Jogar Marathon de 1994 e Marathon (2026) lado a lado deixa claro que, mesmo em extremos opostos da história dos FPS, os dois compartilham mais DNA do que muita gente imagina.
A comparação mostra que o novo Marathon não está só surfando na nostalgia: ele resgata a pegada do original com combate tenso, leitura de mapa na correria, movimentação afiada e aquela sensação constante de estar no limite. No teste lado a lado, a franquia continua entregando um shooter que valoriza ritmo, estratégia e sobrevivência, em vez de só sair atirando.
- Atmosfera: o clima sci-fi claustrofóbico segue intacto.
- Gameplay: foco pesado em mobilidade, posicionamento e reação rápida.
- Identidade: a nova versão atualiza a fórmula sem apagar a essência do clássico.
No fim das contas, Marathon prova que dá para modernizar um FPS e ainda manter viva a alma que transformou a franquia em referência.
Theatre of War: Rearmed foi anunciado pela Fulqrum Publishing como o pacote definitivo da franquia de táticas da Segunda Guerra. O game chega em breve ao PC e já aparece como novidade no Steam, com um playtest aberto para inscrição que começa na próxima semana.
A prévia libera um recorte bem sólido do conteúdo final: são 11 missões distribuídas em três campanhas, além de duas missões avulsas e nove tutoriais para ensinar as mecânicas principais. No multiplayer, a pedrada vem com 11 mapas pensados para confrontos táticos competitivos e cooperativos.
No jogo completo, Theatre of War: Rearmed vai reunir a experiência inteira da série em uma campanha conectada, passando pela Europa, Norte da África e Coreia. O pacote traz mais de 100 missões, modo estratégico dinâmico, edição de fases, suporte a mods, recursos abertos e conquistas para deixar a progressão ainda mais recompensadora para veteranos e novatos.
A SNK liberou mais um teaser de FATAL FURY: City of the Wolves, desta vez colocando Mr. Karate no centro do palco. O vídeo dá aquela amostra rápida do visual e da postura do personagem, sem entregar tudo, mas já deixando o hype lá em cima.
Para quem curte jogo de luta raiz, é mais um sinal de que o elenco está ficando cada vez mais pesado. FATAL FURY: City of the Wolves segue ganhando destaque com personagens clássicos e aquela vibe de retorno grandioso que fã nenhum ignora.
Jogando Marathon (1994) e Marathon (2026) ao mesmo tempo, fica claro que os dois FPS vivem em extremos diferentes da história do gênero, mas carregam o mesmo DNA. O clássico raiz é mais seco e cru, enquanto a versão de 2026 chega mais polida, sem abrir mão da tensão constante.
Mesmo com décadas de distância, os dois jogos apostam em movimentação precisa, combate afiado e uma atmosfera sci-fi pesada. Em vez de depender só de visual, Marathon continua focado no que faz um shooter brilhar: ritmo, posicionamento e leitura de mapa.
Pra quem curte comparar gerações do gênero, ver Marathon de 1994 lado a lado com Marathon de 2026 é um prato cheio. Se você gosta de FPS com identidade forte, vale ficar de olho.
Esta é a Terminally Online, minha coluna sobre MMOs. Normalmente eu alterno entre opiniões mais ácidas, entrevistas e textos leves, mas desta vez vou fugir da rotina porque, sinceramente, ando meio desanimado com o estado do gênero.
E não é pela experiência de jogar, porque hoje ainda existem opções muito boas. World of Warcraft segue relevante, The Elder Scrolls Online, Final Fantasy XIV e Guild Wars 2 continuam firmes; Warframe faz o seu corre próprio e Fallout 76 já deixou de ser piada faz tempo. Se a vibe for nostalgia, dá para revisitar WoW Classic, City of Heroes ou Old School RuneScape. Até alguns MMOs indie têm aparecido com ideias interessantes.
O problema é outro: quase não há sangue novo para empolgar a galera. Em 2025, vimos uma leva de MMOs promissores ser cancelados, e outros nem chegaram a ganhar tração antes de fechar as portas. Sobra a sensação de que o gênero ficou preso entre remendos, relançamentos e promessas que não se sustentam.
Isso cria um efeito estranho para quem ama MMO: quanto mais você se apega, maior a chance de o jogo mudar de rumo em uma expansão, um patch ou uma temporada. Às vezes a mudança melhora tudo; às vezes quebra o que você mais curtia. E, quando a roda não gira, o problema passa a ser a estagnação. No fim, o gênero vive espremido entre a ansiedade do update e o medo do abandono.
Parte disso vem da lógica das grandes empresas: MMO demora muito para ficar pronto, custa caro demais para a fome por crescimento previsível dos acionistas e não combina com a pressão por resultado rápido. Por isso, em vez de projetos de longo prazo, vemos monetização agressiva, bundles de casa, passes sazonais e sistemas pensados para gerar pico rápido de receita.
Mesmo assim, eu ainda torço para estar errado. Talvez um novo gigante apareça e puxe o gênero para uma nova era de ouro. Até lá, fica essa sensação de estar num salão de bingo esperando o próximo jogo que realmente nos faça acreditar de novo. E eu queria muito que o futuro dos MMOs ainda tivesse espaço para novas histórias, novas guildas e novas amizades.
No Fortnite, o Droid Tycoon entra no clima de Star Wars com um loop clássico de tycoon: você compra droids básicos, bota a equipe para trabalhar, junta Créditos e vai trocando por unidades mais fortes quando o caixa permitir.
- Priorize a base: abrir mais slots de droids turbina seu ganho logo no começo. Se aparecer um droid com bônus especial, vale segurar para multiplicar o farm.
- Farm da sucata: no early game, bater no monte de sucata com a picareta ainda é um dos jeitos mais seguros de encher o bolso.
- Use os companions: alguns droids podem seguir você e entregar buffs úteis, como melhorar a picareta ou trazer vantagens de gameplay. Teste cada um para descobrir o melhor kit.
- Feche os objetivos secundários: pelo mapa de Tatooine, há missões que pedem droids específicos e outras em que você resolve tudo na bala contra Stormtroopers. As recompensas vêm em crates com Créditos, Upgrade Chips e itens raros.
- Não esqueça as missões passivas: envie seus droids para trabalhos automáticos no shipyard da base e deixe o progresso rodando em segundo plano.
- Rebirth é o verdadeiro power spike: ao cumprir os requisitos no terminal da entrada, você reseta a progressão para ganhar bônus permanentes. No Fortnite, o melhor é que seus droids continuam com você depois do reset.
- Melhore seus droids: um vendedor escondido atrás da cantina permite evoluir suas unidades usando Upgrade Chips. Quanto mais raros forem os droids, mais alto o teto de upgrade.
- Explore a cantina: NPCs e comerciantes trocam droids, oferecem upgrades para a picareta e até arriscam uma roleta para tentar um upgrade de graça. Vale visitar sempre que puder.
- Caça ao BB-8: conforme você sobe de nível, o droid mais cobiçado aparece em um evento especial com contagem no mapa. Fique ligado para não perder a janela.
Marathon voltou ao centro da conversa gamer, e a melhor forma de entender o reboot é olhar para o que a Bungie fez no original de 1994. O detalhe do grafite em rosa neon — aquela variação torta de “Thank God it’s you” — não está ali por acaso: ele resume o tom de decadência, paranoia e estranheza que sempre marcou a franquia.
No Marathon clássico, você navega por corredores claustrofóbicos enquanto a invasão alienígena transforma a nave-colônia em um caos total. Entre os inimigos, há os BOBs, civis “nascidos a bordo” que correm desesperados pelos cenários. Alguns estão infectados e explodem quando você chega perto; os inocentes gritam “Eles estão por toda parte!”, enquanto os contaminados aliviam a tensão com um “Graças a Deus é você!”.
Comparar o Marathon de 1994 com o novo jogo deixa claro como a série mudou de pele. O original é um FPS raiz, com foco em labirintos, leitura de mapa e exploração de espaços verticais. Já o título atual bebe da fórmula de extraction shooter, apostando em informação, posicionamento e tomada de decisão sob pressão.
Mesmo com propostas tão diferentes, os dois jogos conversam pela narrativa. Terminais espalhados pelo cenário revelam a guerra maior e colocam você entre duas inteligências artificiais com personalidades opostas: uma mais estável e outra totalmente fora da curva. É aí que Marathon sempre brilhou — ao transformar lore em personalidade, e personalidade em identidade de jogo.
Outro ponto que continua forte é o arsenal. A pistola de fusão do clássico ainda passa aquela sensação de arma alienígena pesadona, com disparo carregado e feedback visual marcante. Soma isso ao radar de inimigos, ao level design vertical e à movimentação que força você a pensar em cada salto e desvio, e fica fácil entender por que o original ainda segura a onda.
No fim das contas, Marathon novo não surgiu do nada. Ele pega a base do clássico, atualiza a linguagem e mantém a mesma obsessão por fuga, consciência e liberdade. É o tipo de continuação que faz sentido justamente porque respeita o DNA do jogo que veio antes.
Hogwarts Legacy voltou a ficar de graça no PC, com resgate liberado na Epic Games Store para quem quiser adicionar esse RPG de mundo aberto à biblioteca sem gastar nada. Se você pegar a oferta até domingo, o jogo fica pra sempre na sua conta.
Segundo o clima da comemoração dos 25 anos da saga dos filmes, essa repetição da promoção faz sentido para dar mais uma chance aos jogadores. Em Hogwarts Legacy, você vive a experiência de um aluno em Hogwarts nos anos 1800, explorando cenários clássicos e inéditos, descobrindo criaturas mágicas, criando poções, aprendendo feitiços, evoluindo talentos e enfrentando bruxos das trevas.
Se você curte aventura, magia e aquele RPG com pegada de exploração, vale correr para resgatar Hogwarts Legacy no PC e garantir o seu acesso permanente.
Subnautica 2 teve seus requisitos oficiais revelados no Steam, e a notícia é que o game vai cobrar bastante memória RAM no PC.
O destaque fica para a configuração mínima voltada a 30 fps, que pede 12 GB de RAM. Já nas configurações ultra, o salto é pesado: 32 GB de RAM.
O novo capítulo da franquia chega em Early Access ainda este mês, então já vale conferir se o seu setup está pronto para encarar o fundo do oceano sem engasgos.
Gambonanza já está disponível no PC e aposta numa ideia daquelas que pescam a atenção na hora: um roguelike tático inspirado em xadrez, só que em um tabuleiro minúsculo e com stakes lá em cima.
No comando dessa run, o jogador precisa dominar viradas estratégicas, investir os ganhos para liberar novas vantagens e desbloquear Gambits que bagunçam as regras do xadrez tradicional, além de combinar peças e tiles para montar sinergias cada vez mais absurdas.
O game também coloca bosses desafiadores no caminho e incentiva o jogador a explorar jeitos criativos de quebrar o xadrez clássico. Aqui, a vitória não depende só de derrubar o rei: a missão é varrer todas as peças do tabuleiro antes que os movimentos acabem e o cenário comece a desmoronar.
Se você curte estratégia com cara de puzzle e runs rápidas, Gambonanza merece uma chance. A demo jogável segue disponível para quem quiser testar a proposta antes de mergulhar de vez.
Soul Quest finalmente desembarcou no Steam depois de uma longa jornada de desenvolvimento que levou anos para ficar pronta. O game mistura ação frenética com plataforma em um pacote hack-and-slash para PC, colocando você na pele de Alys, uma guerreira movida por dor, raiva e amor.
A história gira em torno da morte do marido de Alys pelas mãos dos deuses. Sem aceitar esse destino, ela parte para a ofensiva com espada em punho, pronta para desafiar Morrigan, a deusa da morte, e encarar hordas de inimigos pelo caminho. A promessa é de pancadaria sem descanso, com foco em combate livre e bastante liberdade para desmontar os adversários no braço.
Entre os destaques, Soul Quest aposta em:
- combate hack-and-slash com ritmo acelerado;
- enxames de inimigos para varrer da tela;
- luta contra os deuses celtas em clima épico;
- uma narrativa sombria sobre amor, luto e vingança.
Se você curte um indie de ação com pegada pesada e vontade de esmagar tudo no caminho, Soul Quest merece entrar no seu radar.