A Epic Games Store liberou os games grátis da semana: Trash Goblin e Arranger: A Role-Puzzling Adventure. Se você joga no PC, já pode resgatar os dois e garantir eles na biblioteca para sempre.
Trash Goblin é um cozy game de lojinha em que você desenterra, limpa e transforma tralhas em itens vendáveis. Dá para melhorar a loja, pegar ferramentas melhores e deixar o espaço com a sua cara, tudo sem pressão e sem risco.
Já Arranger: A Role-Puzzling Adventure acompanha Jemma, uma forasteira que parte numa jornada de autodescoberta. No caminho, ela encara um mundo travado pelo medo e por uma força misteriosa que bagunça tudo ao redor.
Os dois jogos ficam de graça até a próxima quinta-feira. Depois disso, a loja deve trocar a rodada por dois títulos misteriosos.
TFC2: Collapse of the Bronze Age é o novo RTS narrativo da MicroProse em desenvolvimento para PC, com lançamento ainda sem data definida.
O game se passa no fim da Era do Bronze, quando reinos entram em queda livre, rotas comerciais somem do mapa e o mundo conhecido começa a ruir. Aqui, a proposta não é montar o maior império possível, e sim segurar as pontas com um pequeno grupo de sobreviventes em meio ao caos.
A campanha é focada na história e traz um elenco de personagens que vai mudando conforme o colapso avança. Cada escolha pesa no bolso e na moral da galera: recursos são limitados, a estabilidade é frágil e crescer rápido demais pode virar um baita risco.
Em TFC2: Collapse of the Bronze Age, cada expansão, cada batalha e cada decisão precisam ser calculadas com cuidado, porque sobreviver vai ser sempre o objetivo principal.
Glory On Pluto chegou com uma proposta daquelas que chamam atenção de cara: um roguelite estratégico de exploração espacial que se vende como o simulador de motor menos realista que você já viu. No comando da sua nave, a ideia é encarar uma corrida insana rumo aos confins do universo, com muito planejamento, improviso e RNG pesando a cada decisão.
No jogo, você precisa turbinar o motor com dezenas de itens de combustível únicos, montando a melhor build possível para manter o foguete no ar enquanto tudo pode desandar a qualquer momento. O desafio é equilibrar estratégia e sorte para transformar a viagem em uma run de respeito até o lendário Plutão.
A história também entra no clima de zoeira sci-fi: a V.I.L.L.U AI transformou a Terra numa utopia perfeita, só que sem graça nenhuma, e cabe ao jogador, como membro da nação rebelde Wuldorian, embarcar nessa missão gloriosa para inspirar a galera e resgatar a chama da humanidade. E sim, o game ainda banca a provocação de que Plutão é um planeta.
Pra quem curte testar novidade no PC, Glory On Pluto já conta com uma demo jogável para Windows, então é a chance perfeita de sentir na prática esse caos espacial com cara de indie promissor.
Kingdom Come: Deliverance 2 não nasceu de um plano engessado: Prokop Jirsa entrou na Warhorse quase por acaso, ainda na faculdade, sem imaginar que viraria um dos nomes centrais do estúdio.
Ele conta que a equipe sempre funcionou na base do “aprender fazendo”, com muita gente júnior sendo treinada dentro de casa. No começo, o estúdio também vivia no fio da navalha, apostando tudo em uma campanha de financiamento coletivo para viabilizar Kingdom Come: Deliverance.
No fim, a aposta pagou off. O primeiro jogo abriu caminho para um RPG histórico mais ambicioso e, no segundo capítulo, a fórmula foi mantida: sistemas complexos, mundo reativo e uma pegada hardcore que recompensa quem topa o desafio.
Para Jirsa, a chave do sucesso de Kingdom Come: Deliverance 2 é justamente não suavizar tudo. A fricção faz parte do pacote, e superar cada obstáculo faz o progresso pesar de verdade. Ele também vê ferramentas de IA como apoio de produção, mas sem cair no hype de que elas vão mudar tudo de uma vez.
Depois de 25 anos, Gothic Remake quer provar que ainda existe espaço para um RPG raiz, daqueles que te jogam no fundo do poço e mandam você se virar. Aqui, você é só um condenado sem nome largado na Colônia — uma antiga prisão cercada por uma barreira mágica e dominada pelos próprios presos.
No comecinho, o jogo faz questão de te lembrar que você é um ninguém: sem arma, sem armadura e sem a menor noção de sobrevivência. Um lobo pode acabar com você em segundos, e mesmo depois de conseguir equipamento, a curva de aprendizado continua dura. A ideia é justamente essa: conversar com NPCs, fechar alianças, aprender habilidades e montar sua progressão na raça.
Gothic Remake mantém o DNA do original com força total. Não tem minimapa, mapas precisam ser comprados, e a exploração é pensada para você ir descobrindo tudo no olho, no erro e na persistência. Em vez de te guiar pela mão, o jogo te solta na Colônia e espera que você se vire como der.
A ambientação segue sendo o maior trunfo. A Colônia é dividida em três facções:
- Acampamento Velho: o mais organizado e rico, com comércio de minério e bastante influência;
- Acampamento Novo: mais bruto e perigoso, mas focado em encontrar uma saída;
- Acampamento do Pântano: cheio de malucos que veneram um deus adormecido.
Fora isso, ainda tem ruínas antigas, minas mortais, orcs e todo tipo de criatura pronta para te transformar em almoço. O mundo de Gothic Remake continua com aquele clima de aventura medieval suja, hostil e cheia de caminhos alternativos para quem gosta de fuçar cada canto.
O preview, porém, deixou claro que o jogo ainda está em fase de ajuste. A build de teste tinha paredes invisíveis limitando a exploração, e o combate ainda passa uma sensação meio travada, com animações e ritmo que precisam de polimento. Mesmo assim, a base está lá: a atmosfera, a ambição e a identidade do clássico continuam fortes.
No fim, Gothic Remake parece fiel ao espírito do original: difícil, imersivo e sem firulas. Se a versão final lapidar melhor as lutas e liberar toda a exploração prometida, pode muito bem virar um dos grandes nomes para quem sente falta de RPGs mais ousados e menos mastigados.
Forza Horizon 6 vai chegar com uma garagem absurda: são mais de 550 carros, com ainda mais espaço para ícones japoneses, sem deixar de lado nomes clássicos que vão de Ford e Ferrari até Nissan, Toyota, BMW e Porsche. O Warthog de Halo também volta para quem curte um crossover fora da curva.
A maior parte dos veículos entra pela garagem do jogo ou pelos Barn Finds, mas já no lançamento existem algumas máquinas trancadas em packs, passes e bônus de pré-venda.
O que já foi confirmado:
- Pré-venda: Ferrari J50.
- Car Pass: 30 carros extras liberados ao longo das semanas, incluído nas edições Deluxe e Premium.
- Welcome Pack: versões preparadas de BMW M4 Competition Coupé, Ferrari FXX-K Evo, Ford F-150 Raptor R, Mercedes-AMG GT Black Series e Mitsubishi Lancer Evolution VIII MR.
- Italian Passion: pacote com Alfa Romeo Giulia GTAm, Alfa Romeo SE 048SP, Ferrari 275 GTB4 Spider e Ferrari F80.
- Time Attack: bloco focado em máquinas de pista e modelos WTAC, com Honda, Mitsubishi, Nissan e Toyota preparados para andar forte.
No fim das contas, Forza Horizon 6 aposta numa lista gigante e bem variada, misturando carro de rua, lenda japonesa, supercarro e bólido de pista para agradar quem gosta de colecionar, tunar e acelerar sem dó.
Um usuário do Reddit resolveu limpar a lixeira do PC depois de quase uma década — e o resultado foi absurdo: mais de 557 mil arquivos foram para o limbo, somando cerca de 302 GB.
Segundo ele, a bagunça foi crescendo junto com os upgrades da máquina. Ao longo do tempo, o setup saiu de 500 GB para 4 TB de espaço, e como o SSD foi clonado em uma estação de cópia, nunca precisou formatar ou zerar o armazenamento. Na prática, a lixeira virou um depósito de sobra esquecida.
A maior parte desse caos era formada por arquivos de texto, mods e outros itens guardados no clássico modo “vai que um dia eu uso”. Entre os destaques, estava uma pasta de mods de Skyrim com 120 GB.
Se você também vive no modo acumulador, o Windows tem o Storage Sense, uma ferramenta que pode fazer uma faxina automática em arquivos antigos quando o espaço começa a apertar. Dá até para configurar a limpeza mensal com as mesmas regras.
No fim, fica a lição: abrir a lixeira de vez em quando pode render uma bela recuperação de espaço — e evitar um susto digno de chefe final.
Stranger Than Heaven é o novo drama criminal da RGG Studio e chega com cara de epopeia histórica. O jogo, antes conhecido como Project Century, acompanha Makoto Daito ao longo de 50 anos no Japão, com Yu Shinjo como parceiro, rival e peça-chave da trama.
A história começa em 1915, quando Makoto, filho de pai americano e mãe japonesa, embarca como clandestino rumo ao Japão. A partir daí, ele entra no submundo, vira showman e gangster, e ajuda a construir a origem do clã Tojo, a facção central da franquia Yakuza.
A janela de lançamento prometida é nesta janela de inverno, então ainda falta a data cravada, mas a vibe já é clara: menos zoeira e mais drama pesado, com aquele clima de filme de crime que a RGG adora entregar.
Elenco principal revelado:
- Makoto Daito (Yu Shirota) – protagonista com talento para cantar, que tenta abrir caminho no Japão enquanto constrói sua lenda.
- Yu Shinjo (Dean Fujioka) – melhor amigo e maior rival de Makoto, com ambição de mudar o país.
- Orpheus (Snoop Dogg) – contrabandista internacional que cruza o caminho de Makoto.
- Takashi (Satoshi Fujihara) – jovem pianista que aparece mais adiante na história.
- Suzy (Tori Kelly) – cantora e compositora que sonha com os grandes palcos.
Também foram citados Cordell Broadus, Moeka Hoshi, Akio Otsuka, Tokuma Nishioka, Ado e Takashi Ukaji, além de participações com caras conhecidas do cinema e da música. A música tema ainda ganha um reforço de peso com colaboração de Tori Kelly e Satoshi Fujihara.
O game vai passar por cinco cidades e cinco fases bem marcadas: Kokura, Fukuoka em 1915; Kure, Hiroshima em 1929; Minami, Osaka em 1943; Atami, Shizuoka em 1951; e Kamurocho, Shinjuku em 1965, quando um segredo gigante promete fechar a trama.
No gameplay, Stranger Than Heaven traz um sistema de combate inédito: cada braço e perna tem comando próprio, permitindo montar seus próprios combos, bloquear de um lado e contra-atacar do outro, segurar para carregar golpes mais fortes e até derrubar os inimigos na pressão.
Fora da pancadaria, entra o lado showbiz do jogo. Você vai recrutar cantores e músicos pela cidade, fazer a divulgação com cartazes, distribuir funções na banda e montar o setlist das apresentações.
Nos minigames, já apareceram arm wrestling, estande de tiro giratório, apostas com dados e um jogo de cartas que parece puxar para o karuta. E sim: com esse foco em música, karaoke ainda parece uma possibilidade bem forte.
O Microsoft Edge está no centro de uma treta de segurança: senhas salvas podem ficar em texto puro na memória do navegador desde a abertura da sessão. Na prática, se alguém pegar sua máquina com acesso de administrador, dá para fazer um dump de memória pelo Gerenciador de Tarefas e procurar as credenciais com ferramentas simples, em poucos minutos.
A resposta oficial é que esse comportamento faz parte do funcionamento do navegador e que o acesso aos dados já pressupõe que o dispositivo foi comprometido. Mesmo assim, o ponto de alerta continua alto, porque essa técnica pode burlar várias barreiras de proteção e facilitar o roubo de contas em questão de instantes.
O detalhe mais chato é que, em muitos PCs, a galera usa a própria conta com privilégios de administrador. Aí, se você deixar a sessão aberta em um escritório, café ou ambiente compartilhado, alguém pode puxar as senhas sem precisar de muito conhecimento técnico.
Vale lembrar: manter Windows e antivírus atualizados é importante, mas isso não resolve esse caso específico. Para se blindar melhor, bloqueie a tela sempre que sair do PC, evite deixar o navegador aberto sem necessidade e revise as credenciais salvas no Edge com frequência.
Old School RuneScape está batendo de frente com um problema bem raiz de jogo antigo: o sistema pode ficar sem IDs para cadastrar modelos e cenários. Na prática, isso não significa um “explodir” literal, mas pode travar a expansão do mapa e dificultar a chegada de novos objetos e áreas.
Segundo um dev da Jagex, a equipe já está correndo para fazer uma limpa no motor do jogo e evitar que o backend bata no teto. A situação lembra um perrengue que apareceu há alguns anos, quando o estúdio percebeu que o número de entradas de cenário estava chegando perigosamente perto do limite suportado pelo game.
Na época, o time precisou mexer fundo no código para ampliar a capacidade e abrir espaço para mais conteúdo. Agora, a história se repete: Old School RuneScape ainda tem muito chão pela frente, mas a base técnica precisa de manutenção pesada para continuar recebendo updates sem quebrar tudo no processo.
No fim das contas, é aquele lembrete clássico do mundo MMO: até o número de objetos pode virar chefe final. E a Jagex já está de olho para não deixar o jogo encostar no limite outra vez.
Se você quer colocar a Arara-jacinto no seu bando em Crimson Desert, já fica o aviso: esse bicho é puro RNG. O voo é bem torto, outras aves vivem roubando a comida do seu comedouro e a captura pede paciência de sobra.
Você encontra a Arara-jacinto perto do Posto Giant’s Yard, no extremo leste de Pywel, a oeste do Rio Vermelho e ao sul da Floresta da Árvore Vermelha, na mesma área onde fica o cavalo lendário Rocade.
Para fechar a domada, faça assim:
- Garanta o Sotdae da União, o comedouro usado para atrair as aves lendárias.
- Junte Melões do Deserto, que são a comida favorita da Arara-jacinto. Leve uma boa reserva para não ficar na mão se outro pássaro beliscar sua ração.
- Libere o Posto Giant’s Yard para montar tudo com mais tranquilidade.
Com o acampamento liberado, coloque o Sotdae na borda do penhasco a leste do posto, acima da ravina que dá vista para a Floresta da Árvore Vermelha. Esse é o ponto mais confiável para puxar a ave.
Depois, é só farmar a paciência: se afaste um pouco, observe o bando e espere a Arara-jacinto aparecer. Ela costuma vir junto de outras aves amareladas, então, se alguma delas pousar no comedouro, use Force Palm para espantá-la antes que ela coma seus melões.
Quando a confiança da ave chegar ao máximo, aproxime-se e selecione Take in para capturar a Arara-jacinto e transformar o bicho em pet.