Subnautica 2

Se você está atrás de Creature Enamel em Subnautica 2, é bem provável que já tenha chegado às Alien Ruins, depois de atravessar aquele trecho tenso de oceano entre as Tadpole Pens e a Research Base.

Ao ativar o ponto de respawn da Biobed nas ruínas e conferir a Fabricator, você vai liberar uma nova receita: Enameled Glass. E sim, esse craft pede justamente Creature Enamel.

Onde farmar Creature Enamel em Subnautica 2:

  • Procure por depósitos minerais pretos no bioma ao redor das Alien Ruins.
  • O recurso aparece como uns espinhos/brancos, parecendo ossos, saindo dessas rochas escuras.
  • Tem bastante material em um pilar de pedra cerca de 200 metros ao sudeste da base de pesquisa das Alien Ruins.

Fica ligado: a área tem Needlers patrulhando e elas cospem projéteis se te detectarem, então o ideal é passar no modo furtivo. Para quebrar os depósitos, usa o Sonic Resonator — assim como acontece com outros minérios, pode ser que não role de primeira por causa do formato estranho e da posição, mas insistindo você consegue.

Cada depósito costuma dropar alguns pedaços de Creature Enamel, então não precisa farmar tanto para começar a montar seu Enameled Glass e avançar na progressão.

Opinião

No keynote de abertura do Fan Festival da América do Norte, ficou claro que a equipe de Final Fantasy 14 quer mesmo mexer no que anda travando o MMO. Para a expansão Evercold, a proposta é atacar a estagnação com mudanças de peso: novo sistema de combate, mais identidade para cada job, ajustes no gear para quem joga com várias classes em raids savage ou ultimate e menos pressão nas tarefas diárias.

As ideias são animadoras, mas também despertam cautela. A Creative Studio 3 tem fama de evitar mudanças muito drásticas para não bagunçar o balanceamento, e isso faz muita gente olhar para Evercold com um pé atrás. A vontade é clara: ver a empresa arriscar mais e sair da zona de conforto.

O que realmente faria diferença, porém, seria uma mudança maior no loop do jogo. Final Fantasy 14 ainda segue uma fórmula previsível demais de expansão para expansão, e muita gente já decorou o roteiro de patches, raids e conteúdos paralelos. Se Evercold quiser mesmo sacudir a estrutura, precisa ir além do básico e trazer mais variedade para o conteúdo de todo dia.

Alguns pontos que poderiam dar outra cara ao jogo:

  • dungeons menos engessadas, fugindo do clássico “dois packs de mobs e boss”;
  • inimigos com mais pressão real, e não só autoattack vazio;
  • chefes com aberturas mais criativas e impactantes;
  • mais uso do mundo aberto, que hoje fica subaproveitado;
  • conteúdo que faça tanks, healers e DPS precisarem improvisar mais.

Em conteúdo de alta dificuldade, Final Fantasy 14 já provou que sabe entregar lutas memoráveis. Agora resta saber se Evercold vai levar essa energia também para a experiência casual e para o mapa aberto. Se isso acontecer, a expansão pode finalmente tirar o MMO da mesmice e devolver aquela sensação de aventura viva.

Subnautica 2

Em Subnautica 2, o Fabricador da sua Lifepod é só a versão básica. Se você esbarrar na exigência de um Fabricador totalmente funcional, a solução é mais simples do que parece: desbloqueie a construção de bases, monte uma base e instale um Fabricador nela.

O jogo não deixa isso tão claro, mas o Fabricador da cápsula inicial não libera todas as receitas, mesmo parecendo igual ao modelo que você fabrica por conta própria.

Para destravar o upgrade, siga estes passos:

  • desbloqueie o sistema de construção de bases;
  • ergue uma base fechada em um local seguro;
  • abra a aba de instalações internas e procure o Fabricador na categoria de produção;
  • posicione o módulo em uma parede da sua base.

Você vai precisar destes materiais:

  • 1x titânio
  • 1x cobre
  • 1x quartzo

Depois de instalar o Fabricador na base, você passa a acessar blueprints que ficam travados no modelo básico, como Sonic Resonator, Repair Tool, High Capacity Air Tank e Wakemaker. Na prática, sua base vira o novo ponto de crafting e você quase não precisa mais voltar para a Lifepod.

Subnautica 2

Se você está jogando Subnautica 2 e travou na hora de craftar o Sonic Resonator, a jogada é simples: os lingotes de titânio não saem direto do inventário, eles precisam ser fabricados no Processador da sua base.

Antes de tudo, você precisa liberar o blueprint dessa máquina. O Processador fica no Old Habitat, a cerca de 350 metros ao norte do Lifepod, numa área que o próprio game te empurra a explorar enquanto você segue a pista da caixa-preta do Quaker.

Para montar o Processador com o Construtor de Habitats, separe estes materiais:

  • 2x titânio
  • 1x ácido leve, feito no Fabricador
  • 1x fio de cobre, também feito no Fabricador

Depois de instalado, basta interagir com a máquina, escolher a receita de Titanium Ingot, carregar os ingredientes e esperar. Cada lingote leva 3 unidades de titânio e 30 segundos para ficar pronto.

Fica de olho na energia da base, porque o Processador suga carga extra enquanto trabalha. Vale deixar uma boa margem de potência para não travar a produção no meio do grind.

Esses lingotes são peça-chave em Subnautica 2 para liberar o Sonic Resonator, a Repair Tool e estruturas importantes como o Bioreactor, o Tadpole Dock e o próprio Tadpole. Mais à frente, você vai repetir a lógica para outros metais, como prata, chumbo, ouro e lítio, além de versões mais avançadas, como os Plasteel Ingots e materiais como o Strong Acid.

Subnautica

Subnautica 2 chegou com tudo no PC e transformou o lançamento em um verdadeiro terremoto no fundo do mar.

O game bateu a marca de mais de 2 milhões de cópias em 12 horas, depois de ultrapassar 1 milhão ainda na primeira hora. Na Steam, o pico passou de 467 mil jogadores simultâneos, um salto absurdo para a franquia.

O momento fica ainda mais quente por causa da treta nos bastidores da Unknown Worlds, que envolveu troca de comando, disputa judicial e muita pressão sobre o futuro do projeto. Mesmo assim, Subnautica 2 provou que o hype estava intacto e estreou no acesso antecipado com moral lá no alto.

Subnautica

Subnautica 2 chegou em acesso antecipado com números fortes, mas ainda traz aquele pacote clássico de bugs de early access. Um dos mais chatos é o jogo simplesmente não mostrar a opção de 4K, mesmo em um PC com monitor compatível.

Felizmente, o conserto parece ser bem simples: entre nas configurações gráficas, coloque o jogo em tela cheia, aplique mesmo que ele caia para 1080p e reinicie. Depois disso, a opção de 4K costuma aparecer normalmente.

  • Se ainda travar, tente colocar a escala da interface do Windows 11 em 100%.
  • Outra saída é abrir o arquivo .exe do jogo, ir em Compatibilidade e marcar a opção de substituir o comportamento de escala de DPI alto.
  • Na última cartada, edite o arquivo GameUserSettings.ini e ajuste manualmente a largura e a altura da resolução confirmada.

No geral, Subnautica 2 está rodando bem no PC, e esse bug do 4K parece mais um perrengue pontual do acesso antecipado do que um problemão. Se o seu setup aguenta, vale testar essas dicas e voltar a descer pro fundo do mar sem stress.

Battlestar Galactica

Battlestar Galactica: Scattered Hopes não chega fazendo barulho, mas entrega uma proposta afiada: pegar a tensão de FTL e vestir tudo com a cara da franquia Battlestar Galactica. A primeira impressão pode até ser discreta, com arte estática, visual em pixel e naves bem cartunescas, mas por baixo dessa embalagem simples existe um roguelike tático espacial cheio de pressão, decisões duras e aquele clima constante de “se vacilar, todo mundo morre”.

A estrutura é dividida em duas partes: gestão da frota e combate. Na fase de administração, você precisa distribuir esquadrões, upar personagens, apagar incêndios, lidar com crises e decidir o que vale mais a pena: gastar tempo, recursos ou saúde da tripulação. Cada sistema traz pontos de interesse, missões paralelas e escolhas que sempre cobram um preço. É aquele tipo de jogo em que resolver um problema pode abrir dois novos.

No meio disso tudo, você conduz uma frota pequena, começando com um gunstar ultrapassado e navios civis que funcionam como suporte. Esses veículos não entram na briga de frente, mas viram peça-chave para o funcionamento da engrenagem: treinando suas tripulações, eles geram bônus e ajudam a segurar a bronca da frota inteira. O problema? O jogo faz questão de lembrar que esses cascos frágeis podem virar sucata num piscar de olhos.

Quando os Cylons aparecem, a coisa vira um caos controlado. O combate acontece em tempo real, mas com pausa tática liberada para você pensar antes de tomar uma rasteira. Seu objetivo não é destruir a frota inimiga inteira, e sim sobreviver até conseguir pular para o próximo sistema. Isso muda tudo: cada batalha é um quebra-cabeça de sobrevivência, em que você precisa usar Vipers, Raptors, flak e até nuke com inteligência — mesmo que isso signifique sacrificar uma peça sua para salvar o resto.

O jogo também manda bem ao criar variações que obrigam a ajustar a estratégia na hora. Tem inimigo que salta mais rápido, sistema cheio de minas, combinações de naves hostis, mísseis, ogivas e modificadores que bagunçam seu plano. Conforme você avança, ganha novas opções para ampliar esquadrões, melhorar naves e evoluir personagens, mas a escalada de ameaça acompanha tudo. Você fica mais forte, só que o jogo nunca deixa a pressão baixar.

O toque Battlestar Galactica fica ainda melhor na parte humana da coisa. Entre uma batalha e outra, você precisa segurar a moral da tripulação, lidar com facções que querem coisas diferentes e tomar decisões que inevitavelmente desagradam alguém. Se a confiança cair, surgem crises que drenam tempo e recursos. E quando aparece um Cylon infiltrado com cara de gente, a paranoia bate forte e a desconfiança vira arma. No fim das contas, Battlestar Galactica: Scattered Hopes acerta porque transforma sobrevivência em drama de verdade — e isso combina demais com a franquia.

Subnautica 2

Em Subnautica 2, o Lucifer Rotsac é um recurso essencial para montar borracha e destravar várias receitas do início da sobrevivência. A boa notícia é que ele é bem tranquilo de farmar logo nas primeiras horas.

O melhor ponto para coletar fica cerca de 80 metros a sudoeste da Lifepod inicial, ao redor de um arco rochoso. Nessa área, os Lucifer Rotsacs aparecem dentro de plantas verdes chamadas Cradle Shootroots, e dá para juntar bastante em uma única passada.

  • Você pega o Lucifer Rotsac diretamente com a mão.
  • As Cradle Shootroots precisam ser cortadas com a Multitool de sobrevivência.
  • Vale encher o inventário, porque a região respawna o material com o tempo.

Mais para frente, esse recurso também surge com frequência preso em rochas e escondido em cavernas. No fabricador, dois Lucifer Rotsacs viram borracha, inclusive no abrigo inicial. Essa borracha entra em itens importantes como as Bolsas de Ar e o Tanque de Ar Padrão, então vale estocar cedo para não travar seu progresso em Subnautica 2.

Subnautica

Em Subnautica 2, limpar o primeiro Angel Comb é um desafio em várias etapas: você precisa seguir os grandes tentáculos da estrutura, avançar de câmara em câmara e destruir os brotos virais para curar essa flor submersa doente.

Essa primeira recompensa é a adaptação Resistência ao Calor, que libera a entrada na área dos respiradouros de lava sem você virar churrasquinho no fundo do mar. Para encarar essa missão com folga, vale chegar preparado com:

  • Sonic Resonator desbloqueado;
  • Standard Air Tank para aumentar o oxigênio;
  • pelo menos um Air Bladder;
  • kits médicos;
  • uma flare para distrair os perigos da área;
  • Wakemaker ou, no mínimo, o Dash Biomod.

O Angel Comb infectado fica a noroeste do Lifepod, dentro de uma caverna. O caminho é simples na teoria: siga cada tubo grande que sai da câmara central e encontre as salas laterais com as flores virais.

Em cada sala, o esquema é o mesmo: use o Sonic Resonator para estourar os brotos, aproveite o Dash para fechar distância rápido e tome cuidado com os peixes larva agressivos. Quando você limpar as duas câmaras, volte para a sala principal e faça a mesma limpeza ao redor do núcleo do comb.

Se o oxigênio apertar, procure as passagens bloqueadas com Bloom Sap e use a Survival Multitool para liberar ar extra. Na sala central, o predador maior complica mais a vida, então vale jogar a flare para puxar a atenção dele e abrir espaço para finalizar os últimos brotos.

Quando tudo estiver destruído, o Angel Comb vai abrir e você poderá coletar a adaptação. Com a Resistência ao Calor em mãos, Subnautica 2 libera o caminho para avançar na história e explorar áreas ainda mais hostis sem derreter no processo.

Forza Horizon 6

Em Forza Horizon 6, o mapa do Japão é gigantesco e caçar os Treasure Cars pode virar uma maratona. A boa notícia é que são só nove veículos escondidos, e você não precisa liberar nada antes de começar a procurar, diferente dos Barn Finds.

Confira abaixo onde achar cada Treasure Car de Forza Horizon 6 e economize tempo para acelerar de verdade:

  • 1969 Dodge Charger R/TMinamino: atrás dos prédios na lateral da estrada, perto do campo de golfe no centro da região e ao lado do evento de terra Airfield Trail.
  • 1991 Nissan FigaroTokyo City: no estacionamento da costa sul, com a Rainbow Bridge à direita. É a ponte mais a oeste da cidade.
  • 1985 Mazda RX-7 GSL-SEOhtani: na cadeia de montanhas no extremo oeste da região, na divisa com Shimanoyama, a oeste do Horizon Festival Site. Procure o ponto ao lado de uma casa de madeira grande e de uma torre branca, cercado por várias torres de rádio vermelhas.
  • 1985 Nissan Safari TurboIto: no ponto mais ao norte da região, passando pelo Barn Find do Toyota 2000GT e pela Minka House. Suba a trilha de terra sinuosa até a base de um aerogerador, perto de grades e caixas na estrada do lado oeste da montanha.
  • 1987 Porsche 959Shimanoyama: na loja de esquina perto do estacionamento, na estrada mais ao sul de Narai-Juku, a leste do circuito e a oeste da Fuji Unkai House. Essa área também cruza com um Barn Find do Lancer Evolution Time Attack, então vale passar por ali se você já tiver liberado a região.
  • 2005 Ford GTNangan: na trilha costeira com vista para Tokyo City, no leste da região. Siga a estrada principal da costa até achar uma trilha de terra estreita nas colinas, mais perto do litoral.
  • 1981 BMW M1Hokubu: na grande ponte ferroviária que corta os campos abertos no norte da região, não muito longe do evento Hokubu Ascent. O túnel da linha fica ao sul.
  • 1995 Mitsubishi Lancer Evolution III GSRTakashiro: na estrada de terra que leva à cachoeira no canto oeste da região, perto de um templo. Pegue a trilha ao lado da ponte, acompanhando o rio. Esse ponto também se sobrepõe a um Barn Find do Skyline GT-R.
  • 1974 Lancia Stratos HF StradaleSotoyama: atrás do lodge de madeira na trilha coberta de neve que sobe até a Tateyama Kurobe Alpine Route, perto do centro da região. A estrada principal rumo ao Hakusan Mountain Lodge ajuda a localizar o ponto.

Com esse roteiro em mãos, você consegue pegar todos os Treasure Cars de Forza Horizon 6 sem ficar rodando o mapa no escuro e ainda sobra tempo para o que interessa: meter o pé no Japão.

Forza Horizon 6

Em Forza Horizon 6, a caça aos Barn Finds continua sendo um dos melhores grinds do mapa: são carros lendários escondidos pelo Japão, liberados conforme você sobe o nível do Discover Japan, de Visitor até Master Explorer.

Para acelerar a progressão, vale farmar mascotes, entregas, corridas de rua e touge, mas as histórias marcadas em amarelo ainda são o jeito mais rápido de encher a barra. Só lembra que, depois de encontrar um Barn Find, o carro precisa passar pela restauração antes de ir pra garagem — a menos que você queira queimar uma boa pilha de créditos.

Confira abaixo a localização de todos os 15 Barn Finds de Forza Horizon 6, na ordem em que eles são desbloqueados:

  • Honda NSX-R GT — Ohtani: nas colinas arborizadas do canto noroeste da área, perto do encontro de duas estradas.
  • Toyota 2000GT — Ito: ao norte de Ito, perto da Minka House, numa faixa de árvores ao lado do paredão costeiro, entre as duas trilhas para a praia.
  • Ford Sierra Cosworth RS500 — Ito: no sul de Ito, na pequena colina arborizada ao sul do cruzamento na borda sul da área.
  • Nissan Skyline 2000GT-R — Nangan: no extremo sul da área, depois das casas da estrada principal, onde sai uma trilha de terra em direção ao celeiro.
  • Nissan Pao — Minamino: no bosque da borda nordeste, em um celeiro no fim da trilha de terra que sai da via principal.
  • Porsche 911 Turbo 3.3 — Ohtani/Tokyo City: no bambuzal ao lado da estrada de terra entre as duas vias principais que levam à casa de Mei, na parte norte de Ohtani.
  • Peugeot 205 Turbo 16 — Shimanoyama: no celeiro ao final da estrada de terra larga que sobe a colina a partir da via principal, no nordeste da área.
  • Lincoln Continental — Hokubu: no trecho de árvores ao lado da área agrícola, logo ao sul do centro do mapa.
  • Nissan #23 Pennzoil NISMO Skyline GT-R — Takashiro: nas árvores da borda leste, entre as curvas da estrada em formato de U. Aproveite para pegar o 1995 Mitsubishi Lancer Evolution III GSR Treasure Car por perto.
  • Mitsubishi Montero Evolution — Shimanoyama: na floresta da borda sudoeste; a trilha de terra sai da estrada principal, perto do Bandai Azuma Skyline Drift Zone.
  • Lamborghini Diablo SV — Ito: na borda leste, descendo a encosta a partir da faixa aberta no centro, perto de um cruzamento de três vias.
  • Nissan R390 (GT1) — Ohtani: na trilha de terra do canto nordeste, perto da divisa com Shimanoyama; também dá para chegar pela estrada ao norte, perto do Bridge Underpass Trailblazer.
  • Mitsubishi #1 Sierra Sierra Enterprises Lancer Evolution Time Attack — Shimanoyama: quase no centro do mapa, olhando para Narai-Juku ao sul; siga a estrada de terra alta a partir do Narai-Juku Circuit e desça a trilha à direita.
  • Nissan #11 Tomica Skyline Turbo Super Silhouette — Ito: no canto sudoeste; perto da entrada oeste do mapa, há uma trilha larga de terra que desce ao sul entre árvores finas.
  • Mazda #55 Mazda 787B — Takashiro: ao norte da área, nas árvores depois das construções, trilhas e fazendas; pegue pela trilha de terra na borda noroeste da zona.

Se o seu objetivo é fechar a coleção e turbinar a garagem, essa rota vai poupar muito tempo de exploração cega em Forza Horizon 6.