Artigos por Autor: Leo "Blade"

Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!

Starnaut
Explosão tática

Imagine um bebê criado por uma inteligência artificial como último recurso da humanidade. Agora coloca esse bebê numa armadura espacial, no meio de universos colapsando, lutando contra monstros e robôs em estágios que parecem pesadelos digitais. Isso é STARNAUT. E por mais estranho que pareça, funciona.

Você é Copiasu, o único ser vivo capaz de cruzar realidades e coletar foguetes Omega — pedaços de energia que, juntos, podem restaurar a Terra. Não tem tempo pra pensar demais. O caos começa no segundo em que você pisa numa arena. Inimigos surgem de todos os lados, as armas disparam sozinhas, e tudo o que você pode fazer é se mover, esquivar e decidir como gastar suas moedas. É adrenalina do começo ao fim.

Estratégia e caos se encontram no campo de batalha

O combate é automático? Sim. Mas isso não significa que o jogo jogue por você. Muito pelo contrário. STARNAUT exige decisões rápidas e posicionamento preciso. Com até 8 armas simultâneas disparando em todas as direções, a tela vira um espetáculo de balas e explosões que parece incontrolável — mas tem método na loucura.

A coleta de moedas para upgrades e power-ups vira uma corrida contra o tempo e a morte. Escolher a arma errada ou atrasar uma melhoria pode custar caro. A cada nova run, você aprende mais sobre como combinar habilidades, encontrar sinergias entre armas e maximizar seus ataques. E isso sem contar os bosses. Quando eles aparecem, a coisa escala de difícil para insano em segundos.

Visual de colapso e trilha sonora que puxa o fôlego

O estilo visual é… diferente. STARNAUT não quer ser bonito, ele quer ser memorável. Cada arena é uma colagem de cores, formas e criaturas que parecem ter saído de um sonho estranho. A sensação é que tudo está prestes a explodir — e muitas vezes está mesmo. Pode parecer bagunçado à primeira vista, mas tem identidade. Você vai lembrar desses cenários, com certeza.

A trilha sonora acompanha o ritmo insano do jogo. É orquestral, energética e cheia de transições rápidas conforme o combate esquenta. Os efeitos sonoros têm peso, e o som das armas disparando em sincronia com os ataques inimigos cria um clima quase claustrofóbico em alguns momentos. A tensão é constante, e a música só aumenta isso.

Cada run é uma nova chance (ou armadilha)

O conteúdo do jogo é robusto. São mais de 60 fases, quase 50 tipos de armas e mais de 20 personagens jogáveis, cada um com habilidades únicas e estilos bem diferentes. Isso garante que cada run seja imprevisível — e isso é ótimo para quem gosta de ser surpreendido.

A progressão é rápida no começo, mas exige domínio tático conforme avança. Os inimigos mudam, os desafios aumentam e as decisões ficam cada vez mais importantes. A sensação de que tudo pode desmoronar a qualquer segundo é real — e é justamente isso que torna o jogo viciante.

Mesmo que você falhe (e vai falhar bastante), sempre aprende algo novo. Sempre tem aquela combinação de armas que você não testou, aquele personagem que você ainda não desbloqueou, aquele upgrade que pode mudar tudo. O jogo instiga, provoca e desafia o tempo todo.

STARNAUT é, sem dúvida, um dos roguelikes mais insanos dos últimos tempos. A estética caótica pode assustar de início, mas quem abraça o caos descobre um jogo estratégico, viciante e cheio de possibilidades. O combate automático, que pode parecer estranho no começo, rapidamente se revela um trunfo — liberando sua mente para focar em decisões táticas e reações rápidas.

É um daqueles jogos que não dá pra jogar só uma vez. Quando você menos espera, já passou horas tentando montar a combinação perfeita de armas ou só tentando sobreviver por mais um minuto naquela arena impossível. E mesmo quando perde, você vai querer voltar — porque STARNAUT nunca joga da mesma forma duas vezes.

Brutal e acessível

Nos tempos atuais, campanhas de FPS se tornaram quase uma relíquia. Enquanto a indústria se move para experiências online e modelos sazonais, a id Software persiste em manter a tradição viva. E com Doom: The Dark Ages, a desenvolvedora não apenas retorna com seu protagonista icônico, mas também tenta reinventar, mais uma vez, o próprio conceito de ação em primeira pessoa.

Ao contrário do que muitos poderiam esperar, The Dark Ages não é simplesmente “mais do mesmo”. A equipe da id resolveu demolir a fundação construída com Doom Eternal para erguer algo novo. É uma decisão ousada e que, em vários momentos, rende frutos empolgantes — mas que também cobra seu preço em complexidade e profundidade.

O escudo como novo coração do combate

O elemento mais marcante de The Dark Ages é o Shield Saw, um escudo com serra embutida que assume o papel central da jogabilidade. Acoplado permanentemente ao botão direito do mouse, ele substitui as funções secundárias das armas e define o novo ritmo do combate: menos mobilidade aérea, mais controle de território.

O escudo bloqueia projéteis frontais, rebate disparos verdes e ainda pode ser lançado como um bumerangue cortante. O resultado é um gameplay onde o jogador avança, escudo em punho, para dentro da carnificina. Parar, rebater e punir. A sensação é satisfatória e, desde os primeiros minutos, empodera o jogador com um senso de brutalidade que poucos FPS modernos conseguem oferecer.

No entanto, essa mesma centralização enfraquece a variedade. Uma vez desbloqueada a função de arremesso, o escudo deixa de evoluir de forma significativa. As lutas passam a seguir um padrão fixo: escudo, tiro, escudo, dash, escudo. Faltou profundidade tática, aquela necessidade de trocar entre armas e recursos de acordo com a situação, tão presente nos títulos anteriores.

Armas visualmente impactantes, mas mecanicamente rasas

A consequência direta do escudo monopolizar a jogabilidade é a perda de destaque das armas. Sem modos de disparo secundários, os armamentos em The Dark Ages funcionam mais como extensões do dano do que como ferramentas estratégicas.

Algumas tentam se destacar, como o Chainshot, uma arma que arremessa esferas de destruição que retornam como ioiôs infernais. Mas no geral, substitutos do Ballista, Heavy Cannon e outras armas icônicas parecem mais genéricos, com impacto visual, mas pouco diferencial no uso prático.

A ausência do sistema de resistência/dano específico entre demônios e armas — tão fundamental em Doom Eternal — agrava o problema. Agora, qualquer arma serve para qualquer inimigo. A exigência de leitura de campo, de raciocínio rápido sobre qual armamento usar, desaparece. E junto com ela, parte da alma estratégica da série.

O Slayer repaginado: entre um Master Chief medieval e um semideus em colapso

O Slayer continua sendo um dos protagonistas mais fascinantes do gênero. Mudo, brutal, quase mitológico, ele transita entre a reverência e o temor. Em The Dark Ages, essa dualidade se intensifica: humanos o tratam como um deus, ao mesmo tempo em que tentam controlá-lo — até colocam um colar de choque nele. Uma decisão que, previsivelmente, não termina bem para ninguém.

A ambientação medieval, com mechs, dragões e castelos ancestrais, serve mais como pano de fundo para uma sucessão de cenas de ação do que como elemento realmente explorado narrativamente. Ainda assim, a estética ajuda a diferenciar The Dark Ages de seus antecessores, conferindo ao jogo uma identidade visual própria — ainda que menos inspirada nos detalhes.

Nível de desafio e recursos: menos é… menos?

Outro ponto de ruptura é a forma como o jogo trata seus recursos básicos. O sistema clássico de regeneração por Glory Kills, Chainsaw para munição e gerenciamento constante de recursos foi praticamente descartado. Agora, basta pressionar “E” para esmurrar um capanga e gerar munição. Vida, escudo e munição são abundantes, e o combate perde parte da tensão.

A consequência é clara: a curva de aprendizado foi achatada. Jogadores novatos terão um caminho mais fácil e menos frustrante, mas veteranos sentirão falta do ritmo implacável e punitivo de Doom Eternal. Mesmo ajustando a dificuldade e parâmetros como velocidade de projéteis e janela de parry, o sistema não se transforma. A estrutura é mais acessível, sim — mas também mais limitada.

Design de fases: da verticalidade ao chão reto

Os mapas de The Dark Ages são amplos, mas excessivamente planos. A verticalidade, que era marca registrada dos dois jogos anteriores, foi drasticamente reduzida. Os ambientes agora se organizam como grandes arenas abertas, muitas vezes desprovidas de obstáculos ou variações de terreno. O Slayer, agora com um pulo mais tímido e pouca mobilidade aérea, parece ter perdido parte de sua essência acrobática.

A estrutura dos níveis também mudou: ao invés de labirintos complexos, temos áreas com plataformas centrais que se ramificam em zonas secundárias — facilitando a navegação, mas diminuindo o senso de descoberta. Segredos estão por toda parte, mas muitos são entregues de bandeja pelo mapa. E as salas de desafio hardcore, que tantos jogadores adoravam em Eternal? Sumiram.

Uma experiência visual e sonora de tirar o fôlego

Apesar das críticas, não dá para ignorar os méritos técnicos do jogo. A id Tech 7 continua sendo um espetáculo, entregando gráficos impressionantes, efeitos viscerais e desempenho exemplar até mesmo em hardwares mais modestos.

A trilha sonora, como de costume, merece aplausos. Guitarras pesadas, batidas industriais e variações rítmicas que acompanham a intensidade do combate criam uma atmosfera energética e empolgante. Cada confronto parece uma batalha coreografada entre som e violência.

Breves flertes com o épico

Mechs, dragões e cenas cinematográficas surgem como momentos de ruptura na campanha de 22 fases. São sequências curtas, às vezes quase desconectadas do gameplay, mas que ajudam a quebrar a rotina. Elas não são tão memoráveis quanto poderiam, mas cumprem seu papel de variar o ritmo da jornada.

Uma nova face para um clássico — mas onde estão os riscos?

Ao fim da campanha, é impossível não refletir: The Dark Ages é mais acessível, mais visual, mais direto. Mas é também menos ousado. A id optou por simplificar sistemas que, embora desafiadores, eram o motor da identidade moderna de Doom. O combate continua divertido, mas a falta de camadas estratégicas reduz a longevidade da experiência.

Se Doom 2016 foi o renascimento de um ícone e Eternal a sua consagração, The Dark Ages parece um epílogo estilizado. Ainda assim, dentro de suas escolhas, entrega uma campanha sólida, brutal e satisfatória — apenas não tão memorável quanto seus predecessores.

Combate com tempo

Logo nos primeiros minutos de Maliki: Poison of the Past, dá pra perceber que o jogo da Ankama Studio tem uma identidade bem marcada. A arte, com traço puxado para o cartoon francês, dá vida a personagens expressivos e mundos coloridos, sem cair na mesmice de muitos RPGs táticos. A trama se passa num futuro onde o planeta foi quase dizimado por uma criatura vegetal chamada Poison, que distorce o espaço-tempo. O grupo liderado por Maliki tenta entender e reverter esse caos, e é aí que entra Sand, a personagem que você controla.

A história tem um ritmo cativante e, mesmo tratando de temas pesados como destruição ambiental e colapso temporal, nunca perde o tom leve. Há momentos de humor que funcionam bem e ajudam a quebrar a tensão, principalmente nas interações entre os personagens. Cada integrante da equipe tem personalidade própria, e essas diferenças rendem diálogos divertidos e até momentos emocionantes. Isso tudo ajuda a criar laços com os personagens — algo que, em um jogo com foco em batalhas, faz diferença.

Combate por turnos com manipulação de tempo

O ponto forte do jogo está no sistema de combate. Maliki: Poison of the Past usa turnos, como é tradição no gênero, mas traz um ingrediente extra que muda bastante a forma de pensar as lutas: o Chrono Pack. Com ele, é possível manipular o tempo de várias formas — adiantar ou atrasar ações, sincronizar ataques com aliados, ou até evitar armadilhas armadas pelos inimigos. Essa mecânica dá um ar de quebra-cabeça às batalhas, forçando o jogador a observar bem o cenário antes de agir.

Não é o tipo de jogo em que se vence só com força bruta. Quem tenta atropelar as lutas sem pensar acaba sendo punido. Os inimigos são variados, e muitos têm habilidades próprias que exigem uma abordagem diferente. É preciso saber combinar os ataques, posicionar os personagens corretamente e, claro, usar as distorções temporais com inteligência. Essa camada extra de estratégia deixa cada confronto mais interessante.

Exploração e convivência entre batalhas

Entre uma missão e outra, o jogo oferece momentos mais calmos no Domaine, uma espécie de refúgio fora do tempo. Ali, o jogador pode explorar várias atividades: plantar, cozinhar, forjar equipamentos e, principalmente, conversar com os outros personagens. Essas interações ajudam a aprofundar os vínculos e revelam mais da história de cada um.

Esse lado mais “vida no acampamento” pode lembrar quem já jogou Fire Emblem: Three Houses ou até Persona. Mas aqui tudo é mais simples, sem excessos. Ainda assim, essas pausas são bem-vindas e quebram o ritmo das batalhas. Além disso, o jogo recompensa quem explora, oferecendo eventos extras, segredos e upgrades escondidos que podem fazer diferença no campo de batalha.

Direção de arte e trilha sonora acertam o tom

Visualmente, Maliki: Poison of the Past impressiona com seu estilo próprio. A mistura de traços franceses e elementos de mangá cria um mundo único, que foge dos estereótipos medievais ou pós-apocalípticos que costumam dominar os RPGs táticos. As cores são bem dosadas, e os cenários têm vida, mesmo quando retratam ruínas ou áreas desertas. Cada ambiente conta uma história, e os personagens se destacam com animações que reforçam suas personalidades.

A trilha sonora, assinada pela dupla Starrysky, acompanha bem essa estética. Durante as explorações, as músicas são suaves e quase relaxantes. Nos combates, ganham ritmo e intensidade, ajudando a aumentar a tensão nas decisões. É um daqueles jogos em que a música não rouba a cena, mas complementa tudo com equilíbrio. Os efeitos sonoros também merecem elogios, principalmente nas batalhas, onde cada ação tem peso e impacto.

Ritmo e acessibilidade pensados com cuidado

Um detalhe que chama atenção é como o jogo consegue equilibrar sua proposta para diferentes tipos de jogadores. Quem é fã de estratégia vai encontrar bastante profundidade nas batalhas e desafios bem construídos. Já quem vem mais pela história ou pelo visual, consegue avançar sem grandes travas, já que o jogo não exige domínio total das mecânicas desde o começo. Ele introduz cada novidade com calma e incentiva o jogador a experimentar sem punições exageradas.

Outro ponto positivo é que o jogo está totalmente localizado em português, com uma tradução competente que mantém o humor e o ritmo dos diálogos. Isso ajuda bastante na imersão, principalmente para quem curte acompanhar todos os detalhes da trama e das relações entre os personagens.

Maliki: Poison of the Past é uma grata surpresa. A mistura de combate tático com manipulação temporal cria batalhas envolventes e desafiadoras. A história, mesmo com um pano de fundo trágico, consegue ser leve e até divertida em vários momentos. Os personagens são bem construídos e ajudam a criar um elo com o jogador, algo essencial em um RPG focado em convivência e estratégia.

A experiência se destaca também pelo capricho visual e pela ambientação sonora bem integrada. Ainda que não seja revolucionário, o jogo mostra como é possível inovar dentro de um gênero tradicional sem perder o foco na diversão. Para quem gosta de RPGs táticos e está buscando algo fora do comum, essa é uma excelente pedida.

Outlive
Clássico de volta

Quem viveu o início dos anos 2000 e curtia estratégia em tempo real com certeza lembra de Outlive. Criado pela Continuum Entertainment, o jogo foi um verdadeiro marco: não apenas por ser um dos primeiros RTS de qualidade internacional feito no Brasil, mas também por ter sido distribuído mundialmente por uma gigante como a Take-Two Interactive. Agora, em 2025, a lenda retorna em versão remasterizada: Outlive 25.

Mais do que um resgate, esse lançamento marca o retorno oficial da Continuum, com sua equipe original à frente do projeto. A ideia não é só trazer o clássico de volta com cara nova, mas também reiniciar o universo Outlive, explorando novas possibilidades e expandindo aquilo que começou há 25 anos. Um tributo ao passado com olhos voltados para o futuro.

Visual aprimorado, som limpo e suporte moderno

Outlive 25 chega com o cuidado técnico que se espera de uma remasterização bem feita. Os gráficos foram atualizados respeitando o estilo original, mas com texturas mais limpas, cores melhor definidas e suporte completo para resoluções modernas. Além disso, os arquivos de som não compactados finalmente poderão ser aproveitados com toda sua fidelidade — algo que na época do lançamento original era impossível por limitações de hardware.

O jogo também estará preparado para rodar com fluidez em monitores ultrawide e setups mais recentes, o que amplia muito a imersão durante as partidas. A nostalgia está presente, mas agora com uma apresentação à altura dos padrões atuais.

Multiplayer no Steam e editor de campanhas reformulado

Atendendo a um dos pedidos mais constantes da comunidade, Outlive 25 terá modo multiplayer online via Steam. Isso significa que será possível desafiar amigos ou participar de confrontos acalorados com outros fãs da série em tempo real, tudo com a infraestrutura moderna que o Steam oferece.

O clássico editor de campanhas, que era um dos diferenciais do jogo original, também volta repaginado. Ele foi reconstruído para facilitar a criação de mapas e missões personalizadas, e será possível compartilhar esses conteúdos com a comunidade de forma mais prática e integrada.

Essas adições não só prolongam a vida útil do jogo, como abrem caminho para uma comunidade ativa e produtiva ao redor do título, algo essencial para qualquer RTS que queira ter fôlego duradouro hoje em dia.

Participação da comunidade e espírito colaborativo

Uma característica que sempre diferenciou a Continuum foi o respeito pela comunidade. E isso continua forte em Outlive 25. A empresa reforçou seu compromisso em manter um canal aberto com os jogadores, convidando todos que adquirirem o jogo na pré-venda a participarem mais ativamente do processo de desenvolvimento.

Isso inclui enviar sugestões, apontar melhorias e até mesmo influenciar diretamente o conteúdo futuro. A ideia é co-criar, mantendo viva a mesma energia colaborativa que marcou o projeto original no início dos anos 2000, quando a demo de Outlive foi distribuída justamente para colher feedbacks da comunidade.

Outlive 25 não é apenas nostalgia

Mais do que uma homenagem ao passado, Outlive 25 é o pontapé inicial para algo maior. A Continuum deixou claro que este é apenas o começo do retorno do universo Outlive. A proposta é retomar o desenvolvimento de jogos dentro desse universo, com novos projetos já em planejamento e um estúdio renovado pronto para expandir essa mitologia que, por muito tempo, ficou adormecida.

É um movimento que também serve como um sinal importante para o mercado nacional: existe público, existe história e existe valor em olhar para os clássicos brasileiros com a mesma reverência que se tem por produções estrangeiras.

Outlive 25 chega em um momento em que a indústria de games no Brasil vive uma fase de crescimento e reconhecimento internacional. Reforçar o legado de um título como esse, com todos os seus méritos e significados, é um passo essencial nessa jornada.

Se você viveu aquela época e quer reviver, ou se nunca teve a chance de conhecer Outlive, 2025 vai ser o ano certo para isso. A guerra entre humanos e robôs está de volta — e agora, melhor do que nunca.

Schedule 1 - Funcionários
Contrate com estratégia

Liberou a opção de contratar funcionários? Ótimo. Mas antes de sair distribuindo cama e crachá pra todo mundo, respira. Em Schedule 1, cada funcionário tem um papel bem definido, e sair contratando sem pensar pode custar caro — literalmente.

Cada trabalhador exige cama, salário e espaço físico. Então pense como um verdadeiro gerente do crime: o que sua operação precisa agora? E o que pode esperar um pouco?

Vamos te mostrar o que cada tipo de funcionário faz, como contratar, como posicionar e, claro, como tirar o melhor deles sem gastar demais.

Como contratar funcionários (sem tropeçar no processo)

O primeiro passo é visitar o escritório no seu armazém. Ali, o simpático Manny cuida da parte “oficial” da contratação. Você escolhe o tipo de funcionário e o local onde ele vai trabalhar.

Mas antes de colocar qualquer um pra bater ponto, você precisa comprar uma cama (com Oscar, no armazém) e posicioná-la no local desejado. Depois disso, use o management clipboard para atribuir essa cama a um funcionário. A cama muda de cor conforme a função do trabalhador e ganha uma caixa preta nos pés — é ali que você vai pagar o salário.

Sem salário = sem trabalho. Mas relaxa: eles não vão embora se você deixar de pagar. Só ficam parados te encarando em silêncio. Meio estranho? Sim. Útil no início? Também.

Ah, e uma dica importante: você não pode mover os funcionários depois. Se mudar de base, vai ter que contratar outros — mas os antigos continuam lá, prontos pra uso quando quiser rodar duas operações ao mesmo tempo.

Cleaners: menos glamour, mais paz

Função: limpar sujeira acumulada
Vale a pena? Eventualmente, sim

Os faxineiros são os mais negligenciados — e com razão. Eles não ajudam diretamente nos lucros, e você pode reciclar o lixo por conta própria e ganhar dinheiro com isso. Mas quando a operação cresce, correr atrás de cada embalagem no chão começa a virar um fardo. Eles aliviam a bagunça, mas cobram por isso.

Para funcionarem direito, você precisa colocar lixeiras pelo mapa (até três por faxineiro) e usar o clipboard para marcar as áreas que eles devem cobrir. Cada lixeira tem um alcance limitado, então distribua com estratégia.

Botanists: os agricultores do crime

Função: plantar, cuidar e colher
Vale a pena? Com certeza

Botânicos são os trabalhadores mais importantes no começo. Um único funcionário pode cuidar de até 8 plantas, e isso libera muito tempo pra você focar em misturar, embalar e vender.

Você precisa usar o clipboard para marcar os vasos que ele deve cuidar. E também configurar aditivos e sementes diretamente nos vasos, não no trabalhador.

Não se esqueça de dar um shelf (prateleira) para o botânico, com terra, sementes e aditivos. Ele vai usar os itens automaticamente se você marcar esse shelf como fonte.

Handlers: logística é tudo

Função: mover itens entre estações
Vale a pena? Totalmente

Subestimados por muitos, os manipuladores (handlers) são essenciais para automatizar a produção. Eles alimentam mixers com aditivos, embalam produtos e abastecem prateleiras. São o elo invisível que mantém tudo girando.

Você pode usá-los de forma simples — como levar droga pronta pra estação de embalagem — ou montar rotas completas no clipboard. Um handler pode ter até 5 instruções diferentes, indo de uma prateleira a vários mixers, por exemplo.

Dica de ouro: especialize. Tenha um handler só pra mixers, outro só pra embalagem, outro só pra suprimentos. Isso evita confusão.

Chemists: os verdadeiros cozinheiros

Função: operar mixers e estações de meth
Vale a pena? Com o setup certo, são vitais

Os químicos preparam a droga — simples assim. Misturam ingredientes, processam o produto, e podem trabalhar em até 4 estações.

Eles não pegam os ingredientes por conta própria, então você precisa alimentar os mixers com handlers. A exceção é quando você encadeia mixers (mixer → outro mixer): aí o químico move o conteúdo entre eles sem ajuda.

Usar químicos te dá liberdade para focar no que realmente importa: crescer, refinar e distribuir.

Conclusão: comece pequeno, pense grande

Seu primeiro funcionário deve ser quase sempre um botânico. O segundo? Um handler pra levar produto pra embalagem. Depois disso, tudo depende do ritmo da sua produção. Se você tem muitos mixers, um químico agiliza o processo. E quando a sujeira virar parte do cenário, um faxineiro não faz mal.

Automatizar não é só conforto — é eficiência. E quanto mais sua base cresce, mais indispensáveis esses trabalhadores vão se tornar.

Quer uma produção de respeito? Então organize sua equipe como um verdadeiro CEO do crime. O sucesso — e os sacos de dinheiro — vêm depois.

Rede de Vendas

Ao contrário do que muita gente imagina, os dealers em Schedule 1 não aparecem por acaso — eles são parte de uma teia social que exige estratégia e paciência para ser acessada. Cada dealer está vinculado a um bairro específico de Hyland Point, e você precisa subir sua reputação com os contatos certos para conseguir uma introdução.

Abra o telefone no jogo e acesse a aba de contatos. Note que alguns clientes estão ligados por linhas a outros — são esses que servem como ponte para os dealers. Comece oferecendo amostras gratuitas, ganhe a confiança desses clientes com drogas de qualidade e preços justos, e eventualmente eles te enviarão uma mensagem oferecendo uma conexão com o dealer local.

Todos os dealers e onde encontrá-los

Cada dealer tem um valor inicial diferente para começar a trabalhar com você, e todos ficam com 20% do valor das vendas. Veja a lista:

  • Benji Coleman – $500
  • Molly Presley – valor não informado, desbloqueada em área intermediária
  • Jane Lucero, Wei Long, Leo Rivers – valores progressivamente maiores, exigindo avanço no mapa

Lembre-se: quanto mais avançado o dealer, maior o valor de entrada, mas também maior o potencial de vendas.

Como montar a melhor rede de clientes para cada dealer

Você pode designar até 8 clientes por dealer. O segredo está em escolher clientes próximos ao dealer geograficamente e alinhar os produtos que ele oferece com os gostos específicos desse público. É um exercício de logística e curadoria.

Outra dica importante: mantenha seus maiores compradores sob seu controle direto. Clientes viciados que compram em grande volume devem ficar com você para evitar perda de lucros com a comissão dos dealers. Além disso, você pode cobrar mais caro diretamente de clientes altamente dependentes.

Combos ideais para cada dealer

Cada dealer funciona melhor com uma combinação de droga barata para volume e droga cara para lucros extras. Aqui vão os destaques:

  • Benji Coleman
    • Barata: Sour Diesel
    • Cara: Green Crack, Banana, Horse Semen
    • Clientes: Austin Steiner, Kathy Henderson, Melissa Wood, etc.
  • Molly Presley
    • Barata: Grandaddy Purple
    • Cara: Iodine, Motor Oil, Chili
    • Clientes: Billy Cramer, Kevin Oakley, Mac Cooper, etc.
  • Jane Lucero
    • Barata: OG Kush, Donut
    • Cara: Donut, Flu Medicine, Energy Drink
    • Clientes: Jeff Gilmore, Sam Thompson, Lucy Pennington, etc.
  • Wei Long
    • Barata: OG Kush, Viagra
    • Cara: Paracetamol, Mega Bean
    • Clientes: Jennifer Rivera, Keith Wagner, Cranky Frank, etc.
  • Leo Rivers
    • Barata: OG Kush, Donut
    • Cara: Green Crack, Motor Oil, Viagra
    • Clientes: Fiona Hancock, Ray Hoffman, Walter Cussler, etc.

Essas combinações garantem fluxo constante e minimizam o desperdício de produto. Lembre-se de manter seus dealers sempre abastecidos com o tipo de droga que os clientes deles realmente querem.

O que fazer quando o dealer para de vender

Um dos bugs mais irritantes de Schedule 1 é o dealer parado, mesmo com estoque cheio e clientes esperando. Veja como resolver:

  1. Verifique o estoque – Dealer sem estoque = dealer parado. Verifique se ele está com produtos desejados.
  2. Reinicie o jogo – Muitos bugs estão ligados ao pathfinding dos NPCs. Um restart pode resolver.
  3. Zere o inventário e reabasteça – Tire tudo e espere o dealer te mandar uma mensagem dizendo que ficou sem estoque. Isso “reseta” o comportamento dele.
  4. Uso da força – Se nada funcionar, derrube o dealer com um soco. Ele volta ao normal quando acordar.

Gestão inteligente: maximize os lucros com tática

A lógica em Schedule 1 não é só sobre quanto você vende, mas para quem e como. Gerencie sua rede como um empresário: trate os clientes grandes como VIPs, mantenha dealers bem abastecidos com produtos sob medida e escolha suas batalhas. Entre administrar os preços, as fórmulas e o humor dos dealers, você descobrirá que o verdadeiro desafio do jogo não é produzir, mas distribuir. E com essas dicas, você estará pronto para reinar em Hyland Point com eficiência e estilo.

Lucro em camadas

Ganhar dinheiro rápido em Schedule 1 não é apenas uma questão de plantar e vender. Enquanto os iniciantes se viram bem com os tipos básicos de cannabis, como OG Kush e Green Crack, os jogadores mais ambiciosos sabem que o verdadeiro lucro está em criar misturas personalizadas, adicionando ingredientes ao produto final antes de embalar. É nesse ponto que o jogo deixa de ser uma simulação qualquer e vira um verdadeiro laboratório de estratégia.

Pense em Walter White. Ele não virou referência no submundo por repetir fórmulas — ele inovou. Em Schedule 1, o mesmo se aplica. Para dominar o submundo de Hyland Point, é preciso experimentar, testar combinações ousadas e atender aos desejos dos clientes com precisão cirúrgica.

Como começar a misturar seus produtos

Antes de tudo, é necessário adquirir uma estação de mistura, disponível na loja de ferramentas por 500. Esse equipamento só aparece após alcançar o rank Hoodlum 1, algo possível nas primeiras horas de jogo, desde que você mantenha um ritmo firme de vendas.

A estação permite combinar qualquer produto não embalado com qualquer ingrediente — um de cada por vez. Parece limitado no início, mas esse é o ponto de partida para as receitas mais lucrativas do jogo. Os ingredientes podem ser comprados no Gas-Mart e adicionam efeitos variados à sua droga. E mais: você pode misturar o mesmo produto várias vezes, em camadas. Ou seja, é possível criar verdadeiros coquetéis de efeitos e atratividade, aumentando o valor e a demanda.

Para facilitar a produção em massa, vá até o armazém à noite e compre a versão aprimorada da estação de mistura. Isso reduz o tempo de preparo, principalmente em receitas longas.

Um detalhe importante: se um ingrediente aparece mais de uma vez na receita, você deve repeti-lo no processo. Exemplo: “Banana, Cuke, Banana” com OG Kush significa que você mistura com banana, depois com pepino, e depois com banana de novo.

Receitas para começar bem no jogo

No início, suas opções são limitadas — e o orçamento também. Mas existem boas combinações usando ingredientes baratos que já garantem lucro acima da média:

Melhores combinações com OG Kush

OG Kush pode parecer básica, mas é extremamente versátil. Com ingredientes baratos, ela pode gerar efeitos variados, atraindo diferentes tipos de cliente. Isso ajuda a criar um público fiel e ampliar sua base.

Melhores misturas com Sour Diesel

Essa strain tem efeitos energéticos populares. Ao misturá-la com ingredientes estimulantes, você cria um produto que vicia — e isso é ótimo para os negócios. Clientes voltam rápido e gastam mais.

O poder do Green Crack

Green Crack já possui um leve grau de vício. Com os ingredientes certos, isso se potencializa. Essas misturas são perfeitas para manter seus clientes dependentes, o que multiplica seus lucros com o tempo.

Grandaddy Purple: alto custo, alto retorno

Essa strain é a porta de entrada para misturas premium. Os ingredientes são caros, o cultivo é mais exigente, mas o retorno é o maior do jogo entre as opções de maconha. Vale o esforço — se você tiver o capital inicial.

E o metanfetamina? Bem-vindo ao jogo real

Misturar cannabis é lucrativo, sim. Mas quando você começa a produzir metanfetamina, o jogo muda. O vício é mais forte, o preço é mais alto e o ciclo de produção pode ser ampliado com upgrades. É aqui que o jogador estratégico investe os lucros anteriores para construir um império químico de respeito.

Cocaína: quando o lucro atinge outro patamar

Disponível apenas nas fases avançadas, a cocaína se torna rapidamente o produto mais lucrativo do jogo. Embora o investimento inicial seja levemente superior ao da metanfetamina, o retorno é astronômico. Cada grama vendida representa uma mina de ouro — e o vício dos clientes só alimenta essa máquina.

As misturas mais viciantes (e lucrativas)

Para quem quer atingir o ápice do lucro, é preciso pensar como um magnata do crime: variedade de produtos, ingredientes de impacto e fidelização via vício. Aqui, misturar drogas não é sobre sabor ou efeito — é sobre explorar cada centavo possível.

As receitas mais viciantes do jogo usam combinações calculadas para:

  • Criar dependência imediata
  • Aumentar o valor percebido do produto
  • Justificar o uso contínuo e frequente
  • Tornar o jogador essencial para os clientes

Em Schedule 1, misturar produtos não é uma brincadeira: é o coração do sistema de lucro. De pequenas ervas misturadas com frutas a coquetéis pesados de metanfetamina e cocaína, o segredo está em aprender, testar e ousar. Quanto mais criativas e agressivas forem suas receitas, maiores as chances de você dominar as ruas — e o caixa também.

Jogos de Plataforma

A proposta de Warm Monkey é tão absurda quanto genial. Você começa controlando um único macaco, perdido em meio a uma cidade grande e movimentada. Mas há um detalhe importante: a cada dez segundos, um novo macaco se junta ao grupo.

Seu objetivo? Levar o bando até o mar, atravessando ruas, praças, prédios e tudo que surgir pelo caminho. Parece simples, mas logo fica claro que manter um grupo crescente sob controle é um desafio imprevisível. Com mais membros, vêm mais problemas. O espaço se torna apertado, os caminhos ficam mais difíceis e a sede de todos só aumenta.

A cidade é viva, dinâmica e perigosa. Os carros não param para esperar, obstáculos inesperados surgem o tempo todo e nem sempre os macacos fazem o que você gostaria. A experiência oscila entre momentos de pura estratégia e caos absoluto.

Liderança, estratégia e hidratação obrigatória

Se apenas manter a coesão do grupo já não fosse complicado, há um detalhe crucial: macacos precisam de água. Conforme o bando cresce, a necessidade por hidratação aumenta. Pequenas poças e fontes espalhadas pela cidade são essenciais para a sobrevivência, mas encontrar um reservatório grande o suficiente para um grupo enorme pode ser um verdadeiro pesadelo logístico.

A sede não é a única preocupação. Se um dos macacos do grupo morrer, o jogo segue, mas se o líder for eliminado, outro assume o posto. No entanto, se todos forem derrotados antes de alcançar o mar, é fim de jogo. Isso significa que cada decisão precisa ser calculada. Quem lidera? Onde encontrar abrigo? Qual caminho é mais seguro?

Os desafios ambientais também não facilitam a vida. A arquitetura urbana impõe limitações inesperadas, forçando os jogadores a usarem escadas, pularem vãos e até mesmo escalarem estruturas para escapar de becos sem saída.

O caos controlado e a inteligência artificial imprevisível

Um dos detalhes mais interessantes do jogo está na forma como os macacos se comportam. Apesar de seguirem o líder, eles também demonstram um certo grau de autonomia. Alguns podem se distrair com fontes de água, enquanto outros podem reagir de forma inesperada a eventos do ambiente.

Essa inteligência artificial contribui para momentos hilários e inesperados. Você pode estar tentando atravessar um cruzamento e, de repente, metade do seu grupo decide voltar porque encontrou uma fonte escondida. Essa imprevisibilidade força o jogador a se adaptar rapidamente, garantindo que cada partida seja diferente.

E se tudo parecer perdido, o jogo ainda conta com um modo cooperativo para até quatro jogadores. Aqui, a comunicação se torna essencial, pois manter o grupo unido exige esforço dobrado.

Estética única e ambientação cativante

Visualmente, Warm Monkey aposta em um estilo pixel art minimalista, mas cheio de personalidade. A cidade não é apenas um cenário genérico; ela tem identidade própria, misturando arquitetura moderna com elementos urbanos inesperados.

A paleta de cores e o design isométrico criam um ambiente nostálgico, remetendo a clássicos do passado, mas com um frescor moderno. Já a trilha sonora complementa perfeitamente a experiência, alternando entre sons urbanos e faixas que intensificam a sensação de urgência e descoberta.

Vale a pena jogar?

Definitivamente. Warm Monkey não é um jogo convencional e talvez por isso mesmo seja tão cativante. Ele exige planejamento, improviso e, acima de tudo, paciência para lidar com o caos.

Se você gosta de desafios inusitados, onde cada jogada pode tomar um rumo completamente diferente, esse jogo é um prato cheio. Seja liderando um pequeno grupo em uma jornada tranquila ou comandando um verdadeiro exército de macacos em uma fuga desesperada, cada partida tem seu próprio ritmo e surpresas.

E a grande pergunta que fica: será que você consegue levar todos ao mar? Ou vai sucumbir ao caos da selva urbana?

Fora da Lei

O Cartão de Acesso Fora da Lei chegou com a atualização v34.10 e promete mudar o jogo para aqueles que conseguirem aprimorá-lo. Esse item concede entrada aos bastidores dos Mercados Negros do jogo, onde é possível adquirir armas poderosas e outras vantagens exclusivas.

Para desbloqueá-lo, a comunidade deve se unir para enfraquecer Fletcher Kane, o que envolve roubos a cofres e joalherias. Assim que o progresso coletivo alcançar 100%, o item será liberado e os jogadores poderão começar a aprimorá-lo para obter ainda mais benefícios.

Como desbloquear o Cartão de Acesso Fora da Lei?

Para conseguir o cartão, os jogadores precisam contribuir com a missão comunitária que exige roubar cofres e estoques de ouro espalhados pelo mapa. Existem duas formas principais de fazer isso:

  • Abrindo cofres em Crime City, Lonely Lair, Masked Meadows e Seaport City.
  • Roubando as lojas de joias Smash N’ Grab em diferentes pontos de interesse do jogo.

Essas joalherias são protegidas por Guardas Alpha, mas ao derrotá-los, os jogadores podem saquear um cofre e várias vitrines para coletar itens valiosos. O progresso da missão pode ser acompanhado na aba de missões do Fortnite, na seção Cartão de Acesso Fora da Lei.

Como aprimorar o Cartão de Acesso Fora da Lei?

Depois de desbloquear o cartão comum, será necessário completar missões adicionais para aprimorá-lo. Cada nível desbloqueia novas vantagens:

  • 5 missões – Cartão Incomum
    • Concede acesso aos bastidores do Mercado Negro, onde itens exóticos podem ser comprados. Algumas dessas áreas também contêm personagens especiais.
  • 10 missões – Cartão Raro
    • Permite abrir Baús Fora da Lei dentro dos bastidores para obter barras de ouro gratuitas.
  • 15 missões – Cartão Épico
    • Libera loadouts premium para compra com uma grande quantidade de barras de ouro. As opções incluem:
      • Loadout de Joss: Holo Twister AR, Pump & Dump, Rocket Drill, Chug Jug, Gold Ammo Boon e Greed Boon.
      • Loadout de Keisha: Falcon Eye Sniper, Outlaw Shotgun, Gold Splashes, Chug Jug, Gold Ammo Boon e Greed Boon.
      • Loadout de Skillet: Sticky Grenade Launcher, Mammoth Pistol, Kneecapper, Chug Jug, Gold Ammo Boon e Greed Boon.
  • 20 missões – Cartão Lendário
    • Além de barras de ouro, os Baús Fora da Lei agora também concedem itens lendários e Dill Bit.

Como usar o Cartão de Acesso Fora da Lei?

Após desbloquear o cartão e aprimorá-lo para o nível Incomum ou superior, ele pode ser usado para acessar os bastidores dos Mercados Negros. Esses mercados estão localizados próximos a Crime City, Magic Mosses e Masked Meadow.

Para entrar, basta encontrar uma porta trancada no fundo dessas áreas e interagir com ela usando o cartão. Lá dentro, os jogadores terão acesso a novas armas, personagens, baús exclusivos e outras vantagens que podem ser determinantes para vencer a partida.

O Cartão de Acesso Fora da Lei é um dos itens mais interessantes da nova temporada, oferecendo não apenas poderosos equipamentos, mas também novas mecânicas e uma camada extra de estratégia dentro do jogo. Fique de olho no progresso da comunidade e aproveite a oportunidade para garantir o seu!

The Sims

O novo pacote The Sims 4 Ócio e Negócios traz uma maneira totalmente renovada de administrar um negócio, incluindo a possibilidade de operar diretamente da sua casa. Mas não basta abrir um pequeno comércio – que tal se tornar um verdadeiro magnata?

A aspiração Empreendedor Estimado é o caminho para transformar seu Sim em um empresário de sucesso. São quatro etapas que acompanham a evolução natural de um pequeno empreendimento, desde os primeiros clientes até a consolidação de uma marca icônica. Ao completar essa jornada, seu Sim não só ficará mais rico e influente, como também terá uma base fiel de clientes satisfeitos.

Se quer saber como concluir essa aspiração e garantir todas as vantagens que vêm com ela, aqui está um guia detalhado com tudo o que você precisa fazer.

Como escolher a aspiração Empreendedor Estimado

Como em qualquer aspiração do jogo, você pode selecioná-la na criação do Sim ou durante o gameplay, clicando no ícone de estrela no canto inferior direito da tela.

Para encontrá-la, vá até a categoria Popularidade – será a primeira opção dentro desse grupo.

Agora que seu Sim tem o objetivo de se tornar um empresário renomado, é hora de colocar as mãos na massa e começar a trabalhar!

Como completar a aspiração Empreendedor Estimado

A aspiração é dividida em quatro marcos, e cada um deles tem três tarefas específicas que precisam ser concluídas para avançar. O foco principal é crescer o seu negócio, conquistar clientes e decidir se seu Sim será um empreendedor visionário ou um estrategista mais… ardiloso. Confira 7 dicas de negócio criativo para começar!

1. Marco: Fundador Amigável

No primeiro estágio, seu Sim ainda está começando, então o foco é atrair clientes e estabelecer uma base sólida para o negócio. Para completar essa fase, você precisa:

Expandir seu pequeno negócio até alcançar um “Trabalho Promissor”
A chave aqui é impressionar os clientes e aumentar sua Reputação Empresarial. Para isso, venda produtos e serviços de alta qualidade, faça promoções estratégicas e crie um relacionamento amigável com os consumidores.

Receber 20 clientes no seu pequeno negócio
Quanto mais visitantes, maior sua reputação! Abra o comércio regularmente, interaja com outros Sims e utilize vantagens do negócio para atrair mais fregueses.

Adquirir uma vantagem empresarial
À medida que seu Sim melhora sua reputação, ele ganha Pontos de Vantagem, que podem ser usados para desbloquear melhorias no negócio. Escolha com sabedoria, pois algumas vantagens afetam o alinhamento moral do seu Sim (e isso terá impacto mais tarde).

2. Marco: Operador Popular

Aqui, o negócio começa a crescer e a gestão se torna mais desafiadora. Seu Sim precisará administrar funcionários e definir sua abordagem como empreendedor. Para avançar, cumpra as seguintes tarefas:

Expandir o negócio para um “Empreendimento Promissor”
Mantenha a reputação do seu Sim em alta abrindo a loja frequentemente e garantindo que os clientes saiam satisfeitos.

Alcançar o primeiro nível de alinhamento “Sonhador” ou “Estrategista”
No menu do negócio, no canto inferior direito da tela, você verá um ícone indicando a direção do seu Sim: um pato voador (Sonhador) ou um gato roxo (Estrategista). Dependendo da abordagem que deseja seguir, realize as interações necessárias com os clientes para moldar sua reputação.

Contratar um funcionário e tornar-se amigo dele
Agora que o negócio está crescendo, é hora de contratar um ajudante. Você pode escolher um amigo ou um membro da família para trabalhar com você. O importante é manter um bom relacionamento para que a equipe funcione bem.

3. Marco: Comerciante de Respeito

O negócio já virou um sucesso local, e agora seu Sim precisa se consolidar como uma referência no bairro. Para isso, é necessário:

Garantir um cliente satisfeito
Após alcançar o segundo nível de alinhamento (Sonhador ou Estrategista), você poderá conquistar clientes felizes com mais facilidade. Problemas com clientes problemáticos? Veja como resolver!

Fazer o pequeno negócio se tornar um “Ponto de Referência” no bairro
Continue oferecendo um ótimo atendimento e produtos de qualidade, pois isso aumentará sua reputação até que o comércio seja reconhecido como um dos melhores da região.

Alcançar o segundo nível de alinhamento Sonhador ou Estrategista
Suas escolhas até agora influenciam esse progresso, então continue interagindo com os clientes conforme o caminho que escolheu seguir.

4. Marco Final: Empreendedor Estimado

Agora, o objetivo é transformar seu Sim em uma lenda dos negócios. Para isso, cumpra as últimas missões:

Expandir o negócio até se tornar um “Nome de Prestígio”
Esse é o nível máximo da reputação empresarial. Para chegar lá, mantenha o negócio ativo, fidelize clientes e continue oferecendo um excelente serviço.

Conseguir mais 5 clientes satisfeitos
Clientes felizes voltam sempre! Interaja de maneira amigável, ofereça descontos estratégicos e garanta que os produtos e serviços do seu Sim sejam impecáveis.

Alcançar o terceiro nível de alinhamento Sonhador ou Estrategista
Esse é o último passo para consolidar sua identidade como empresário. Dependendo das escolhas feitas ao longo do caminho, seu Sim poderá ser visto como um visionário inspirador ou um estrategista impiedoso.

Recompensas por completar a aspiração

Se conseguiu concluir todos os marcos, parabéns! Seu Sim agora recebe o traço especial Marca Queridinha, que garante algumas vantagens bem úteis:

  • Sempre que abrir seu negócio, seu Sim já começará popular e receberá avaliações positivas automaticamente.
  • A fidelização de clientes será muito mais fácil, pois as pessoas voltarão regularmente para comprar seus produtos e serviços.
  • O sucesso do negócio estará praticamente garantido, tornando a gestão muito mais simples e lucrativa.

Se você gosta da ideia de construir seu próprio império virtual, essa aspiração é um excelente desafio! E se quiser expandir ainda mais sua experiência, por que não testar alguns outros jogos no estilo The Sims?

Agora é sua vez: qual caminho seu Sim vai seguir? Você será um empreendedor carismático e inspirador ou um gênio dos negócios que sabe jogar as cartas certas?

Pescaria

Com a chegada da atualização The Depths Expansion, Fisch recebeu uma nova vara de pesca: a Scurvy. No entanto, antes de investir seus preciosos C$ neste equipamento, é importante conhecer todos os detalhes sobre sua localização, estatísticas e eficiência.

Onde Encontrar a Vara Scurvy

A Scurvy está localizada em uma região específica do mapa:

  • Ilha: Forsaken Shores
  • Coordenadas exatas: (-2825, 215, 1517)
  • Ponto de referência: Caverna do NPC Jack Marrow
  • Preço: 50.000C$

Dica de Localização

Para facilitar a navegação até o local, recomendamos comprar o GPS por 100C$. Você encontra este item na cadeira próxima ao lago em Moosewood.

Estatísticas da Vara Scurvy

A Scurvy possui as seguintes características:

  • Velocidade da Isca: 15%
  • Sorte: 50%
  • Controle: 0
  • Resistência: 15%
  • Peso Máximo: 2.000kg

Análise de Custo-Benefício

Pontos Positivos

  • Boa taxa de sorte (50%)
  • Bônus na velocidade da isca
  • Capacidade de peso considerável

Limitações

  • Ausência de habilidade passiva
  • Preço elevado (50.000C$)
  • Sem bônus especiais

Comparação com Alternativas

A Vara Midas, disponível pelo mesmo preço, oferece vantagens significativas:

  • Aumenta em 60% a chance de pescar o peixe Midas
  • Peixes Midas podem ser vendidos pelo dobro do preço normal
  • Melhor retorno do investimento a longo prazo

Recomendação Final

Não recomendamos a compra da Vara Scurvy pelos seguintes motivos:

  1. Ausência de habilidades passivas
  2. Custo elevado para os benefícios oferecidos
  3. Existência de alternativas mais rentáveis pelo mesmo preço

Se seu objetivo é maximizar seus ganhos em Fisch, a Vara Midas se apresenta como uma opção mais vantajosa, oferecendo um retorno do investimento mais rápido através da pesca especializada de peixes Midas.