A Ubisoft voltou a lidar com mais um vazamento envolvendo Assassin’s Creed Invictus, o spin-off multiplayer da franquia. Desta vez, um suposto print vazado mostrou um personagem segurando duas armas em um cenário cru, sem textura e com cara de build bem alpha, daqueles que ainda estão engatinhando no desenvolvimento.
A resposta oficial veio na lata: a empresa mandou um “boa tentativa” e deixou claro que a imagem pode até ter nascido de um teste interno, mas foi alterada com força — e, muito provavelmente, recebeu retoques de IA. A Ubisoft também criticou a circulação de desinformação em cima do material vazado.
Por enquanto, Assassin’s Creed Invictus segue sem detalhes concretos, mas a promessa é de novidades quando o momento certo chegar. Para quem curte o lado multiplayer e a pegada de furtividade social da franquia, vale ficar de olho.
- O que apareceu: um possível print de teste de Assassin’s Creed Invictus
- O que a Ubisoft disse: negou a autenticidade do material e apontou alterações pesadas
- Estado do projeto: ainda em desenvolvimento e cercado de mistério
The Blood of Dawnwalker é o novo RPG de fantasia sombria da Rebel Wolves para PC, e já chega com aquela energia de mundo medieval brutal, cheio de escolhas que doem e personagens longe de serem preto-no-branco.
À primeira vista, os vampiros parecem o mal absoluto: uma família monstruosa tomou o reino, exige um tributo de sangue do povo e esmaga qualquer faísca de revolta. Só que o jogo não vai pelo caminho fácil. Esse reinado também trouxe um tipo de “cura” macabra, já que o sangue vampírico consegue regenerar ferimentos e segurar a peste que assola a região.
É aí que entra Coen, o protagonista de The Blood of Dawnwalker. Ele vive dividido entre a luz e a escuridão, depois de ser afetado pela mesma condição vampírica que tenta domar sua humanidade. Esse contraste transforma o personagem num verdadeiro Dawnwalker: poderoso, mas sempre à beira de perder o controle.
O que mais chama atenção é a proposta de RPG guiado por escolhas, com personagens complexos e situações em que nem os “vilões” parecem tão simples assim. Em vez de heróis perfeitos e inimigos cartunescos, o jogo aposta numa trama cinzenta, onde cada decisão parece puxar Coen para um lado diferente da história.
- Clima: fantasia sombria com pegada medieval
- Protagonista: Coen, dividido entre humanidade e sede vampírica
- Destaque: escolhas com peso real e moralidade cinzenta
- Vibe: um RPG que faz você pensar antes de apertar cada decisão
Em Neverness to Everness, eu comecei só procurando tomates para tocar meu café e acabei preso em uma aventura urbana cheia de caos, humor bobo e anomalias surtadas. A cidade tem aquele clima de mundo vivo, com encontros aleatórios, mini-chefes inesperados e situações absurdas que surgem do nada enquanto você só tenta seguir em frente.
O combate em tempo real é um dos pontos fortes. Esquivar na hora certa, encaixar golpes especiais e soltar habilidades no timing certo deixa as lutas bem satisfatórias. Quando o jogo aposta nas missões principais e nos chefes, Neverness to Everness realmente entrega set pieces criativos, desde objetos amaldiçoados até criaturas bizarras que parecem saídas de um anime que resolveu pirar de vez.
Outro acerto é a trupe da Eibon, um grupo de caçadores de anomalias quebrados, carismáticos e com boa química. A história abraça sem vergonha o tom de comédia e funciona quase como um anime de episódios soltos, só que com mais personalidade. O elenco é recheado de arquétipos clássicos, mas o jogo compensa isso com carisma e situações engraçadas.
O problema é que, fora da campanha, a cidade começa a mostrar desgaste. Os minijogos até divertem no começo, seja gerenciando o café, seja entrando em atividades mais caóticas, mas a repetição pesa rápido. O mesmo vale para o loop de progressão, que empurra você para tarefas repetitivas e faz o mundo parecer mais uma casca do que um playground realmente dinâmico.
O sistema de gacha também mistura boas ideias com velhos vícios do gênero. Há recompensas generosas por jogar, sistemas de evolução mais flexíveis e algumas mecânicas interessantes, mas ainda existe aquela sensação de que o jogo quer te manter preso na rotina. No fim, Neverness to Everness tem estilo, combate competente e chefes memoráveis, mas precisa variar melhor seu conteúdo para não virar só mais um gacha de repeteco.
A Valve liberou os arquivos CAD da parte externa do Steam Controller e também do puck recarregável, dando um empurrãozão para a comunidade modder brincar com a customização do controle.
Os arquivos foram publicados sob uma licença Creative Commons, então a galera pode criar, compartilhar e remixar seus projetos, desde que dê os devidos créditos e mantenha as mesmas regras de licenciamento.
Na prática, isso abre espaço para imprimir novas carcaças em 3D e deixar o Steam Controller com a sua cara. Só tem um detalhe: se a ideia for virar produto comercial, a Valve pede para ser procurada antes.
O patch 12.0.5 de World of Warcraft, em Midnight, trouxe o Decor Duel, um modo de esconde-esconde ligado ao sistema de Moradia que pega a fórmula certa logo de cara. A proposta mistura habilidades na medida, sem encher a tela de coisa demais, e entrega partidas rápidas que dão vontade de emendar uma atrás da outra.
Logo nas primeiras rodadas, dá para sacar o ritmo: esconder-se como uma harpa, sair caçando como um louco e aprender os melhores cantos do mapa vira parte da diversão. O mapa é pequeno o suficiente para decorar rápido, mas ainda tem espaço para boas rotas, pontos criativos e aquela tensão gostosa quando o tempo está acabando.
Outro acerto de World of Warcraft é o loop de recompensas. As conquistas da categoria podem ser fechadas numa sessão mais longa, sem grandes picos de dificuldade, e a missão diária rende 50 Moedas Ilusórias, mantendo a fila viva e o pessoal voltando todo dia. No meio disso tudo, ainda rolam vários itens de decoração com tema Sin’dorei e armas de transmogrificação que ganham ainda mais destaque com as novas opções de bainha.
- Ponto forte: partidas curtas, fáceis de entrar e bem viciantes.
- Ponto fraco: a falta de mais mapas pode deixar a repetição bater mais cedo.
- Detalhe chato: algumas melhorias de mobilidade atrapalham o parkour em certos momentos.
No fim das contas, o Decor Duel virou um daqueles modos que fazem você ignorar a lista de tarefas e pensar: “só mais uma partida”. Em World of Warcraft, o esconde-esconde de Silvermoon acertou em cheio a mistura de caos, timing e recompensa.
Em Crimson Desert, as Barras de Ouro Bruto (Crude Gold Bars) viraram um jeito bem mais interessante de transformar exploração em grana de verdade. Antes, aquele brilho dourado servia mais como enfeite de cenário; agora, ele entra como item empilhável para vender aos comerciantes e turbinar seu bolso.
Um dos melhores pontos para farmar fica no Ninho das Harpias, na região norte de Pailune. Por lá, você encontra caixas cheias, pilhas espalhadas e até algumas barras largadas na neve. Dá um trampo catar tudo, mas o retorno compensa para quem gosta de sair do loot com o inventário pesado.
Se quiser tirar ainda mais proveito, vale levar esse material até o mercador da loja de pesca em Vellua. Ele compra as barras por um valor melhor do que os comerciantes comuns, então é o destino certo para quem quer extrair o máximo do farm. A jogada é simples: saqueie tudo no ninho, organize o inventário e venda no ponto certo para transformar exploração em dinheiro fácil.
Fique ligado em outros baús e áreas secretas de Crimson Desert, porque o jogo ainda guarda mais rotas de loot para quem curte vasculhar cada canto do mapa.
Depois de testar várias VPNs pensando no Counter-Strike 2, a surpresa foi real: em alguns cenários, a latência caiu em vez de subir. Ou seja, dá para jogar com a VPN ligada sem transformar a partida em caos total.
No teste, a análise passou por ping local, jitter e tempo de download. Em conexões próximas, algumas VPNs ficaram praticamente no mesmo nível da conexão normal, e outras até renderam um ping ligeiramente melhor.
Isso faz sentido porque o tráfego pode seguir por uma rota mais direta até o servidor do game. Se o servidor da VPN estiver mais perto do servidor da partida, ou se o caminho for mais enxuto, a latência pode agradecer. Além disso, uma VPN ajuda a blindar sua navegação e ainda pode driblar possível limitação do provedor.
- Windscribe: destaque quando o assunto é ping baixo.
- NordVPN: melhor equilíbrio geral e boa compatibilidade.
- Surfshark, Mullvad e Proton: opções sólidas para quem quer variar entre desempenho, privacidade e recursos.
Teve também o caso do Valorant: algumas VPNs bateram de frente com o acesso, mas o split tunneling resolveu a treta, deixando o jogo fora da VPN enquanto o resto do tráfego seguia protegido. No fim, a moral é simples: VPN não precisa ser inimiga do competitivo. No Counter-Strike 2, ela pode até ajudar — ou, no mínimo, não atrapalhar.
The Elder Scrolls 3: Morrowind continua sendo um clássico justamente porque não pega leve com ninguém: o jogo joga suas regras estranhas na sua cara e espera que você aprenda na raça.
E é aí que entra um mod novo que deve fazer muita gente torcer o nariz: Quest Markers Plus for Morrowind, feito para o OpenMW, adiciona marcadores de missão no estilo Skyrim para deixar a exploração bem mais guiada.
Na prática, o mod coloca um marcador diretamente no objetivo da missão, como na porta do NPC que você precisa encontrar e, quando necessário, até sobre a cabeça dele dentro do local. A ideia é cortar boa parte do tempo gasto vasculhando o diário e tentando descobrir onde diabos fica cada ponto em Vvardenfell.
Além disso, a ferramenta é bem configurável e ainda pode marcar locais de cidades no HUD, funcionando quase como um GPS de Tamriel. Para quem está chegando agora em Morrowind, isso pode ser uma mão na roda, principalmente porque o jogo já exige que você se acostume com seu combate travado e com sua estrutura de missões old school.
O resultado é uma modernização interessante do mapa e da navegação, aproveitando os recursos do OpenMW para deixar os sistemas clássicos mais acessíveis sem mexer na alma do RPG.
Se você curte uma experiência mais hardcore, talvez ache a mudança exagerada. Mas para novatos ou para quem quer revisitar Morrowind sem sofrer tanto para se localizar, o mod pode valer a pena.
Shin Megami Tensei 5: Vengeance entrou no Humble Choice deste mês e é aquele tipo de oportunidade que bate forte para quem curte JRPG sem enrolação. O jogo entrega combate em turnos afiado, captura de criaturas e uma atmosfera pesada, com o foco total na jogatina — menos cinema, mais gameplay.
O pacote ainda traz outros nomes de peso, incluindo:
- Diablo 4
- Crysis 3 Remastered
- Heroes of Hammerwatch 2
- Nordhold
- Rogue Waters
- Cubic Odyssey
- Mini Settlers
Mesmo com essa pilha de jogos, Shin Megami Tensei 5: Vengeance continua sendo o grande chamariz. São várias horas de combate estratégico, decisões importantes e aquele clima apocalíptico estiloso que virou marca registrada da franquia.
Se você estava esperando um bom motivo para mergulhar na série, essa seleção mensal é um belo ponto de partida.
Subnautica 2 vai mergulhar em Acesso Antecipado no PC no dia 14 de maio, e a estreia já chega cercada de expectativa depois de meses bem turbulentos nos bastidores.
No novo devlog, o designer Anthony Gallegos comentou que a equipe “passou por muita coisa”, mas que o objetivo nunca mudou: entregar a melhor experiência possível em Subnautica 2.
Ele também reforçou que, mesmo com o lançamento chegando com uma base jogável forte, o game ainda vai carregar a cara do early access: bugs, acabamento cru e uma história que ainda não estará completa.
- O jogo deve ficar em Acesso Antecipado por pelo menos dois anos;
- A versão inicial é descrita como o ponto de partida mais ambicioso da série;
- Quem entrar agora vai acompanhar o desenvolvimento até a versão 1.0 e além;
- A proposta é construir o game junto com a comunidade desde o começo.
Em resumo, Subnautica 2 chega para abrir as escotilhas: é hora de preparar o mergulho, entrar no submarino e ver até onde essa nova aventura da franquia pode ir.
Masters of Albion, novo god game da 22cans, já foi tratado pelo estúdio como compatível com o Steam Deck. Segundo a equipe, houve um trabalho grande para deixar a jogatina mais lisa no portátil, com suporte total ao Steam Input e aos trackpads.
Mesmo assim, o jogo ainda estava na fila de verificação da Valve. Na prática, isso quer dizer que o selo oficial pode demorar a aparecer, deixando o game marcado como desconhecido ou jogável por enquanto.
O estúdio afirma que Masters of Albion é, sim, jogável no Steam Deck, mas admite que a performance ainda não bate o nível ideal para um selo de compatibilidade sem ressalvas. A prioridade agora segue sendo lapidar a otimização e, quando os próximos ajustes chegarem, pedir uma nova análise à Valve.
No uso real, o game responde bem aos controles do Deck, mas pede trackpads com força porque a proposta é bem dependente de mouse. Ou seja: roda, dá para curtir, mas ainda não passa aquela vibe de experiência redondinha no portátil.
A discussão também reacende a velha bronca da comunidade com a falta de consistência nos selos da Valve. No fim das contas, Masters of Albion entra naquele território cinzento em que o jogo funciona, mas ainda não entrega o desempenho que muita gente espera de um título pensado para o Steam Deck.