Artigos por Autor: Leo "Blade"
Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!
A Remedy deixou claro que Control Resonant não é só uma sequência de ação: o projeto está sendo tratado como mais um passo na construção de uma franquia com DNA de RPG.
Segundo a direção criativa do estúdio, a ideia original de Control já era experimentar uma fórmula parecida com RPG, só que do jeito da Remedy. Em vez de copiar o modelo tradicional logo de cara, o time foi montando essa estrutura aos poucos.
Esse processo trouxe para a série recursos que hoje já fazem parte da identidade da franquia:
- missões secundárias;
- escolhas de diálogo;
- histórias paralelas;
- progressão mais aberta de personagem.
Agora, Control Resonant deve levar essa proposta ainda mais longe, com árvores de talentos, telas de atributos e armas personalizáveis. Na prática, o jogo quer assumir de vez a pegada de action RPG.
A aposta da Remedy é clara: transformar Control em uma franquia cada vez mais focada em evolução de build, exploração e customização. Se funcionar, Control Resonant pode ser o jogo que finalmente crava essa mudança de gênero para valer.
Se o seu PC anda engasgando com DLSS Frame Generation e VSync ligados ao mesmo tempo, o culpado pode estar no driver da Nvidia. A comunidade vem relatando que a atualização Game Ready mais recente melhorou a fluidez nessa combinação, que costuma causar microstutter em alguns setups.
Em relatos de jogadores, rigs com placas RTX e Frame Generation em 2x passaram a rodar mais lisos, sem precisar recorrer a outras soluções para contornar o problema. Na prática, isso significa menos hitching e uma sensação de gameplay mais limpa durante a jogatina.
Nem todo mundo viu milagre. Ainda há quem diga que o stutter continua em alguns games, então o resultado pode variar de máquina para máquina. Mesmo assim, atualizar o driver segue sendo um passo rápido e que vale o teste.
- Melhora de suavidade com DLSS Frame Generation + VSync
- Correções extras de compatibilidade
- Fix para um bug de flicker em software de renderização
Se o seu setup estiver sofrendo com travadinhas, vale instalar o driver e testar de novo antes de mexer em outras configurações.
Subnautica 2 chegou em acesso antecipado no PC e, desde os primeiros minutos, já deixou claro que o hype não era brincadeira: o fundo do mar alienígena foi invadido por uma enxurrada de jogadores prontos para mergulhar de cabeça na nova aventura.
Logo no lançamento, a fila de curiosos e fãs cresceu num ritmo absurdo, transformando a estreia em um verdadeiro estouro. Em pouco tempo, o game já estava com os servidores fervendo e mostrando que a comunidade estava sedenta para explorar cada canto desse oceano hostil.
O impacto da chegada de Subnautica 2 também reforça o tamanho da expectativa em cima da franquia. Quando um jogo de survival e exploração consegue puxar tanta gente de uma vez, é sinal de que a maré virou a favor e que a estreia veio com força total.
Nos bastidores, porém, a situação segue tensa. A publicação do jogo aconteceu em meio a uma disputa jurídica envolvendo a liderança do estúdio e a publisher, o que deixa o lançamento ainda mais cercado de conversa fora da tela.
No fim das contas, Subnautica 2 já começou mostrando serviço: lançamento quente, comunidade ativa e aquele clima clássico de “só mais uma mergulhada” que prende qualquer fã de survival subaquático.
James Ohlen, veterano da BioWare e um dos nomes por trás de Baldur’s Gate 2, Knights of the Old Republic e Dragon Age: Origins, abriu o jogo sobre sua saída da Archetype Entertainment. O motivo foi direto: tocar o estúdio e ser o diretor criativo de Exodus ao mesmo tempo estava cobrando um preço pesado demais.
Ele diz que entrou num ciclo de sobrevivência, lidando sem parar com artistas, engenheiros, escritores, produtores e com a pressão de publisher. Nesse ritmo, o lado criativo e o lado executivo começaram a bater de frente, e a saúde física e mental foram ficando no vermelho.
Ohlen também relembrou o desgaste no fim da passagem pela BioWare. Depois de assumir Star Wars: The Old Republic, ele sentiu que já não tinha a mesma liberdade de antes. Quando a ideia de um reboot do MMO travou, isso virou um ponto de virada na carreira dele e ajudou a empurrá-lo para fora do estúdio.
Hoje, o dev está focado em livros de aventura de RPG pela Arcanum Worlds e diz que está se recuperando aos poucos. Mesmo assim, ele não fecha a porta para voltar aos games no futuro — desde que seja num projeto com a equipe certa e sem o mesmo nível de pressão que quase o derrubou.
No Subnautica 2, o quartzo é um dos recursos mais importantes do começo da run. Ele entra na receita de ferramentas essenciais, como o Scanner, e ajuda a liberar vários blueprints, do Sonic Resonator ao Wakemaker e ao Tadpole.
Para pegar os primeiros cristais, dá para caçar quartzo em:
- Cúpulas de coral no fundo do oceano, inclusive sob a cápsula inicial. As formações laranja e verdes aparecem fácil e rendem quartzo na mão.
- Área a noroeste da cápsula, onde essas cúpulas se acumulam e viram um ótimo ponto de coleta no começo.
- Cristais médios, que podem ser quebrados com a Multiferramenta de Sobrevivência para render mais material por parada.
- Depósitos grandes, encontrados principalmente em cavernas. Um dos melhores spots fica numa trincheira perto do Old Habitat, a cerca de 350 a 400 metros ao norte da cápsula.
Se você quer acelerar a base e deixar o Habitat Builder no jeito, esse é o recurso que vale farmar primeiro em Subnautica 2.
Em Subnautica 2, o começo da sobrevivência no planeta alienígena pega pesado: você pode pescar e cozinhar, mas o seu corpo ainda não consegue digerir nada dali. O jogo avisa sobre “incompatibilidade digestiva”, então, antes de virar refeição de verdade, você precisa liberar as enzimas certas.
Para resolver isso, siga estes passos:
- Explore a região ao redor do seu lifepod e fique de olho nas mensagens da NOA, sua orientação no jogo.
- Uma das primeiras atualizações, ligada ao caso da “Anita”, vai marcar no HUD a localização do blackbox de Anita Gottschal.
- O ponto fica a cerca de 160 metros ao nordeste do lifepod, embaixo de uma planta gigante que brilha no fundo do oceano.
- Vá até o núcleo luminoso e interaja com ele para absorver os enzimas alienígenas que liberam a digestão.
Depois disso, a comida volta a funcionar normalmente. Os peixes menores, como o Halfmoon, podem ser capturados com as mãos e cozidos no fabricador. Também dá para preparar oily salad usando fibrous pulp, obtido ao cortar plantas como a Whip Gorgon com a Survival Multitool.
Se você ainda não montou essa ferramenta, vai precisar apenas de titanium, que pode ser encontrado no fundo do mar perto do seu abrigo inicial. Com isso, Subnautica 2 destrava uma das primeiras barreiras de sobrevivência e deixa sua jornada subaquática bem menos sofrida.
No Subnautica 2, o começo da jornada é bem raiz: você vai catar minério na mão, devagarinho, enquanto os veios grandes ficam travados com a mensagem de que é preciso uma ferramenta desconhecida. É aí que entra o Resonador Sônico (Sonic Resonator), a ferramenta pesada que abre os depósitos grandes de titânio, prata e chumbo e facilita muito a vida de quem quer montar base e evoluir o arsenal. Ele também pode ser usado para destruir Bloom Biofilm.
Para liberar o blueprint do Resonador Sônico, basta escanear dois fragmentos. Os locais mais fáceis de achar são:
- Old Habitat: há fragmentos por lá, a cerca de 370 metros ao norte da Lifepod. Um fica logo à direita ao entrar; outro está em frente, perto de uma mesa tombada.
- Caverna próxima da Lifepod: siga cerca de 345° ao norte e procure o fragmento sobre uma mesa dentro da caverna.
- Spider Dome: verifique a caixa virada para trás, atrás do black box de Wander, a cerca de 240 metros a sudoeste da Lifepod.
Depois de liberar a receita, você vai precisar destes materiais para craftar:
- 1 bateria básica
- 2 lingotes de titânio
- 2 de chumbo
- 1 kit de fiação
Os lingotes de titânio podem ser refinados no Processor. Já o kit de fiação sai com 1 prata e 1 fio de cobre. O chumbo em pedaços menores costuma aparecer numa ravina a cerca de 250 metros ao nordeste da Lifepod. Com tudo em mãos, leve a receita ao Fabricator da sua base para montar o item.
Na hora de minerar, o processo é direto: chegue perto do veio grande, carregue o Resonador Sônico e detone o depósito em pedaços. Se tiver espaço no inventário, os recursos caem automaticamente na sua mochila. É a forma mais rápida de farmar minério pesado no Subnautica 2.
Em Subnautica 2, a prata é um dos primeiros materiais que valem a caçada. Ela entra no craft do tanque de ar, que aumenta seu fôlego debaixo d’água, além de ser usada em kits de fiação, chips de sistema e núcleos dedicados — peças essenciais para liberar estruturas importantes da base e o veículo Tadpole.
Se você quer um spot rápido perto da sua Lifepod, o melhor ponto inicial fica na caverna ao lado da habitação do Chap, durante a busca pela caixa-preta. Ali, você encontra nós pequenos de prata para pegar na mão e blocos maiores que exigem o Sonic Resonator para minerar.
Para farmar mais, siga para as cavernas próximas às ruínas da Old Habitat colony, cerca de 350 metros ao norte da Lifepod. O caminho costuma aparecer na missão da caixa-preta, mas você pode ir por conta própria se já estiver pronto para explorar.
Como chegar no ponto mais forte de loot:
- Siga para o norte saindo da Lifepod, passando pela Coral Dome no alto do pilar da área aberta.
- Mantenha a árvore de adaptação à sua direita.
- Avance até ver uma construção em ruínas da colônia mais à frente e um pouco à direita.
- Antes dela, procure uma entrada de caverna escondida à direita, abaixo de um saliente com Jelly Lei pendurados.
Essa caverna é perfeita para encher o inventário de prata, principalmente pelos nós menores. Se quiser otimizar a rota, leve um locker portátil para guardar o excedente e voltar para a base com o bolso cheio.
Em Subnautica 2, o inventário enche num piscar de olhos logo no início, então liberar espaço extra vira prioridade para não ficar largando loot pelo mapa. A boa notícia é que dá para aumentar tanto o inventário quanto a barra rápida, mas você precisa achar os pontos certos no mundo.
O segredo está nos terminais ao lado dos Biobeds dentro dos outposts de colônia. Sempre que você vir uma luz azul marcando uma área, vale a pena investigar, porque esses abrigos costumam esconder um Biobed, ferramentas escaneáveis e outros itens úteis. As black boxes que a NOA manda recuperar também podem levar a locais com Biobeds e upgrades permanentes.
No primeiro acesso ao terminal, você libera duas melhorias fixas:
- Endurance: aumenta o espaço do inventário.
- Dexterity: amplia a hotbar, ou barra de atalhos.
Alguns pontos que valem a visita em Subnautica 2:
- A base do Chap, em uma caverna a sudeste do Lifepod.
- Anita’s Garden, em um outpost ao nordeste do Lifepod.
- Um pequeno outpost com gosma verde no chão, ao norte do Lifepod.
- Um habitat encaixado na parede de um penhasco, perto de uma estrutura de colônia em ruínas.
Para facilitar a vida no early game, ande leve, carregue bateria reserva, um snack e uma bebida, e use um Portable Locker na hora de minerar ou farmar recursos. Mais adiante, o Tadpole também pode ganhar um módulo de carga, o que deve ajudar bastante no transporte de materiais.
Se você está começando em Subnautica 2 e já bateu aquela dúvida de onde farmar sal, relaxa: esse recurso é mais importante do que parece. Ele entra na receita da Power Cell, peça-chave para montar o Tadpole, o mini-sub que abre caminho para explorar áreas mais profundas do oceano alienígena.
A boa notícia é que existe um ponto bem cedo no jogo para pegar sal sem ficar se arriscando demais:
- Vá para sudeste da Lifepod, cerca de 200 metros.
- Continue passando pela área do Welcome Center, mantendo o rumo até a região com dois pilares e um Coral Crab gigante à esquerda.
- À direita, procure um pilar com uma luz em pé na frente dele.
- Na base desse pilar, você vai encontrar a entrada de uma pequena caverna.
- Lá embaixo, além do habitat do Chap e do black box dele, existem duas unidades de sal para coletar.
O sal no Subnautica 2 costuma aparecer como uma bolinha de blocos alaranjados, bem fácil de reconhecer quando você sabe o que está procurando. E sim: ele respawna com o tempo, então vale voltar depois para reabastecer seu estoque.
Se quiser continuar farmando, também dá para encontrar sal:
- na área dos ventos vulcânicos, bem a leste da Lifepod;
- nas regiões mais profundas, perto de The Great Jaw, ao sudoeste;
- no chão ou dentro de cavernas nas áreas vulcânicas.
Só fica ligado: se for descer para as zonas mais quentes e perigosas, você vai precisar liberar a adaptação de Heat Tolerance antes de se aventurar por lá.
Resumo rápido: se o objetivo é destravar seu primeiro sub e não ficar preso na exploração rasa, pega esse sal cedo, guarda no inventário e já deixa a base pronta para o próximo upgrade.
Subnautica 2 já chegou ao acesso antecipado trazendo uma novidade que pesa na balança: coop para até quatro jogadores no fundo do oceano alienígena.
No teste, o multiplayer mostrou uma proposta bem flexível para quem quer jogar com a galera. Dá para abrir uma partida nova no modo Sobrevivência ou Criativo, ou pegar um save solo já avançado e converter para coop sem perder sua base, seus equipamentos, as missões e o progresso pessoal.
- Para hostear do zero: entre em Host Multiplayer, escolha Host New Multiplayer Game, selecione Sobrevivência ou Criativo, confirme em Host Game e chame os amigos pela lista.
- Para usar um save solo: abra Play Single Player, selecione o arquivo desejado, escolha Convert to Multiplayer, confirme e depois volte para Host Multiplayer para iniciar a sessão online.
- Para compartilhar o mundo: você também pode subir o save para a nuvem, copiar a chave e passar para outra pessoa continuar a aventura no mesmo mapa.
Nem tudo é perfeito. Quem entra no mundo começa com personagem zerado, sem levar o inventário ou o progresso do próprio save. Além disso, não parece haver sistema de reviver aliados: se alguém cair, volta direto para a cápsula de respawn.
Por outro lado, a liberdade é grande. Quem hospeda não precisa ficar travando acesso, então os convidados podem usar os recursos da base e até mexer na construção. Em resumo, o coop de Subnautica 2 já chega bem funcional e com espaço para ficar ainda mais sólido durante o acesso antecipado.