Cena de Mortal Kombat
Mortal Kombat

Mortal Kombat II não quer ficar preso ao que rolou no primeiro filme. A sequência deve usar a história anterior mais como base do que como trilho obrigatório, acelerando direto para o que a galera da franquia realmente quer ver: o torneio, as tretas de realm e a pancadaria em alto nível.

Na prática, isso significa que boa parte dos eventos do longa anterior fica em segundo plano. A ideia é reorganizar o tabuleiro e dar mais espaço para a vibe clássica de Mortal Kombat, com uma pegada mais fiel ao clima dos games e menos enrolação de origem.

  • o primeiro filme serviu para apresentar o universo;
  • a sequência quer chegar mais rápido na ação de verdade;
  • o foco agora é entregar mais peso de lore e fanservice;
  • quem esperava uma continuação certinha pode estranhar essa mudança de rota.

No fim, Mortal Kombat II parece seguir o caminho de um reboot com mais confiança: menos explicação, mais impacto e uma estrutura bem mais parecida com o que os fãs esperam da franquia.

Kingdom Come: Deliverance 2

Em Kingdom Come: Deliverance 2, o papo sobre “beta” ganhou outra leitura: para a equipe da Warhorse, essas versões pré-lançamento que a galera costuma testar nem chegam perto de uma beta de verdade. Segundo o diretor criativo Prokop Jirsa, a real do desenvolvimento é bem mais bagunçada do que parece de fora.

Na prática, a evolução de um game não sobe em linha reta. É aquele clássico da produção: tudo parece bem cru por um bom tempo, vai melhorando aos poucos e só na reta final acontece o grande salto, quando o time entra pesado no polimento. Ou seja, o que vai para o público já costuma estar muito mais lapidado do que os builds internos.

Jirsa também ressaltou o quanto fazer um jogo grande leva tempo: meses, às vezes anos, com muita gente ralando para deixar tudo redondo. No caso do primeiro Kingdom Come: Deliverance, ele lembra que era difícil até acreditar que o projeto fosse mesmo sair com uma equipe tão enxuta e num prazo apertado.

Opinião

Crimson Desert continua cada vez mais estranho — e isso é um baita elogio. A cada atualização, a Pearl Abyss vai lapidando algumas das escolhas mais fora da curva, mas o jogo ainda mantém aquele tempero de sandbox maluco que faz a gente largar tudo só para testar uma mecânica nova.

Agora, a febre da vez é a de domar aves. Com o Sotdae of Bond, um comedouro bem estiloso, dá para atrair de tudo: condores de montanha, patos comuns, pardais minúsculos e até aves lendárias, como a Fênix flamejante e a Águia de Ferro mecânica. E sim, o lendário papagaio azul também está na lista — e, de forma quase irônica, é um dos mais chatos de capturar.

Depois de muitas horas em Crimson Desert, ainda é difícil cravar exatamente o que o jogo quer ser, mas essa mecânica mostra bem como o mundo de Pywel tem camadas de sobra. O melhor é que você pode posicionar o comedouro em qualquer canto, escolher a ração e esperar a surpresa: às vezes surge uma ave rara no alto da montanha, às vezes aparece uma criatura que você nem imaginava encontrar ali.

Também é legal ver a comunidade entrando na onda, compartilhando pontos de avistamento e transformando o game numa espécie de caça aos pássaros em mundo aberto. Isso diz muito sobre o potencial sistêmico de Crimson Desert: mesmo quando a história ainda parece meio irregular, o sandbox continua rendendo momentos próprios e bem insanos.

Se a desenvolvedora seguir nessa pegada, dá para imaginar que o jogo ainda vai ganhar mais funções bizarras no futuro. E, sinceramente, é exatamente isso que faz Crimson Desert brilhar: um mundo gigantesco, cheio de possibilidades, que te chama para experimentar sem medo.

Genshin Impact

Os códigos da live de Genshin Impact já estão na praça, então é hora de correr atrás dos freebies antes que a janela feche. A próxima grande atualização está marcada para 12 de agosto, mas ainda tem algumas versões no caminho até a história de Nod-Krai fechar esse arco.

Na prévia, a HoYoverse mostrou três novidades que podem mexer com os banners e com o hype da comunidade: Nicole, de Pyro; Lohen, de Cryo; e Prune, de Anemo. Também existe a possibilidade de rerun da Mavuika, então vale ficar de olho na transmissão completa para não perder nada do que vem por aí.

Até agora, o código confirmado na live é:

  • BacktoSumeru — recompensa com Primogems e Minério de Aprimoramento Místico

Para resgatar, você precisa estar no Rank de Aventura 10. Depois, é só abrir o menu do jogo, entrar em Configurações > Conta, tocar em Resgatar agora e colar o código. As recompensas chegam na caixa de correio.

Também dá para fazer o resgate pela página oficial de códigos, informando sua região e os dados da conta. Não vacila: códigos de live costumam expirar rapidinho.

Clair Obscur: Expedition 33

Andy Serkis, que dá voz a Renoir em Clair Obscur: Expedition 33, não economizou elogios ao RPG de PC da Sandfall. Para ele, o jogo é um baita marco na caminhada para que a indústria e o público levem as histórias dos videogames mais a sério — incluindo os artistas por trás da captura de movimento.

Em entrevista, Serkis destacou que não vê diferença entre atuar em games, cinema, TV ou teatro. Na visão dele, o processo é o mesmo: mergulhar no personagem e construí-lo com a mesma entrega, seja no palco ou em frente às câmeras.

O ator também relembrou que, quando começou a trabalhar com videogames, ainda existia muito preconceito no meio artístico. Hoje, no entanto, a maré virou: cada vez mais jovens saem das escolas de interpretação querendo participar de jogos.

Serkis ainda apontou uma ironia curiosa do mercado: Hollywood passou a usar motores gráficos de games para pré-visualização, iluminação e planejamento de cenas. Ou seja, a tecnologia que nasceu nos jogos agora também é peça-chave no cinema.

No fim das contas, a fala do ator reforça o momento de virada do setor: Clair Obscur: Expedition 33 chega como exemplo de que narrativa, atuação e direção de arte nos games podem bater de frente com qualquer produção audiovisual.

Microsoft

Se você já clicou fundo demais no Windows 11 e caiu naquela janela jurássica, a sensação é mesmo essa: por baixo da skin moderna, ainda tem muito código das antigas segurando a bronca.

Um executivo sênior da Microsoft confirmou o que muita gente do PC já suspeitava: o Win32 continua sendo peça central no Windows 11, mesmo tendo nascido lá na era do Windows 95. Em outras palavras, o sistema pode até ter cara de novo, mas a espinha dorsal ainda é da velha guarda.

O Win32 é, basicamente, o conjunto de funções que os aplicativos usam para conversar com o Windows. É ele que ajuda o programa a abrir janelas, ler arquivos, capturar clique do mouse, desenhar texto e responder ao teclado. Sem esse bloco de funções, um monte de coisa simplesmente não se encaixaria direito.

A Microsoft até tentou empurrar uma troca de geração. No passado, houve uma aposta forte em uma camada mais moderna, pensada para substituir o Win32 e trazer uma experiência mais atualizada. Só que o plano esbarrou em um problema gigante: milhares de apps antigos dependiam do ecossistema clássico, e uma migração forçada quebraria boa parte da compatibilidade.

Na prática, o resultado foi um caminho paralelo: de um lado o legado funcionando como base do sistema; do outro, tentativas de modernização que nunca conseguiram assumir o controle de vez. E aí o Windows seguiu firme nessa mistura de interface nova com miolo vintage.

Resumo da ópera: em 2026, o Windows 11 ainda está muito mais ligado ao Win32 do que muita gente imaginava. Nada de naves voadoras ou colônias na Lua — no PC, o velho código dos anos 90 continua reinando nos bastidores.

Subnautica 2

Subnautica 2 está batendo à porta do acesso antecipado no dia 14 de maio e, para quem já estava com medo de precisar de um PC monstro, a notícia é bem mais tranquila: os requisitos divulgados estão longe de ser um bicho de sete cabeças.

O último dev vlog antes da estreia reforçou que o jogo deve rodar de boa até em portáteis como Steam Deck e ROG Xbox Ally. Em outras palavras, a otimização parece estar chegando com o pé direito.

Na faixa mínima, um GTX 1660 ou RX 5500 XT com i5-8400 ou Ryzen 5 2600 segura 1080p no preset Low a 30 FPS. Já para subir a qualidade, a recomendação vai para RTX 3070 ou RX 6700 XT, junto de i7-13700 ou Ryzen 7 7700X, mirando 1440p e 60 FPS.

  • Ultra: RTX 4070 ou RX 6900 XT, 32 GB de RAM, 1440p, preset High e 60 FPS.
  • Ultra++: RTX 5070 Ti ou RX 7900 XT, i9-14900K ou Ryzen 9 7900X3D, 4K, High e 60 FPS.
  • Memória: o mínimo informado é de 12 GB de RAM, então rigs com 8 GB podem ficar apertados.

O estúdio deixou claro que isso é só o ponto de partida. A ideia é continuar lapidando Subnautica 2 ao longo de um acesso antecipado que deve durar de 2 a 3 anos, com mais conteúdo e bastante polimento até a versão final.

Opinião

A matéria faz uma viagem por três momentos marcantes da história do PC gaming, com capas e destaques de maio de 1996, 2006 e 2016. A ideia é olhar para trás e ver o que parecia visão de futuro na época — e o que acabou virando realidade anos depois.

  • 1996: a revista apostava pesado no “futuro dos games”, com 3D, internet e realidade virtual no centro das atenções. Naquele tempo, a VR ainda era mais promessa do que produto; já o jogo online parecia cada vez mais inevitável.
  • 2006: Battlefield 2142 foi o grande destaque da edição, trazendo uma guerra futurista com mechs gigantes. A publicação também comentou sobre Half-Life 2: Episode 1, a chegada de Halo 2 ao PC com Windows Vista e outras novidades quentes da época.
  • 2016: Total War: Warhammer estampou a capa enquanto a realidade virtual voltava ao hype com o lançamento do Oculus Rift. A edição ainda trouxe assuntos como a estratégia da Microsoft para o PC, o fechamento da Lionhead e o avanço de Stardew Valley.

No fim, a retrospectiva mostra como algumas apostas envelheceram bem, enquanto outras ficaram datadas. A grande lição? No PC gaming, o futuro quase sempre demora mais do que a gente imagina — mas quando chega, muda tudo.

Werewolf: The Apocalypse

A Nacon e a crea-ture Studios anunciaram Werewolf: The Apocalypse – Rageborn, um metroidvania de ação e aventura ambientado no universo de World of Darkness. O jogo está previsto para chegar ao PC em 2027 e já chamou atenção pelo clima sombrio e pela pegada brutal de combate.

Na história, você controla Taylor, um estudante cuja vida vira de cabeça para baixo quando um amigo eco-ativista é assassinado na sua frente. A partir desse momento, a verdadeira natureza do protagonista vem à tona: ele desperta como um lobisomem, um campeão da Terra em meio ao caos.

  • Exploração por cenários selvagens do Alasca;
  • Combate feroz contra os inimigos de Gaia;
  • Jornada de vingança, identidade e sobrevivência;
  • Um mundo em ruínas pedindo por um guerreiro da noite.

O anúncio veio acompanhado de um Reveal Trailer, que dá o primeiro gostinho da atmosfera do game e do que esperar dessa caçada sobrenatural.

Age of Empires IV

Age of Empires IV acaba de receber Yue Fei’s Legacy, um novo DLC que coloca os jogadores no comando das forças da Dinastia Song em uma campanha histórica e cheia de tensão.

Na trama, Yue Fei e Han Shizhong precisam proteger um jovem príncipe Song em fuga enquanto tentam segurar a onda contra a invasão implacável da Dinastia Jin. No melhor estilo RTS, a pressão não vem só do campo de batalha: na corte imperial, qualquer traição pode pesar mais do que um exército inteiro.

  • Nova campanha épica dentro do universo de Age of Empires IV
  • Conflito entre as Dinastias Song e Jin
  • É necessário ter o jogo base para jogar o conteúdo

Se você curte estratégia em tempo real com clima de guerra total e narrativa histórica pesada, vale ficar de olho nessa expansão.

Trash Goblin

Trash Goblin acaba de receber The Artist of Brimhaven, a primeira expansão oficial do simpático simulador de lojinha onde sucata vira ouro nas mãos certas.

Esse DLC premium traz um distrito inédito para explorar e mais formas de mexer com o cenário, ampliando o loop de gameplay que mistura garimpo, restauração e aquela resenha gostosa de administrar o próprio cantinho.

Com a ferramenta de recoloração e os velhos truques de sempre, a ideia é dar vida a uma área abandonada da Silver City e transformar o que parecia descartado em algo valioso. Para quem curte jogos de PC com clima cozy, progressão caprichada e aquele charme de “um goblin, uma banca e mil possibilidades”, é uma adição que promete render boas horas de jogo.