Game Quest: The Backlog Battler é um horde battler zoeiro em que o maior boss final é o seu próprio backlog.
Por aqui, os games encostados viram inimigos de verdade: os títulos que você mal tocou entram em cena como disquetes deslizantes, e quanto menos você jogou, mais perigosa a treta fica. Se o jogo tiver pesado na compra, ele ainda causa mais dano; se tiver nota alta, pode até ganhar a habilidade de voar.
Mas você não vai pra pancadaria sozinho. Os jogos que você mais joga entram como aliados na bagunça, deixando tudo com cara de crossover de vergonha alheia e autoexposição gamer. A graça parece ser justamente zoar a própria biblioteca e, de quebra, chamar os amigos para levar shade pelo backlog deles também.
Por enquanto, Game Quest: The Backlog Battler ainda não tem data de lançamento, mas já dá para ficar de olho e colocar na lista de desejos.
Plants vs. Zombies é daqueles games que pegam você pela jogabilidade e não soltam mais. A proposta parece simples no começo: você tem um gramado e precisa segurar uma invasão de zumbis antes que eles atravessem tudo e cheguem aos seus miolos. Só que, na prática, o jogo transforma essa ideia em um tower defense cheio de carisma, ritmo e escolhas que doem no cérebro.
O loop é fácil de sacar e difícil de largar. Você junta sol, planta girassóis, monta sua linha de defesa e decide quais sementes vai levar para cada fase. Só que Plants vs. Zombies não demora para bagunçar sua zona de conforto: aparecem inimigos que pulam, cavam por baixo, voam, explodem, chegam em bando ou vêm com algum truque sujo que obriga você a montar o deck do jeito certo.
É justamente aí que o jogo brilha no PC. A campanha vai liberando plantas novas aos poucos, o que mantém a evolução sempre fresca, e os modos extras ainda deixam a experiência mais redonda. Entre minigames, desafios e outras variações, o jogo entrega muito mais conteúdo do que parece à primeira vista, sempre com aquele humor bobo e afiado que é marca registrada da série.
No fim das contas, Plants vs. Zombies não é só um passatempo casual. É um dos tower defenses mais inventivos e viciantes já feitos para computador, fácil de aprender, mas com profundidade suficiente para te prender por horas. Se você curte estratégia leve com personalidade de sobra, vale a leitura — e vale jogar.
Sou relativamente novo em colecionar figures, mas isso não impede que eu já tenha uma pequena multidão delas ao lado da mesa. Entre uma garimpada e outra em lojas de usados, sempre bate a vontade de achar a peça perfeita para turbinar a estante.
O problema é que figures de jogos nem sempre são fáceis de achar. Fora algumas Amiibo e raras estátuas de pré-venda, o acervo de quem curte games costuma ficar mais enxuto do que a coleção de personagens de anime. Só que, quando a peça oficial não vem, a comunidade resolve no improviso — e no capricho.
No caso de OMORI, uma fã pegou uma figure base, desmontou tudo e transformou a peça na Mari. Ela refez o cabelo, o rosto e a roupa, trocando cores e detalhes para casar com a personagem. Até a base ganhou tratamento especial, com clima de piquenique, cestinha e doces artesanais. O resultado ficou com cara de item premium de vitrine.
Outro destaque vem de uma criadora que faz figures em argila do zero, com visual compacto e cheio de personalidade. Já apareceram releituras de Cagney Carnation, de Cuphead, do Cordeiro, de Cult of the Lamb, e até de Leah, de Stardew Valley, com mini ferramentas e tudo. O que mais chama atenção são os detalhes: pose, base e acabamento fazem cada peça parecer única.
E não para por aí. Essas criações também passeiam por outras obras queridas da cultura pop, sempre com aquele clima de peça artesanal feita para ocupar lugar de destaque na estante.
Depois de ver tanta criatividade, fica difícil não pensar em dar uma repaginada nas figures esquecidas da coleção. Talvez eu não mexa nas minhas Mikus favoritas, mas as peças encostadas na parte de baixo da estante já entraram na lista. Com tinta, massa e paciência, dá para transformar qualquer figura sem graça em um item que merece holofote.
Half-Life 2 foi mexido de leve ao longo de 20 anos, e uma comparação recente de builds mostrou que o jogo recebeu mais polimento do que muita gente imaginava.
Ao colocar lado a lado a versão original, a edição que saiu no Orange Box e a atualização de aniversário, dá para notar ajustes finos na iluminação, nos efeitos de fogo e sangue, no brilho do tecido e até nos olhos do G-Man. Até os títulos dos capítulos passaram a aparecer na tela em versões mais novas.
Outro detalhe que quase ninguém lembrava é a sequência de Route Kanal. No começo, aquela parte da água era bem mais chata de passar: os objetos de madeira não flutuavam tão bem, deixando a travessia muito mais capenga do que hoje.
A análise também mostra que Half-Life 2 foi recebendo pequenos buffs visuais e mudanças de bastidor por anos, incluindo builds raras que revelam um jogo ainda mais diferente do que a maioria conhece. O vídeo fecha em Black Mesa East, mas já dá vontade de ver uma parte 2 para vasculhar o resto dessa bagunça histórica.
Tim Cain, veterano designer de RPGs e co-criador de Fallout, fez um raio-x de como a internet mudou o jeito de criar e de falar sobre games. Na visão dele, os anos 80 eram um terreno muito mais livre: menos gêneros engessados, menos pressão da comunidade e mais espaço para os devs testarem ideias sem tanto peso nas costas.
Ele diz que a virada começou no fim dos anos 90, quando fóruns e guias online passaram a tomar o lugar daquela pegada de improviso, em que o manual do jogo e uma revista impressa eram quase todo o suporte extra disponível.
Depois vieram os vídeos, as lives e os influenciadores. Cain aponta que, agora, muita gente pensa primeiro em quais partes do jogo vão render bons clips e repercutir na timeline, o que acaba puxando o design para um lado mais streamável.
O ponto mais pesado da crítica dele é sobre como muitos jogadores terceirizam o próprio julgamento: em vez de ler uma análise e formar opinião, escolhem um criador de conteúdo de confiança e compram a visão dele como se fosse a sua. Cain reconhece que buscar alguém com gosto parecido faz sentido, mas alerta que isso já virou, em muitos casos, moralismo, histeria e julgamento de jogos que a pessoa nem pretende jogar.
Para ele, essa dinâmica também afeta os devs, que podem começar a desenhar games pensando demais na reação de um influencer específico. No fim, Cain admite que não faz ideia de como os anos 2030 vão ser, mas deixa o recado: a internet abriu portas, só que também enrijeceu bastante o debate gamer.
Crimson Desert acaba de receber mais um update recheado de ajustes e novidades, reforçando a ideia de um jogo que está sempre mudando. O grande destaque do patch é o sistema de rematch, que permite encarar de novo os chefões já derrotados para testar sua progressão e experimentar novas táticas.
Para começar a revanche, basta voltar ao local da luta, acender a lanterna e escolher entre duas versões do combate:
- Modo balanceado: o boss volta exatamente ao estado original da primeira batalha.
- Modo escalado: os atributos do inimigo são ajustados para acompanhar seu equipamento atual.
Essas lutas não dão loot novo, mas você pode usar qualquer personagem e ainda recupera os consumíveis gastados na tentativa.
Outra novidade é o sistema de re-blockade, que permite que facções retomem áreas que já tinham sido libertadas. A frequência dessa retomada pode ser ajustada para acontecer sempre, de vez em quando ou nunca, dependendo da sua preferência. No momento, o recurso afeta 13 facções e 23 áreas, com promessa de expansão nas próximas atualizações.
Além disso, o patch trouxe novos pets lendários, como o Iron Eagle e o hyacinth macaw, uma loja de disfarces, mais correções de bugs e vários ajustes internos. No fim das contas, Crimson Desert segue sendo lapidado com bastante liberdade criativa, e tudo indica que o game ainda vai mudar bastante nos próximos meses.
O New Day RP, servidor de GTA V RP, acabou de completar cinco anos e já abriu o jogo sobre o que pretende entregar em 2026. E a proposta segue aquela pegada que muita gente curte em RP: uma cidade viva, cheia de função, eventos e roleplay que não para.
Além das vagas tradicionais em áreas como polícia e serviços de emergência, o servidor também mantém uma rotina bem mais social, com eventos de comunidade, noites de microfone aberto, encontros temáticos e a já conhecida Taco Tequila Tuesday.
Nos bastidores, a equipe está mexendo em sistemas de governança, com ajustes em eleições, serviços públicos e na forma como os departamentos conversam entre si. A ideia é deixar tudo mais redondo, com uma experiência mais fluida para quem joga.
Outro foco é fortalecer o que já existe dentro do servidor e abrir mais espaço para funções como o departamento de Parques e Recreação. Segundo a equipe, a turma de Apprentice Ranger está quase fechando sua leva atual, com novos Rangers já começando a aparecer em campo.
- Em breve, novas inscrições para Parks Employee serão abertas.
- Quem entrar nessa vaga terá 30 dias para concluir o treinamento obrigatório.
- Depois disso, a rotação de recrutamento para Rangers volta ao normal.
- Atividades sazonais de caça também já estão disponíveis para quem quiser entrar nessa vibe.
No fim das contas, o New Day RP quer manter a fórmula simples, acessível e divertida. Se você curte GTA V RP e procura um servidor com bastante vida comunitária, vale ficar de olho nas novidades que chegam em 2026.
A Fulqrum Publishing anunciou Theatre of War: Rearmed, o pacote definitivo da franquia de táticas da Segunda Guerra, reunindo toda a série em uma experiência única. O jogo já aparece como “em breve” na Steam e, de quebra, já tem playtest liberado para quem quiser entrar na briga na próxima semana.
Essa prévia vem com uma amostra bem caprichada do conteúdo final: são 11 missões distribuídas em três campanhas, além de 2 cenários independentes e 9 missões de tutorial para apresentar os sistemas e mecânicas principais. No multiplayer, o teste também libera 11 mapas pensados tanto para confrontos competitivos quanto para batalhas táticas cooperativas.
Na versão completa, Theatre of War: Rearmed promete entregar o escopo total da franquia, passando por Europa, Norte da África e Coreia. No total, o pacote reúne mais de 100 missões, campanhas variadas e um modo estratégico dinâmico, dando liberdade para encarar o campo de batalha em operações longas ou em desafios táticos mais rápidos. O jogo também mantém e amplia os recursos que deixaram a série com alta rejogabilidade, como multiplayer, editor de missões, suporte a mods, recursos abertos e agora também conquistas na Steam.
A SNK soltou um novo teaser de FATAL FURY: City of the Wolves focado em Mr. Karate, e o clima é de retorno em alto nível.
No vídeo, o lutador aparece com postura clássica, golpes pesados e aquela presença de chefão de dojo que combina demais com a franquia. É mais uma amostra de como o elenco do game está sendo turbinado para manter o hype lá em cima no PC.
Para quem acompanha a série, essa revelação só aumenta a expectativa para ver como Mr. Karate vai encaixar no roster e quais surpresas o seu estilo de luta ainda pode trazer.
Jogar Marathon de 1994 e Marathon (2026) lado a lado deixa claro que, mesmo em extremos opostos da história dos FPS, os dois compartilham mais DNA do que muita gente imagina.
A comparação mostra que o novo Marathon não está só surfando na nostalgia: ele resgata a pegada do original com combate tenso, leitura de mapa na correria, movimentação afiada e aquela sensação constante de estar no limite. No teste lado a lado, a franquia continua entregando um shooter que valoriza ritmo, estratégia e sobrevivência, em vez de só sair atirando.
- Atmosfera: o clima sci-fi claustrofóbico segue intacto.
- Gameplay: foco pesado em mobilidade, posicionamento e reação rápida.
- Identidade: a nova versão atualiza a fórmula sem apagar a essência do clássico.
No fim das contas, Marathon prova que dá para modernizar um FPS e ainda manter viva a alma que transformou a franquia em referência.
Theatre of War: Rearmed foi anunciado pela Fulqrum Publishing como o pacote definitivo da franquia de táticas da Segunda Guerra. O game chega em breve ao PC e já aparece como novidade no Steam, com um playtest aberto para inscrição que começa na próxima semana.
A prévia libera um recorte bem sólido do conteúdo final: são 11 missões distribuídas em três campanhas, além de duas missões avulsas e nove tutoriais para ensinar as mecânicas principais. No multiplayer, a pedrada vem com 11 mapas pensados para confrontos táticos competitivos e cooperativos.
No jogo completo, Theatre of War: Rearmed vai reunir a experiência inteira da série em uma campanha conectada, passando pela Europa, Norte da África e Coreia. O pacote traz mais de 100 missões, modo estratégico dinâmico, edição de fases, suporte a mods, recursos abertos e conquistas para deixar a progressão ainda mais recompensadora para veteranos e novatos.