Artigos por Autor: Leo "Blade"

Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!

Diablo 4

A caça ao level da vaca secreta de Diablo 4 ganhou mais uma pista no fim de semana, reacendendo a comunidade que vasculha o game desde o lançamento. Ainda não apareceu a tão sonhada sala das vacas, mas a expansão Lord of Hatred adicionou objetivos obscuros que deixaram a galera no modo detetive.

Para avançar, os jogadores precisam explorar as novas ilhas de Skovos em busca de itens únicos e seguir uma sequência nada óbvia, como localizar um tomo criptografado em uma sala sem marcação. Quando a etapa é concluída, cai um item novo que, até agora, não tem uso confirmado — mas já está sendo dissecado pela comunidade que toca a investigação no modo turbo.

O guia completo exige rodar o mapa inteiro atrás de drops específicos. Em uma das partes, é preciso perseguir um corvo que some e reaparece até largar um crânio; depois, esse crânio deve ser queimado em um braseiro. O jogo não dá feedback claro, então a sensação é de completar tudo no puro feeling e na fé da comunidade.

As novas tarefas são mais elaboradas do que os enigmas vistos no lançamento. Tem caça a inimigos amaldiçoados para montar um set de armadura, mecânica de pesca que leva a um caixão escondido e até um sistema de crafting que mistura relíquias antigas com itens recém-descobertos.

No estágio atual, a cadeia conhecida leva a uma ilha bovina com estátuas humanoides de vaca, mensagens estranhas e uma masmorra de porão isolada. Ainda não existe consenso sobre o próximo passo, mas há sinais de que a busca continua: um popup com portais, um balde de leite interativo, um peixe mítico com referência nostálgica e até uma transmog de capacete do Rei Vaca que ninguém desbloqueou ainda.

Mesmo com datamining pesado, a comunidade ainda não cravou que o mistério acabou. A sensação geral é de que Diablo 4 ainda pode esconder mais uma etapa — ou até a tão esperada revelação do lendário level secreto.

Diablo 4

Diablo 4 chegou ao mercado como um ARPG estranho: metade hack and slash, metade MMO, com um mundo aberto enorme, mas com aquela sensação de vazio. O endgame também demorou para engrenar.

Desde então, a Blizzard foi mexendo em tudo o tempo todo. Entraram chefes de endgame, atividades como The Pit e mudanças grandes em Whispers, Helltides e Nightmare Dungeons. Também teve rework em gear, poder, aspectos e afixos praticamente sem parar.

O que mais me pegou em Lord of Hatred foi perceber que, pela primeira vez, Diablo 4 parece ter encaixado todas as peças. O novo sistema de habilidades abre muito mais margem para montar build: cada skill ganha passivas que podem mudar seu comportamento por completo, inclusive o tipo de dano. Na prática, o jogo deixa de depender tanto de dropar a peça certa e passa a valorizar mais o planejamento na árvore de habilidades.

Para um Necromante, isso é ouro. Dá para transformar Blight em skill de Gelo ou Sangue, converter Blood Surge e Corpse Explosion em Bone, ou até fazer Bone Spirit virar Shadow. Some isso ao sistema de Tempering, que adiciona afixos e reforça o min-maxing, e o sistema de build fica muito mais gostoso de mexer.

Lord of Hatred ainda traz:

  • as novas classes Warlock e Paladin;
  • o Horadric Cube, que abre mais possibilidades de crafting e transmutação;
  • um arco narrativo que fecha a história atual de Sanctuary.

Depois de anos de ajustes e retrabalhos, Diablo 4 finalmente parece estar no ponto. Se você largou o game porque ele nunca “clicou”, talvez valha dar uma última chance.

X-Men: Children of the Atom

Nos anos 90, a parceria entre Marvel e Capcom já estava rendendo jogo pesado, mas o processo para aprovar cada personagem era cheio de regra e frescura. Segundo um ex-líder de localização da Capcom, a Marvel exigia detalhes bem específicos sobre o jeito de cada herói e vilão se mexer e agir em tela.

Antes mesmo de fechar o elenco de X-Men: Children of the Atom, a discussão já era sobre quem podia ou não entrar no roster. E a treta ficou ainda mais esquisita quando a Capcom levou as animações do Juggernaut para aprovação.

O problema era simples: a Marvel não queria que o Juggernaut pulasse. A ideia deles era que ele fosse pesado demais para isso. A Capcom tentou vender o papo de que, num jogo de luta, o personagem precisava atravessar buracos e acompanhar o ritmo das lutas aéreas, mas a resposta inicial foi um não seco.

No fim, a Capcom passou no teste e o Juggernaut ganhou mobilidade em X-Men: Children of the Atom e também em Marvel Super Heroes. Isso fazia total sentido, já que esses games apostavam em arenas verticais, combões no ar e muito espaço para jogadas aéreas.

Depois que os primeiros jogos fizeram barulho, a Marvel relaxou de vez e passou a deixar a Capcom mais livre criativamente. Hoje, quem quiser revisitar essa era pode encarar a Marvel vs. Capcom Fighting Collection: Arcade Classics no PC e matar a saudade da pancadaria clássica da franquia.

Skyrim

The Elder Scrolls 5: Skyrim continua dando trabalho para a etiqueta Unsupported no Steam Deck. Mesmo com o selo de “não suportado” da Valve, o RPG segue aparecendo entre os jogos mais jogados no portátil mês após mês.

Na prática, a classificação diz que parte ou tudo do game pode não funcionar no Steam Deck, mas a real é que muitos jogadores estão tocando a aventura sem dor de cabeça. O clássico de Tamriel sobe de boa e roda liso, o que deixa a situação ainda mais curiosa: um jogo “supostamente quebrado” que segue firme e forte na mão da galera.

Desde dezembro, Skyrim vem marcando presença nas listas dos mais jogados do Steam Deck, passando por janeiro, fevereiro, março e abril sem perder espaço. Ou seja: mesmo com o aviso na vitrine, o game continua sendo um dos queridinhos de quem curte jogar no modo portátil. Bora revisitar essa lenda e entender por que ela não desgruda do topo?

Cena de Half-Life 2
Half-Life 2

Se você sempre achou que aquele puzzle do esgoto em Half-Life 2 dava mais trabalho do que deveria, não era viagem da sua cabeça. Uma análise de versões antigas do jogo mostra que essa parte realmente já foi bem mais casca-grossa, com uma solução menos óbvia e um ritmo mais truncado do que na versão final.

No build antigo, o trecho exigia mais leitura de cenário e castigava mais qualquer vacilo. Com o tempo, o desafio foi ajustado para ficar mais redondo, deixando a progressão mais fluida sem tirar a tensão da fase.

Resumindo: o famoso “nerf” no esgoto rolou mesmo. Para quem revisita Half-Life 2 hoje, isso explica por que essa seção parece bem mais tranquila do que muita gente lembrava.

Game Quest: The Backlog Battler

Game Quest: The Backlog Battler é um horde battler zoeiro em que o maior boss final é o seu próprio backlog.

Por aqui, os games encostados viram inimigos de verdade: os títulos que você mal tocou entram em cena como disquetes deslizantes, e quanto menos você jogou, mais perigosa a treta fica. Se o jogo tiver pesado na compra, ele ainda causa mais dano; se tiver nota alta, pode até ganhar a habilidade de voar.

Mas você não vai pra pancadaria sozinho. Os jogos que você mais joga entram como aliados na bagunça, deixando tudo com cara de crossover de vergonha alheia e autoexposição gamer. A graça parece ser justamente zoar a própria biblioteca e, de quebra, chamar os amigos para levar shade pelo backlog deles também.

Por enquanto, Game Quest: The Backlog Battler ainda não tem data de lançamento, mas já dá para ficar de olho e colocar na lista de desejos.

Half-Life 2

Half-Life 2 foi mexido de leve ao longo de 20 anos, e uma comparação recente de builds mostrou que o jogo recebeu mais polimento do que muita gente imaginava.

Ao colocar lado a lado a versão original, a edição que saiu no Orange Box e a atualização de aniversário, dá para notar ajustes finos na iluminação, nos efeitos de fogo e sangue, no brilho do tecido e até nos olhos do G-Man. Até os títulos dos capítulos passaram a aparecer na tela em versões mais novas.

Outro detalhe que quase ninguém lembrava é a sequência de Route Kanal. No começo, aquela parte da água era bem mais chata de passar: os objetos de madeira não flutuavam tão bem, deixando a travessia muito mais capenga do que hoje.

A análise também mostra que Half-Life 2 foi recebendo pequenos buffs visuais e mudanças de bastidor por anos, incluindo builds raras que revelam um jogo ainda mais diferente do que a maioria conhece. O vídeo fecha em Black Mesa East, mas já dá vontade de ver uma parte 2 para vasculhar o resto dessa bagunça histórica.

Fortnite

No Fortnite, o Droid Tycoon entra no clima de Star Wars com um loop clássico de tycoon: você compra droids básicos, bota a equipe para trabalhar, junta Créditos e vai trocando por unidades mais fortes quando o caixa permitir.

  • Priorize a base: abrir mais slots de droids turbina seu ganho logo no começo. Se aparecer um droid com bônus especial, vale segurar para multiplicar o farm.
  • Farm da sucata: no early game, bater no monte de sucata com a picareta ainda é um dos jeitos mais seguros de encher o bolso.
  • Use os companions: alguns droids podem seguir você e entregar buffs úteis, como melhorar a picareta ou trazer vantagens de gameplay. Teste cada um para descobrir o melhor kit.
  • Feche os objetivos secundários: pelo mapa de Tatooine, há missões que pedem droids específicos e outras em que você resolve tudo na bala contra Stormtroopers. As recompensas vêm em crates com Créditos, Upgrade Chips e itens raros.
  • Não esqueça as missões passivas: envie seus droids para trabalhos automáticos no shipyard da base e deixe o progresso rodando em segundo plano.
  • Rebirth é o verdadeiro power spike: ao cumprir os requisitos no terminal da entrada, você reseta a progressão para ganhar bônus permanentes. No Fortnite, o melhor é que seus droids continuam com você depois do reset.
  • Melhore seus droids: um vendedor escondido atrás da cantina permite evoluir suas unidades usando Upgrade Chips. Quanto mais raros forem os droids, mais alto o teto de upgrade.
  • Explore a cantina: NPCs e comerciantes trocam droids, oferecem upgrades para a picareta e até arriscam uma roleta para tentar um upgrade de graça. Vale visitar sempre que puder.
  • Caça ao BB-8: conforme você sobe de nível, o droid mais cobiçado aparece em um evento especial com contagem no mapa. Fique ligado para não perder a janela.
Cena de Hogwarts Legacy
Ofertas

Hogwarts Legacy voltou a ficar de graça no PC, com resgate liberado na Epic Games Store para quem quiser adicionar esse RPG de mundo aberto à biblioteca sem gastar nada. Se você pegar a oferta até domingo, o jogo fica pra sempre na sua conta.

Segundo o clima da comemoração dos 25 anos da saga dos filmes, essa repetição da promoção faz sentido para dar mais uma chance aos jogadores. Em Hogwarts Legacy, você vive a experiência de um aluno em Hogwarts nos anos 1800, explorando cenários clássicos e inéditos, descobrindo criaturas mágicas, criando poções, aprendendo feitiços, evoluindo talentos e enfrentando bruxos das trevas.

Se você curte aventura, magia e aquele RPG com pegada de exploração, vale correr para resgatar Hogwarts Legacy no PC e garantir o seu acesso permanente.

Subnautica 2

Subnautica 2 teve seus requisitos oficiais revelados no Steam, e a notícia é que o game vai cobrar bastante memória RAM no PC.

O destaque fica para a configuração mínima voltada a 30 fps, que pede 12 GB de RAM. Já nas configurações ultra, o salto é pesado: 32 GB de RAM.

O novo capítulo da franquia chega em Early Access ainda este mês, então já vale conferir se o seu setup está pronto para encarar o fundo do oceano sem engasgos.

Gambonanza

Gambonanza já está disponível no PC e aposta numa ideia daquelas que pescam a atenção na hora: um roguelike tático inspirado em xadrez, só que em um tabuleiro minúsculo e com stakes lá em cima.

No comando dessa run, o jogador precisa dominar viradas estratégicas, investir os ganhos para liberar novas vantagens e desbloquear Gambits que bagunçam as regras do xadrez tradicional, além de combinar peças e tiles para montar sinergias cada vez mais absurdas.

O game também coloca bosses desafiadores no caminho e incentiva o jogador a explorar jeitos criativos de quebrar o xadrez clássico. Aqui, a vitória não depende só de derrubar o rei: a missão é varrer todas as peças do tabuleiro antes que os movimentos acabem e o cenário comece a desmoronar.

Se você curte estratégia com cara de puzzle e runs rápidas, Gambonanza merece uma chance. A demo jogável segue disponível para quem quiser testar a proposta antes de mergulhar de vez.