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#Arc Raiders

Arc Raiders

A Embark, desenvolvedora de Arc Raiders, afirmou que está tratando com prioridade o problema de cheaters. Nas próximas semanas, a equipe vai ajustar regras e implementar novos mecanismos para detectar e remover trapaceiros. Isso inclui melhorias no sistema anti-cheat para aumentar banimentos e correções no cliente para evitar a falha de sair do mapa. Também serão lançadas ferramentas para ajudar quem transmite a reduzir vantagem de espectadores. A empresa diz que vai combinar detecções automáticas com ações manuais para acelerar punições.

O caso ganhou muita visibilidade porque transmissões ao vivo e jogadores de alto nível tendem a cruzar mais com trapaceiros, e esses encontros viram clipes e reclamações. Quem joga de forma casual e evita PvP provavelmente não vai achar wallhackers com frequência enquanto procura recursos pelo mapa. Por isso há uma sensação exagerada do problema entre parte da comunidade. Esse fluxo de conteúdo fez o problema parecer maior do que ele é para a maioria.

A comunidade também relatou o abuso de macros que transformam a arma Chaleira em disparo quase contínuo. Um representante do jogo disse que a equipe está analisando balanceamento e citou Chaleira, Costurador e Granada de Gatilho como possíveis alvos de redução de poder. Em resumo, Embark promete combinar detecção, correções e ajustes de armas para reduzir trapaceiros e proteger a experiência dos jogadores. A expectativa é que essas ações diminuam a frequência de casos e devolvam a qualidade das partidas para a maioria dos jogadores.

Arc Raiders

Arc Raiders chama atenção por ser muito cinematográfico. Você percorre ruas cobertas de areia à noite, ouve tiros ao longe e vê sinalizadores cortando o céu. De repente um Rocketeer persegue os jogadores entre casas, e a fuga termina no metrô. Essa combinação de ação intensa e momentos visuais fortes fez jogadores trocarem armas por binóculos. Eles gravaram reportagens de campo e até curtas usando apenas o jogo, sem CGI.

Em entrevista, o CEO da Embark Studios, Patrick Söderlund, contou que muitas empresas já o procuraram para adaptar Arc Raiders para filme ou série. Ele disse que o estúdio não se opõe, mas que a adaptação precisa ser bem feita e respeitar o universo do jogo. Söderlund também afirmou que a equipe tem roteiristas, mas ainda não há ninguém trabalhando em uma adaptação. O “ainda” deixou claro que a porta está aberta.

Hoje é comum ver jogos virarem séries ou filmes, então uma versão de Arc Raiders parece provável. O desafio será transportar a mistura de tiroteios tensos com interações sociais leves para a tela. Como registrar a conversa por proximidade entre jogadores em uma série? Essa parte pode perder-se na adaptação.

Enquanto isso, a comunidade segue criando formas novas de usar o jogo como palco. A ambientação retro‑futurista e os robôs dão um cenário perfeito para cenas dramáticas. Se um dia virmos Arc Raiders fora dos jogos, espera-se que mantenham o que o torna único.

Arc Raiders virou um experimento social — as histórias dos jogadores vão te surpreender
Arc Raiders

Arc Raiders se destaca entre os shooters de extração pela forma como as pessoas jogam. A desenvolvedora deixou o gênero um pouco mais fácil — com penalidades de morte mais leves, mais itens e lobbies melhores —, mas o que gruda mesmo são as interações entre jogadores. Dá para entrar nas partidas só para ver o que acontece.

Por lá eu vi de tudo: raiders que desafiam outros para duelo com machado, jogadores que usam mensagens de voz para ajudar a achar itens, curandeiros que reaparecem para reviver quem foi derrubado, e grupos que assumem funções comunitárias. Surgiram defensores do pântano, filas organizadas para completar missões, guardas que protegem outros no ponto de extração, xerifes que punem quem joga sujo e até quem monta armas móveis com equipamentos do jogo. Jogadores usam o chat de proximidade sem medo e criam histórias que ninguém esperava.

O CEO da Embark afirma que esse elemento social é o que mantém o jogo vivo e que ele acompanha as experiências dos jogadores. Outro executivo ressalta que permitir experimentação foi essencial para esse tipo de emergente. No fim, Arc Raiders entrega ferramentas simples e flexíveis que deixam a comunidade inventar as próprias regras — e é isso que rende os momentos mais memoráveis.

Cena de Arc Raiders
Arc Raiders

PvP será assunto constante em Arc Raiders, mas a Embark não pretende dar prioridade a sistemas extras de PvP por enquanto. Em entrevista, o CEO da desenvolvedora disse que recursos como quadros de líderes de abates e sistemas de nêmesis colocariam peso demais na competição entre jogadores. A equipe debateu essas ideias, mas acredita que o jogo funciona melhor quando o combate entre jogadores é um risco possível, e não algo certo.

Em vez de transformar a experiência em competição, a Embark usa o PvP para criar tensão. Saber que outros jogadores podem estar por perto torna as partidas imprevisíveis e mais vivas. O estúdio valoriza sinais sutis, como sons de tiros e os sinalizadores dos saqueadores, que mostram onde há ação sem forçar confronto direto. Esses elementos ajudaram a levantar o jogo após a fase apenas PvE.

Por isso, a empresa evita colocar um placar de abates ou sistemas de recompensa por matar, porque isso mudaria a dinâmica e convidaria a competição aberta. Jogadores que buscam PvP ainda vão se encontrar; o jogo já usa um sistema de pareamento que junta quem gosta de confrontos. No curto prazo, matar outros jogadores vai continuar sendo algo que alguns fazem por conta própria, não o foco principal da experiência.

Cena de Arc Raiders
Arc Raiders

Os shooters multiplayer estão mudando: o brilho do free-to-play tem se esgotado e muitos jogadores voltam a aceitar pagar pelo jogo. Um caso que mostra essa tendência é Arc Raiders, um shooter de extração que passou anos sendo pensado como free-to-play, mas mudou para um modelo pago perto do lançamento. A escolha deu certo: o jogo vendeu milhões em poucos meses e manteve uma base grande durante as festas.

Em entrevista, o fundador da Embark, Patrick Söderlund, falou sobre a decisão. Ele disse que, ao ver o sucesso de outros jogos multiplayer pagos, a equipe concluiu que era melhor apostar em um produto premium e em um preço acessível para que mais pessoas pudessem experimentar. Como o jogo não tem campanha, eles preferiram não colocar um preço que afastasse quem quer apenas testar a proposta.

A aposta trouxe resultados, e mostra que existe espaço hoje para multiplayer pago com conteúdo robusto. Mas há uma questão que não muda: depois de pedir dinheiro na compra, muitos jogos ainda tentam vender cosméticos e itens caros. Esse tipo de upsell pode incomodar a comunidade e virar alvo de críticas.

Se essa tendência se consolidar, estúdios podem optar por vender o jogo de forma mais direta e trabalhar menos para forçar compras dentro dele. Resta ver como os jogadores vão reagir a jogos pagos que também mantêm microtransações agressivas.

Arc Raiders Venceu os Gigantes: o Trunfo que Levou 100 mil Jogadores em 30 Minutos
Arc Raiders

O final de 2025 estava lotado de lançamentos grandes: Hollow Knight: Silksong, Hades 2, Battlefield 6 e Arc Raiders. Com tantos títulos fortes saindo ao mesmo tempo, as equipes tiveram de pensar bem antes de escolher datas de lançamento.

O CEO da Embark Studios disse em entrevista que a data de lançamento foi escolhida de forma deliberada. Eles queriam evitar ficar muito próximos de um jogo do calibre de GTA e acompanharam os anúncios dos concorrentes. Com isso definido, marcaram a estreia entre Battlefield 6 e Call of Duty: Black Ops 7. A equipe também fez testes finais, incluindo um evento chamado Server Slam, e viu bons números que deram confiança para lançar. Esses testes e os dados do último teste técnico foram importantes para determinar se o jogo estava pronto.

A aposta se pagou: Arc Raiders atingiu mais de 100.000 jogadores simultâneos nos primeiros 30 minutos e manteve uma retenção muito boa. O jogo conquistou público ao oferecer uma versão mais suave do gênero de extração — lobbies mais amigáveis, loot mais abundante e menos penalidades ao morrer. Isso permite partidas mais descontraídas e menos medo de arriscar, o que agradou tanto novatos quanto jogadores acostumados a sistemas mais punitivos.

O caso mostra que planejamento e testes podem fazer a diferença. Embark mostrou que é possível se destacar sem brigar diretamente com os maiores estúdios. Para quem desenvolve jogos hoje, escolher a janela certa e entender o público pode ser tão importante quanto a qualidade do produto.

Arc Raiders

Arc Raiders foi uma das surpresas de 2025: um extraction shooter relaxado que acertou em vários pontos. O jogo chegou com quatro mapas enormes e bem construídos, e ganhou um quinto, Stella Montis. A proposta mistura exploração e combate, e muitos jogadores se encantaram com os ambientes ricos em coisas para descobrir. Agora o desafio do estúdio é expandir esse mundo e manter conteúdo novo para os jogadores.

Em entrevista, o CEO Patrick Söderlund explicou como os mapas foram feitos. A base vem de dados de topografia por satélite e imagens de mapas, além de fotos e scans tirados no local. Um exemplo: o mapa Spaceport foi inspirado em Tenerife. A equipe usa essas fotos para texturas e para recriar formações das rochas. O processo começa rápido, com uma versão jogável, e depois vem muito teste e iteração — o mapa Dam Battlegrounds levou cerca de seis meses até ficar equilibrado. Por isso eles testam onde colocar inimigos, itens, spawns e pontos de interesse, para que cada rodada tenha coisas novas e fique divertida.

Ele também disse que o matchmaking leva em conta o nível de agressividade dos jogadores, de modo que quem prefere PvE geralmente é pareado com jogadores menos hostis. Essa escolha ajuda o grupo a jogar no estilo que deseja. No fim, a combinação de mapas detalhados, inspiração do mundo real e ajustes constantes é o que mantém as partidas vivas e faz do mapa um dos pontos fortes do jogo.

Arc Raiders: Granadas de gatilho podem ser nerfadas após caos nas extrações
Arc Raiders

Em Arc Raiders, as granadas de gatilho viraram um problema grande nas partidas. Jogadores relatam ser mortos enquanto chamam a extração porque alguém colocou as granadas no botão e detonou à distância. Elas são potentes o suficiente para tirar um raider em poucos golpes, o que vira um pesadelo em lobbies e rotas de extração. Isso acontece tanto com jogadores que parecem amigáveis quanto com traidores que aguardam escondidos para fazer a emboscada.

A comunidade reclamou bastante e a equipe de desenvolvimento anunciou, em comunicado nas redes oficiais do jogo, que está analisando nerfs, incluindo as granadas de gatilho. Não houve mais detalhes ou prazo desde então, mas a notícia trouxe algum alívio para quem já foi emboscado várias vezes. Os devs pediram que os jogadores fiquem atentos aos anúncios do jogo para saber quando a mudança chegará.

Uma preocupação permanece: o nerf vai enfraquecer as granadas só contra outros jogadores ou também contra os arcs, os robôs do jogo? Muitos jogadores usam granadas de gatilho para ajudar a derrubar inimigos como Bastion e Rocketeer, pois colocá-las reduz bastante a vida desses alvos. Elas não são tão eficazes quanto a mina Deadline, mas são mais baratas e mais fáceis de obter, então viraram parte da estratégia de quem caça arcs. Se o ajuste diminuir demais a eficácia contra os robôs, as lutas podem ficar mais longas e obrigar o uso de opções mais caras. Resta torcer para que o time equilibre a mudança, corrigindo os abusos sem prejudicar as lutas contra arcs.

Arc Raiders

Arc Raiders tem recebido elogios por ser mais tranquilo que outros shooters de extração. Isso é intencional: o matchmaking observa o quanto você é agressivo e tenta juntar jogadores com estilo parecido. Em entrevista, o CEO da Embark explicou que o jogo não é focado em eliminar outros jogadores, embora você possa atirar se quiser. O PvP existe mais para criar tensão do que para ser o foco principal.

O sistema é, antes de tudo, baseado em habilidade, mas inclui uma camada que considera agressividade. A ideia é combinar quem prefere PvE com outros pacíficos, e quem gosta de confrontos com jogadores mais beligerantes. Não é uma ciência exata, mas é uma tentativa de adaptar as partidas ao comportamento real das pessoas.

Não está claro quais métricas são usadas nem quanto peso cada fator tem. Isso levanta perguntas práticas: os jogadores que correm para conseguir vantagem podem acabar em partidas mais duras? Se eu jogar como pacifista por várias partidas, vou acabar em lobbies mais amistosos? Não há resposta pública, e talvez isso seja intencional para evitar que o sistema seja manipulado.

Uma parte do apelo de Arc Raiders é a incerteza ao encontrar estranhos. Se o matchmaking separar demais os estilos, essa tensão pode diminuir com o tempo. Resta acompanhar como a abordagem afeta a experiência e se outros shooters vão adotar algo parecido.

Cena de Arc Raiders
Arc Raiders

Fim de ano e os shooters multiplayer mostram uma mudança clara: o público tem buscado jogos com ação intensa, mas menos pressão competitiva. Um levantamento das vendas digitais entre 23 e 30 de dezembro colocou Arc Raiders e Battlefield 6 no topo das vendas, mostrando que títulos mais acessíveis e caóticos estão em alta.

Ambos oferecem ritmo acelerado, mas sem a ansiedade de ranqueadas e torneios: Battlefield 6 aposta em combate militar moderno sem modo ranqueado, e Arc Raiders virou um sucesso por trazer a ideia de extração de forma mais leve. A lista também traz nomes pesados como Clair Obscur, Baldur’s Gate 3 e Kingdom Come Deliverance 2, além de best-sellers constantes, como Grand Theft Auto V Enhanced e EA Sports FC. Entre os títulos menores há um indie cooperativo e duas entradas de Assassin’s Creed seguidas.

Uma surpresa foi Avatar: Frontiers of Pandora em 19º, acima de Red Dead Redemption 2 e Elden Ring Nightreign. A franquia Avatar costuma movimentar bilhões de reais nas bilheterias, o que ajuda a explicar o interesse. No geral, a lista de 100 títulos revela um público dividido entre novidades casuais e clássicos consolidados, e mostra que a temporada de festas favoreceu jogos fáceis de entrar e divertidos para jogar com amigos.

Cena de Arc Raiders
Arc Raiders

Jogadores de Arc Raiders tiveram um momento de euforia esta semana quando blueprints raros começaram a cair por todos os cantos logo após a atualização Cold Snap. A festa durou pouco: o estúdio lançou uma correção que reduziu levemente as chances, mas elas ainda continuam maiores do que antes da versão 1.7.0.

Desde o lançamento, blueprints têm sido escassos. Muitos jogadores acharam estranho que armas e gadgets sejam mais fáceis de encontrar do que blueprints para itens simples, como freios de boca. Vários relatos falam de longas horas de jogo com pouquíssimos blueprints, o que deixou a comunidade pedindo mudanças.

Provavelmente a ideia de aumentar as quedas era ajustar essa falta. O estúdio não confirmou ter aumentado as taxas antes, mas informou na correção que as chances foram reduzidas de forma controlada e seguem acima do nível anterior. O ajuste parece um compromisso: menos excesso agora, mas mais chances do que antes da atualização.

Além disso, o estúdio ofereceu créditos premium de cortesia para as festas, suficientes para comprar uma roupa, mas não um pacote completo. Se você procura aquele blueprint do desfibrilador ou quer testar um estilo paramédico, vale a pena voltar a jogar para aproveitar as quedas melhores e resgatar os créditos liberados.