado por Konrad Tomaszkiewicz, diretor de The Witcher 3. Em entrevista, Tomaszkiewicz contou que abriu o próprio estúdio para seguir ideias ousadas e arriscadas que não caberiam em estúdios maiores.
Você controla Coen, meio humano, meio vampiro, em busca de vingança após vampiros tomarem um vale nos Cárpatos e sequestrarem sua família. O tempo é um recurso central: de dia Coen luta como humano e usa hexes; à noite, seus poderes vampíricos surgem e ele ataca com garras. As habilidades mudam conforme o ciclo dia/noite.
Além do combate, o tempo altera o rumo das missões. Escolhas feitas durante o dia ou à noite abrem caminhos diferentes e podem mudar o destino de personagens importantes. A proposta também permite matar NPCs, na tradição de RPGs antigos como Morrowind. A ambientação e o tom lembram The Witcher 3, mas com mecânicas próprias de vampiro. Ainda sem data fixa, o jogo está previsto para o ano que vem.
Um build pré-lançamento de Fallout: New Vegas foi recuperado e traz muito conteúdo cortado. Um canal de vídeos descobriu a versão, que é maior que a lançada e guarda arquivos de DLC e informações de depuração. Devkits do Xbox 360 continham versões iniciais das expansões, com dados que ajudam a reverter e entender falas e itens removidos.
Em Old World Blues há uma sala de realidade virtual que funciona aqui, diferente da versão final. Ao ativar o terminal você é levado a uma área noturna, recebe armas básicas e precisa achar três corpos sem ser detectado. Se for pego, uma sirene soa e você é morto; se completar a missão, o build trava logo depois. Há registros nos arquivos mostrando que o equipamento já aparecia quebrado, o que indica que o recurso já estava destinado a ser cortado.
Lonesome Road também aparece numa versão bem anterior: mapas e ambientes básicos, poucos itens e quase nenhum NPC, mas com um encontro final diferente. Existem falas inéditas e trechos cortados de personagens como o Sr. House e Ulisses. O visual desse build é mais sombrio, com iluminação gótica e neon, e dá uma sensação bem diferente do jogo final. Modders e fãs agora têm muito material para explorar, incluindo diálogos não dublados, holotapes e missões que não chegaram ao lançamento.
Obbe Vermeij, ex-diretor técnico da Rockstar North, revelou em entrevista que a empresa chegou a considerar levar Grand Theft Auto para cidades fora dos Estados Unidos. Entre as ideias estiveram Tóquio, Rio de Janeiro, Moscou e Istambul. Em um momento, outro estúdio no Japão quase pegou o código da Rockstar para fazer um projeto chamado GTA: Tokyo, mas isso não se concretizou.
Vermeij diz que, no fim, a companhia optou por cenários americanos por segurança. Com tanto dinheiro e risco envolvidos, é mais fácil repetir o que já funciona. Além disso, muitas pessoas já têm uma imagem mental das cidades americanas, o que facilita a sátira cultural que marca a série. O longo tempo de desenvolvimento também atrapalha: quando o ciclo é muito grande, fica difícil arriscar uma mudança radical de cenário.
Ele também contou que a equipe responsável por GTA 2 não gostou de ambientar o jogo no futuro, porque isso exigia repensar armas e mecânicas. Hoje, com clones como Watch Dogs e Saints Row em baixa, Vermeij vê espaço para outros estúdios explorarem propostas diferentes, seja no futuro ou em cidades como Moscou. Para a própria Rockstar, entretanto, uma mudança tão grande é improvável.
Resta saber como Grand Theft Auto 6 vai lidar com tudo isso. Se não houver novo atraso, a esperança é que detalhes sobre ambientação e novidades apareçam em novembro do ano que vem.
Em entrevista, Hideo Kojima contou qual jogo ele mais jogou em sua vida… algum palpite? Acerto quem disse Super Mario Bros. Ele diz que passou cerca de um ano jogando. Era estudante universitário e chegou a faltar às aulas para ficar em casa jogando. Para ele, sem esse jogo talvez não tivesse entrado na indústria de games.
Kojima elogia a simplicidade do jogo. É um side-scroller com controles simples que se combinam. O pulo e o dash mudam a trajetória e criam jogadas mais finas. Isso fazia o game se destacar entre os outros da época. Mesmo sem história complexa, o jogo passava a sensação de aventura. Ver aquilo em pixels convenceu Kojima de que jogos podiam um dia superar filmes.
O autor também comentou o universo visual do jogo. Elementos do folclore japonês e referências como Alice no País das Maravilhas ajudavam a transformar o Reino dos Cogumelos em um mundo cheio de surpresas. Em outra parte da entrevista, ele falou sobre Metal Gear Solid 2: disse que não era sobre inteligência artificial, mas sobre a sociedade digital e dados ganhando vontade própria. Ele afirmou que esse futuro indesejado acabou se tornando mais real com o tempo.
O relato mostra como um design simples pode ter grande impacto. Pequenas mecânicas e imaginação bastaram para inspirar um criador que faria jogos muito diferentes e ambiciosos.
Sajam, um dos streamers e comentaristas mais conhecidos da cena de jogos de luta, anunciou que não vai mais participar do EVO após a compra do evento pelo governo saudita. Em um trecho de 12 minutos de uma transmissão recente, ele explicou que decidiu boicotar o evento por motivos pessoais e políticos.
Ele disse que não é só sobre grandes corporações comprarem eventos; é sobre o propósito por trás da compra e o uso desses espaços para promover turismo e fazer sportswashing. Para ele, isso muda o sentido do EVO, que nasceu e cresceu como um evento da própria comunidade. Por isso, afirmou que não vai ao EVO Vegas, EVO France ou EVO Singapore, e também não pretende ir se o evento chegar a ser realizado na Arábia Saudita.
Ele reconhece que a decisão pode afetar suas finanças, já que parcerias e a exposição em grandes eventos são importantes para sua renda. Mas deixou claro que não quer impor nada a ninguém. Muitas pessoas vão continuar indo ao EVO e podem ter uma ótima experiência. Ele só faz a opção pessoal de não participar.
Além disso, criticou empresas e desenvolvedoras que, na visão dele, aceitaram a mudança sem resistir, o que enfraquece os eventos da comunidade. O gesto de figuras importantes pode incentivar debates sobre sportswashing e levar mais gente da cena a pensar em como agir.