Artigos por Autor: bruno
Arc Raiders te joga direto no corre do loot pra passar a Expedição. Para chegar à fase quatro, você precisa de humidificadores. Eles aparecem como loot solto ou dentro de containers, mas o caminho mais certeiro é chegar aos armários vermelhos no segundo andar do Red Tower, em Buried City. A chance de spawn varia, então nem sempre aparecem, mas ali costumam cair com mais frequência do que em outros cantos do mapa.
Para chegar lá, desça pela passagem próxima à entrada do metrô e siga as escadas. Do lado oposto, você verá uma fileira de armários com boa chance de abrigar humidificadores. Com a sorte certa, dá pra pegar cinco unidades num único giro, facilitando a Expedição e mantendo a sua equipe pronta para a próxima luta.
Se a área ficar cheia, você pode tentar Residential areas: Village on Blue Gate e Ruby Residence e Pale Apartments em Dam Battlegrounds. Esses locais costumam render itens úteis além dos humidificadores, então vale dar uma conferida mesmo sem pressa.
Itens residenciais também têm valor pra vender, então não ignore o loot que encontra pelo caminho. E você, já pegou humidificadores nesses lugares ou prefere tentar outra área?
Titan Quest 2 chega em acesso antecipado, lembrando os ARPGs de antigamente: menos labirintos de itens sazonais e menos pressão de serviços ao vivo, mais foco no gameplay puro. Ainda em acesso antecipado, ele evita microtransações agressivas e passes de batalha, e há uma promoção de lançamento que pode valer a pena, já que o preço deve subir em breve.
Titan Quest 2 é um hack-and-slash inspirado em Diablo e Path of Exile, ambientado na mitologia grega. O foco é exploração, combate direto e a sensação de aventura clássica, sem exigir números impossíveis de theorycraft. Novas regiões e chefões aparecem desde o início do acesso, mantendo o estilo simples que atrai muitos fãs.
Mesmo com ambições de expandir, o jogo ainda deixa espaço para quem quer jogar sem depender do online o tempo todo; o Titan Quest original também costuma entrar em promoção, oferecendo uma opção acessível para quem quer uma experiência mais relaxada.
Se você curte explorar masmorras sem pressa, Titan Quest 2 pode ser a pedida para o próximo fim de semana. Você toparia embarcar nessa volta ao ARPG de raiz?
Durante o State of Play realizado hoje (11) no Japão, a SEGA apresentou um novo trailer de Sonic Racing: CrossWorlds, revelando os detalhes do Passe de Temporada que trará uma série de personagens convidados e pistas temáticas nos próximos meses. O destaque inicial fica com Bob Esponja Calça Quadrada e Patrick Estrela, que chegam ao jogo na próxima quarta-feira, 19 de novembro, às 22h (horário de Brasília), junto com o Siri Móvel, uma pista da Fenda do Biquíni e novas trilhas sonoras inspiradas na série animada.
Além do crossover com o universo de Bob Esponja, o conteúdo sazonal incluirá outros clássicos da SEGA e personagens queridos de diferentes franquias:
- Dezembro de 2025: chegada de NiGHTS, com o veículo Dream Sleeper;
- Janeiro de 2026: inclusão de AiAi, de Super Monkey Ball, dirigindo o Banana Cruiser;
- Fevereiro de 2026: estreia de Tangle e Whisper, da série de quadrinhos Sonic the Hedgehog da IDW Publishing.
Com o novo Passe de Temporada, Sonic Racing: CrossWorlds expande seu universo e celebra o legado da SEGA — misturando nostalgia, velocidade e o humor inconfundível do fundo do mar.
Jogo bonitinho, ideia promissora, mas acaba parecendo mais um teste de resistência do que uma história que vale o tempo. Em Rue Valley você é Eugene Harrow, um cara que acorda depois de um colapso, preso num motel e num loop de 47 minutos. A premissa casa bem com o tema da saúde mental, só que a mecânica passa longe de sustentar a proposta: pontos de inspiração estão por todo lado e quase nada do que você escolhe muda o rumo real das coisas. Os sliders de personalidade soam legais no começo — introvertido vs extrovertido, impulsivo vs calculista — mas, no fim, as variações ficam em falas pontuais e raramente alteram objetivos ou finais. Tem momentos que funcionam: a sequência inicial, a maluquice de um side que só termina de forma inquietante, e uma virada moral forte em que você precisa decidir algo bruto. Fora isso, repetição e viagens longas entre locais matam o ritmo; dirigir vira cutscene e o loop vira desculpa pra perder minutos que não acrescentam. Se você curte conversa, investigação e RPG sem combate, talvez encontre coisa boa aqui. E aí, vai encarar esses 47 minutos?
O Anno 117: Pax Romana já chegou e, se você monta cidade no PC, a chance de se perder em telas de gestão começa hoje; no PC o desbloqueio global caiu às 15h PST de 12 de novembro de 2025 (ou 20h BRT em São Paulo) e o preload ficou disponível desde 10 de novembro — então confirma a pré-venda se quer entrar no horário exato.
O jogo está listado no Steam como lançamento em 13 de novembro de 2025 e aparece lá para compra e pré-carregamento, lembrando que a versão PC pode exigir Ubisoft Connect na hora de rodar.
O preço anunciado em dólares e libras (US$60 / £50) dá, na conversão de mercado de novembro de 2025, algo perto de R$323 para US$60 e R$351 para £50, valores aproximados segundo taxas médias do período.
O jogo mistura construção de cidade com um fio narrativo sobre ser governador romano — tem diplomacia, combate e um sistema que força escolhas entre romanizar ou respeitar tradições locais — e o download pede mais de 100 GB, então libera espaço.
Se já fez o preload, só resta esperar o desbloqueio; se não, prepara o SSD e a conexão. Vai entrar no servidor histórico hoje à noite ou espera a primeira leva de patches?
Gambit chegou a Marvel Rivals como Strategist, e a mudança muda o jeito do time pensar as lutas. O tiro primário dele cura aliados e machuca inimigos, e o kit traz um ultimate que dá salto turbinado, regeneração e ataques explosivos para a galera; tem dash, ataque com bastão que causa dano e cura ao bater no chão, e uma postura de jogo dividida por cartas. Com as cartas de coração ele vira suporte mais puro: tem uma carta ricochete que pula entre aliados curando e uma habilidade que limpa debuffs próximos. Com as cartas de espadas ele vira ofensivo, jogando cartas que empurram e causam dano, além de um baralho de cartas explosivas que aplicam anti-cura nos alvos. Isso tudo deixa ele com ferramentas de utilidade que funcionam bem contra controle de grupo e trocas rápidas. Parece que NetEase queria algo flexível: um herói que não seja só cura nem só dano, mas que consiga virar teamfights com limpezas de status e buffs situacionais. Se a prática seguir o trailer, Gambit deve entrar no meta de suporte tático quando a Temporada 5 lançar em 14 de novembro de 2025. Vai logar e testar as cartas do Cajun ou prefere esperar pra ver como equilibram o personagem?
A missão Transportes Blindados em Arc Raiders parece simples na descrição, mas na prática dá pra emperrar fácil. Vá até o Checkpoint do Portão Azul, revire as cabines de guarda ao longo da estrada e pegue o Cartão-Chave do Patrulha que está numa pilha de papéis sobre as mesas. Coloque a chave no bolso seguro antes de subir pro mapa — se você morrer com a chave solta, pode demorar muito pra achar outra. Com a chave, siga para os Portões Externos do túnel: os carros blindados são vans pesadas verdes com porta traseira trancada; há pontos recorrentes dentro e perto do túnel (entrada, logo depois do primeiro carro de patrulha, na metade do túnel, perto da rotatória e nas paredes à direita). O túnel e o Checkpoint são áreas hostis — tem chance de encontrar um Bastion bem colado nas vans — então se o veículo certo estiver numa área muito perigosa, extrai e tenta de novo na próxima rodada. Se perder a chave, procure em containers aleatórios pelo Portão Azul, na Vila, em acampamentos de saqueadores, armários ou até outros veículos — é sorte. Evite levar um loadout gratuito que não tenha bolso seguro; pegue um kit barato só pra garantir o espaço da chave, ou deixe o augment de loadout de lado.
Você já teve que reiniciar uma missão por causa de uma chave perdida?
SoftBank anunciou que vendeu toda sua participação de US$5,83 bilhões em ações da Nvidia para financiar novas apostas em empresas de IA. O montante vendido dá algo como R$31,28 bilhões, na cotação atual. A empresa já reportou lucros gigantes — mais de US$16 bilhões em um trimestre — o que virou R$85,84 bilhões, e mesmo assim decidiu realocar capital para investir pesado em provedores de inteligência artificial.
O efeito imediato foi uma leve queda nas ações da SoftBank e também uma pequena pressão nas ações da Nvidia, mas o ponto curioso é que esse dinheiro tende a voltar indiretamente para a Nvidia: qualquer grande provedor de IA que receba esses investimentos provavelmente vai comprar GPUs Blackwell da Nvidia para treinar modelos. Então vender ações da Nvidia para investir em IA pode, no fim, alimentar a própria cadeia de consumo de hardware da empresa. Também rolou notícia de grandes apostas contra a Nvidia por investidores externos, mas nada aqui aponta que a arquitetura da indústria mudou de verdade.
No fim das contas, é menos sobre destruir a Nvidia e mais sobre realocar grana num tabuleiro onde todo mundo se alimenta dos mesmos componentes. A Nvidia ainda aparece enorme nas métricas de mercado — valor de mercado citado acima fica na casa dos US$4,6 trilhões (≈R$24,68 trilhões).
Isso muda a sua decisão na hora de montar ou atualizar placa de vídeo agora?
As fábricas que fazem nossos chips andam usando uma técnica chamada Inverse Lithography Technology (ILT) para corrigir a bagunça que a luz EUV faz quando tenta desenhar circuitos minúsculos. Em vez de ir somando pequenos ajustes nas máscaras, o ILT parte da saída desejada e calcula, pixel a pixel, a máscara que vai imprimir direito no silício — o resultado visual parece psicodélico, mas o que importa é que funciona em camadas problemáticas.
A Nvidia levou pra produção um empurrão de software chamado cuLitho, que joga muita computação nas GPUs para desenhar essas máscaras curvas mais rápido; TSMC já integra isso em fluxos para o nó N2 em camadas selecionadas. Isso não é só conversa: empresas do setor afirmam ganhos grandes em velocidade ao usar essas ferramentas.
Se você curte entender por que os chips que vão entrar no seu PC podem sair de uma máscara que parece arte abstrata, esse é o ponto: curvas nos padrões e muita força bruta de software estão mudando como o silício é feito. Como você acha que isso vai afetar a próxima geração de placas de vídeo?
Testei o tal Steam Controller e a sensação é estranha de começo, mas faz sentido: tem analógicos, dois trackpads e giroscópio com sensor de aperto. Dá pra mapear o giroscópio pelo Steam Input e usar ele como mouse — tiltei o controle em uma partida de Balatro e a mira ficou mais natural que eu esperava. O giroscópio ainda tem uma função de grip sense que ativa a captação só quando você segura o controle e serve também pra recentrar, o que evita aquele desastre se o controle escapar na hora de pousar em um caça em Battlefield 6. Além disso a parada vem com TMR nos analógicos, feedback háptico, quatro botões traseiros, conexão 2.4 GHz via um puck que vem incluso, Bluetooth e mais de 35 horas de bateria. A Valve contou que a função saiu porque um engenheiro veio do nada e pediu pra incluir o recurso, ficou meses desenvolvendo com o time e acabou virando parte do hardware. Não sabemos preço ainda; lançamento marcado pro ano de 2026. Se você joga no sofá e sempre quis algo entre mouse e controle, isso pode ser interessante — eu ainda fico com os trackpads, mas não descartei o giroscópio. E você, vai testar a mira por giroscópio no seu PC?
Missão curta e prática em Arc Raiders: a ‘Falha de Energia’ pede que você ache uma caixa metálica na Subestação Elétrica do sul do Porto Espacial, pegue o fusível e instale no quadro certo. Entra pela parte oeste, segue a fileira norte de geradores e fica de olho numa caixa marcada em amarelo — nela aparece o fusível que você carrega no braço, igual às Caixas de Campo. Não precisa levar nada pro exfil, então dá pra sair com um loadout grátis se quiser. Depois de pegar o fusível, vira pra trás e procura um equipamento com luz laranja no topo, encostado na parede perto da cerca quebrada; tem um slot com holograma azul mostrando onde encaixar. Interage segurando o fusível e pronto: missão concluída, pode exfiltrar ou seguir com a run. O processo é direto, mas quem não conhece o mapa pode perder tempo vasculhando tudo. A dica prática é lembrar que o item ocupa as mãos como uma caixa de suporte — não dá pra atirar carregando. Testa com uma run rápida e decora o ponto de entrada; na próxima vez você faz isso de olhos fechados.