Artigos por Autor: Leo "Blade"
Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!
A Nacon e a crea-ture Studios anunciaram Werewolf: The Apocalypse – Rageborn, um metroidvania de ação e aventura ambientado no universo de World of Darkness. O jogo está previsto para chegar ao PC em 2027 e já chamou atenção pelo clima sombrio e pela pegada brutal de combate.
Na história, você controla Taylor, um estudante cuja vida vira de cabeça para baixo quando um amigo eco-ativista é assassinado na sua frente. A partir desse momento, a verdadeira natureza do protagonista vem à tona: ele desperta como um lobisomem, um campeão da Terra em meio ao caos.
- Exploração por cenários selvagens do Alasca;
- Combate feroz contra os inimigos de Gaia;
- Jornada de vingança, identidade e sobrevivência;
- Um mundo em ruínas pedindo por um guerreiro da noite.
O anúncio veio acompanhado de um Reveal Trailer, que dá o primeiro gostinho da atmosfera do game e do que esperar dessa caçada sobrenatural.
A KT Racing e a Nacon soltaram um novo trailer de Endurance Motorsport Series, mostrando a Galeao Track, uma pista fictícia que vai fazer parte do pacote de lançamento do game no PC.
Em Endurance Motorsport Series, endurance é muito mais do que só pisar fundo: a parada é estratégia, leitura de corrida e trabalho em equipe. Além de assumir o volante, você também entra na pele do engenheiro de corrida para tomar decisões cruciais no pit lane.
O jogo promete corridas cheias de variáveis, com clima mudando na hora errada, incidentes de pista, falhas mecânicas e outros perrengues que podem virar a disputa de cabeça para baixo. Para buscar a vitória, vai ser preciso equilibrar velocidade e constância, além de gerenciar até 3 carros ao mesmo tempo, seja na mesma categoria ou em classes diferentes.
Blood Vial é um micro-FPS retrô que aposta em ação acelerada e numa mecânica bem fora da curva: o sangue derramado nas lutas não é só cenografia, ele é parte essencial da jogatina.
No comando de um vampiro ferido, você entra em arenas cheias de inimigos armados e precisa manter seu frasco de sangue abastecido o tempo todo. Como o recipiente está vazando, a solução é simples e brutal: eliminar os adversários e se jogar nas poças de sangue espalhadas pelo cenário para sobreviver.
O sangue também funciona como ferramenta tática. Com ele, dá para deslizar pelo chão, escapar de tiros, contornar ameaças de perto e até subir paredes para criar ângulos melhores de ataque. Na prática, isso deixa cada combate rápido, agressivo e com aquela sensação gostosa de desenhar o próprio caminho no caos.
O ritmo é o ponto alto de Blood Vial. Cada disparo ajuda a abrir rotas sangrentas pelo mapa, enquanto a mecânica de drenagem constante mantém a tensão lá em cima. Você sempre precisa decidir entre gastar sangue para ganhar mobilidade ou guardar recurso para não ficar vendido na troca de tiros.
Mesmo assim, o jogo não é exatamente profundo. As melhorias entre fases são simples e a progressão passa pelos mesmos conjuntos de cenários com pouca variação. Ainda assim, para quem quer um FPS curtinho, direto ao ponto e perfeito para algumas rodadas de tiro insano, Blood Vial entrega uma experiência divertida e bem rápida de pegar o jeito.
Em um vídeo com jogadores profissionais de Counter-Strike, a pergunta foi direta: de quanto em quanto tempo a galera troca o mousepad? A resposta mais comum veio pesada: muita gente faz a troca a cada 1 ou 2 meses.
Teve quem dissesse que segura o acessório por cerca de um ano, e até um caso bem fora da curva de alguém que afirmou não trocar há 6 ou 7 anos — resposta com cara de meme de vestiário, convenhamos.
No cenário competitivo, faz sentido. Em Counter-Strike, cada microajuste de mira conta, então manter o glide sempre consistente vira parte do jogo. Bordas gastas, sujeira acumulada e aquele desgaste natural do uso acabam afetando o controle do mouse mais do que parece.
Para quem joga de forma casual, isso demora bem mais para aparecer. Mas para um pro player, com horas e horas de treino todo dia, o mousepad leva um verdadeiro grind.
No fim, não existe regra fixa: a troca costuma acontecer quando a limpeza já não devolve aquela sensação de superfície lisinha. Para quem vive de clutch e mira fina, sentir o setup redondo pode ser a diferença entre acertar o tiro ou ficar no quase.
Glory On Pluto chegou com uma proposta daquelas que chamam atenção de cara: um roguelite estratégico de exploração espacial que se vende como o simulador de motor menos realista que você já viu. No comando da sua nave, a ideia é encarar uma corrida insana rumo aos confins do universo, com muito planejamento, improviso e RNG pesando a cada decisão.
No jogo, você precisa turbinar o motor com dezenas de itens de combustível únicos, montando a melhor build possível para manter o foguete no ar enquanto tudo pode desandar a qualquer momento. O desafio é equilibrar estratégia e sorte para transformar a viagem em uma run de respeito até o lendário Plutão.
A história também entra no clima de zoeira sci-fi: a V.I.L.L.U AI transformou a Terra numa utopia perfeita, só que sem graça nenhuma, e cabe ao jogador, como membro da nação rebelde Wuldorian, embarcar nessa missão gloriosa para inspirar a galera e resgatar a chama da humanidade. E sim, o game ainda banca a provocação de que Plutão é um planeta.
Pra quem curte testar novidade no PC, Glory On Pluto já conta com uma demo jogável para Windows, então é a chance perfeita de sentir na prática esse caos espacial com cara de indie promissor.
Stranger Than Heaven é o novo drama criminal da RGG Studio e chega com cara de epopeia histórica. O jogo, antes conhecido como Project Century, acompanha Makoto Daito ao longo de 50 anos no Japão, com Yu Shinjo como parceiro, rival e peça-chave da trama.
A história começa em 1915, quando Makoto, filho de pai americano e mãe japonesa, embarca como clandestino rumo ao Japão. A partir daí, ele entra no submundo, vira showman e gangster, e ajuda a construir a origem do clã Tojo, a facção central da franquia Yakuza.
A janela de lançamento prometida é nesta janela de inverno, então ainda falta a data cravada, mas a vibe já é clara: menos zoeira e mais drama pesado, com aquele clima de filme de crime que a RGG adora entregar.
Elenco principal revelado:
- Makoto Daito (Yu Shirota) – protagonista com talento para cantar, que tenta abrir caminho no Japão enquanto constrói sua lenda.
- Yu Shinjo (Dean Fujioka) – melhor amigo e maior rival de Makoto, com ambição de mudar o país.
- Orpheus (Snoop Dogg) – contrabandista internacional que cruza o caminho de Makoto.
- Takashi (Satoshi Fujihara) – jovem pianista que aparece mais adiante na história.
- Suzy (Tori Kelly) – cantora e compositora que sonha com os grandes palcos.
Também foram citados Cordell Broadus, Moeka Hoshi, Akio Otsuka, Tokuma Nishioka, Ado e Takashi Ukaji, além de participações com caras conhecidas do cinema e da música. A música tema ainda ganha um reforço de peso com colaboração de Tori Kelly e Satoshi Fujihara.
O game vai passar por cinco cidades e cinco fases bem marcadas: Kokura, Fukuoka em 1915; Kure, Hiroshima em 1929; Minami, Osaka em 1943; Atami, Shizuoka em 1951; e Kamurocho, Shinjuku em 1965, quando um segredo gigante promete fechar a trama.
No gameplay, Stranger Than Heaven traz um sistema de combate inédito: cada braço e perna tem comando próprio, permitindo montar seus próprios combos, bloquear de um lado e contra-atacar do outro, segurar para carregar golpes mais fortes e até derrubar os inimigos na pressão.
Fora da pancadaria, entra o lado showbiz do jogo. Você vai recrutar cantores e músicos pela cidade, fazer a divulgação com cartazes, distribuir funções na banda e montar o setlist das apresentações.
Nos minigames, já apareceram arm wrestling, estande de tiro giratório, apostas com dados e um jogo de cartas que parece puxar para o karuta. E sim: com esse foco em música, karaoke ainda parece uma possibilidade bem forte.
\Novos hotfixes para WoW saíram ontem, confira a lista:
- Pescadores do Abismo
- Ka’bubb, a capivara, agora acompanhará seus mergulhos dos Pescadores do Abismo após obter a conquista Mergulhador Certificado.
- Corrigido um problema em que alguns jogadores não conseguiam completar a conquista Depth Grease, mesmo cumprindo corretamente os requisitos.
- Classes
- Druida
- Restauração
- A duração de Encarnação: Árvore da Vida agora pode ser rastreada pelo gerenciador de recarga ao utilizar o talento Reflorestamento sem possuir Encarnação: Árvore da Vida.
- Restauração
- Monge
- Mestre Cervejeiro
- Corrigido um problema em que Golpes em Rajada não gerava ameaça corretamente.
- Corrigido um problema em que Chama Vital e Bebida Refrescante geravam ameaça de cura incorretamente.
- Mestre Cervejeiro
- Bruxo
- Suplício
- Corrigido um problema em que Definhar às vezes não substituía Corrupção.
- Ceifador de Almas: Corrigido um problema em que Volição de Sataiel ocasionalmente deixava de conceder seu modificador de Corrupção.
- Destruição
- Corrigido um problema em que Conflagração do Caos não aumentava o dano de Queimadura Sombria.
- Suplício
- Druida
- Duelo de Decoração
- Grupos agora podem entrar na fila do Duelo de Decoração através do Localizador de Grupos.
- Masmorras e Raides
- Fosso de Saron
- Soldados Reanimados e Cadáveres Arcanistas não podem mais ser enfeitiçados.
- Ick e Krick
- Corrigido um problema em que Krick poderia falhar ao lançar Pega Eles, Ick!.
- Pináculo Correventos
- Dupla Abandonada
- Adicionada uma seta acima da cabeça do jogador alvejado por Puxão Violento de Latch.
- Adicionado um efeito visual na tela ao permanecer no trajeto de Puxão Violento.
- Corrigidas situações em que Puxão Violento podia se comportar de maneira inesperada.
- Ajustadas as posições de teleporte de Kalis durante Puxão Violento para deixar mais espaço entre ela e as bordas da arena.
- Dupla Abandonada
- Pináculo do Caos
- Corrigido um problema em que jogadores não conseguiam se teleportar para A Aproximação após um soft reset da instância.
- Fosso de Saron
- Jogador versus Jogador
- Guerreiro
- Rugido Berserk agora aparece como um benefício importante nas placas de nome inimigas.
- Guerreiro
Stranger Than Heaven, o próximo grande jogo de ação da RGG Studios, finalmente apareceu com mais detalhes — e a vibe é de uma prequela espiritual de Yakuza/Like a Dragon, só que bem mais sombria e dramática.
A história acompanha Makoto Daito, um garoto meio japonês, meio americano, que sai dos Estados Unidos rumo ao Japão. No caminho, ele cruza com Yu Shinjo, descrito como seu amigo mais antigo e maior rival, e também com Orpheus, um contrabandista internacional interpretado por Snoop Dogg.
O game vai viajar por cinco cidades em cinco décadas:
- Kokura, Fukuoka — 1915
- Kure, Hiroshima — 1929
- Minami, Osaka — 1943
- Atami, Shizuoka — 1951
- Kamurocho, Tóquio — 1965
Outro destaque é a música. Makoto é cantor e músico, e o sistema do jogo permite “capturar” sons do cenário para transformar isso em inspiração e criar músicas originais. É uma mecânica que combina bem com o tom mais autoral do projeto.
No combate, a RGG também mudou bastante a fórmula: saem de cena as stances clássicas e o spam de botão, e entram ataques ligados aos membros do personagem, com os botões e gatilhos comandando golpes de braços e pernas em combos estilo boxe. Além disso, o uso de armas brancas parece ter muito mais peso, com Makoto desferindo várias estocadas ao longo da apresentação.
Para completar, tudo indica que Stranger Than Heaven pode contar a origem do Clã Tojo. Ainda há dúvidas sobre a estrutura das fases e se o jogo vai manter as tradicionais side stories, mas uma coisa é certa: a RGG quer entregar algo grandioso. O lançamento está previsto para inverno de 2026.
Ruse está de volta ao Steam depois de anos fora do ar, trazendo de volta um dos RTS de guerra mais estilosos da era 2010. O relançamento inclui o jogo base, todos os DLCs já lançados e algumas melhorias técnicas, além de suporte total ao Steam Deck.
Importante: não estamos falando de remaster nem de remake. É o mesmo Ruse de sempre, só que agora reaparecendo na loja com a distribuição retomada e com a biblioteca completa para quem curte estratégia pesada em ritmo de guerra.
- Ruse voltou para a plataforma com todo o conteúdo extra incluso.
- O jogo recebeu ajustes técnicos e compatibilidade com Steam Deck.
- Quem já tinha o game na conta leva as atualizações e os DLCs sem custo adicional.
- Saves antigos e replays não abrem na versão nova, mas ainda dá para acessá-los pela Compatibility Branch nas propriedades do jogo.
Na prática, Ruse reaparece como um clássico de estratégia que continua afiado para quem curte tática, blefe e controle de mapa. Se você tinha saudade desse RTS, agora é hora de conferir o retorno dele à sua biblioteca.
A Ubisoft soltou o primeiro de uma série de mergulhos técnicos de Assassin’s Creed Black Flag Resynced, mostrando como Edward Kenway vai ficar ainda mais afiado para cortar caminho pelos mares do Caribe na Era de Ouro da Pirataria.
Segundo a equipe, parkour, furtividade e combate foram refeitos do zero para aproveitar a evolução da franquia desde o lançamento original. A ideia é manter a base do clássico, mas deixar tudo mais moderno e fluido para a galera do PC.
No parkour, o movimento de Edward ficou mais rápido e responsivo, com ações mais diretas e menos engasgos. O sistema de observação também foi atualizado para ajudar a marcar inimigos e encontrar pistas com mais facilidade, além de melhorar perseguições, espionagem e missões de rastreamento.
O combate também recebeu uma geral pesada. Agora, os inimigos reagem ao seu estilo de jogo: se você travar demais esperando aparar, eles podem responder com ataques imparáveis; se abusar do chute, eles vão começar a desviar. A chave é variar o ritmo, misturando ofensiva e defesa com kicks, sweeps, rope darts, pistolas e golpes pesados no fim dos combos.
Assassin’s Creed Black Flag Resynced chega em 9 de julho, prometendo um pacote mais polido, mais agressivo e com cara de remake de verdade para quem quer revisitar a aventura pirata no computador.
O canal Tanks for Nothin mostrou um projeto que mistura setup de PC e aquarismo de um jeito nada comum: o Desktop Riverbed, um aquário customizado instalado logo abaixo dos monitores do computador.
A caixa foi montada com vedação em silicone para garantir que tudo ficasse estanque e, depois de seca, ganhou suportes para deixar espaço livre para o teclado passar por baixo. Na traseira, um filme fosco ajuda a esconder os cabos e deixa o visual mais limpo.
Para segurar o crescimento de algas, o criador usou iluminação forte sobre o tanque e reforçou o ecossistema com caramujos, moluscos, guppies e um sistema dedicado de circulação de água. Como a mesa é motorizada e sobe e desce, o filtro aquecido foi preso ao suporte do monitor para acompanhar o movimento sem forçar mangueiras ou conexões.
No começo, ele priorizou espécies que ficam mais no fundo e aparecem bem quando vistas de cima. Só que isso acabou criando um tanque quase “hipnótico demais” para quem precisa trabalhar, já que muitos peixes se escondiam entre as plantas.
Para corrigir isso, o criador adicionou peixes de meia água, como pequenos rasboras, garantindo movimento constante no aquário e deixando o projeto ainda mais vivo. No fim, o resultado é um setup que chama atenção o tempo todo e transforma a mesa em um verdadeiro destaque do ambiente.