Artigos por Autor: bruno
O Windows 11 começou a receber recursos “agentes” de IA. A novidade principal é o Copilot Actions, que permite que a IA execute tarefas no seu PC com autorização do usuário.
Funciona assim: a Microsoft criou um agent workspace, um espaço separado dentro do sistema. Nele, você concede acesso limitado a apps e arquivos para a IA concluir tarefas em segundo plano, enquanto você segue usando o PC. Essa área isolada cria limites claros entre o que a IA faz e o que é da sua conta, com permissões controladas e isolamento de execução.
O Copilot Actions está chegando gradualmente para Insiders por uma atualização do app Copilot na Microsoft Store. Exemplos de uso incluem organizar fotos de viagem, arrumar a pasta Downloads, converter arquivos e extrair informações de PDFs.
Privacidade e segurança seguem em pauta. A Microsoft afirma que vai oferecer controles claros, orientação e limitações para o acesso da IA, pedindo permissão explícita do que ela pode ver. Ainda restam dúvidas sobre como dados autorizados serão usados e se podem treinar modelos, mas a empresa diz que vai alinhar tudo aos seus padrões de IA responsável.
Curioso para testar? Você deixaria a IA do Windows organizar suas capturas e pastas de jogos?
A Maggie Robertson, atriz da Lady Dimitrescu em Resident Evil Village, vai apresentar a 43ª edição do Golden Joystick Awards.
A cerimônia acontece na quinta-feira, 20 de novembro, às 13h (horário de Brasília), com anúncio de 26 vencedores. A transmissão será ao vivo nas principais plataformas de vídeo e nas redes sociais.
O evento bateu recorde de participação: mais de 21 milhões de votos.
Entre as presenças, times de desenvolvimento de a Ghost Ship Games, a Coffee Stain Studios e a IO Interactive também devem aparecer.
Nos indicados, Clair Obscur: Expedition 33 lidera com sete nomeações. Death Stranding 2, Ghost of Yotei e Kingdom Come: Deliverance 2 vêm logo atrás, com cinco cada. Hollow Knight: Silksong e Peak também aparecem na lista. Pronto para fazer seu palpite de Jogo do Ano (GOTY)?
Rebecca Heineman, desenvolvedora e ícone da indústria, morreu aos 62 anos após um diagnóstico recente de câncer no pulmão. A família mantém uma campanha de arrecadação online para ajudar nos arranjos finais, e colegas têm publicado homenagens nas redes sociais.
Em 1980, ela venceu um torneio nacional de Space Invaders e se tornou a primeira campeã oficialmente reconhecida de videogame nos EUA. Creditada em 67 jogos, Heineman cofundou a Interplay em 1983, ao lado de Brian Fargo, Jay Patel e Troy Worrell. Na empresa, criou e programou diversos títulos, com destaque para o design de The Bard’s Tale 3: Thief of Fate.
Nos anos 90 e 2000, seu foco foi programação e conversões: entregou versões para Mac de Wolfenstein 3D, Baldur’s Gate e Icewind Dale. A história do port de Doom para 3DO, feito em poucas semanas, virou lenda entre fãs e desenvolvedores.
Heineman se assumiu mulher trans nos anos 2000 e foi casada com a também lenda Jennell Jaquays, falecida em 2024. Em 2025, recebeu o prêmio Gayming Icon, da Gayming, por sua defesa de inclusão, acessibilidade e diversidade. Recentemente, trabalhou no port de Wizordum para Mac em parceria com a Apogee.
Fica um legado de pioneirismo, técnica apurada e generosidade com a comunidade. Qual jogo ou história da carreira de Heineman mais marcou você?
Nas redes sociais, surgiu a informação de que a AMD planeja uma nova alta de preços em suas GPUs por causa da falta de memória no mercado. Uma primeira alta interna teria ocorrido em outubro e quase não afetou o varejo, mas a próxima deve ser maior e chegará ao bolso dos jogadores.
De acordo com comunicados internos, o custo da memória gráfica (VRAM) subiu bastante. A “segunda onda” deve incluir aumentos tanto nos chips gráficos quanto na VRAM. Não há data cravada nem modelos citados, mas a expectativa é de impacto em todo o portfólio, incluindo a linha Radeon RX 9070.
O problema vem da forte demanda por hardware de IA, que já encareceu kits de RAM para PC. A memória de datacenter é diferente da usada em placas de vídeo, mas, com a demanda desequilibrada, fabricantes podem priorizar o que dá mais retorno. A Samsung, a Micron e a SK Hynix evitam ampliar demais a produção para não ficarem com estoques grandes caso a bolha de IA esfrie.
Embora o relatório foque na AMD, a tendência é o mercado todo sentir, então a Nvidia também pode subir preços. Com isso, grandes ofertas de Black Friday ficam menos prováveis. Achou um bom preço em placa de vídeo, PC gamer ou notebook gamer? Pode valer comprar agora. Você vai antecipar a compra ou esperar?
Antes da próxima expansão, a Blizzard relançou o Brutossauro Dourado do Comerciante em World of Warcraft. A montaria na loja custa cerca R$ 252 e volta no clima do 21º aniversário do jogo, enquanto jogadores se preparam para mudanças de balanceamento e para o fim dos mods de combate.
O interesse é alto porque o dinossauro traz casa de leilões e caixa de correio na própria montaria, algo raríssimo. A outra opção com esse nível de conveniência custa 5 milhões de ouro no jogo, então é um atalho tentador para quem vive viajando pelo mundo de WoW.
Muitos jogadores estão criticando a oferta. Circulam relatos que as Fichas de WoW (a forma oficial de se comprar ouro do jogo com dinheiro real) estão esgotadas no Reino Unido e de preços subindo em várias regiões, já que muitos estão convertendo ouro em saldo para comprar a montaria. Ou seja, o preço do Token deve continuar inflando até a montaria sair da loja em 5 de janeiro.
Você vai juntar ouro para o Brutossauro agora, ou prefere guardar recursos para a próxima expansão?
O The Game Awards 2025 revelou seus indicados, e a Clair Obscur: Expedition 33, da a Sandfall Interactive, lidera com 10 indicações, incluindo Jogo do Ano. O show acontece em 11 de dezembro.
Os candidatos à Jogo do Ano são:
- Clair Obscur: Expedition 33
- Death Stranding 2: On The Beach
- Donkey Kong Bananza
- Hades 2
- Hollow Knight: Silksong
- Kingdom Come: Deliverance 2.
Em Melhor Direção de Jogo, aparecem Clair Obscur, Death Stranding 2, Ghost of Yōtei, Hades 2 e Split Fiction. Inovação em Acessibilidade tem Assassin’s Creed Shadows, Atomfall, Doom: The Dark Ages, EA Sports FC 26 e South of Midnight.
Melhor Performance chama atenção com três atores de Clair Obscur, além de Erika Ishii, Konatsu Kato e Troy Baker. Entre os independentes, Blue Prince, Despelote e Dispatch dividem espaço com Hades 2, Hollow Knight: Silksong e Clair Obscur.
Nos destaques de gênero: Doom: The Dark Ages e Ninja Gaiden 4 em Ação; Hollow Knight: Silksong e Indiana Jones and the Great Circle em Ação/Aventura; e Monster Hunter Wilds e The Outer Worlds 2 em RPG. Esports traz Counter-Strike 2, DOTA 2, League of Legends e Valorant. Entre os Mais Aguardados estão Grand Theft Auto 6, The Witcher 4 e Resident Evil Requiem.
Vote no site oficial! Já decidiu seu voto para Jogo do Ano?
Jujutsu Shenanigans é um jogo de luta no Roblox inspirado em Jujutsu Kaisen. Os códigos oferecem dinheiro do jogo para comprar animações de combate e itens como refrigerantes, que dão um aumento temporário de poder.
Códigos ativos:
- WHYEMOTEDISSAPEAR – 500 de dinheiro do jogo
Códigos expirados:
- Não há códigos expirados no momento.
Como resgatar códigos no Jujutsu Shenanigans:
- Abra o jogo no Roblox e toque no ícone da loja no canto superior esquerdo.
- No pop-up, vá até a aba Recompensas.
- Cole o código ativo no campo indicado.
- Selecione Resgatar para receber o prêmio.
Dica rápida: se o resgate falhar, confira se não copiou espaços extras. O jogo usa a mesma mensagem para códigos inválidos e expirados, então revise o texto com atenção.
Quer testar novas animações e garantir um impulso nas lutas? Já resgatou o código de hoje?
Hytale está de volta. Cinco meses após cancelar o projeto e fechar o estúdio, a Riot Games vendeu Hytale de volta ao cofundador Simon Collins-Laflamme. O desenvolvimento foi retomado, com mais de 30 desenvolvedores que trabalharam no jogo retornando à equipe, e mais contratações planejadas.
Em atualização no site oficial, Collins-Laflamme afirmou que a equipe agora é totalmente independente e vai financiar Hytale pelos próximos 10 anos. A Riot Games confirmou nas redes sociais que a venda dá à comunidade a melhor chance de jogar uma versão revisada do game. O time quer voltar à visão original do projeto.
Revelado em 2018, Hytale enfrentou adiamentos após a compra da Hypixel Studios pela Riot Games. O antigo CEO Noxy agradeceu o retorno do projeto, mas não fará parte do novo time. Ideias de outros criadores assumirem o jogo chegaram a circular, mas não avançaram.
Collins-Laflamme já havia declarado que colocaria cerca de R$ 140 milhões do próprio bolso para concluir o jogo. Ele avisa que o estado atual ainda é bagunçado e com falhas, e que há muito trabalho pela frente. O plano é lançar o quanto antes, possivelmente em acesso antecipado, e evoluir junto com os jogadores. Você pretende testar quando a primeira versão sair?
Alguns jogos de PC dos anos 80 e 90 simplesmente se recusam a morrer — e não é só por nostalgia. Em 2025 eles continuam recebendo patch, evento sazonal, DLC e até novo conteúdo de história. Abaixo, vamos passar por 10 velhíssimos jogos que seguem vivos no PC. Vamos conhecer?
Klondike (1984) – Paciência com 40 anos de patch

O “jogo de paciência do computador” existe desde bem antes do Windows 95. Um dos clones mais famosos é o Klondike do desenvolvedor Michael Casteel, lançado em 1984 pro Macintosh original. Ele vem sendo reescrito e refinado desde então: ganhou cor em 1988, animações em 1989, novos modos em 1998, cartas em alta resolução em 2004, recursos de replay e continuidade de partida em anos seguintes, além de suporte ao Apple Silicon em 2020.
A última atualização desse Klondike específico é de janeiro de 2024, o que significa 40 anos de suporte praticamente contínuo. Você encontra versões modernas no ecossistema Apple (Mac, iPhone, iPad), enquanto no PC o espírito vive em incontáveis clones de Paciência/“Solitaire” para Windows e navegadores. Ver o site oficial do jogo.
NetHack (1987) – O roguelike que nunca acaba

Antes de haver “roguelike” como gênero de Steam, já existia NetHack, surgido em 1987 como um descendente direto de Hack e Rogue. É aquele RPG de masmorra em ASCII em que você desce andares aleatórios atrás do Amuleto de Yendor, morre de forma ridícula e recomeça tudo do zero.
Mesmo sendo de console de texto, NetHack continua em desenvolvimento: a versão estável 3.6.7 saiu em fevereiro de 2023, enquanto o ramo 3.7.0 segue em desenvolvimento. O time que mantém o jogo não trabalha com roadmap público — a filosofia é “sai quando ficar pronto” —, mas o site oficial e o Git são atualizados com correções e ajustes.
Em 2025, a melhor forma de jogar é em servidores online como nethack.alt.org, com leaderboard, modo espectador e até “ossos” de outros jogadores mortos aparecendo no seu jogo.
GemStone IV (1988) – Um MUD com equipe de MMO moderno

GemStone IV é um MUD (Multi-User Dungeon) de fantasia que existe, na prática, desde 1988. Ele passou por várias encarnações, migrou de serviços como GEnie/AOL para a web em 1997 e hoje roda em servidores próprios, com interface via telnet ou cliente dedicado.
Em 2025 o jogo celebra 35 anos, com “alguns milhares de jogadores ativos” e uma equipe de cerca de 40 GMs e desenvolvedores contratados cuidando de produção, eventos e suporte. A agenda anual inclui festivais como Duskruin, Rumor Woods, Ebon Gate e outros, com calendário oficial publicado logo no começo do ano.
GemStone IV funciona em modelo de assinatura (US$ 15/mês, com camadas premium) e também oferece contas free-to-play. Apesar da idade, o loop de “RP + textão + builds minuciosas de personagem” é totalmente atual — e a equipe fala abertamente que quer manter o jogo vivo “por mais 35 anos”.
Kingdom of Drakkar (1989) – Proto-MMO mantido pelo criador

Começando como MUD nos anos 80, Kingdom of Drakkar evoluiu até virar um RPG gráfico 2D com mundo gigantesco (cerca de 250 mil “hexes” jogáveis) e áreas que ainda hoje são expandidas com novas quests e itens.
Lançado sob esse nome em 1989, Drakkar passou por várias mãos até o criador Brad Lineberger readquirir o jogo no começo dos anos 2000 e continuar tocando o projeto pessoalmente. A página oficial segue ativa, oferecendo cliente gratuito para download, e um patch significativo foi registrado em março de 2024.
Hoje ele parece um parente alternativo de Ultima Online: visão top-down, grind pesado e um ar de “MMO da idade da pedra” que você só encontra em jogos dessa era.
Genesis (1989) – MUD sueco que faz Halloween em 2025

Genesis é outro MUD de fantasia, criado em 1989 em uma universidade na Suécia, muito antes de a internet ser cotidiana. O mundo começou como um único continente e foi crescendo até virar um arquipélago enorme, com ilhas inspiradas em cenários famosos como Terra-Média e Forgotten Realms.
O jogo tem mais de 60 guildas, com guerras entre facções acontecendo ao longo dos anos. Em outubro de 2025, os devs ajustaram as mecânicas de resistência a magia e aproveitaram para rodar um evento de Halloween dentro do MUD, sinal claro de que o jogo ainda recebe tuning ativo.
Genesis roda direto no navegador — você clica em “Play now”, cria personagem e entra, sem baixar nada. Ainda aparecem novatos no tutorial, o que é impressionante para um MUD de 36 anos.
UnReal World (1992) – Survival finlandês antes de ser moda
Décadas antes de Valheim ou das waves de survival no Steam, UnReal World já fazia você congelar, caçar, pescar e construir cabana na Finlândia da Idade do Ferro. Lançado em 1992, ele é um híbrido de roguelike com simulação de sobrevivência: mapa procedural, mundo aberto, crafting profundo e gameplay completamente sandbox.
O jogo foi reescrito, trocou de linguagem, saiu do DOS, virou gráfico, chegou ao Steam em 2016 e continua sendo atualizado até hoje. Em abril de 2025 saiu a versão 3.86, com mais ajustes de sistemas, seguida por correções posteriores, e o site oficial lista um patch 3.86.1 em junho de 2025.
Novidades dos últimos anos incluem coisas hiper específicas: confeccionar objetos de casca de bétula, saunas mais realistas, sistema de têxteis, neve com crosta, temperatura da água afetando o apodrecimento do peixe, novos comandos de companheiro e por aí vai. É um exemplo raro de projeto solo que virou quase um “serviço” de longuíssima duração.
Meridian 59 (1996) – Primeiro MMO 3D, ainda com patch anual

Lançado oficialmente em 7 de outubro de 1996, Meridian 59 costuma ser citado como um dos primeiros, se não o primeiro, MMO 3D comercial, chegando antes mesmo de Ultima Online.
O jogo foi comprado pela 3DO, desligado, reaberto, virou freeware, foi tornado open source e hoje roda com clientes oficiais, inclusive no Steam. Apesar da base pequena (na casa das dezenas no Steam), voluntários continuam contribuindo pro código, e um patch significativo foi lançado em 2 de setembro de 2025.
Meridian 59 é inteiramente free-to-play, sem microtransação, e funciona quase como museu vivo da transição dos MUDs textuais para mundos 3D.
Furcadia (1996) – MMO Social de furros e mundos customizados

Muito antes de Roblox e de metaversos, Furcadia já deixava jogadores criarem os próprios mundos (“Dreams”), scripts e arte dentro de um MMO social focado em avatares antropomórficos. A versão atual existe desde 1996, com uma remodelagem importante em 2016 sob o subtítulo The Second Dreaming.
Em outubro de 2025 o jogo recebeu mais updates, e o site segue publicando notícias e conteúdo da comunidade, incluindo tutoriais de “dreamweaving” (basicamente level design e scripting dentro do jogo). A entrada é via navegador, com conta gratuita, e o foco é chat, RP, eventos temáticos e customização pesada de personagem.
Ultima Online (1997) – A Britannia que não fecha nunca

Marco absoluto dos MMOs, Ultima Online foi lançado em 1997 e ainda é oficialmente mantido pela equipe da Broadsword/EA. Em 2025 ele bate 28 anos de operação contínua.
O jogo recebeu o Publish 120 em junho de 2025 e um update em 27 de outubro de 2025, com novos conteúdos de fim de ano, incluindo um confronto contra a “Dragon Matriarch” com direito a montaria dracônica inédita como recompensa.
Além de manter servidores oficiais (com modelo híbrido free-to-play + assinatura), UO impulsiona uma cena forte de “shards” não-oficiais, alguns com milhares de jogadores simultâneos, o que ajuda a manter o ecossistema vivo mesmo fora da infraestrutura original.
Utopia (1998) – Estrategia em texto por “Eras” de 10 semanas

Lançado como jogo de navegador em 1998, Utopia é um MMORTS puramente textual: você administra uma província dentro de um reino, coordena ataques a outros reinos, disputa território e honra militar ao longo de “Eras” que duram 10–12 semanas da vida real.
O jogo mudou de dono várias vezes e foi comprado em 2017 pela MUGA Gaming, tocada por veteranos da comunidade. Em novembro de 2025 começou a Age 113, “Age of Merry Mayhems”, com tema festivo, repleto de ajustes de balanceamento e mudanças na economia do jogo.
Utopia continua totalmente free-to-play no navegador, com app oficial para Android e wiki ativa mantida pelos jogadores.
Bônus: Age of Empires II (1999) – RTS de 1999 com DLC em 2025

Fechando a lista com um “mais mainstream”, Age of Empires II (1999) é provavelmente o RTS mais longevo ainda em desenvolvimento ativo. A virada foi a Definitive Edition, lançada em 2019, que modernizou o jogo e o transformou num serviço vivo com expansões frequentes.
Em 14 de outubro de 2025, o game recebeu mais um DLC, Chronicles: Alexander the Great, adicionando um grande novo modo campanha e três civilizações (Macedônios, Trácios e Puru). No total, já são 13 expansões ao longo da vida do jogo, oito delas só nos últimos seis anos.
Além disso, a franquia está se expandindo de novo em 2025: Age II: DE chega ao PS5 com paridade de conteúdo e cross-play, enquanto outros títulos da série recebem novos DLCs, mantendo todo o ecossistema em alta e alimentando ainda mais a cena competitiva no PC.
Se você curte história dos videogames, todos eles valem pelo menos uma visita — nem que seja só pra sentir o choque de fazer login num jogo que já era veterano antes de você nascer. Ou tem algum veterano aí que já jogou um desses clássicos?
Créditos à PC Gamer
O clássico 3D Maze do Windows 95 agora pode ser jogado de verdade. O desenvolvedor x86matthew transformou o protetor de tela em um mini jogo controlável, perfeito para quem sente falta dessa relíquia.
O projeto nasceu de engenharia reversa do executável original do 3D Maze, lançado com o Windows 95 da Microsoft. Em vez da câmera andar sozinha, esta versão injeta uma DLL para aceitar comandos do teclado. Não é uma recriação de navegador: é o comportamento do original com controle do jogador.
Estão lá os corredores de tijolos, os sprites de rato que aparecem de vez em quando e o poliedro preto no fim de alguns corredores. Encostar nele vira tudo de cabeça para baixo, do jeito que muita gente lembra.
O autor mostrou o resultado nas redes sociais e mantém o projeto no GitHub, onde você pode baixar o jogo. Para quem curte nostalgia de PC, é uma boa chance de revisitar um pedaço da história dos computadores de forma jogável. Vai encarar o labirinto?
O criador da série Nier, Yoko Taro, contou em um painel na G-Con 2025 que tem trabalhado em muitos jogos nos últimos tempos, mas vários acabaram cancelados antes de serem revelados. Ele comentou que, apesar da impressão de que não está produzindo, os projetos simplesmente não chegam ao público. Segundo ele, pessoalmente não é um problema, pois foi remunerado, mas entende a percepção dos fãs.
O cenário não é isolado. Em 2025, a indústria segue com cancelamentos de jogos, fechamento de estúdios e demissões. A Microsoft teria encerrado projetos em andamento, incluindo um MMO da ZeniMax e um reboot de Perfect Dark. Já a Square Enix, parceira de Yoko em mais de uma dezena de projetos desde Drakengard, anunciou em 2024 que reduziria a quantidade de lançamentos para priorizar qualidade.
Mesmo assim, Yoko Taro não ficou parado depois de Nier: Automata, de 2017. Ele foi diretor criativo da trilogia Voice of Cards, participou de jogos mobile publicados pela Square Enix, escreveu livros, trabalhou em duas séries de TV e assinou peças teatrais ligadas a Nier.
Sobre os cancelamentos, ele disse que prefere não lançar algo do que lançar um jogo que não o deixaria satisfeito, então não guarda sentimentos negativos sobre isso.
E você, prefere ver Yoko Taro voltar a Nier ou anunciar uma nova franquia?