Artigos por Autor: Leo "Blade"

Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!

Abiotic Factor

Abiotic Factor já era um monstro de survival crafting, mas a Deep Field Games decidiu abrir mais uma fenda no laboratório com o update Cosmic Companions. A novidade leva os jogadores até a Dunkeltaler Forest, um portal world gelado e cheio de pinheiros, onde fica o Alpen Signal Observatorium. O acesso acontece pelo portal da Hydroplant, e a missão é descobrir de onde vem o sinal misterioso captado pelo observatório.

O grande destaque, no entanto, é o sistema de pets totalmente turbinado. Agora, Abiotic Factor conta com o chamado Pets 2.0, que adiciona um slot de companheiro ao inventário e deixa os bichos bem mais úteis na exploração. Dá até para levar pets no hotbar, o que facilita subir escadas, entrar em dutos e carregar seu parceiro para qualquer canto do mapa.

  • Nova área: Dunkeltaler Forest e o Alpen Signal Observatorium
  • Pets 2.0: slot de companheiro e pets acompanhando sua run
  • Peccary como pet: mais opções para montar seu squad
  • Química: novas bancadas para criar buffs, coatings e flasks
  • Combate e utilidade: melhorias nas armas contundentes, Power Chair e Mop 9.000

Outra adição de peso é o novo sistema de química, que traz duas bancadas inéditas: a distillation bench e a chemistry bench. Com elas, dá para criar poções de força, velocidade e até de aumento de tamanho, além de coatings para armas e flasks arremessáveis com efeitos de cura ou dano. O patch também melhora o desempenho das armas de impacto, adiciona a Power Chair, uma espécie de veículo flutuante, e fecha com chave de ouro ao trazer o lendário Mop 9.000, perfeito para limpar qualquer sujeira do laboratório.

PVKK
PVKK

A equipe de PVKK confirmou que o game, uma simulação de defesa em primeira pessoa, não vai mais sair neste ano. Agora, a previsão de lançamento foi empurrada para 2027.

Segundo os devs, o projeto cresceu muito nos bastidores e a missão agora é dar mais tempo para lapidar tudo com carinho. O time passou de 4 para 11 integrantes em 2025, justamente para dar conta da quantidade de conteúdo e recursos que o jogo precisa entregar.

Na prática, isso significa que PVKK vai ganhar mais tempo de polimento para chegar no lançamento em sua melhor forma possível, sem cortes e sem comprometer a experiência final.

Cena de Fallout 4
Fallout

Um novo mod para Fallout 4 está chamando a atenção da galera no PC por uma proposta bem ousada: colocar Morrowind dentro do próprio jogo. A ideia é permitir que os fãs revisitem o clássico da franquia The Elder Scrolls usando a base de Fallout 4.

Esse tipo de projeto mostra como a cena de mods continua empurrando o limite e entregando experiências que vão muito além do conteúdo oficial. Para quem curte nostalgia, criatividade e aquele caos organizado da comunidade, vale ficar de olho nessa brincadeira.

Skywind

O mod Skywind, que recria Morrowind usando a tecnologia de Skyrim, ganhou mais uma atualização de progresso — e a real é que ainda não existe data de lançamento nem janela prevista.

O novo vídeo mostra que o projeto continua andando, mas ainda tem bastante trabalho pela frente. Algumas áreas já estão quase fechadas, enquanto outras seguem em ritmo pesado de produção.

  • Quase concluídos: arte 2D, escrita e dublagem
  • Em andamento: animação, masterização de voz, efeitos sonoros e localização

A equipe também segue buscando novos voluntários. A mensagem é clara: Skywind não foi tocado sempre pelo mesmo grupo, e sim passado adiante ao longo dos anos, como uma verdadeira corrida de revezamento.

Mesmo sem novidade sobre estreia, o material divulgado impressiona pela qualidade e reforça por que tanta gente ainda acompanha o projeto de perto. Para quem tem saudade do clima único de Morrowind, a ideia de revisitar esse mundo com visual renovado segue muito promissora.

Se você quiser ajudar o projeto, a equipe ainda está aceitando inscrições de voluntários.

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Super Alloy Crush

Existem jogos que claramente tentam copiar clássicos. E existem jogos que entendem por que aqueles clássicos eram tão especiais. Super Alloy Crush pertence ao segundo grupo.

Desde os primeiros minutos, fica impossível não lembrar imediatamente da era dourada de Mega Man X. O visual em pixel art, a movimentação veloz, os tiros carregados, os chefões enormes e até o ritmo da ação parecem uma verdadeira carta de amor aos fãs dos clássicos da Capcom dos anos 90.

Mas o mais importante é que Super Alloy Crush não se resume apenas à nostalgia. Ele consegue capturar a essência daqueles jogos antigos enquanto adiciona identidade própria, criando uma experiência extremamente divertida, dinâmica e viciante.

Para quem cresceu jogando Mega Drive, Super Nintendo, PlayStation 1 e principalmente Mega Man X no SNES, esse é exatamente o tipo de indie que faz abrir um sorriso no rosto.

Um clássico moderno com alma retrô

A inspiração em Mega Man é impossível de ignorar — e isso definitivamente é um elogio.

O protagonista lembra imediatamente os heróis clássicos dos jogos de ação 2D, enquanto os inimigos mecânicos, tiros energéticos e fases destrutivas reforçam ainda mais essa sensação nostálgica.

Só que o jogo não parece uma simples cópia barata. Existe personalidade aqui.

A movimentação é rápida, os controles são precisos e o combate possui aquele ritmo frenético clássico dos melhores jogos de ação arcade. Em poucos minutos você já entra naquele estado de “só mais uma fase” sem perceber o tempo passar.

Tudo funciona exatamente como deveria:

  • tiros responsivos;
  • movimentação fluida;
  • combate acelerado;
  • chefes memoráveis;
  • gameplay extremamente viciante.

É um daqueles jogos que entendem perfeitamente o que fazia os clássicos funcionarem tão bem.

Gameplay rápido, divertido e cheio de ação

Super Alloy Crush praticamente não perde tempo.

Desde o começo o jogador já é colocado em cenários caóticos cheios de explosões, tiros e inimigos aparecendo de todos os lados. A ação é constante, mas nunca injusta.

O jogo possui um excelente equilíbrio entre desafio e diversão. Existe dificuldade, principalmente nos confrontos contra chefes, mas os controles são tão precisos que qualquer erro normalmente parece culpa do jogador — exatamente como acontecia nos melhores jogos da era 16-bit.

As batalhas contra chefões merecem destaque especial.

Os inimigos gigantes possuem ataques variados, padrões interessantes e deixam as lutas extremamente cinematográficas. Em vários momentos o jogo lembra aqueles encontros épicos de Mega Man X, Gunstar Heroes e até alguns trechos de Contra.

Tudo acontece em um ritmo muito intenso e energético.

Pixel art extremamente caprichada

Visualmente, Super Alloy Crush é lindo.

A pixel art é detalhada, colorida e cheia de personalidade. Os cenários destruídos, robôs gigantes e efeitos de explosão ajudam bastante na atmosfera futurista retrô que o jogo tenta construir.

Os sprites possuem ótima animação e existe um cuidado evidente em cada efeito visual:

  • disparos energéticos;
  • partículas;
  • explosões;
  • iluminação;
  • movimentação dos inimigos.

Mesmo sendo claramente inspirado nos clássicos, o jogo ainda consegue parecer moderno graças à qualidade da direção artística.

Trilha sonora extremamente nostálgica

Outro ponto que ajuda muito na sensação retrô é a trilha sonora.

As músicas possuem aquele estilo energético clássico dos jogos de ação japoneses dos anos 90. Em vários momentos a trilha parece saída diretamente de um Mega Man do Super Nintendo ou de um anime cyberpunk antigo.

É impossível não sentir nostalgia.

As guitarras, sintetizadores e batidas aceleradas combinam perfeitamente com a ação frenética do gameplay. A música constantemente empurra o jogador para frente, aumentando ainda mais a adrenalina das batalhas.

Para quem sente saudade da época dourada dos jogos de ação 2D, a trilha sonora aqui acerta em cheio.

Excelente experiência no Legion Go

Testei Super Alloy Crush no Legion Go e a experiência foi excelente.

O jogo roda perfeitamente, sem travamentos, sem quedas perceptíveis de desempenho e com ótimo consumo de bateria. Isso faz dele uma escolha perfeita para handhelds.

E honestamente, esse tipo de jogo combina demais com portáteis.

As fases rápidas, gameplay viciante e controles precisos transformam o jogo em uma experiência perfeita para sessões curtas ou longas fora de casa.

Além disso:

  • o visual fica ótimo na tela portátil;
  • os controles funcionam perfeitamente;
  • o desempenho é extremamente leve;
  • a bateria dura bastante.

É facilmente um daqueles jogos ideais para carregar sempre instalado no dispositivo.

Um verdadeiro tributo aos clássicos

O maior mérito de Super Alloy Crush talvez seja justamente entender o que fazia os clássicos serem tão especiais.

O jogo não tenta reinventar completamente o gênero. Em vez disso, ele abraça totalmente sua inspiração e entrega uma experiência refinada, divertida e extremamente carismática.

Existe paixão evidente aqui.

Os desenvolvedores claramente entendem o legado de jogos como:

  • Mega Man X;
  • Gunvolt;
  • Contra;
  • Gunstar Heroes;
  • clássicos arcade de ação japonesa.

E isso aparece em cada detalhe do gameplay.

Vale o seu tempo

Super Alloy Crush é um excelente ode aos clássicos da era de ouro dos jogos de ação 2D. Ele consegue capturar perfeitamente a sensação dos antigos Mega Man X enquanto entrega gameplay moderno, responsivo e extremamente divertido.

A ação frenética, os chefões gigantes, a pixel art caprichada e a trilha sonora nostálgica fazem dele um prato cheio para fãs de jogos retrô.

Somado ao excelente desempenho no Legion Go, baixo consumo de bateria e gameplay viciante, temos aqui um indie extremamente fácil de recomendar.

Se você sente saudade dos tempos de ouro do Super Nintendo, PlayStation 1 e dos clássicos da Capcom, Super Alloy Crush provavelmente vai conquistar você nos primeiros minutos.

Helldivers 2

O Helldivers 2 voltou a ser alvo de reclamações da comunidade depois que as avaliações recentes despencaram para “Muito negativas”. O estopim foi uma sequência de polêmicas, com suspeitas de ajustes escondidos nas armas e a sensação de que os novos warbonds não estão entregando o mesmo peso do conteúdo liberado na progressão normal.

Em resposta, a Arrowhead afirmou que está ouvindo o feedback da tropa e quer deixar mais claro o que está sendo feito no Helldivers 2. Um dos focos do time é melhorar a meta-progressão e a Guerra Galáctica, áreas que ganharam mais gente trabalhando em cima delas.

Segundo o estúdio, as próximas Ordens Maiores devem virar campanhas mais longas, com duração de várias semanas, caminhos alternativos e consequências mais nítidas para as ações dos jogadores. A ideia é fazer cada avanço da comunidade ter mais peso no front.

Sobre as mudanças de balanceamento, a desenvolvedora reconhece que algumas alterações não foram comunicadas com a clareza ideal e diz que está revendo a forma de explicar buffs e nerfs. Em outras palavras: menos confusão na hora de entender o que mudou no armamento.

A Arrowhead também comentou a recepção ao warbond Exo Experts, que trouxe novos mechas. A intenção, segundo o estúdio, era criar algo temático e empolgante, mas a reação deixou claro que muita gente achou o pacote desalinhado com o que o jogo já oferece. Agora, a promessa é buscar um equilíbrio melhor entre conteúdo liberado por progressão e conteúdo de warbond.

Além disso, a equipe trabalha em novas stratagems vermelhas, melhores recompensas para a Guerra Galáctica e mais testes beta para atualizações, tanto fechados quanto abertos. Enquanto isso, a comunidade segue dividida: uma parte acha o comunicado vago, e outra acredita que o Helldivers 2 só precisa de tempo até o próximo grande arco de conteúdo.

No fim, a mensagem é simples: o Helldivers 2 ainda tem lenha para queimar, mas a confiança da base vai depender de menos discurso e mais impacto real nas próximas operações.

Don't Touch The Snail

O meme do caracol imortal saiu do papo de internet e virou jogo em Don’t Touch The Snail. Aqui, um caracol sinistro está sempre avançando na direção do seu ponteiro do mouse. Parece lento? É porque é mesmo — mas, se ele encostar, acabou: é morte permanente, sem segunda chance.

A ideia é cruel na medida certa para quem curte desafio raiz. Cada run vale ouro, mas não existe reset para apagar a derrota: encostou, você está fora da partida de vez. O game ainda traz uma boa leva de conquistas, skins e disfarces para personalizar o molusco assassino e um placar global para comparar sua resistência com a da galera.

Depois do game over, ainda dá para exibir suas recompensas com um caracol de mesa amigável, que mostra os cosméticos que você liberou. No fim das contas, a pergunta é simples: por quanto tempo você consegue manter o cursor longe dessa ameaça rastejante?

Don’t Touch The Snail chega ao PC ainda este mês.

Everything is a Crab

Everything is a Crab acabou de desembarcar no Windows PC com uma proposta bem fora da caixa: um roguelite de ação com pegada evolutiva, inspirado na ideia de carcinização, aquela velha teoria de que todo bicho acaba virando caranguejo.

No game, você cai em um ecossistema vivo e precisa montar sua criatura do zero a cada run, escolhendo mutações e evoluções que mexem tanto com a jogabilidade quanto com o visual. É aquela mistura de Spore com roguelite moderno, cheia de builds diferentes e muito replay.

A missão é simples na teoria e caótica na prática: adaptar sua estratégia, sobreviver ao bioma hostil e encarar a evolução convergente de frente. Se você curte testar sinergias, montar um bicho absurdo e ver cada tentativa virar uma nova run, Everything is a Crab merece sua atenção.

Dead as Disco

Dead as Disco chegou chutando a porta e já virou assunto na comunidade gamer: o jogo bateu a marca de 100 mil cópias vendidas em apenas 24 horas.

O time responsável pelo projeto comemorou o resultado e agradeceu a força da galera, destacando que o boca a boca ajudou o game a ganhar tração muito rápido.

Se você curte lançamentos que chegam com impacto de verdade, Dead as Disco já provou que entrou no radar do público com força total.

Opinião

Crimson Desert continua cada vez mais estranho — e isso é um baita elogio. A cada atualização, a Pearl Abyss vai lapidando algumas das escolhas mais fora da curva, mas o jogo ainda mantém aquele tempero de sandbox maluco que faz a gente largar tudo só para testar uma mecânica nova.

Agora, a febre da vez é a de domar aves. Com o Sotdae of Bond, um comedouro bem estiloso, dá para atrair de tudo: condores de montanha, patos comuns, pardais minúsculos e até aves lendárias, como a Fênix flamejante e a Águia de Ferro mecânica. E sim, o lendário papagaio azul também está na lista — e, de forma quase irônica, é um dos mais chatos de capturar.

Depois de muitas horas em Crimson Desert, ainda é difícil cravar exatamente o que o jogo quer ser, mas essa mecânica mostra bem como o mundo de Pywel tem camadas de sobra. O melhor é que você pode posicionar o comedouro em qualquer canto, escolher a ração e esperar a surpresa: às vezes surge uma ave rara no alto da montanha, às vezes aparece uma criatura que você nem imaginava encontrar ali.

Também é legal ver a comunidade entrando na onda, compartilhando pontos de avistamento e transformando o game numa espécie de caça aos pássaros em mundo aberto. Isso diz muito sobre o potencial sistêmico de Crimson Desert: mesmo quando a história ainda parece meio irregular, o sandbox continua rendendo momentos próprios e bem insanos.

Se a desenvolvedora seguir nessa pegada, dá para imaginar que o jogo ainda vai ganhar mais funções bizarras no futuro. E, sinceramente, é exatamente isso que faz Crimson Desert brilhar: um mundo gigantesco, cheio de possibilidades, que te chama para experimentar sem medo.

Opinião

A matéria faz uma viagem por três momentos marcantes da história do PC gaming, com capas e destaques de maio de 1996, 2006 e 2016. A ideia é olhar para trás e ver o que parecia visão de futuro na época — e o que acabou virando realidade anos depois.

  • 1996: a revista apostava pesado no “futuro dos games”, com 3D, internet e realidade virtual no centro das atenções. Naquele tempo, a VR ainda era mais promessa do que produto; já o jogo online parecia cada vez mais inevitável.
  • 2006: Battlefield 2142 foi o grande destaque da edição, trazendo uma guerra futurista com mechs gigantes. A publicação também comentou sobre Half-Life 2: Episode 1, a chegada de Halo 2 ao PC com Windows Vista e outras novidades quentes da época.
  • 2016: Total War: Warhammer estampou a capa enquanto a realidade virtual voltava ao hype com o lançamento do Oculus Rift. A edição ainda trouxe assuntos como a estratégia da Microsoft para o PC, o fechamento da Lionhead e o avanço de Stardew Valley.

No fim, a retrospectiva mostra como algumas apostas envelheceram bem, enquanto outras ficaram datadas. A grande lição? No PC gaming, o futuro quase sempre demora mais do que a gente imagina — mas quando chega, muda tudo.