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Cena de Fallout
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A série Fallout volta para a segunda temporada na próxima semana, com lançamento semanal que segue até fevereiro. O produtor executivo Jonathan Nolan já confirmou que a terceira temporada começará a ser filmada no próximo verão, um sinal de que a plataforma aposta na série como um projeto de longo prazo. Membros seniores da equipe de Fallout na Bethesda falaram bem da adaptação e da qualidade da produção.

Em entrevista, Emil Pagliarulo, diretor de design da equipe, afirma que a série está integrada à lore dos jogos. A história se passa nove anos após Fallout 4, no mesmo universo, o que permite continuidade sem amarrar tudo ao passado. Pagliarulo conta que a série alcançou públicos inesperados, incluindo pessoas que nunca jogaram, e até familiares mais velhos que se interessaram pela trama.

A Bethesda preferiu não aceitar qualquer oferta rápida. Eles queriam um showrunner e diretor de alto nível, não alguém conhecido só por filmes de videogame. Jonathan Nolan e sua equipe trouxeram a proposta que convenceram a desenvolvedora. Pagliarulo também elogia a paciência de figuras como Todd Howard, que resistiram à pressa para achar o parceiro certo.

Para a equipe, a versão para TV provou que é possível traduzir o mundo dos jogos sem perder a essência. A mistura de roteiro sólido, respeito pela franquia e produção de qualidade fez a série ganhar fãs além da comunidade gamer. Com a segunda temporada chegando e a terceira já planejada, a expectativa é que a adaptação mantenha esse crescimento.

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A segunda temporada de Fallout estreia na próxima semana e terá episódios semanais até janeiro. Antes mesmo de voltarmos a acompanhar Lucy e o Ghoul, o produtor executivo Jonathan Nolan afirmou em entrevista que espera iniciar as filmagens da terceira temporada já no próximo verão, se tudo correr conforme o planejado. Ele lembrou que cronogramas podem mudar.

Nolan comentou que a produção de séries tem levado mais tempo entre temporadas e que isso é um problema para manter o interesse do público. A equipe quer voltar a gravar o quanto antes, mas sem perder a dimensão do projeto. Manter cenários grandiosos e a sensação de escala é essencial para que a série permaneça fiel ao universo de Fallout.

É impressionante a velocidade com que a segunda temporada chegou, considerando a escala do Wasteland. Construir cenários, criar efeitos práticos e dar vida a ghouls, deathclaws e outras criaturas exige tempo e recursos. Por isso, mesmo com filmagens previstas para o próximo verão, é provável que a terceira temporada demore alguns anos até ficar pronta.

A grande curiosidade é que locais a série vai explorar depois. New Vegas seria um passo gigante e muito desafiador. E você, o que mais quer ver na terceira temporada: novas cidades, mais histórias dos personagens ou fidelidade total ao jogo?

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Fallout é muitas coisas, mas no núcleo é uma sátira. A série imagina um mundo pré-guerra com um otimismo retrô alimentado por energia nuclear, e usa esse cenário como um espelho para os medos e exageros do nosso tempo. Em entrevista, o produtor executivo da Bethesda, Todd Howard, diz que o tom é a chave: é o mundo antes das bombas que torna a história única e separa Fallout de outras ficções pós-apocalípticas. Esse contraste entre sorriso forçado e destruição real dá cor e peso ao universo do jogo.

A dificuldade, explica Howard, é manter a balança entre momentos sérios e cenas absurdas. O jogo precisa de decisões morais duras e de cenas que incomodam, mas também de humor, exagero e absurdo para não virar apenas um drama pesado. Os atores e o time de criação têm que fazer os dois lados funcionarem juntos. Até a adaptação para TV chegou a discutir se uma frase icônica deveria aparecer, porque podia soar piegas, mas no fim decidiram manter o espírito original e abraçar a mistura de tons.

É essa oscilação entre alegria falsa e horror concreto que dá identidade a Fallout: monstros mutantes, cidades vazias e trilhas que combinam com tudo. Essa mistura rende momentos sérios e outros hilários, muitas vezes na mesma cena. E você, prefere o tom mais sombrio ou o humor ácido de Fallout? Conte o que mais te marcou no jogo.

Cena de Fallout: New Vegas
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A segunda temporada de Fallout está vindo, mas antes vale ver como os personagens terminaram a primeira. Lucy ficou no nível 8, com 5.057 XP conquistados ao longo da temporada. O Ghoul somou cerca de 1.880 XP e passa a impressão de um veterano. Maximus alcançou o nível 9 com 4.100 XP. Thaddeus teve o fim mais estranho: após virar ghoul, foi colocado no nível 50 por uma mecânica do jogo.

Lucy ganhou XP explorando locais, fazendo investigações em um cofre, e derrotando inimigos. Ela perdeu uma missão que daria um bom prêmio por não recuperar a cabeça de um cientista e por falhar contra um monstro mutante. O Ghoul matou muitos inimigos, mas participou pouco de missões secundárias e não encontrou tantos locais novos, por isso o total ficou menor. Ele ainda recebeu alguns pontos por salvar um companheiro. Maximus já vinha com vantagem na Brotherhood of Steel e acumulou XP ao derrotar criaturas, recuperar peças e tornar-se Cavaleiro. Ele também teve que subir rápido para se tornar squire, o que explica parte do avanço.

Thaddeus somou pouco durante a temporada, mas ao se transformar em ghoul uma atualização estabeleceu que virar ghoul exige estar no nível 50, o que cria um salto absurdo de XP no enredo. O texto original usa isso como piada sobre a diferença entre jogo e série. Qual personagem você quer ver evoluir mais na próxima temporada?

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Em entrevista, a atriz Ella Purnell negou que vá rolar um romance entre Lucy e o Ghoul na série baseada em Fallout. Ela foi direta e aconselhou os fãs a deixarem o assunto: ‘Vocês precisam de terapia. Vocês não podem consertá-lo. Vocês não podem salvá-lo. Deixem pra lá, deixe pra lá, querida.’ Walton Goggins, o ator do ghoul, também parecia surpreso quando comentaram sobre a teoria. A fala veio enquanto a atriz falava sobre a relação dos personagens, que ela descreveu como profunda, mas não romântica.

Mesmo assim, há um grupo pequeno e fanático que torcia pelo ship conhecido como Ghoulcy, e nem todo mundo recebeu bem a notícia. A internet costuma juntar personagens que aparecem juntos, e fãs de Fallout já brincaram com romances em jogos anteriores, transformando isso até em categorias de speedrun. Alguns fãs reclamaram que os roteiristas não tiveram coragem de levar o romance adiante, enquanto outros preferem manter a história aberta para interpretações. Essas reações mostram que parte da comunidade gosta de criar histórias paralelas, mesmo quando a produção segue outra direção.

O co-criador de Fallout lembrou que a interpretação do cânone varia de pessoa para pessoa, então muitos fãs continuarão a imaginar o que quiserem. No fim, a atriz preferiu ver a relação entre Lucy e o ghoul como algo bonito, mas não romântico, e pediu que se deixasse a história assim. E você, vai continuar torcendo por Ghoulcy ou acha melhor deixar a história como está?

Cena de Fallout: New Vegas
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A segunda temporada de Fallout se passa em New Vegas e trouxe uma pergunta antiga: qual final de Fallout: New Vegas é canônico? O jogo tem vários finais possíveis — a Nova República da Califórnia controlando New Vegas, a Legião de César transformando a cidade numa nova Roma, o domínio autocrático do Sr. House ou a independência de New Vegas com o personagem Yes Man — e os fãs queriam uma resposta clara.

Em entrevista, o produtor executivo Jonathan Nolan explicou que a série optou por uma “abordagem da névoa de guerra” para evitar escolher um final oficial. A ideia foi simples: 15 anos após a batalha, cada facção acaba achando que venceu. Isso permite que a série honre as experiências diferentes dos jogadores sem impor uma única versão canônica.

A co-showrunner Geneva Robertson-Dworet acrescentou que a produção sempre quis respeitar as escolhas dos jogadores e evitar transformar um único final do jogo no caminho que levou aos eventos da série. A solução foi, portanto, deixar essa dúvida no ar e mostrar o pós-guerra de forma ambígua.

O conceito pode parecer estranho — facções esquecendo quem realmente ganhou — mas deve funcionar melhor em cena do que explicado em uma entrevista. E você, qual final de New Vegas queria ver como canônico na série?

Cena de Fallout: New Vegas
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A nostalgia por Fallout: New Vegas voltou com força. A Bethesda garante que não há rivalidade com a Obsidian e celebra o trabalho do estúdio em New Vegas. Em entrevista, Todd Howard explicou que, após o lançamento de Fallout 3, a Bethesda estava focada em outros projetos como Skyrim, então convidou a Obsidian para assumir New Vegas. O executivo disse que a Obsidian fez um trabalho incrível e que essa parceria foi intencional desde o começo.

A nova temporada da série Fallout leva os personagens para os cassinos e desertos de New Vegas. Muitos locais famosos do jogo aparecem na produção, e a Bethesda orientou os produtores sobre pontos do mapa. Howard contou que visitou o set e que a equipe da Obsidian também foi convidada para ver as locações. Todos elogiaram a recriação dos cenários e o impacto que isso teve na produção.

Para a Bethesda, o sucesso de New Vegas é também uma vitória para a franquia. New Vegas ajudou a enriquecer a lore do Wasteland e continua sendo lembrado por muitos fãs. Howard reconhece que cada jogador tem seu preferido e acha saudável que a comunidade tenha opções como Vegas, Fallout 3, Fallout 4 ou 76. E você, prefere New Vegas ou outro jogo da série?

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A frase “War never changes”, que abre todos os jogos da série Fallout, quase ficou de fora da versão para a TV. Em entrevista, Todd Howard contou que a equipe debatia se valia a pena usar a fala. Eles queriam evitar algo que soasse forçado ou clichê, então decidiram só colocá-la se houvesse um momento que a justificasse.

Esse momento apareceu. Em cena, a primeira pessoa a dizer a frase é Barb Howard, durante uma reunião na Vault-Tec com executivos. Duzentos anos depois, Cooper repete a mesma linha no final da primeira temporada. A repetição funciona porque conecta passado e presente da história.

A fala ganha peso por causa da vida de Cooper. Ele viu guerra de perto antes das bombas caírem e isso destruiu seu casamento. Sua experiência faz com que a frase não pareça apenas um bordão, mas algo sentido pelo personagem. Walton Goggins, que interpreta Cooper, disse que não sabia que a frase era tão icônica. Os diretores preferiram manter isso em segredo para garantir uma entrega natural.

No fim, incluir a frase foi uma escolha pensada e respeitosa com o material original. Essa atenção aos detalhes é uma das razões pela qual a adaptação funciona bem para quem conhece os jogos. E você, acha que a frase merecia entrar na série ou preferia que tivessem deixado de fora?

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A melhor parte da série Fallout, como nos jogos, aparece quando alguém veste a armadura T-60 e sai andando. Na primeira temporada, Maximus (interpretado por Aaron Moten) usa a armadura para enfrentar um Yao Guai enfurecido e um Gulper faminto. No final da temporada, Hank MacLean (Kyle MacLachlan) também sobe no traje e segue até as redondezas de New Vegas, abrindo caminho para a segunda temporada.

Em entrevista, os atores falaram sobre como a armadura funciona na prática. MacLachlan contou que é pesada, mas dá uma sensação de poder. Moten explicou que a parte superior, com o capacete, pesa cerca de 23 a 27 kg, e o traje completo chega a aproximadamente 45 kg, então é cansativo ficar muito tempo com ele. Para cenas de risco, como entrar na água, atravessar paredes ou usar um jetpack, a peça precisava ser resistente, por isso não era feita de materiais leves.

Os dois confirmaram que é possível entrar e andar com a armadura, embora o peso seja sentido logo nos primeiros minutos. A equipe de efeitos e figurino recebeu elogios por criar algo funcional e visualmente fiel aos jogos. Ver a T-60 em movimento na série trouxe uma dose extra de autenticidade para quem conhece Fallout. Você gostaria de experimentar uma armadura dessas, mesmo por alguns minutos?

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Jonathan Nolan, produtor executivo da série Fallout, diz que jogou tanto Fallout 3 na época do lançamento que o jogo “devorou cerca de um ano da minha vida” e quase atrapalhou sua carreira. A primeira temporada da adaptação teve boa recepção, e a segunda temporada, ambientada em New Vegas, estreia na Prime Video em 17 de dezembro.

Em entrevista, Nolan contou que usou Fallout 3 para desligar a cabeça durante semanas tensas de trabalho em rascunhos de roteiros para filmes do Batman. Ele lembra que o tom do jogo mudava a cada momento: era sombrio e misterioso, mas também estranho, engraçado e muito violento. Sair do vault e enfrentar o primeiro tiroteio no deserto marcou o começo da relação dele com a franquia.

Sobre Fallout: New Vegas, Nolan diz que não jogou tanto na época do lançamento, mas voltou a cavar no jogo quando soube que a produção iria para Vegas. Ele elogiou New Vegas como um título excelente, mas escolheu Fallout 3 sem hesitar quando perguntado qual prefere. Isso pode surpreender fãs que consideram New Vegas o ápice da série, mas para Nolan o fator emocional do primeiro contato pesa muito.

A história mostra como memórias e contexto pessoal influenciam preferências, mesmo entre profissionais que trabalham na adaptação da franquia. E você, qual jogo da série Fallout marcou mais a sua vida?

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A segunda temporada da série Fallout começa a ser exibida semanalmente a partir de 17 de dezembro no Prime Video. A produção leva a história a New Vegas, um dos cenários mais famosos da franquia. Em entrevista, atores como Walton Goggins, Ella Purnell e Aaron Moten falaram sobre sua relação com os jogos e como isso influenciou a preparação para os personagens.

Walton Goggins, que vive o astro pré-guerra Cooper Howard e seu pós-guerra alter ego o Ghoul, afirmou que não jogou e não pretende jogar os jogos. Ele prefere tratar o personagem como alguém real, não como um avatar na tela. Aaron Moten, que interpreta Maximus, da Irmandade do Aço, também não jogou antes das filmagens e quer esperar até encerrar seu trabalho na série para entrar nos jogos. Para ele, estar no set é como vivenciar uma versão real do universo do jogo.

Ella Purnell, que interpreta a moradora do Abrigo Lucy MacLean, jogou Fallout 4 na preparação da primeira temporada e gostou da experiência. Ela destacou a emoção de ver a power armor e o traje do Abrigo recriados no set, mesmo que o jogo não tenha guiado sua atuação. Para a segunda temporada ela optou por não jogar agora e pretende assistir a série completa antes de jogar New Vegas, para comparar as sensações. E você, vai jogar New Vegas antes ou depois de ver a série?