Midnight, a nova expansão de World of Warcraft, chega em 2 de março. O pré-patch sai esta semana, e a versão refeita de Silvermoon e das Ghostlands em Midnight funciona como um ensaio do que virá. A equipe diz que essas recriações ajudam a testar como revisitar lugares antigos sem quebrar a sensação do mundo.
Em entrevista, o diretor Ion Hazzikostas explicou que a ideia é equilibrar nostalgia e novidade: manter pontos familiares com fidelidade moderna, mas também ampliar e transformar áreas para mostrar que o tempo passou. A equipe está atenta às transições entre zonas para evitar que partes novas e antigas pareçam desencontradas. Por isso Silvermoon e Ghostlands foram escolhas naturais — são zonas mais contidas e mais fáceis de recriar sem misturar linhas.
O artista principal Gabriel Gonzalez e a diretora de design Maria Hamilton reconhecem a responsabilidade. Northrend é muito querida pelos jogadores; para muitos foi a porta de entrada no jogo e traz lembranças fortes. A promessa é honrar essas memórias ao mesmo tempo em que a história atual continua. Por enquanto, a atenção está em mostrar Silvermoon em alta fidelidade e preparar o terreno para o futuro retorno a Northrend. Os jogadores devem esperar novidades ao longo do ano.
Larian continua provando que seus RPGs duram muito tempo. Baldur’s Gate 3 mantém uma média diária de mais de 100 mil jogadores no PC, e Divinity: Original Sin 2 voltou a crescer, com média de mais de 27 mil jogadores em janeiro, chegando perto do recorde pós‑lançamento. Essas médias aparecem nas estatísticas públicas de concorrência e mostram atividade constante, não só picos isolados.
O impulso veio por várias razões. O anúncio do novo Divinity no fim de 2025 reacendeu o interesse pela franquia. Além disso, a reedição de Original Sin 2 para consoles como Definitive Edition — oferecida como atualização gratuita para quem já tinha o jogo — trouxe muitos jogadores de volta. O CEO da Larian comentou nas redes sociais que as vendas das duas franquias aumentaram desde o anúncio, e que Original Sin 2 teve seu melhor mês desde o lançamento. Isso mostra que anúncios e relançamentos ainda têm peso na retenção de jogadores.
O estúdio também alimentou a expectativa com promessas de companions mais complexos e um criador de personagens melhor para o novo Divinity. Essas mudanças atraem tanto quem já conhece os jogos quanto quem procura uma experiência mais profunda e personalizável. Mais opções de personalização tendem a prolongar a vida útil do jogo.
Com tanto conteúdo disponível e uma cena de mods ativa, é provável que Baldur’s Gate 3 e Divinity: Original Sin 2 continuem a registrar picos regulares de jogadores. Para quem gosta de RPGs, isso significa que vale a pena revisitar os títulos ou mergulhar neles pela primeira vez. A combinação de conteúdo oficial, atualizações e modding mantém a comunidade ativa por anos.
A Intel anunciou o fim da linha da 12ª geração de processadores. A fabricante iniciou a descontinuação no início de 2026, com a última remessa prevista para 22 de janeiro de 2027. A data mais importante para quem tem um chip 12ª geração é 24 de julho de 2026: após esse dia não será mais possível solicitar uma substituição ao fabricante caso o processador apresente falha e seja reconhecido como defeito.
Apesar disso, esses CPUs ainda são uma boa opção para jogos e usos domésticos. Lançada em novembro de 2021, a arquitetura Alder Lake trouxe pela primeira vez ao desktop núcleos de desempenho e núcleos de eficiência (P-core e E-core). Ela suporta DDR4 e DDR5, o que facilita atualizações em máquinas antigas sem exigir memória nova e cara. Alguns modelos mais recentes também usam variações dessa mesma arquitetura por baixo do dissipador.
Na prática, nada muda para quem já usa o processador: ele continua funcionando normalmente. Se estiver montando ou atualizando um PC, a 12ª geração pode ser uma alternativa estável e mais econômica, especialmente com placas-mãe que aceitam DDR4. Ajustar os limites de energia ajuda a transformar esses chips em servidores domésticos eficientes. Fique atento às datas de garantia se depender do suporte oficial.
Marathon ganhou data de lançamento: 5 de março. O novo extraction shooter da Bungie aposta em uma sci-fi mais crua e sombria que seus títulos anteriores. O estúdio publicou um trailer cinematográfico para mostrar o tom do jogo e confirmar a estreia. A apresentação deixou claro que o foco será ação tensa e trabalho em equipe em missões arriscadas.
O elenco de vozes chamou muita atenção. A empresa reuniu atores com passagem por jogos grandes dos últimos anos. Entre os nomes mais conhecidos estão Ben Starr, com participações em títulos AAA, Samantha Béart, que dublou Karlach em Baldur’s Gate 3, Neil Newbon e Tracy Wiles, também vindo do mesmo RPG, e Elias Toufexis, famoso por Adam Jensen em Deus Ex. Ao todo, a lista tem mais de 30 profissionais, do veterano ao talento em ascensão. Ainda não foi divulgado quem vai interpretar cada personagem nem o tamanho das participações.
Marathon já pode ser adicionado à lista de desejos nas lojas digitais, e a data de 5 de março dá tempo para os jogadores acompanharem novidades. Esperam-se mais vídeos e informações sobre o enredo e as missões até o lançamento. Para quem curte shooters de equipe com clima sombrio, este é um título para ficar de olho.
O criador do R.E.A.L. VR, Luke Ross, anunciou que vai encerrar a versão do mod para Cyberpunk 2077 depois que a CD Projekt enviou uma notificação de remoção via DMCA. Em postagem na sua página, ele disse que houve uma troca legal e que, com tristeza, deixa para trás um projeto muito amado pela comunidade. R.E.A.L. VR é um framework que adiciona suporte VR a dezenas de jogos, incluindo Cyberpunk 2077, Elden Ring e outros.
A controvérsia gira em torno do modelo de distribuição: o mod era disponibilizado por meio de uma assinatura, o que atraiu reclamações das editoras. A CD Projekt aplica uma regra de conteúdo de fãs que proíbe uso comercial e paywalls — elas aceitam doações, mas não cobrar por acesso exclusivo. O criador criticou a postura da empresa, dizendo que o ato foi motivado por lógica corporativa e que a conversão para VR trouxe alegria a muitos jogadores. Relatos indicam que o mod gerava renda elevada para o autor, na ordem de cerca de R$100.000 por mês.
A comunidade ficou dividida: alguns pedem que a empresa retire o pedido de remoção, outros apontam que monetizar mods é contra as regras e que o autor sabia do risco. Apesar da frustração, o criador anunciou que o R.E.A.L. VR agora também traz suporte para Baldur’s Gate 3, e que seguirá trabalhando em outros projetos. O caso acende novamente o debate sobre limites entre criações de fãs, direitos das editoras e como a comunidade deve monetizar conteúdo.
O primeiro trailer do filme The Mortuary Assistant chegou e mostra que a adaptação prefere o terror direto. O jogo original criava desconforto com lentidão e detalhes do trabalho diário. O trailer, em vez disso, aposta em sequências de susto e ação imediata, com ritmo mais acelerado.
No jogo, você é um jovem legista chamado para um plantão noturno. O trabalho vira algo estranho: além de embalsamar, o personagem precisa realizar rituais para afastar forças ocultas. O jogo se destaca por mostrar, sem romantizar, as rotinas técnicas do ofício — drenar sangue, prender mandíbulas e preservar olhos — e transforma essas tarefas em fonte de tensão.
O trailer do filme usa a funerária como palco para corpos que voltam a se mover e para muitos jump scares. A narrativa do vídeo é direta: existe uma entidade que precisa ser expulsa e o processo tende a sair do controle. Sem a interatividade do jogo, a adaptação descreve tudo de forma explícita e sonora, com mais gritos e confrontos.
O filme estreia em 13 de fevereiro. Quem ainda não jogou pode experimentar a versão original no PC, que oferece demo gratuita. A mudança de tom entre jogo e filme é clara: o jogo trabalha o incômodo e a rotina, o filme busca impacto imediato. As duas abordagens têm apelo diferente e podem interessar públicos distintos.
A atualização “Regimento Censurado” de Helldivers 2, que foi adiada na última hora, agora tem nova data de lançamento. Em vez de chegar em 20 de janeiro, a desenvolvedora anunciou que o pacote chegará em 22 de janeiro. Uma atualização será lançada às 7h e o pacote ficará disponível às 10h, no horário de São Paulo. A desenvolvedora informou nas redes sociais que o problema que causou o atraso foi resolvido.
Não ficou claro o que exatamente deu errado nos testes finais, apenas que algo não atendia aos padrões. Alguns jogadores especularam que implementar furtividade em um jogo que costuma ser barulhento pode ter sido mais complicado do que parecia. O pacote aposta no jogo discreto e traz duas armas silenciadas, uma pistola que dispara dardos, dois conjuntos de armadura sombria e a vantagem Inserção Oculta, que adiciona cortinas de fumaça às chegadas de Hellpod. Também há uma mochila com seis cargas de C4 adesivas, para quando o silêncio não for mais opção.
Se você estava esperando por opções furtivas, a espera será curta. No dia 22, às 7h (horário de São Paulo) fique atento para baixar a atualização e, às 10h, aproveite o conteúdo. Vale a pena preparar um loadout que combine silêncio e explosões: você nunca sabe quando vai precisar de ambos.
RuneScape começou 2026 com um roadmap que promete mudanças grandes. O item mais importante é a remoção do sistema de microtransações Caçador de Tesouros, já retirado do jogo. Jogadores têm um ano para usar o que já compraram, com oportunidades extras ao longo do ano para limpar o inventário antes que centenas de itens que afetam o gameplay se tornem obsoletos.
O combate receberá uma revisão grande: ataques básicos voltam, habilidades consideradas desnecessárias serão reworkadas ou removidas, e animações passarão por limpeza para ficar mais claras. A interface será redesenhada e vai lembrar um pouco o visual de Old School RuneScape, mas mantendo as funções avançadas do RuneScape 3. O minimapa volta a ser circular.
Também haverá ajustes de balanceamento, reforma do sistema de habitação, melhorias gráficas e novas áreas para explorar. As mudanças serão implementadas ao longo de 2026, com revisões contínuas para corrigir o que não funcionar bem. A empresa descreve o plano como um ponto de virada para o futuro do jogo.
Resta ver se a mudança recupera a confiança da comunidade. Algumas decisões recentes geraram críticas, então a execução será chave. Para jogadores, o ano será de limpeza de inventário, testes no combate e muita expectativa sobre se o jogo vai mesmo virar a nova página prometida.
O XGIMI MoGo 4 Laser é um projetor portátil que aposta na versatilidade. Ele usa três lasers e vem com filtros magnéticos que criam efeitos de luz. Gira 360° na base para virar uma caixa de som, com alto-falantes Harman Kardon de 2x6W que soam claros, mas com grave fraco. O visual é retrô e divide opiniões, mas é compacto e fácil de transportar.
A bateria dura cerca de 2,5 horas em modo projetor. Em modo só áudio chega a quase 6 horas sem as luzes animadas. A versão Outdoor traz uma base PowerBase que estende a bateria para algo em torno de 5 horas e inclui tela e bolsa. O alinhamento automático reconhece superfícies e permite projeção no teto, com correção de keystone em quatro pontos e zoom digital. Ele tem 550 ISO Lumens, então funciona bem em ambientes escuros, mas perde para sessões ao dia.
Em jogos, o modo game marca cerca de 20 ms de latência: aceitável para RPGs e jogos lentos, ruim para competição profissional. Dá para manter correção de keystone durante o jogo, o que evita reposicionar o projetor. O sistema roda Google TV, que traz recomendações e anúncios na tela inicial. O preço fica por volta de R$4.100 a R$4.400, dependendo da região. Se você quer mobilidade e recursos criativos, é uma escolha forte; se precisa de brilho máximo ou baixa latência para eSports, procure outra opção.
Mesmo em 2025, VR ainda parece futurista. O Pimax Crystal Super tenta resolver a parte visual: tela de altíssima resolução e campo de visão largo deixam a imagem impressionante. Para isso, ele precisa de um PC potente. A fabricante recomenda pelo menos uma RTX 2070, mas na prática você vai precisar de algo como uma 4080 para aproveitar a tela.
O headset tem construção sólida e encaixe ajustável, com acolchoamento confortável. O problema é o peso: é um dos mais pesados que testei, e os módulos de áudio deixam tudo ainda mais pesado. Em jogos ativos como Beat Saber o pescoço sente rápido; em jogos de simulação e sentado, como MSFS 2025 e corridas, a experiência fica ótima por mais tempo. O software da Pimax é necessário para ajustar e fazer rodar alguns jogos, o que é um passo a mais na configuração.
No quesito imagem o Crystal Super brilha: resolução por olho altíssima, 140° de campo de visão e 90 Hz de taxa tornam as cenas muito imersivas. Há sinais de screen-door em áreas muito claras, algum desvio de cor nas bordas e os pretos não chegam a ser profundos como em telas OLED, mas isso raramente atrapalha durante o jogo. O preço oficial vira algo entre cerca de R$8.800 e R$9.600 dependendo da moeda, e comentários sobre o custo em AUD equivalem a cerca de R$10.200. Se você tem PC top, dinheiro e não se importa com o peso, é uma experiência VR de cair o queixo; caso contrário, talvez esperar por alternativas mais leves seja melhor.
O alerta sobre uma explosão na sede da Rockstar North em Edinburgh chegou às 02:02 (horário de São Paulo) na manhã desta segunda-feira. Sete veículos do serviço de bombeiros e recursos especializados foram mobilizados e montaram um cordão ao redor do prédio. As equipes passaram cerca de três horas trabalhando para garantir a segurança e deixaram o local por volta das 06:21 (horário de São Paulo). Não houve feridos.
O estúdio explicou que a explosão foi provocada por uma falha em uma das caldeiras de aquecimento do prédio. Bombeiros avaliaram danos estruturais e confirmaram que não houve vítimas. A Rockstar agradeceu o rápido atendimento das equipes e afirmou que todos estão bem; o estúdio permanece aberto e operacional.
Rockstar North está atualmente trabalhando em Grand Theft Auto 6, com lançamento previsto para novembro após dois adiamentos. O estúdio também está no centro de uma polêmica por demitir mais de 30 funcionários do projeto, numa disputa que gerou acusações de práticas anti-sindicais. O caso chamou atenção nacional e foi classificado como profundamente preocupante pelo primeiro-ministro do Reino Unido. Apesar das críticas e da investigação pública, a empresa afirma que o desenvolvimento do jogo continua normalmente.
As autoridades seguirão avaliando os danos do prédio e a investigação sobre a causa da pane continua. A empresa agradeceu a preocupação pública e reiterou que as operações seguem sem interrupção nos estúdios. Moradores e trabalhadores das redondezas foram orientados a evitar a área durante o trabalho das equipes.