O teste grátis de Diablo IV já está rolando no PC, e a grande novidade é que você pode experimentar a nova classe Paladino sem perder o progresso caso decida comprar o jogo depois.
A amostra fica disponível até 12 de maio e libera o caminho até o nível 25. A boa notícia é que aquele bug que fazia o game cair ao chegar nesse ponto já foi corrigido.
Para entrar na ação, basta acessar o cliente Battle.net e cair dentro de Sanctuary. A proposta é vestir a armadura da luz e varrer as forças do Inferno com fúria sagrada.
Segundo a descrição da classe, os Paladinos renasceram como Guardiões da Luz, uma ordem dedicada a proteger Sanctuary, livre da corrupção e da crença cega. Empunhe a justiça divina, devolva a esperança aos inocentes e destrua o mal em cada canto do mundo.
Turnbound finalmente saiu do Acesso Antecipado e chegou à versão 1.0 no PC, marcando a estreia completa do autobattler estratégico da Gambit Digital e da 1TK.
Em Turnbound, você entra num tabuleiro amaldiçoado e precisa montar a build certa para encarar as almas presas de outros jogadores em batalhas assíncronas de PvP. Aqui, cada tile colocado na grid pode disparar efeitos em cadeia, então posicionamento e leitura de jogo fazem toda a diferença.
A proposta do game gira em torno de:
- experimentação e theorycrafting;
- gestão de inventário com pegada competitiva;
- decisões táticas que punem qualquer vacilo;
- criatividade, planejamento e um bom uso da sorte.
A prévia de lançamento já mostrava o clima do jogo, e agora a versão 1.0 chega para consolidar a experiência e colocar sua estratégia à prova. Se você curte autobattlers que exigem cérebro afiado e builds bem montadas, Turnbound merece entrar no seu radar.
Stranger Than Heaven, o próximo grande jogo de ação da RGG Studios, finalmente apareceu com mais detalhes — e a vibe é de uma prequela espiritual de Yakuza/Like a Dragon, só que bem mais sombria e dramática.
A história acompanha Makoto Daito, um garoto meio japonês, meio americano, que sai dos Estados Unidos rumo ao Japão. No caminho, ele cruza com Yu Shinjo, descrito como seu amigo mais antigo e maior rival, e também com Orpheus, um contrabandista internacional interpretado por Snoop Dogg.
O game vai viajar por cinco cidades em cinco décadas:
- Kokura, Fukuoka — 1915
- Kure, Hiroshima — 1929
- Minami, Osaka — 1943
- Atami, Shizuoka — 1951
- Kamurocho, Tóquio — 1965
Outro destaque é a música. Makoto é cantor e músico, e o sistema do jogo permite “capturar” sons do cenário para transformar isso em inspiração e criar músicas originais. É uma mecânica que combina bem com o tom mais autoral do projeto.
No combate, a RGG também mudou bastante a fórmula: saem de cena as stances clássicas e o spam de botão, e entram ataques ligados aos membros do personagem, com os botões e gatilhos comandando golpes de braços e pernas em combos estilo boxe. Além disso, o uso de armas brancas parece ter muito mais peso, com Makoto desferindo várias estocadas ao longo da apresentação.
Para completar, tudo indica que Stranger Than Heaven pode contar a origem do Clã Tojo. Ainda há dúvidas sobre a estrutura das fases e se o jogo vai manter as tradicionais side stories, mas uma coisa é certa: a RGG quer entregar algo grandioso. O lançamento está previsto para inverno de 2026.
Farever já desembarcou em Acesso Antecipado no PC e promete uma aventura multiplayer de ação/RPG em mundo aberto para quem curte explorar cada canto do mapa.
Em Siagarta, você não é o escolhido da profecia nem o salvador da vez: é só mais um aventureiro tentando deixar sua marca. E é justamente aí que a jornada ganha força.
O cenário vem recheado de paisagens vibrantes e segredos, com templos esquecidos, cavernas submersas, acampamentos inimigos e outras curiosidades espalhadas pelo mundo. Vasculhando bem, dá para encontrar tesouros, equipamentos e loot para turbinar sua build.
Na exploração, o game libera várias rotas: escale paredões, salte contra o vento para planar sobre ravinas, desça em cavernas escondidas e mergulhe em lagos profundos para descobrir o que existe acima e abaixo da superfície.
O lançamento em Acesso Antecipado também chegou com um trailer de gameplay, dando uma boa amostra do que esperar dessa fase inicial de Farever.
The Jackbox Party Pack 12 está chegando neste outono para sacudir as reuniões com cinco party games inéditos no PC.
A coletânea promete testar o talento da galera em áreas como comédia, arte, leitura de mente, debate e liderança de equipe, tudo no estilo clássico da franquia: respostas rápidas, improviso e muita zoeira.
E o melhor: não precisa de controle extra. A brincadeira rola pelo celular, tablet ou navegador, deixando todo mundo pronto para entrar na partida em segundos. Se o grupo for grande, ainda dá para chamar a audiência e influenciar a bagunça de maneiras bem imprevisíveis.
O trailer de anúncio já deu as caras e serviu para aumentar o hype em torno de The Jackbox Party Pack 12. Se você curte party game para jogar com os amigos e rir alto, vale ficar de olho nessa coleção.
A Valve lançou um novo Steam Controller e o bicho esgotou em minutos, derrubando o Steam no processo. No meio dessa bagunça, fui rever o velho Steam Controller que comprei há anos quase por impulso e deixei encostado por um tempão antes de finalmente colocar pra jogo.
Pra minha surpresa, ele é bem mais confortável do que muita gente pinta. Os botões da face são pequenos demais e o analógico poderia clicar melhor, mas no geral a pegada é sólida e bem gostosa de segurar. Hoje, com o PC cada vez mais em casa na sala e o Steam Deck virando meu “console” da TV, o controle faz ainda mais sentido.
Onde o Steam Controller realmente brilha é em jogos com menu chato, cursor e navegação mais caprichada. Os touchpads são precisos, a experiência de mouse via pad fica excelente e o feedback tátil ajuda demais. O touchpad da esquerda ainda funciona quase como uma rodinha de scroll, deixando jogos mais “mouse-based” bem naturais no sofá.
Outro ponto forte é o Steam Input. A comunidade segurou esse hardware no colo por anos, então é comum achar layouts prontos com touchpad e gyro para um monte de jogos. Não é o controle “pra tudo” que a Valve tentou vender lá atrás, mas como segunda opção para casos específicos, ele continua sendo uma peça braba.
No fim, o Steam Controller me lembrou de três coisas: controle é o hardware mais interessante do PC; ainda faltam gamepads diferentões para cenários bem reais; e, quando um desses aparece com suporte vivo e ideias fora da curva, ele pode virar seu xodó da sala. Só não me deixa perder o dongle.
Depois de BioShock, BioShock 2 e BioShock Infinite, a franquia ficou longos anos sem um novo capítulo. E, pelo visto, o desenvolvimento de BioShock 4 tem sido bem mais complicado do que muita gente imaginava.
Um executivo ligado à publicação do game disse que não está “surpreso” com a demora, mas admitiu estar profundamente frustrado. Segundo ele, o estúdio passou tempo demais tentando achar a ideia certa para dar vida ao projeto.
Na prática, isso significou testar caminhos criativos que não decolaram e acabar jogando fora tempo e grana em rotas que não levaram a lugar nenhum. Várias dessas tentativas acabaram virando beco sem saída antes do jogo começar a tomar forma.
A boa notícia é que o clima parece ter virado. A chegada de Rod Fergusson para comandar o estúdio responsável por BioShock 4 funcionou como uma espécie de reset no projeto. A equipe também passou por uma reorganização pesada, com mudanças na liderança e cortes no time.
Mesmo com essa melhora, ainda deve demorar até o próximo mergulho nessa franquia clássica sair da geladeira. Para quem está na espera, a mensagem é clara: ainda tem chão pela frente.
Ruse está de volta ao Steam depois de anos fora do ar, trazendo de volta um dos RTS de guerra mais estilosos da era 2010. O relançamento inclui o jogo base, todos os DLCs já lançados e algumas melhorias técnicas, além de suporte total ao Steam Deck.
Importante: não estamos falando de remaster nem de remake. É o mesmo Ruse de sempre, só que agora reaparecendo na loja com a distribuição retomada e com a biblioteca completa para quem curte estratégia pesada em ritmo de guerra.
- Ruse voltou para a plataforma com todo o conteúdo extra incluso.
- O jogo recebeu ajustes técnicos e compatibilidade com Steam Deck.
- Quem já tinha o game na conta leva as atualizações e os DLCs sem custo adicional.
- Saves antigos e replays não abrem na versão nova, mas ainda dá para acessá-los pela Compatibility Branch nas propriedades do jogo.
Na prática, Ruse reaparece como um clássico de estratégia que continua afiado para quem curte tática, blefe e controle de mapa. Se você tinha saudade desse RTS, agora é hora de conferir o retorno dele à sua biblioteca.
R.U.S.E. está de volta à Steam em um comeback que vai mexer com a nostalgia da galera fã de RTS. O clássico de estratégia em tempo real da Segunda Guerra Mundial retornou em sua Definitive Edition, trazendo a experiência completa para o PC.
Conhecido por apostar pesado em blefe, leitura de mapa e jogadas de mente, R.U.S.E. volta com todos os DLCs inclusos e compatibilidade com Steam Deck. É a chance de reviver a campanha, montar suas táticas e entrar no front com aquele clima de guerra fria na cabeça do inimigo.
- R.U.S.E. relançado na Steam
- Definitive Edition com todos os DLCs
- Suporte ao Steam Deck
- Quem já tinha o game antes recebe o relançamento sem custo extra
Se você curte RTS com foco em enganação, posicionamento e decisão na pressão, R.U.S.E. merece um lugar no seu radar.
Europa Universalis V ganhou Fate of the Phoenix, o primeiro immersion pack do game, chegando para turbinar a experiência com mais conteúdo histórico e novas possibilidades estratégicas.
Neste DLC, o destaque é o Império Bizantino. A proposta é revisitar — ou tentar reviver — as glórias do antigo Império Romano do Oriente, agora com mecânicas exclusivas, opções históricas e caminhos alternativos para seguir na campanha.
Se você curte grand strategy com profundidade e quer mais camadas para suas decisões, Europa Universalis V recebeu um pacote feito sob medida para deixar a run ainda mais pesada e imersiva.
ATMOSFAR já tem data para decolar no Acesso Antecipado: 20 de maio. O trailer destaca a pegada sci-fi do game, com foco em exploração, sobrevivência e aquela vibe de aventura espacial que costuma fisgar fácil a comunidade.
No mesmo pacote de novidades, Pandora’s Toybox também apareceu com lançamento marcado para 15 de maio. Agora é ficar de olho para ver como esses projetos vão se desenrolar quando chegarem ao público.