A KOEI TECMO abriu uma Publisher Sale na Steam, e Mining Mechs está no meio da festa para quem curte mineração, exploração e muito up de máquina.
Se a sua vibe é descer para os túneis, extrair recursos e turbinar seu mecha para encarar desafios cada vez mais pesados, essa é uma boa hora para entrar no game no PC e começar a grindar sem enrolação.
https://www.youtube-nocookie.com/embed/s6AqPEvWQFE
Sledding Game já está disponível em Acesso Antecipado no PC e chega com aquela proposta de zoeira gelada em grande escala.
Nesse multiplayer de esportes na neve, você pode descer ladeira, trocar ideia pelo chat de voz por proximidade e entrar na bagunça com até 30 jogadores, deixando cada partida com cara de lobby insano.
- Física ragdoll para quedas e batidas dignas de replay
- Corridas nas pistas, manobras radicais e disputa por pontos
- Minigames, guerras de bola de neve e até dardos
- Personagens personalizáveis e cosméticos para montar seu visual
- Lobbies privados para jogar com a galera ou públicos para fazer novas amizades
Se quiser, dá até para testar uma demo antes de cair de cabeça nessa nevasca caótica. E cuidado para não se aventurar demais: se passar do limite do mapa, um yeti aparece para te mandar de volta na marra.
Em MindsEye, a missão sobre os supostos saboteadores até começa com cara de grande momento, mas a coisa desanda rápido no PC.
O que deveria entregar tensão e clima de conspiração acaba virando um trecho arrastado, com tiroteio sem peso, direção de missão travada e uma sensação constante de que o game ainda não achou o ritmo.
- O combate passa longe de ser redondo;
- a sequência insiste em se vender como cinematográfica, mas não engata;
- o resultado é um daqueles trechos que mais frustram do que empolgam.
No fim, MindsEye até quer parecer um blockbuster jogável, só que essa missão específica entrega mais tropeço do que hype.
Em MindsEye, a missão/expansão Blacklisted chegou prometendo entregar as tais “provas” de sabotagem, mas o resultado é bem mais murcho do que o barulho em volta fazia parecer.
A ideia até tinha potencial: o conteúdo teria nascido como uma parceria com Hitman, com o Agente 47 no centro da ação. Só que, depois do cancelamento do acordo, a equipe reaproveitou o que tinha em mãos e empurrou a missão para frente com Julia Black, uma assassina de aluguel contratada pela Meridian. Na tela, porém, tudo soa reciclado e sem força.
O problema é que Blacklisted tropeça em quase tudo. O roteiro não empolga, os diálogos parecem travados, o clima de conspiração não engrena e a gameplay entrega um pacote curto, esquisito e pouco polido. Até as sequências de perseguição e os detalhes do cenário passam a sensação de improviso, como se o conteúdo tivesse sido montado no modo “quebra-galho”.
No fim das contas, MindsEye continua com cara de jogo bagunçado, e Blacklisted não faz nenhum milagre para mudar isso. Se você já tem o game, talvez valha a curiosidade; fora disso, é fácil passar reto.
No Fortnite, a nova leva de Star Wars feita via UEFN tenta vender escala de filme, mas entrega mais cara de ação de marketing do que experiência memorável. O pacote traz três modos: Galactic Siege, Droid Tycoon e Escape Vader.
Galactic Siege é o destaque do trio. A proposta bebe direto de Battlefront: duas equipes se enfrentam em Hoth, disputando pontos de controle, com classes, respawn em aliados e a chance de gastar pontos para virar herói ou pilotar um X-Wing. Há até progressão persistente, com personalização de sabre de luz e Jedi jogável, mas o grind pesa e alguns bônus quebram o balanceamento.
Mesmo sendo o modo mais interessante, ele ainda sofre com o DNA de Fortnite: tiro abaixo do ideal, bots meio perdidos e uma interface cheia de elementos que destoam do tema. Em vários momentos, fica claro que o UEFN ainda esbarra em limitações bem visíveis.
Droid Tycoon vai para o lado do clicker/tycoon. Você segura o botão para minerar sucata, coloca droides para gerar grana e, de vez em quando, entra em combate para roubar unidades dos outros jogadores. Funciona, mas continua sendo aquele loop repetitivo que pede mais automação e menos caminhada sem graça.
Escape Vader fecha o pacote como o ponto mais fraco. A ideia é cooperativa, com quatro jogadores explorando os destroços da Estrela da Morte enquanto fogem de Darth Vader controlado pela IA. Só que o vilão anda devagar demais, a tensão quase não aparece e o mapa passa longe de assustar de verdade.
No fim, Fortnite mostra que virou uma plataforma gigante para colabs, mas essa rodada Star Wars ficou devendo. Em vez de parecer uma homenagem à altura da franquia, os modos soam como reskins apressadas: um Battlefront simplificado, um idle game sem sal e um terror que não assusta.
Os três modos chegam amanhã, 1º de maio, dentro do Fortnite.
A Sukeban Games soltou um novo trailer de .45 Parabellum Bloodhound, seu próximo projeto após VA-11 Hall-A. O vídeo entrega mais pistas de história e gameplay, reforçando a pegada de action game com estética de anime dos anos 2000, cenários industriais e uma direção de arte cheia de mensagens piscando na tela.
O destaque fica para o sistema de combate batizado de “Active Time Action”, que promete uma mistura de ritmo acelerado com decisões em tempo real. A janela de lançamento ficou para o meio do ano, bem perto do aniversário de 10 anos de VA-11 Hall-A.
Se você curte ação estilizada, clima sombrio e uma vibe que parece saída de um clássico cult de PS2, .45 Parabellum Bloodhound já entrou no radar como um indie para ficar de olho no PC.
World of Warcraft entrou de vez no ciclo de Midnight, e a Blizzard já abriu o jogo sobre a próxima leva de conteúdo no patch 12.0.7, batizado de Midnight: Revelations. Mesmo sendo uma atualização menor, o pacote vem recheado: novas quests, raid de um boss só, o retorno do Turbulent Timeways, uma montaria inédita e até iluminação externa para o sistema de Housing.
Ainda não existe data cravada de lançamento, mas, seguindo o ritmo de cerca de oito semanas entre patches, a previsão mais provável aponta para a semana de 16 de junho de 2026. Em WoW, esse tipo de patch costuma servir tanto para dar fôlego a quem ainda está fechando conteúdo do patch atual quanto para puxar a história rumo ao próximo x.1.
Confira os principais destaques do patch 12.0.7:
- Void Showdowns: abra portais a partir do Voidstorm e encare dois mundos tomados pelo Vazio — Naigtal, uma floresta de fungos, e Val, um planeta congelado que já foi lar da Legião. Cada rotação traz novas World Quests, eventos e até chefes mundiais.
- The Omnium Folio: Rommath e Umbric entram em cena para restaurar o Sunstrider Omnium. Na prática, isso libera o Omnium Folio, um livro de runas mágicas que você vai upar semanalmente com tarefas recorrentes.
- Nova raid: Sporefall: em Harandar, chega uma raid single-boss contra Rotmire, um gigante fúngico. A novidade também testa uma dificuldade Mythic flex, permitindo grupos de 15 a 25 jogadores.
- Lorewalking: Loas: acompanhe Li Li Stormstout numa viagem pelo lore dos deuses troll, incluindo os loa dos Zandalari, Drakkari, Gurubashi, Darkspear e possivelmente os Amani.
- Duas novas questlines troll: uma gira em torno de Loa Speaker Brek e Jan’alai, Loa of Fire, e outra coloca Zul’jan e Kinduru no meio de um mistério ligado à herança dos Amani.
- Turbulent Timeways: o evento de Timewalking retorna com Dragonflight na rotação. Quem fechar a conquista do evento garante a montaria Spawn of Vyranoth, um proto-drake gelado e cheio de atitude.
- Iluminação externa no Housing: agora dá para decorar o lado de fora da casa com postes, lanternas e outros itens luminosos sem depender só do interior.
- Mais extras: micro-holidays como o Darkspear Dash e melhorias na interface, incluindo mais opções para personalizar o Personal Resource Display.
No geral, o patch 12.0.7 parece ser aquele típico update de WoW que mistura lore, grind útil, evento de farm e uma penca de QoL para deixar o dia a dia mais redondo. Se você curte acompanhar cada passo de Midnight, vale ficar de olho nessa atualização.
A CCP Games revelou os vencedores do seu hackathon mais recente para criar mods e ferramentas de terceiros em EVE Frontier, o MMO de sobrevivência com pegada blockchain que segue em desenvolvimento.
O grande destaque foi o CradleOS, um sistema para criar, coordenar e administrar recursos e territórios dentro do jogo. A proposta ainda vem com uma narrativa de IA misteriosa, dando um tempero extra de lore ao projeto.
Entre os outros projetos premiados, apareceram ideias bem interessantes para turbinar a vida no espaço:
- Blood Contract: um sistema de recompensas para transformar PvP em contratos e missões de caça entre jogadores.
- Civilization Control: uma interface focada em gerir território e ativos, com controle de permissões para estruturas como gates e autoturrets.
- Bazaar: uma releitura do mercado do jogo em formato de espaço social jogável, com visual 2D isométrico.
- Shadow Broker Intel: um mercado de informações feito para negociar dados úteis sobre as movimentações de outros jogadores.
EVE Frontier continua apostando pesado no seu sistema de modding em tempo real, onde a galera pode criar e compartilhar mudanças sem sair do client. Para quem curte sandbox, economia emergente e experimentação de sistemas, o jogo segue como um dos projetos mais diferentes do gênero.
Em Invincible VS, o caos começa sem cerimônia: a abertura já despeja pancadaria brutal, gente sendo espatifada em sequência e litros de gore para todo lado. Se a ideia é vender violência estilizada com cara de gibi, o jogo entende o recado de primeira.
O grande brilho está no sistema de luta em tag 3v3. Cada personagem vem com um kit direto ao ponto, dividido entre ataques leves, médios e pesados, especiais, versões turbinadas e supers. A graça nasce quando você começa a encaixar o time inteiro: chama assist, troca no meio do combo e estica a pressão de um jeito bem livre. Existe um limite para evitar sequências infinitas, mas ele zera quando você faz tag, abrindo espaço para correntes de dano bem absurdas.
Apesar de parecer intimidador por ser um jogo de luta em equipe, Invincible VS é bem mais amigável do que muita coisa do gênero. Tem autocombo de um botão e comandos simplificados para especiais, então dá para entrar na briga sem precisar decorar execução cabeluda. Isso ajuda o jogo a ficar acessível para novatos sem matar o ritmo da briga.
Como homenagem ao universo de Invincible, o game também funciona muito bem. As telas de carregamento, os diálogos debochados durante as lutas e a quantidade de sangue na tela deixam claro que a proposta é abraçar o exagero. Mesmo quem não conhece a obra original consegue sentir a energia de super-herói descontrolado que o jogo quer passar.
O ponto fraco é o conteúdo solo. O modo história é curtinho, entrega cutscenes bem legais, mas as lutas ficam simplificadas demais e sem o tempero do sistema de assist, então a campanha acaba parecendo mais um aperitivo do que uma experiência completa. O arcade também não sustenta muito a atenção, e a IA no normal cai fácil diante de autocombo e spam de especiais.
No fim, Invincible VS parece feito para quem quer viver o online na raça, montar time e explorar a bagunça dos combates em equipe. Para esse público, o game entrega diversão de sobra; para quem esperava um pacote solo mais robusto, sobra a sensação de que a pancadaria veio forte, mas a campanha ficou devendo.
Deep Rock Galactic Survivor recebeu a expansão Heavy Duty, que finalmente adiciona uma nova classe ao universo do jogo: a Demolisher. A grande sacada dessa build é que, em vez de correr livremente como os outros anões, ela pilota um veículo blindado que acelera, dá ré e faz curvas com cara de trator de guerra.
Na prática, isso muda totalmente o ritmo da run. Em vez de depender só de desviar da horda na agilidade, você passa a jogar no bruto, abrindo caminho no impacto, atropelando inimigos menores e minerando o terreno muito mais rápido. O kit da classe vem com armas voltadas para curto alcance e para deixar destruição para trás, o que combina com o estilo de jogo de simplesmente passar por cima de tudo.
A expansão também traz o bioma Glacial Strata, com gelo escorregadio, pingentes caindo e inimigos com tema de frio para bagunçar suas rotas. Além disso, o conteúdo novo se espalha pelos setores já existentes, aumentando bastante a variedade de fases.
O destaque extra é o modo Egg Hunt, que troca o objetivo tradicional por uma corrida para encontrar ovos enterrados no mapa e levá-los ao núcleo de contenção um por um. Como cada ovo desperta uma nova onda de inimigos, o modo pede planejamento de rota e deixa a ação mais tensa e estratégica. Se você conseguir entregar três ovos, ainda rola uma sprint final para buscar os restantes antes da extração.
Fechando o pacote, ainda há um novo patch com modo infinito, sistema de tags expandido para armas e novos marcos de maestria, dando ainda mais motivos para voltar para mais uma run em Deep Rock Galactic Survivor.
Oddsparks: An Automation Adventure já está de graça na Epic Games Store como parte da oferta semanal, e pode ficar na sua biblioteca para sempre se você resgatar antes do próximo reset.
Se você curte jogos de automação, esse aqui manda bem com uma proposta diferente: em vez de esteiras tradicionais, você vai montar oficinas automatizadas e colocar seus Sparks para carregar, fabricar e organizar tudo o que a base precisa — inclusive mais Sparks.
Sem conveyor belts, o desafio vira controlar o fluxo da tropa, otimizar cada rota e sacar a melhor solução para os quebra-cabeças logísticos, lidando com distância, altura e posicionamento na faixa.
Além de Oddsparks, quem entrar no Firestone nos próximos sete dias também garante um pack grátis. E já vale ficar de olho nos próximos brindes: Arranger: A Role-Puzzling Adventure e Trash Goblin chegam na sequência.