Artigos por Autor: Leo "Blade"
Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!
Com a alta na procura por memória e a oferta cada vez mais apertada, golpistas estão aproveitando a chance para empurrar DDR5 falsificada para desavisados. E o pior: por fora, muita dessas peças engana bem, parecendo módulo original de primeira.
Em alguns casos, a carcaça imita direitinho uma memória legítima, incluindo adesivos falsos de marcas conhecidas. Só que, ao abrir a peça, o que aparece lá dentro não é chip de verdade: em vez de componentes reais, há apenas uma placa simples, sem o hardware que deveria estar ali.
Um detalhe importante é que esse tipo de fraude aparece com mais facilidade em memória de notebook, que costuma ter um visual mais “pelado”. Se ainda colocarem um dissipador por cima, fica ainda mais difícil sacar a treta no olho.
Também já surgiram relatos de módulos falsos de outras marcas circulando em marketplaces e leilões online. Em alguns anúncios, os itens até são vendidos como se fossem lotes problemáticos ou peças “com defeito”, o que pode servir de cortina de fumaça para esquentar produto pirata.
Se quiser evitar cilada, vale ficar de olho em alguns sinais:
- bordas com acabamento estranho ou pouco arredondado;
- formato do chip de gerenciamento de energia diferente do padrão;
- cor da placa muito fora do normal, geralmente mais clara;
- embalagem sem lacre confiável;
- informações que não batem quando você confere no software.
Se tiver como testar antes de fechar negócio, melhor ainda. Ferramentas como o HWiNFO ajudam a conferir se os dados da memória fazem sentido com o modelo anunciado. Na dúvida, o caminho mais seguro é comprar direto de loja confiável ou de vendedor com procedência clara.
No fim das contas, a regra é simples: se o preço parecer bom demais para ser verdade, provavelmente é cilada. Antes de fechar, testa, confere e não compra no impulso para não tomar um golpe de memória fake.
Cansei da experiência cada vez mais inchada do Windows e fui testar o Pop!_OS como quem troca de build em busca de menos dor de cabeça e mais fluidez.
O apelo é simples: sistema limpo, sem tanta tralha, visual bonito e foco em produtividade e jogatina. Para quem vem do Windows, o Pop!_OS é uma distro bem de boa para começar, especialmente porque o ecossistema Linux hoje já abraça Proton, Wine, Lutris e Flatpak sem aquela aura de “só elite de terminal”.
O esquema para instalar sem se enrolar passa por boot USB, separar espaço no SSD, desativar recursos de inicialização rápida e criptografia do Windows e fazer a instalação em modo custom. Depois, um update geral no terminal e o sistema já fica pronto para o rolê.
No uso diário, a sensação é de desktop mais leve, responsivo e sem a treta constante de anúncios, telemetria e atualizações empurradas goela abaixo. A interface Cosmic ajuda bastante, com janelas mais organizadas, atalhos úteis e uma navegação que parece menos engessada.
No game, o saldo foi bem positivo. Títulos como Cyberpunk 2077, Total War: Warhammer 3 e Black Myth Wukong rodaram de forma honesta via Proton, embora jogos mais pesados de estratégia ainda possam sofrer com gargalos de CPU e compatibilidade.
O porém continua sendo a falta de alguns apps do dia a dia e de software de periféricos e RGB que ainda não têm equivalente perfeito no Linux. Existem alternativas como GIMP, Krita, LibreOffice e OpenRGB, mas nem sempre elas cobrem tudo o que você usa no Windows.
No fim, o Pop!_OS entrega uma experiência muito boa para quem quer sair do caos do Windows e entrar num ambiente mais limpo para jogar e trabalhar. Se você depende pouco de apps exclusivos da Microsoft, vale demais testar.
Em Directive 8020, a médica Samantha Cooper recebe uma missão no episódio 5 que envolve conseguir sedativos para um “experimento” da Anders. Se você levou a Cooper mais na vibe brincalhona, pode topar o plano; se manteve a personagem no modo profissional, esse quebra-cabeça pode até nem aparecer.
Quando a tarefa surge, o objetivo é montar a combinação certa de agentes químicos no gabinete do laboratório. O jogo não entrega os nomes de cara: ele mostra apenas símbolos e pede que você descubra qual é a sequência correta para liberar a solução.
O código que você precisa digitar é 168. Os três compostos do sedativo são:
- Chloroacetyl Chloride
- Ammonia
- Dimethyl Sulfate
À esquerda do armário há um pôster com os símbolos dessas substâncias. Além disso, existem três cartazes espalhados pela sala com nomes e símbolos de vários químicos, e isso ajuda a cruzar as pistas sem depender tanto de conhecimento de química.
Se quiser evitar erro de input, vale anotar os símbolos ou tirar um print da sala antes de mexer no teclado. Depois de inserir a sequência certa e combinar os ingredientes, é só levar o sedativo de volta para a Anders.
Uma cutscene vai entrar em seguida, mostrando a entrega dos químicos e o avanço da trama com a Cooper e o resto da equipe. Depois disso, você já pode seguir para a próxima etapa da história em Directive 8020.
Em Directive 8020, o código do PC do Carter é 2808. Se quiser, 0828 também libera o acesso.
A pista está no post-it colado no monitor, com a anotação Luna’s e uma seta apontando para a tela. Saia do quarto do Carter e vá até as Acomodações da tripulação; virando à direita, você vai encontrar um calendário na parede. Interaja com ele para conferir o mês de agosto.
No dia 28, aparece a marcação Luna’s Birthday. Junte o dia com o mês e digite a combinação no computador para destravar o acesso.
Depois disso, uma cutscene é acionada com Simms entrando nas Acomodações da tripulação, e o próximo objetivo é segui-la até o Lounge, onde você encontra o monitor com o registro da conversa entre ela e Carter. Vale lembrar: depois que essa cena rolar, o PC do Carter não pode mais ser acessado.
The Sinking City 2 chega como uma virada bem mais afiada para a Frogwares: em vez de insistir no mundo aberto investigativo do primeiro jogo, a sequência mergulha de cabeça no survival horror. O clima agora puxa para uma versão de Resident Evil em 1929, com puzzles clássicos, portas travadas por código e um combate que finalmente responde bem no mouse e teclado.
Você assume o controle de Calvin, um detetive meio quebrado preso em Arkham, tentando trazer a namorada de volta depois de um ritual ter dado bem errado e de uma viagem nada saudável aos Dreamlands. Na demo, a jornada começa em uma biblioteca alagada, onde a missão é achar um livro com o ritual certo para desfazer a encrenca anterior.
O combate também parece mais redondo. Os inimigos são criaturas possuídas por vermes e sanguessugas, com feridas que entregam pontos fracos na cara dura. Quando você estoura essas bolhas arcanas, ganha brecha para o stomp, e os wylebeasts voltam com aquele visual grotesco que gruda na memória.
Tem loot em um toque só, crafting para transformar sucata e cartuchos em munição, perks para turbinar dano, resistência e recarga, além de slots limitados para montar sua build. Até os safe rooms são uma viagem surreal, com cara de pedaços da casa idealizada que você e sua amada compartilhavam.
No fim, The Sinking City 2 aposta em atmosfera, estranheza e sobrevivência em vez de enrolação investigativa — e, pelo que foi mostrado, a troca caiu muito bem. O jogo está previsto para chegar ao PC neste verão.
O mistério acabou: o Intel Arc Pro B70, equipado com o chip Big Battlemage/G31, foi colocado sob a lupa em uma bateria pesada de testes e o veredito já saiu. Em raster, ele entrega desempenho praticamente cravado no nível de uma GeForce RTX 5060 Ti 16 GB.
Na prática, isso significa que o chip até briga bem em jogos tradicionais, mas quando o papo é ray tracing ou path tracing, a história muda e o desempenho cai atrás da concorrente da Nvidia.
O ponto mais curioso é o tamanho do die. Estamos falando de um chip bem parrudo, com 368 mm², feito em um processo da classe N5 da TSMC. Para efeito de comparação, a RTX 5060 Ti usa um chip bem menor, o que ajuda bastante no custo de produção e explica por que o encaixe do G31 como placa gamer nunca fez muito sentido.
Mesmo com mais núcleos Xe que o G21, o ganho não é suficiente para chegar perto de uma RTX 5070, muito menos de uma placa acima disso. Em testes, o G31 ficou só um pouco à frente do G21 em raster, enquanto a RTX 5070 abriu uma vantagem bem maior. Ou seja: mesmo com drivers mais maduros, não haveria milagre.
No fim das contas, o Intel Arc Pro B70 mostra que o G31 tinha potencial para jogos, mas também deixa claro por que a Intel preferiu encaixá-lo no mercado profissional e de IA local. Para gaming, ele é competente; para virar ameaça de verdade no front das GeForce, faltou eficiência.
Fleet Hunters traz uma pegada moderna para a clássica batalha naval no PC, apostando em ação constante em vez daquele esquema moroso por turnos.
A proposta é simples e direta: posicione sua frota, encontre o rival e abra fogo assim que suas armas estiverem prontas. Como os dois jogadores agem ao mesmo tempo, cada duelo vira uma disputa tensa de reflexo, leitura de jogo e timing.
Com um cooldown curto entre os disparos, Fleet Hunters acelera o ritmo da partida e deixa tudo mais imprevisível. Aqui, hesitar pode custar a vitória.
The Guild – Europa 1410 coloca o jogador no meio de uma Europa medieval viva, onde as cidades são o coração da jogatina. Em Cities of The Guild – Europa 1410, a ideia é mostrar como cada centro urbano vira palco para comércio, política, disputas e crescimento da sua própria dinastia.
No game, não basta só tocar a vida e fechar negócios: você também precisa jogar de forma estratégica, formar alianças, cuidar da sua reputação e aproveitar cada brecha para subir na hierarquia social. É aquela mistura clássica de simulação, estratégia e intriga, com clima de RPG e muita treta de bastidor.
Se você curte construir sua história em um cenário medieval cheio de ambição, The Guild – Europa 1410 promete entregar uma experiência focada em domínio urbano, influência e sobrevivência no mapa.
Subnautica 2 acabou de bater a marca de 5 milhões de wishlists no PC, e a equipe fez questão de agradecer a comunidade pelo apoio absurdo.
No recado, o estúdio celebrou o hype em torno da sequência e deixou claro que esse retorno da galera mostra o tamanho da expectativa para o novo mergulho da franquia.
Mesmo ainda em desenvolvimento, Subnautica 2 já chega cercado de moral lá no alto, com os fãs mantendo o projeto no radar e ajudando a empurrar a produção com força total.
Truck Simulator 2026: USA foi oficialmente revelado pela KIWI PRODUCTION e já chegou chamando atenção de quem curte um simulador de frete pesado. A proposta é colocar você na pele de um caminhoneiro novato e fazer a jornada até virar referência no ramo, construindo seu próprio império logístico enquanto cruza milhares de quilômetros de estradas americanas.
O game aposta em rotas icônicas pelos Estados Unidos, indo da Costa Leste ao Velho Oeste. No caminho, o jogador vai encarar cidades cheias de luz neon, rodovias cortando desertos e trechos de montanha que exigem atenção total na boleia.
Além do mapa caprichado, Truck Simulator 2026: USA também destaca caminhões bem detalhados, com interior e exterior feitos com carinho. A customização promete ser um dos pontos fortes, com opções para cabine, pintura e acessórios, deixando o bruto com a sua cara.
O jogo está previsto para chegar em acesso antecipado no PC em breve, e o trailer de revelação já deu uma prévia do que vem por aí. Se a ideia for viver a rotina do estradão e crescer de frete em frete, vale ficar de olho.
Skills & Raids já está em playtest no Steam, e quem pedir acesso entra direto na beta desse RPG de extração focado em party.
A proposta é montar seu grupo e encarar combates em tempo real, puxados por habilidades, onde gerenciar cooldowns e ler as mecânicas dos inimigos faz toda a diferença.
No loop de gameplay, você vai lootear recursos, cumprir quests, craftar gear cada vez mais forte e montar builds únicas combinando skills. A história coloca o mundo nas garras de uma criatura que apaga tudo, até mesmo as lembranças.
O trailer do jogo mostra o visual 2D e dá uma boa amostra da jogabilidade, então vale ficar de olho se você curte RPG com ação e estratégia na medida certa.