Quer montar o banquete perfeito na sala de jantar da sua Player Housing? A profissão Cooking em World of Warcraft permite criar pratos e travessas que deixam qualquer mesa mais atraente. Com receitas certas você consegue combinar decoração e tema, seja para um jantar formal ou para encontros mais descontraídos. Muitas criações têm aparência única e ajudam a dar personalidade aos ambientes, tornando a casa mais convidativa para visitas e eventos.
O jogo já traz várias receitas e novas opções devem chegar em Midnight e nas próximas atualizações. As receitas variam de petiscos simples a preparos mais elaborados, e algumas são mais raras que outras. Buscar ingredientes, experimentar combinações e organizar a cozinha vira parte da diversão. Trocar dicas com outros jogadores e preparar menus para ocasiões específicas também é uma forma de interação dentro do jogo.
Lembre que nem tudo aparece automaticamente: seus amigos e guildmates podem precisar trazer os próprios lanches quando visitarem. Planeje eventos, combine quem leva cada item e use a cozinha como elemento central da sua decoração. Teste diferentes pratos e arranjos para ver o que melhor casa com o estilo da sua casa. Se você gosta de personalizar espaços, investir em Cooking é uma maneira prática e divertida de deixar sua Player Housing mais acolhedora e memorável.
A nova edição da revista celebra tudo sobre Fallout. Ela traz acesso exclusivo a várias pessoas que ajudaram a construir a série, em entrevistas com desenvolvedores e com o elenco da nova adaptação para TV. A matéria percorre a evolução da franquia, desde os primeiros jogos isométricos até as versões 3D e a Anniversary Edition de Fallout 4. O material reúne histórias internas, curiosidades dos bastidores e detalhes que fãs vão gostar de rever.
Além do especial de capa, a edição traz um mergulho em Deadlock, a nova aposta da Valve que mistura shooter de movimento com elementos de MOBA. Com muitas horas de acesso antecipado, a reportagem apresenta impressões iniciais e um guia prático para quem quiser começar. Há também uma prévia de Pathologic 3, um horror psicológico em que você assume o papel de um médico tentando salvar uma cidade em pouco tempo. A crítica oficial de Dispatch avalia como a série interativa equilibra humor e emoção.
A edição ainda dedica espaço a mods e clássicos: um mod com ray tracing para Painkiller, uma revisita a Command & Conquer: Red Alert 2 e matérias que reavaliam hits cult. Na área de hardware, há um projeto de PC sem limite de orçamento e testes com mouses leves para jogadores. Também há guias práticos, diários de jogatina e reportagens sobre novos simuladores. No total, é uma edição bem variada, para quem gosta tanto de jogar quanto de montar e testar equipamentos.
Berserk Games anunciou mudanças grandes para Tabletop Simulator com a chegada da versão 2.0. A atualização, gratuita, promete modernizar o visual, melhorar desempenho, a estabilidade online e o suporte a realidade virtual. O objetivo é deixar a plataforma pronta para os próximos anos.
Uma das mudanças mais visíveis será a interface com dois modos: Play Mode, feito para simplificar a jogabilidade e reduzir a bagunça, e Edit Mode, pensado para criadores e usuários avançados que querem mais controle. A experiência também será mais amigável para o Steam Deck e outros dispositivos portáteis.
Outra novidade é a Creator Marketplace, uma loja para conteúdo criado pelos jogadores, incluindo opções pagas. Hoje a comunidade usa muito a oficina de mods da plataforma, com criações não oficiais de jogos como Uno, Settlers of Catan e miniaturas de D&D. A empresa diz que a loja não vai atrapalhar os mods gratuitos, mas jogadores nas comunidades online temem que a monetização atraia processos de editoras e acabe afastando mods sem licença. A reação nas discussões é mista; alguns aprovam as melhorias, outros estão preocupados com o futuro dos mods gratuitos.
Nos próximos meses, a desenvolvedora deve liberar as primeiras atualizações e mais detalhes sobre como a Creator Marketplace vai funcionar e como os criadores serão remunerados. Muitos jogadores vão ficar de olho nas mudanças e na compatibilidade com mods antigos. Se a promessa de equilíbrio se confirmar, a comunidade deve ganhar mais conteúdo sem perder o que já existe; se não, pode haver disputa entre criadores, editoras e jogadores.
A atualização Hightown de Gloomwood chegou no dia 1º de janeiro, depois de um pequeno atraso. Ela traz a maior área explorável do jogo até agora e um cenário mais vertical, cheio de vielas e prédios góticos. O trailer mostra essas novas áreas e apresenta uma arma nova: um revólver com coronha de rifle e luneta, que muda o jeito de jogar furtivamente.
Os desenvolvedores afirmam que Hightown é a área mais ampla e vertical já criada, e que abriga uma força inimiga mais complexa e letal. Espere patrulhas mais organizadas e atiradores posicionados em pontos altos. A nova arma parece pensada para enfrentar esses snipers, oferecendo maior alcance e precisão sem perder o aspecto de revólver.
O jogo está em acesso antecipado e tem recebido atualizações frequentes. Entre as novidades já testadas estão melhorias na inteligência dos inimigos e habilidades que permitem ao jogador copiar poderes de criaturas. Tudo isso mostra um jogo em evolução, com mapas mais abertos e mecânicas arriscadas e interessantes.
Jogadores que têm acompanhado as mudanças notam semelhanças entre Hightown e áreas de demos anteriores, mas também veem quanto o jogo evoluiu. Se você curte stealth com mapas complexos e clima sombrio, vale muito a pena experimentar esta atualização. Gloomwood está disponível para compra na Steam.
Rhea Seehorn, que hoje estrela a série Pluribus, teve um dos primeiros papéis em um jogo de PC dos anos 90. Ela aparece num tutorial de Magic: The Gathering da versão Shandalar. O vídeo é barato e nostálgico, com atores filmados sobre cenários gerados por computador bem rudimentares.
Shandalar foi uma adaptação digital de Magic com uma campanha singleplayer. Você andava por um mapa, enfrentava outros magos e montava baralhos a cada vitória. Para a época, o jogo era bem amplo e trouxe muito mais conteúdo do que a maioria das versões digitais de cartas; até hoje é lembrado por esse escopo.
O tutorial completo tem mais de uma hora de instrução dita. É engraçado e meio atrapalhado: atuação exagerada, efeitos toscos e aquele visual de PC dos anos 90. Não é o melhor jeito de aprender as regras hoje, mas mostra o empenho de quem fez o jogo e diverte pelo contraste com produções atuais.
Em entrevista, Seehorn contou que a produção era tão econômica que improvisaram botas com meias e fita. Ela lembrou de ver a própria foto na caixa do jogo e ir a uma loja pedir uma cópia. Hoje o tutorial está disponível online e os comentários fazem piada ligando aquele papel antigo ao personagem que ela vive agora; vale pela nostalgia.
Player Housing em World of Warcraft trouxe opções interessantes de personalização, mas esconde um grande custo de tempo. Para criar objetos decorativos únicos é preciso usar profissões e consumir grande quantidade de madeira. Muitos jogadores relatam ter passado o último mês voando por Azeroth atrás de toras e troncos, só para encher duas casas de itens.
Esse trabalho se multiplica se você tem vários personagens. O que funciona para um lar vira obrigação quando se quer repetir o mesmo estilo em diferentes casas. A coleta é repetitiva: encontrar nodos de madeira, pousar, recolher, seguir para o próximo ponto. Para quem gosta de criar cenário, a recompensa existe, mas para quem quer só uma boa casa, acaba virando grind.
A comunidade já fala em mudanças de qualidade de vida. Sugestões comuns incluem mais fontes de madeira pelo mapa, opções de armazenamento entre personagens e receitas alternativas que não peçam tanto recurso. Alguns recorrem ao comércio entre jogadores ou aproveitam eventos que aumentam a queda de recursos. Outros organizam rotinas semanais de coleta para não gastar todo o tempo livre. Enquanto isso não chega, jogadores recomendam planejar bem os projetos, focar nas peças essenciais e priorizar o que realmente vai mostrar nas casas. Assim dá para aproveitar o lado criativo do Player Housing sem ser consumido pelo farming.
Em 2025, 34 produtos de hardware atingiram notas de 90% ou mais — quatro a mais que no ano anterior. O top seis traz um mix curioso: do ultra acessível Arctic Freezer 36 a peças bem caras e especializadas. Só o Freezer 36 sai por menos de R$250, com desempenho surpreendente e operação muito silenciosa. A alta nos preços de memória continua pesando na avaliação de custo-benefício, mas ainda há peças com ótimo retorno.
Os seis melhores do ano foram: Arctic Freezer 36 (barato, silencioso, modelo RGB por volta de R$300); Thermal Grizzly Der8enchtable (benchtable de altíssima qualidade e voltado a entusiastas); WD Black SN8100 2 TB NVMe (PCIe 5.0 com leituras sequenciais próximas de 14.710 MB/s e gravações de 13.926 MB/s); Razer Wolverine V3 Pro 8K PC (controle premium com 8.000 Hz); Be Quiet! Light Mount (teclado sólido e extremamente silencioso); e Soundcore Liberty 5 (earbuds com ANC e bateria de semanas).
Também apareceram ótimas escolhas em gabinetes, roteadores e mouses ultraleves. Mas houve fracassos: entre os seis piores estão a tela Corsair Xeneon Edge (tearing e utilidade limitada), o pacote Razer Joro & Basilisk Mobile (muitas concessões por um preço alto), a Colorful iGame RTX 5070 Ti Vulcan OC (cara e inconsistente), o OneXPlayer X1 Air (versátil, mas instável), o microfone Nacon RIG M2 StreamStar (difícil de ajustar) e o mousepad Logitech G PowerPlay 2 (fino e pouco compatível). No total, cerca de 12% das 289 análises de 2025 receberam 90% ou mais, mostrando que houve tanto acertos claros quanto promessas que não funcionaram.
Mindwave é uma festa de minijogos indie que lembra o estilo frenético de WarioWare, mas com mais foco em história. Um trailer novo, publicado no final de dezembro, mostra a tela de game over do jogo — e a música chamou mais atenção que a própria imagem. É um tema com baixo sintético marcante, samples ecoados e batidas no estilo hip hop; ficou ótimo para dançar e suavizar a frustração de perder numa rodada caótica.
A demo já está disponível na página da loja do jogo e quem jogou tem elogiado o ritmo e a direção criativa. O jogo mistura microjogos rápidos — desafios simples que duram apenas instantes — com uma narrativa mais cerebral. Essa combinação dá a impressão de algo familiar para fãs de WarioWare, mas com identidade própria: mais história, mais personalidade.
Uma atualização do financiamento coletivo revelou alguns detalhes dos bastidores e falou que os roteiristas ainda discutem pontos da trama, então não há janela de lançamento por enquanto. Mesmo assim, pequenas novidades como o tema de game over mostram que o trabalho avança e animam quem já testou a demo. Se quiser ouvir o trecho, ele aparece no trailer e na página do jogo. Vale a pena conferir.
A Trine Classic Collection, que reúne Trine 1 a 4, está grátis na Epic Games Store até 31 de dezembro, no horário de São Paulo. É uma coleção com quatro jogos clássicos da série, ideal para quem curte plataforma com quebra-cabeças e modo cooperativo. A oferta é uma oportunidade fácil para começar a série ou para chamar amigos e jogar junto.
Trine é um puzzle platformer no estilo de The Lost Vikings. Você tem três personagens: um cavaleiro forte e atrapalhado, um ladrão com gancho e arco, e um mago que cria cubos e plataformas. No jogo solo você controla apenas um por vez; em multiplayer, os três aparecem ao mesmo tempo, o que vira uma confusão divertida. Os desafios são criativos e raramente muito difíceis, então o ritmo fica leve e agradável.
Os quatro jogos receberam atualizações que tornam mais fácil jogar entre lojas. Ao abrir Trine 1 a 4 no Steam, há a opção de vincular sua conta Steam à Epic para convidar amigos e sincronizar o progresso de conquistas entre as plataformas. A coleção não inclui Trine 5, mas oferece cerca de duas dezenas de horas de conteúdo nas quatro entradas. Baixe antes do fim da oferta e aproveite o co-op.
World of Warcraft liberou o sistema de moradias em Acesso Antecipado. Quem tem assinatura ativa e a expansão Midnight adicionada à conta já pode abrir as moradias. O acesso é uma prévia: várias funções ainda não estão disponíveis até o lançamento completo da expansão. Entre as limitações estão opções externas das casas, que só serão liberadas com a chegada da Midnight.
Nesta fase, a ideia é deixar os jogadores testarem o sistema e darem feedback. Você consegue entrar, ver como as casas aparecem no jogo e experimentar parte das ferramentas de personalização, mas não terá a gama completa de opções de aparência externa. Itens como fachadas, terrenos e detalhes de paisagismo estão entre o que foi citado como pendente para a versão final.
Se quiser testar agora, confirme que a expansão está vinculada à sua conta e que a assinatura está ativa. Lembre que é uma versão preliminar: coisas podem mudar até o lançamento oficial. Aproveite para explorar, ajustar o que já existe e preparar ideias de decoração — a versão completa com todas as opções chega apenas com a expansão Midnight.
Nos próximos dias a produtora deve liberar ajustes, novas opções e correções. Fique de olho nas atualizações e participe do feedback nas redes sociais para ajudar a moldar as moradias. A versão final deve trazer tudo que ficou de fora nessa prévia, com atenção especial às opções externas e mais itens de personalização.
Fim de ano e os shooters multiplayer mostram uma mudança clara: o público tem buscado jogos com ação intensa, mas menos pressão competitiva. Um levantamento das vendas digitais entre 23 e 30 de dezembro colocou Arc Raiders e Battlefield 6 no topo das vendas, mostrando que títulos mais acessíveis e caóticos estão em alta.
Ambos oferecem ritmo acelerado, mas sem a ansiedade de ranqueadas e torneios: Battlefield 6 aposta em combate militar moderno sem modo ranqueado, e Arc Raiders virou um sucesso por trazer a ideia de extração de forma mais leve. A lista também traz nomes pesados como Clair Obscur, Baldur’s Gate 3 e Kingdom Come Deliverance 2, além de best-sellers constantes, como Grand Theft Auto V Enhanced e EA Sports FC. Entre os títulos menores há um indie cooperativo e duas entradas de Assassin’s Creed seguidas.
Uma surpresa foi Avatar: Frontiers of Pandora em 19º, acima de Red Dead Redemption 2 e Elden Ring Nightreign. A franquia Avatar costuma movimentar bilhões de reais nas bilheterias, o que ajuda a explicar o interesse. No geral, a lista de 100 títulos revela um público dividido entre novidades casuais e clássicos consolidados, e mostra que a temporada de festas favoreceu jogos fáceis de entrar e divertidos para jogar com amigos.