Artigos por Autor: bruno

Honkai Star Rail
Cognosphere

A Cognosphere, empresa conhecida por muita gente como MiHoYo, entrou com um processo contra o responsável pela wiki HomDGCat. A empresa diz que pediu várias vezes para o conteúdo sair do ar, mas levou negativa e decidiu levar a briga para a Justiça.

O ponto principal é o mesmo que sempre aparece nessas tretas: a HomDGCat reúne informações não oficiais, muitas vezes ligadas a conteúdo vazado e dados extraídos do jogo antes do anúncio. Isso inclui coisas que a galera usa para se planejar, como possíveis personagens, habilidades e detalhes futuros de Honkai: Star Rail.

Para quem joga Honkai: Star Rail, o caso pode mudar bastante a “cultura do spoiler”. Se a ação avançar, a wiki pode ser obrigada a tirar páginas do ar e até a entregar dados que ajudem a identificar quem mantém e alimenta esse tipo de conteúdo.

No fim, fica o recado: a empresa quer controlar como e quando novidades de Honkai: Star Rail aparecem para o público, só pelos canais oficiais.

Romeo Is a Dead Man
Grasshopper Manufacture

A Grasshopper Manufacture resolveu assumir o controle total no PC. Romeo Is a Dead Man foi anunciado como o primeiro jogo novo do estúdio a chegar no Steam com publicação própria, sem depender de uma publisher para colocar o lançamento na loja.

Isso é grande para quem curte o estilo maluco da Grasshopper. Quando o próprio estúdio publica, ele ganha mais liberdade para escolher quando e como lançar, fazer promoções, atualizar a página do jogo e conversar direto com a comunidade. Para o jogador, isso costuma significar uma presença mais “viva” no Steam, com mais clareza de planos e suporte.

Por enquanto, Romeo Is a Dead Man ainda não veio com todos os detalhes que a galera sempre quer, como data cravada e requisitos finais. Mesmo assim, o anúncio já deixou claro o foco: colocar a identidade do estúdio na frente e transformar Romeo Is a Dead Man em um lançamento de PC com cara de Grasshopper do começo ao fim.

Mervin Lee Kwai
AION

A NC America anunciou no dia 9 que Mervin Lee Kwai entrou na empresa como Vice-Presidente de Operações na América do Norte. Ele era líder regional de franquias na Amazon Games e agora vai ajudar a comandar o lançamento global de AION 2, além de cuidar do catálogo atual de jogos live service.

Na prática, a missão dele envolve manter AION, Blade & Soul e Lineage II rodando bem, enquanto a empresa se prepara para um ano cheio de lançamentos. A lista citada inclui AION 2, Cinder City, Limit Zero Breakers e Time Takers. A NC America também aposta no histórico do executivo com MMORPGs e em experiência com publicação e operação de jogos em larga escala.

Na Amazon Games, Lee Kwai teve participação forte em Lost Ark e em Throne and Liberty, com trabalho ligado a suporte global, estratégia de publicação e lançamentos multiplataforma. Antes disso, ele passou por Trion Worlds, onde foi Produtor Executivo de ArcheAge e Trove, e por Sony Online Entertainment em projetos de localização e produção. Ele diz que o foco agora é colocar AION 2 no mundo todo.

David Wise
David Wise

David Wise, um dos compositores mais marcantes da história dos videogames, está confirmado na gamescom latam 2026. Ele participa do evento na sexta (1) e no sábado (2), com sessão de meet & greet e apresentações musicais nos dois dias.

Wise começou a carreira em 1985 e virou referência por misturar sons que lembram a natureza com instrumentos bem melódicos e percussivos, criando climas que muita gente reconhece na hora. Para muitos jogadores, o auge dessa assinatura está nas trilhas de Donkey Kong Country, que ajudaram a definir o peso do SNES na era 16-bit. Donkey Kong Country ainda é lembrado até hoje por músicas que grudam na cabeça e mudam totalmente a sensação de explorar cada fase.

Os shows rolam no palco principal, o gamescom latam journey stage, e devem ser o momento nostalgia do evento. Na sexta (1), ele também entra em um painel para falar da própria carreira, inspirações e obras. Mais detalhes do painel saem em breve, e os ingressos já estão à venda no site oficial do evento.

Logitech Mice
Logitech

A Logitech ainda faz uma parte bem “raiz” do design de mouse: os primeiros protótipos físicos podem nascer na mão, esculpidos em um material chamado de “madeira química”. Não é madeira de verdade. É um bloco sintético que lembra madeira no corte e no lixamento, bom para criar formas rápidas.

A ideia é simples: antes de fechar o visual no computador e antes de pensar em molde de produção, a equipe precisa sentir o formato de verdade. Pegada, altura, curva do dorso, largura, encaixe do polegar e até onde os botões caem no dedo mudam tudo, principalmente em mouses da linha Logitech G.

Esses modelos feitos na mão ajudam a testar e ajustar detalhes em minutos, sem depender de um protótipo caro e demorado. Depois disso, o projeto segue para versões mais refinadas, com medidas finais, cliques, peso e acabamento.

No fim, é uma forma de garantir que o mouse não seja só bonito na tela: ele precisa “encaixar” na mão antes de virar um produto gamer de verdade.

M2 Slots ROG
PCIe

Uma placa-mãe com sete slots M.2 chama muita atenção, principalmente pra quem quer encher o PC de SSD NVMe e instalar vários jogos sem ficar apagando nada. O problema é que nem tudo isso funciona “de graça”.

Quando você ocupa muitos slots M.2 ao mesmo tempo, a placa precisa dividir as linhas PCIe entre GPU, SSDs e chipset. Na prática, isso pode fazer a placa de vídeo sair de PCIe x16 e cair para PCIe x8, ou limitar alguns M.2 a menos velocidade. Em certos modelos, até portas SATA podem ser desativadas quando você usa um slot específico.

Na maioria dos jogos, a diferença de x16 para x8 costuma ser pequena, mas pode aparecer em placas de vídeo topo de linha, principalmente em resoluções mais baixas e com FPS bem alto. Também tem o lado do calor: vários SSDs NVMe juntos esquentam e podem perder desempenho se não tiver bom airflow e dissipador.

A dica é simples: confira o manual, escolha os M.2 mais rápidos para o sistema e jogos principais e evite lotar tudo sem planejamento.

World of Warships libera a Fera Nian, modo 7v7 novo e até navios de graça no Ano Novo Lunar
Wargaming

A Wargaming abriu as comemorações do Ano Novo Lunar em World of Warships com a atualização que traz o evento Paradoxo de Nian. Aqui, você escolhe uma coalizão, Defensores da Ordem ou Adeptos do Caos, completa missões e junta Tokens Lunares para avançar em trilhas de progressão cheias de recompensas temáticas.

Dependendo de como você distribui os Tokens Lunares, dá para pegar até 5 navios gratuitamente e contêineres do evento. Alguns contêineres podem vir com o Tesouro de Nian, que inclui chances de desbloquear os novos navios Yimeng, Messina e Independencia.

World of Warships também ganhou o modo Frente Inquebrável, um 7v7 com ressurgimento melhorado, bases de equipe que podem dar vitória instantânea e um consumível especial escolhido no Porto antes da partida. Em fevereiro, chegam os raros Pioneer e Châteaurenault.

Encouraçados europeus como Laudon, Enigheten, Gustav Den Store e Thor seguem em Acesso Antecipado, e o evento Tudo pela Vitória mantém o submarino Surcouf disponível, junto de M. Colonna, Zarya S e Narai.

Aether & Iron promete um RPG de escolhas pesadas e tiroteio de carros — e já tem data no PC
Aether & Iron

A Seismic Squirrel confirmou que Aether & Iron chega ao PC via Steam no dia 31 de março de 2026, com suporte também ao Steam Deck.

O jogo é um RPG narrativo em uma Nova York alternativa dos anos 1930, onde a descoberta do éter criou tecnologia antigravitacional e transformou a cidade em um lugar “vertical”. Você acompanha Gia, uma contrabandista que precisa sobreviver entre sindicatos do crime, conspirações políticas e alianças bem frágeis. Em Aether & Iron, cada decisão muda relações, abre ou fecha caminhos e pode afetar até o destino da cidade.

A jogabilidade mistura escolhas e interpretação com combate veicular em turnos. Dá para montar uma frota de carros turbinados por éter, melhorar seus truques de contrabandista e recrutar companheiros com talentos e histórias próprias. As habilidades principais são Astúcia, Inteligência e Valentia, e até a melhor escolha pode dar errado por causa de uma rolagem de dados.

O jogo terá vozes em inglês e textos localizados, incluindo português brasileiro. Uma demo já está disponível no Steam.

Cena de MY HERO ACADEMIA: All’s Justice
Bandai Namco

A Bandai Namco lançou MY HERO ACADEMIA: All’s Justice, um jogo de luta em arena 3D focado em superpoderes e pancadaria rápida no universo de My Hero Academia. A grande promessa aqui é colocar Heróis e Vilões em confrontos bem explosivos, com clima de “agora é tudo ou nada”.

O ponto mais chamativo é o Modo História, que leva direto para o clímax do arco da Guerra Final. A ideia é mostrar o “ONE LAST SMASH” com lutas importantes, missões exclusivas e até histórias inéditas para dar mais contexto aos momentos decisivos do anime.

Além da campanha, MY HERO ACADEMIA: All’s Justice também tem batalhas PvP, com personagens chegando às suas formas finais e mais poderosas. O jogo já está disponível no PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Steam), com edições Standard, Deluxe e Ultimate.

Cena de Baldur's Gate 3
Baldur's Gate 3

Um jogador estimou mais de 200 horas para “zerar” Baldur’s Gate 3. Pode parecer muito, mas o jogo tem conteúdo de sobra.

Baldur’s Gate 3 tem história ramificada, quests opcionais e companheiros com histórias próprias. As escolhas mudam encontros e finais. O combate e as builds dão espaço para experimentar. Tudo isso aumenta o tempo de jogo.

  • História com ramificações e finais variados.
  • Missões secundárias longas e segredos espalhados.
  • Sistemas de combate e builds que incentivam testes.
  • Rejogabilidade por escolhas e companheiros.

O modo cooperativo e a customização também prolongam a jornada. Jogadores novos gastam horas aprendendo mecânicas. Quem prefere só a história principal pode terminar bem antes, mas exploradores e completistas chegam fácil às 200 horas.

No fim, a estimativa mostra o tamanho do jogo e o quanto ele recompensa quem quer se aprofundar. Se você gosta de RPGs densos, Baldur’s Gate 3 oferece muitas horas de conteúdo. Vale a pena para quem curte histórias longas e liberdade de escolha.

Fight-Quest
Fight-Quest

O demo de Fight-Quest coloca o jogador direto em uma briga na selva. O foco é combate corpo a corpo em áreas cheias de vegetação. Árvores e cipós mudam a movimentação e criam pontos de emboscada. A sensação é de luta suja e visceral.

A jogabilidade no demo mostra ataques básicos, esquivas e combos simples. Há acertos que soam firmes, mas a vegetação às vezes atrapalha a visão. Os ambientes variam entre clareiras abertas e corredores densos, forçando decisões rápidas e táticas de aproximação.

Gráficos e som ajudam a construir a atmosfera. Efeitos de ambiente e ruídos da selva deixam as lutas mais tensas. O demo não revela tudo, mas deixa claro o tom do jogo e o estilo de combate que ele quer oferecer.

Se você quer testar combate tenso e ver como o cenário influencia as lutas, experimente o demo de Fight-Quest. Ele é útil para avaliar controles, ritmo e a direção do projeto antes do lançamento.