#World of Warcraft
O novo sistema de transmog em Midnight troca a velha troca de aparência por um sistema de ‘outfits’ que se aplicam por cima do equipamento. Cada outfit pode ser configurado para situações — por exemplo, ao nadar ou ao entrar numa cidade — o que é uma ideia bem útil.
O problema maior é o custo: personagens começam com apenas dois slots de outfit. Destravar mais custa a partir de 100 moedas de ouro e pode ir até 100.000 moedas de ouro! E olha que não é por conta, ou seja, cada personagem precisa desembolsar! Além disso, aplicar uma nova aparência em um outfit custa cerca de seis vezes mais do que o sistema atual.
Isso pune quem gosta de criar muitos looks e usar vários alts, enquanto dá benefícios moderados a quem só faz um ou dois transmogs. A questão econômica também importa: a Blizzard justifica que é uma forma de sumir com ouro do jogo, mas o preço pode ser um erro de design. Está em beta, então ajustes são possíveis com o feedback dos jogadores. Você acha que a Blizzard deveria reduzir esses custos ou liberar as slots desde o início?
Prepare-se para voltar a Terralém. A edição Anniversary de World of Warcraft: Burning Crusade Classic terá o pré-patch liberado em 13 de janeiro, após a manutenção de cada região. A edição estará incluída na sua assinatura ou no tempo de jogo.
O pré-patch permite entrar em Terralém antes do lançamento da expansão. A nova edição traz elfos sangrentos e draeneis como raças jogáveis e aumenta o nível máximo para 70. Haverá montarias voadoras, a profissão de Joalheria e três raides desafiadores.
A atualização antecipa o conteúdo da expansão e prepara personagens e servidores para a novidade. A Blizzard confirmou as principais mudanças e a inclusão na assinatura.
Você vai voltar a explorar Terralém quando o pré-patch chegar?
Antes da próxima expansão, a Blizzard relançou o Brutossauro Dourado do Comerciante em World of Warcraft. A montaria na loja custa cerca R$ 252 e volta no clima do 21º aniversário do jogo, enquanto jogadores se preparam para mudanças de balanceamento e para o fim dos mods de combate.
O interesse é alto porque o dinossauro traz casa de leilões e caixa de correio na própria montaria, algo raríssimo. A outra opção com esse nível de conveniência custa 5 milhões de ouro no jogo, então é um atalho tentador para quem vive viajando pelo mundo de WoW.
Muitos jogadores estão criticando a oferta. Circulam relatos que as Fichas de WoW (a forma oficial de se comprar ouro do jogo com dinheiro real) estão esgotadas no Reino Unido e de preços subindo em várias regiões, já que muitos estão convertendo ouro em saldo para comprar a montaria. Ou seja, o preço do Token deve continuar inflando até a montaria sair da loja em 5 de janeiro.
Você vai juntar ouro para o Brutossauro agora, ou prefere guardar recursos para a próxima expansão?
Durante o beta de World of Warcraft: Midnight, o jogo ficou em modo por turnos: eu cliquei em NPCs e esperei cerca de 30 segundos pela missão. O lag ficou pior na zona de abertura, com jogadores piscando na tela enquanto os servidores tentavam acompanhar.
O problema? peixes, aparentemente.
A Blizzard tenta entender desde o começo da beta e descobriu que pode ser uma tecnologia de peixes que deixa Azeroth lenta.
‘FISH!’
Disseram que há um novo comportamento de NPCs para reagir aos jogadores de forma mais natural, que pode sair do controle quando muitos jogadores estão por perto. Midnight fica perto de áreas litorâneas.
Isso não é a solução mágica, mas vão fazer uma ciência maluca amanhã para ajustar as coisas. E se não der, vão pescar mais.
Não é a primeira vez que peixes atrapalham WoW. Em 2018, a Blizzard lançou um cinematic em que um velho deus disfarçado de peixe envolve o jogo em uma raid.
Os peixes do beta já são uma ameaça maior. Pensei que o lag viesse do número de jogadores, mas mudanças em mods e classes pesam. Raivokan pediu que a Blizzard resolva. Parece ter melhorado por ora. Continuarei de olho. Fonte: em entrevista.
Você já viu lag por peixes no beta de Midnight? Conte pra gente.
World of Warcraft ficou em evidência com uma mecânica de invasões na fase Legion Remix. No Broken Shore, há um evento com demônios que dropam itens usados para invocar mais demônios, formando um fluxo contínuo ao entrar em um grupo. A ideia é manter o grupo ativo para ter um fornecimento estável de demônios, que em poucas horas pode render ganhos parecidos com atividades bem mais difíceis. A Blizzard tem sido cautelosa, não interveio rapidamente, o que mostra que a experiência de Legion Remix pode ter esse tipo de poder alto permitido pela fase. Enquanto alguns chamam de instável, outros veem como uma forma de acelerar o progresso para personagens secundários, sem refazer todas as missões. O lag causado pela quantidade de inimigos é destacado pelos jogadores próximos, o que pode atrair atenção da empresa. Um guia de Solheim Gaming detalha como executar o farming, incluindo estimativas de ganho por hora, variando conforme a velocidade de eliminação dos demônios e o tamanho do grupo. Mesmo que pareça uma “mecânica de catch-up”, é provável que futuras fases tragam ajustes. Você toparia testar esse tipo de farming ou prefere manter o jogo no equilíbrio?
A Blizzard confirmou no Reddit, que World of Warcraft: Midnight vai limitar AddOns que dão vantagem em combate, como Deadly Boss Mods, alterando a API para impedir funções como contagem regressiva e alertas automáticos. Segundo Ion Hazzikostas, objetivo é “nivelar o campo de jogo” e garantir que a experiência base não seja inferior à de quem usa mods. Isso significa redesenhar classes e encontros para oferecer telemetria clara e tempo de reação sem depender de AddOns. A decisão traz desafios para acessibilidade, já que muitos jogadores com deficiência visual ou daltonismo dependem de alertas sonoros. Hazzikostas admite que pode incluir contagem regressiva no futuro se necessário, mas afirma que tudo deve estar no UI padrão, não em mods. É uma mudança gigante para WoW, que sempre teve uma comunidade ativa de AddOns, e promete redefinir como raids e dungeons serão jogadas.
A BlizzCon 2026 acontece nos dias 12 e 13 de setembro no Anaheim Convention Center, na California nos Estados Unidos, e os passes já têm data e preço definidos: o BlizzCon Pass promocional sai por US$250 (cerca de R$1.400) se comprado entre 7 e 9 de novembro, enquanto o valor normal será US$290 (aprox. R$1.620) a partir de 18 de novembro. Quem quiser algo exclusivo pode optar pelo adicional Feira de Negraluna: Depois do Expediente, por US$90 (cerca de R$500), garantindo acesso a um evento noturno de 3 horas após o fim da Blizzcon, levando também credenciais colecionáveis e fichas de troca das Lojas da Feira. Já a Noite Beneficente, que inclui encontro com devs, assento reservado na abertura e arte autografada, custa US$500 (aprox. R$2.800), com toda a renda destinada à Make-A-Wish®. Além disso, o passe dá acesso completo aos dois dias, brindes in-game e atrações clássicas como torneios de e-sports, painéis, jogabilidade hands-on e a icônica Feira de Negraluna.
Rumores sobre World of Warcraft ganhar uma versão para consoles voltaram a circular após mudanças na jogabilidade da próxima expansão, Midnight, que tornam as classes mais simples e acessíveis. Muitos jogadores especularam que isso seria um passo para adaptar o MMO ao controle, especialmente com notícias sobre integração entre Xbox, PlayStation e Windows. Em entrevista ao podcast Unshackled Fury, o diretor do jogo, Ion Hazzikostas, encerrou as especulações: “Para ser totalmente transparente, não estamos trabalhando para levar WoW aos consoles. Nosso foco continua sendo a experiência no PC.” Ele explicou que as alterações têm como objetivo tornar o jogo mais acessível, não preparar uma versão para outras plataformas. Apesar disso, Hazzikostas não descartou a possibilidade de suporte oficial a controles no futuro, algo que hoje só é possível via mods. A Blizzard vem trabalhando cada vez mais para substituir mods famosos mas, por enquanto, WoW permanece exclusivo para PC.
A expansão Midnight de World of Warcraft vai trazer um recurso aguardado por anos: player housing. Os jogadores poderão criar e personalizar suas próprias casas usando uma ampla variedade de decorações, incluindo itens clássicos do jogo e novidades exclusivas. Dataminers identificaram na versão alfa uma nova moeda premium chamada Hearthsteel, representada por moedas prateadas com o ícone de habitação. Essa descoberta indica que parte das decorações poderá ser adquirida por meio dessa moeda, seguindo modelos já vistos em outros títulos da Blizzard, como Diablo e Overwatch. Atualmente, a loja do WoW utiliza valores diretos em dinheiro real, mas o Hearthsteel sugere uma mudança para pacotes virtuais. A Blizzard ainda não divulgou detalhes oficiais sobre preços ou funcionamento, mas o redesenho da loja com novas abas reforça a preparação para itens maiores, como móveis e ornamentos. O lançamento da expansão está previsto para o próximo ano.
O novo patch 11.1.7 de World of Warcraft trouxe uma novidade pequena no papel, mas enorme no impacto: uma habilidade chamada Recuperate. Com ela, qualquer personagem pode acender uma fogueira e regenerar a vida em 30 segundos, sem custo, sem mana, sem comida. Conveniente? Sem dúvida. Mas também… preocupante.
Se você joga WoW há tempo suficiente — ou, como eu, desde a época da beta em 2004 — deve ter sentido um aperto no peito ao ler isso. Sabe aquele pão seco comprado de um vendedor no acampamento de Crossroads? Ou a carne grelhada feita na fogueira depois de uma caçada? Esquece. Agora, com um clique, você se cura e segue o baile. Sem comprar nada, sem falar com NPC algum, sem gastar um cobre.
Talvez pra quem chegou agora isso soe como progresso. Um alívio. Menos cliques, menos tralha no inventário. Mas quem viu Azeroth nascer sente que algo se perdeu. E não falo só da comida. Falo da sensação de estar em um mundo vivo, onde tudo tem função — até o vendedor de bolinhos de peixe em Redridge Mountains.
Esse tipo de mudança me lembra outra decisão polêmica do passado: a remoção da necessidade de alimentar os pets dos caçadores. Era trabalhoso? Sim. Mas também dava personalidade. Fazia diferença. Transformava aquele tigre das selvas de Stranglethorn em algo mais do que um boneco de dano. Agora, ele é só… mais um slot de habilidade.
Recuperate segue esse caminho. E tudo bem querer tornar o jogo mais prático, mas não dá pra ignorar que, ao fazer isso, estamos apagando traços que tornavam o jogo único. Aquelas pequenas ações — cozinhar, comer, alimentar, interagir — são o que faziam o mundo parecer real. Tirar isso é como apagar as cicatrizes de uma história longa. Fica mais bonito, talvez. Mas menos verdadeiro.
É claro que muitos vão adorar a novidade. E tá tudo bem. Mas se você, assim como eu, sentiu um vazio no lugar onde antes havia um pão velho e um pouco de conversa com um NPC esquecido… saiba que não está sozinho.
Segura essa: a Blizzard anunciou que está caminhando para cortar o acesso que addons como WeakAuras, Deadly Boss Mods e medidores de dano têm ao combate em tempo real. Sim, você leu certo. A partir de um futuro próximo, esses mods que praticamente definem como se joga World of Warcraft vão parar de funcionar como conhecemos. O motivo? Segundo Ion Hazzikostas, diretor de WoW, o jogo virou um teatro de comandos automatizados onde addons tomam decisões pelo jogador — e isso, nas palavras dele, precisa acabar.
Se você já jogou uma raid moderna sem WeakAura ou DBM, sabe que é o mesmo que tentar decifrar o manual de um foguete russo sem saber ler cirílico. Então como o jogo chegou nesse ponto? E mais importante: será que é mesmo justo colocar todo esse peso nos ombros do jogador comum?
A guerra silenciosa entre devs e mods
Não é de hoje que a relação entre os desenvolvedores e a comunidade de mods em WoW é tensa. Mods como DBM existem desde a época em que Onyxia ainda assustava. Só que com o tempo, eles deixaram de ser “uma ajudinha” para se tornar um item obrigatório. As lutas evoluíram tanto para compensar o uso de addons que hoje é impensável enfrentar um Mythic+ ou um boss final de raid sem um assistente digital sussurrando cada mecânica.
E isso virou um ciclo vicioso: os devs criam lutas cada vez mais complexas porque os jogadores têm ferramentas que resolvem a metade delas. Os jogadores, por sua vez, passam a depender dessas ferramentas. E a Blizzard… decidiu cortar o cordão.
Uma reformulação completa da experiência de combate
A promessa da Blizzard é substituir esses recursos com funcionalidades nativas a partir do patch 11.1.7. Teremos medidores de dano, sugestões de rotação, alertas sonoros, interface mais inteligente para cooldowns e debuffs, além de melhorias no sistema de placas de nome.
Vai ter até um botão que você aperta e o jogo automaticamente executa a próxima habilidade ideal, com penalidade de tempo, claro. Segundo Hazzikostas, isso serve para ajudar jogadores casuais ou com necessidades de acessibilidade. Mas convenhamos: o que antes era demonizado como “automation” agora virou feature oficial?
Mas e o desafio?
Uma das maiores preocupações da comunidade é: sem os addons, como encarar lutas como Broodtwister? Aquelas que exigem precisão milimétrica, coordenação em segundos e decisões instantâneas?
Segundo Ion, muitas dessas lutas só são desse jeito por causa dos próprios addons. Se eles não existissem, os encontros teriam sido pensados de forma diferente. O objetivo agora é simplificar a complexidade sem perder o desafio. Na prática, isso significa remover mecânicas redundantes, deixar os efeitos mais claros e garantir que todo mundo consiga entender o que está acontecendo só com o jogo base.
Soa ideal? Sim. Mas será que rola na prática?
O que ainda vai funcionar?
Mods visuais, estéticos, de roleplay, ajuda com quests, entre outros, continuarão. A mira da Blizzard está em qualquer mod que “pense por você” em combate. Se você depende de alertas para usar uma habilidade específica, ou de uma aura para saber quando se mover — esses são os dias contados.
Áudio também está na mira. A famosa sirene do GTFO, por exemplo, deve ser substituída por alertas visuais e sonoros nativos. A Blizzard promete melhorar a sinalização de áreas perigosas e garantir que a interface mostre o que precisa ser mostrado, sem forçar o jogador a “adivinhar”.
Reação da comunidade: medo, alívio e indignação
As reações estão, como sempre, divididas. Para alguns, é o início de uma nova era, onde jogar bem depende de leitura de cenário e não de automação. Para outros, é uma tentativa desastrada de forçar uma experiência old-school em um jogo que, ironicamente, foi moldado por essas ferramentas.
Vale lembrar que muito do conteúdo atual foi desenhado esperando que os jogadores tenham esses mods. Remover isso de uma vez só seria um desastre. Por isso, o plano é gradual. A cada patch, funcionalidades serão implementadas até que, segundo os desenvolvedores, não haja mais “necessidade real” para os mods.
E se não der certo?
A Blizzard já deixou claro que esse caminho não está totalmente fechado. Ion diz que está abrindo a conversa, ouvindo feedback e que o jogo pertence aos milhões de jogadores que o sustentam há décadas. Mas também deixou claro: a direção é essa. O fim da dependência dos addons está em curso, e o WoW vai mudar.
Se será para melhor ou pior, isso vai depender da execução — e da reação da comunidade. Mas uma coisa é certa: a era dos WeakAuras como bengala universal está com os dias contados.