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Subnautica 2 chegou em acesso antecipado com números fortes, mas ainda traz aquele pacote clássico de bugs de early access. Um dos mais chatos é o jogo simplesmente não mostrar a opção de 4K, mesmo em um PC com monitor compatível.
Felizmente, o conserto parece ser bem simples: entre nas configurações gráficas, coloque o jogo em tela cheia, aplique mesmo que ele caia para 1080p e reinicie. Depois disso, a opção de 4K costuma aparecer normalmente.
- Se ainda travar, tente colocar a escala da interface do Windows 11 em 100%.
- Outra saída é abrir o arquivo .exe do jogo, ir em Compatibilidade e marcar a opção de substituir o comportamento de escala de DPI alto.
- Na última cartada, edite o arquivo GameUserSettings.ini e ajuste manualmente a largura e a altura da resolução confirmada.
No geral, Subnautica 2 está rodando bem no PC, e esse bug do 4K parece mais um perrengue pontual do acesso antecipado do que um problemão. Se o seu setup aguenta, vale testar essas dicas e voltar a descer pro fundo do mar sem stress.
Battlestar Galactica: Scattered Hopes não chega fazendo barulho, mas entrega uma proposta afiada: pegar a tensão de FTL e vestir tudo com a cara da franquia Battlestar Galactica. A primeira impressão pode até ser discreta, com arte estática, visual em pixel e naves bem cartunescas, mas por baixo dessa embalagem simples existe um roguelike tático espacial cheio de pressão, decisões duras e aquele clima constante de “se vacilar, todo mundo morre”.
A estrutura é dividida em duas partes: gestão da frota e combate. Na fase de administração, você precisa distribuir esquadrões, upar personagens, apagar incêndios, lidar com crises e decidir o que vale mais a pena: gastar tempo, recursos ou saúde da tripulação. Cada sistema traz pontos de interesse, missões paralelas e escolhas que sempre cobram um preço. É aquele tipo de jogo em que resolver um problema pode abrir dois novos.
No meio disso tudo, você conduz uma frota pequena, começando com um gunstar ultrapassado e navios civis que funcionam como suporte. Esses veículos não entram na briga de frente, mas viram peça-chave para o funcionamento da engrenagem: treinando suas tripulações, eles geram bônus e ajudam a segurar a bronca da frota inteira. O problema? O jogo faz questão de lembrar que esses cascos frágeis podem virar sucata num piscar de olhos.
Quando os Cylons aparecem, a coisa vira um caos controlado. O combate acontece em tempo real, mas com pausa tática liberada para você pensar antes de tomar uma rasteira. Seu objetivo não é destruir a frota inimiga inteira, e sim sobreviver até conseguir pular para o próximo sistema. Isso muda tudo: cada batalha é um quebra-cabeça de sobrevivência, em que você precisa usar Vipers, Raptors, flak e até nuke com inteligência — mesmo que isso signifique sacrificar uma peça sua para salvar o resto.
O jogo também manda bem ao criar variações que obrigam a ajustar a estratégia na hora. Tem inimigo que salta mais rápido, sistema cheio de minas, combinações de naves hostis, mísseis, ogivas e modificadores que bagunçam seu plano. Conforme você avança, ganha novas opções para ampliar esquadrões, melhorar naves e evoluir personagens, mas a escalada de ameaça acompanha tudo. Você fica mais forte, só que o jogo nunca deixa a pressão baixar.
O toque Battlestar Galactica fica ainda melhor na parte humana da coisa. Entre uma batalha e outra, você precisa segurar a moral da tripulação, lidar com facções que querem coisas diferentes e tomar decisões que inevitavelmente desagradam alguém. Se a confiança cair, surgem crises que drenam tempo e recursos. E quando aparece um Cylon infiltrado com cara de gente, a paranoia bate forte e a desconfiança vira arma. No fim das contas, Battlestar Galactica: Scattered Hopes acerta porque transforma sobrevivência em drama de verdade — e isso combina demais com a franquia.
Em Subnautica 2, o Lucifer Rotsac é um recurso essencial para montar borracha e destravar várias receitas do início da sobrevivência. A boa notícia é que ele é bem tranquilo de farmar logo nas primeiras horas.
O melhor ponto para coletar fica cerca de 80 metros a sudoeste da Lifepod inicial, ao redor de um arco rochoso. Nessa área, os Lucifer Rotsacs aparecem dentro de plantas verdes chamadas Cradle Shootroots, e dá para juntar bastante em uma única passada.
- Você pega o Lucifer Rotsac diretamente com a mão.
- As Cradle Shootroots precisam ser cortadas com a Multitool de sobrevivência.
- Vale encher o inventário, porque a região respawna o material com o tempo.
Mais para frente, esse recurso também surge com frequência preso em rochas e escondido em cavernas. No fabricador, dois Lucifer Rotsacs viram borracha, inclusive no abrigo inicial. Essa borracha entra em itens importantes como as Bolsas de Ar e o Tanque de Ar Padrão, então vale estocar cedo para não travar seu progresso em Subnautica 2.
Em Subnautica 2, limpar o primeiro Angel Comb é um desafio em várias etapas: você precisa seguir os grandes tentáculos da estrutura, avançar de câmara em câmara e destruir os brotos virais para curar essa flor submersa doente.
Essa primeira recompensa é a adaptação Resistência ao Calor, que libera a entrada na área dos respiradouros de lava sem você virar churrasquinho no fundo do mar. Para encarar essa missão com folga, vale chegar preparado com:
- Sonic Resonator desbloqueado;
- Standard Air Tank para aumentar o oxigênio;
- pelo menos um Air Bladder;
- kits médicos;
- uma flare para distrair os perigos da área;
- Wakemaker ou, no mínimo, o Dash Biomod.
O Angel Comb infectado fica a noroeste do Lifepod, dentro de uma caverna. O caminho é simples na teoria: siga cada tubo grande que sai da câmara central e encontre as salas laterais com as flores virais.
Em cada sala, o esquema é o mesmo: use o Sonic Resonator para estourar os brotos, aproveite o Dash para fechar distância rápido e tome cuidado com os peixes larva agressivos. Quando você limpar as duas câmaras, volte para a sala principal e faça a mesma limpeza ao redor do núcleo do comb.
Se o oxigênio apertar, procure as passagens bloqueadas com Bloom Sap e use a Survival Multitool para liberar ar extra. Na sala central, o predador maior complica mais a vida, então vale jogar a flare para puxar a atenção dele e abrir espaço para finalizar os últimos brotos.
Quando tudo estiver destruído, o Angel Comb vai abrir e você poderá coletar a adaptação. Com a Resistência ao Calor em mãos, Subnautica 2 libera o caminho para avançar na história e explorar áreas ainda mais hostis sem derreter no processo.
Em Forza Horizon 6, o mapa do Japão é gigantesco e caçar os Treasure Cars pode virar uma maratona. A boa notícia é que são só nove veículos escondidos, e você não precisa liberar nada antes de começar a procurar, diferente dos Barn Finds.
Confira abaixo onde achar cada Treasure Car de Forza Horizon 6 e economize tempo para acelerar de verdade:
- 1969 Dodge Charger R/T — Minamino: atrás dos prédios na lateral da estrada, perto do campo de golfe no centro da região e ao lado do evento de terra Airfield Trail.
- 1991 Nissan Figaro — Tokyo City: no estacionamento da costa sul, com a Rainbow Bridge à direita. É a ponte mais a oeste da cidade.
- 1985 Mazda RX-7 GSL-SE — Ohtani: na cadeia de montanhas no extremo oeste da região, na divisa com Shimanoyama, a oeste do Horizon Festival Site. Procure o ponto ao lado de uma casa de madeira grande e de uma torre branca, cercado por várias torres de rádio vermelhas.
- 1985 Nissan Safari Turbo — Ito: no ponto mais ao norte da região, passando pelo Barn Find do Toyota 2000GT e pela Minka House. Suba a trilha de terra sinuosa até a base de um aerogerador, perto de grades e caixas na estrada do lado oeste da montanha.
- 1987 Porsche 959 — Shimanoyama: na loja de esquina perto do estacionamento, na estrada mais ao sul de Narai-Juku, a leste do circuito e a oeste da Fuji Unkai House. Essa área também cruza com um Barn Find do Lancer Evolution Time Attack, então vale passar por ali se você já tiver liberado a região.
- 2005 Ford GT — Nangan: na trilha costeira com vista para Tokyo City, no leste da região. Siga a estrada principal da costa até achar uma trilha de terra estreita nas colinas, mais perto do litoral.
- 1981 BMW M1 — Hokubu: na grande ponte ferroviária que corta os campos abertos no norte da região, não muito longe do evento Hokubu Ascent. O túnel da linha fica ao sul.
- 1995 Mitsubishi Lancer Evolution III GSR — Takashiro: na estrada de terra que leva à cachoeira no canto oeste da região, perto de um templo. Pegue a trilha ao lado da ponte, acompanhando o rio. Esse ponto também se sobrepõe a um Barn Find do Skyline GT-R.
- 1974 Lancia Stratos HF Stradale — Sotoyama: atrás do lodge de madeira na trilha coberta de neve que sobe até a Tateyama Kurobe Alpine Route, perto do centro da região. A estrada principal rumo ao Hakusan Mountain Lodge ajuda a localizar o ponto.
Com esse roteiro em mãos, você consegue pegar todos os Treasure Cars de Forza Horizon 6 sem ficar rodando o mapa no escuro e ainda sobra tempo para o que interessa: meter o pé no Japão.
Em Forza Horizon 6, a caça aos Barn Finds continua sendo um dos melhores grinds do mapa: são carros lendários escondidos pelo Japão, liberados conforme você sobe o nível do Discover Japan, de Visitor até Master Explorer.
Para acelerar a progressão, vale farmar mascotes, entregas, corridas de rua e touge, mas as histórias marcadas em amarelo ainda são o jeito mais rápido de encher a barra. Só lembra que, depois de encontrar um Barn Find, o carro precisa passar pela restauração antes de ir pra garagem — a menos que você queira queimar uma boa pilha de créditos.
Confira abaixo a localização de todos os 15 Barn Finds de Forza Horizon 6, na ordem em que eles são desbloqueados:
- Honda NSX-R GT — Ohtani: nas colinas arborizadas do canto noroeste da área, perto do encontro de duas estradas.
- Toyota 2000GT — Ito: ao norte de Ito, perto da Minka House, numa faixa de árvores ao lado do paredão costeiro, entre as duas trilhas para a praia.
- Ford Sierra Cosworth RS500 — Ito: no sul de Ito, na pequena colina arborizada ao sul do cruzamento na borda sul da área.
- Nissan Skyline 2000GT-R — Nangan: no extremo sul da área, depois das casas da estrada principal, onde sai uma trilha de terra em direção ao celeiro.
- Nissan Pao — Minamino: no bosque da borda nordeste, em um celeiro no fim da trilha de terra que sai da via principal.
- Porsche 911 Turbo 3.3 — Ohtani/Tokyo City: no bambuzal ao lado da estrada de terra entre as duas vias principais que levam à casa de Mei, na parte norte de Ohtani.
- Peugeot 205 Turbo 16 — Shimanoyama: no celeiro ao final da estrada de terra larga que sobe a colina a partir da via principal, no nordeste da área.
- Lincoln Continental — Hokubu: no trecho de árvores ao lado da área agrícola, logo ao sul do centro do mapa.
- Nissan #23 Pennzoil NISMO Skyline GT-R — Takashiro: nas árvores da borda leste, entre as curvas da estrada em formato de U. Aproveite para pegar o 1995 Mitsubishi Lancer Evolution III GSR Treasure Car por perto.
- Mitsubishi Montero Evolution — Shimanoyama: na floresta da borda sudoeste; a trilha de terra sai da estrada principal, perto do Bandai Azuma Skyline Drift Zone.
- Lamborghini Diablo SV — Ito: na borda leste, descendo a encosta a partir da faixa aberta no centro, perto de um cruzamento de três vias.
- Nissan R390 (GT1) — Ohtani: na trilha de terra do canto nordeste, perto da divisa com Shimanoyama; também dá para chegar pela estrada ao norte, perto do Bridge Underpass Trailblazer.
- Mitsubishi #1 Sierra Sierra Enterprises Lancer Evolution Time Attack — Shimanoyama: quase no centro do mapa, olhando para Narai-Juku ao sul; siga a estrada de terra alta a partir do Narai-Juku Circuit e desça a trilha à direita.
- Nissan #11 Tomica Skyline Turbo Super Silhouette — Ito: no canto sudoeste; perto da entrada oeste do mapa, há uma trilha larga de terra que desce ao sul entre árvores finas.
- Mazda #55 Mazda 787B — Takashiro: ao norte da área, nas árvores depois das construções, trilhas e fazendas; pegue pela trilha de terra na borda noroeste da zona.
Se o seu objetivo é fechar a coleção e turbinar a garagem, essa rota vai poupar muito tempo de exploração cega em Forza Horizon 6.
Em Subnautica 2, investigar os Tadpole Pens é o primeiro puzzle de peso da campanha. A missão leva você para as Hot Caves para pegar o código da porta e destravar uma área secreta.
Antes de partir, vale chegar preparado: leve água, comida, baterias, kits de cura e até uma flare para não passar sufoco. Também é bom liberar a adaptação Heat Tolerance, que você consegue ao limpar o Angel Comb com o Sonic Resonator.
- Siga da Lifepod para noroeste até o Angel Comb
- Use o Sonic Resonator para quebrar as flores virais e liberar a adaptação
- Faça upgrade do tanque de O2
- Monte um Tadpole para encarar a viagem
- Leve um Wavemaker para nadar mais rápido
Quando chegar aos Tadpole Pens, a porta vai estar travada. O código foi anotado por Zip e acabou nas Hot Caves. Se quiser ir direto ao ponto, faz assim:
- Saia dos Tadpole Pens e siga para o sul, em torno de 195°
- Cruze a ravina com os tubos de lava acima até achar uma entrada no chão
- Entre e pegue o túnel azul brilhante para sudoeste
- No salão com a grande ventosa de lava no centro, desça pela direita até uma entrada menor
- Deixe o Tadpole para trás, porque ele não aguenta essa profundidade
- Nade até o fundo e procure o black box de Zip na grande formação roxa, marcada por um holograma humano
Com o código em mãos, volte aos Tadpole Pens, destrave a porta e confira o que foi escondido lá dentro.
Total War: Warhammer 3 vai receber na próxima semana o pacote de personagens Bhashiva e os Guerreiros-Tigre, liberando de vez os Tigermen como opção jogável.
A grande estrela da vez é Bhashiva, a White Tiger of Shang-Yang, que entra como uma personagem lendária e mercenária a serviço de Zhao Ming. No combate, ela pode montar uma composição com uma heroína tigerman conjuradora e três variantes de infantaria Guerreiros-Tigre.
A proposta dessa facção gira em torno de mobilidade, furtividade e emboscadas, trazendo um estilo de jogo bem diferente das composições mais pesadas de outras forças do game. Além disso, Bhashiva pode cumprir missões para ganhar a confiança de Zhao Ming e liberar tropas mais tradicionais de Grand Cathay.
- Personagem lendária: Bhashiva, a White Tiger of Shang-Yang
- Heroína tigerman com magia
- Três tipos de infantaria Guerreiros-Tigre
- Missões para desbloquear tropas de Grand Cathay
Com isso, Total War: Warhammer 3 finalmente coloca os Tigermen no centro da ação, entregando uma adição exótica e muito aguardada para quem curte montar campanha com unidades fora da curva.
Quem está jogando Subnautica 2 no PC já pode brincar com um console de debug escondido, mesmo sem suporte oficial nesta fase de acesso antecipado. A comunidade destravou a função com dois mods rápidos: o UE4SS e o mod Console Commands.
Depois de instalar tudo, é só abrir o jogo e apertar F2 durante a partida para chamar o menu de comandos. Por ali dá para spawnar itens, turbinar o inventário, mexer nas mecânicas de sobrevivência e até ajustar o campo de visão.
Como ativar o console em Subnautica 2
- Baixe e instale o UE4SS para Subnautica 2.
- Encontre a pasta de instalação do jogo no seu computador.
- Extraia o UE4SS em
Subnautica2/Subnautica2/Binaries/Win64. - Baixe o mod Console Commands.
- Extraia o mod em
Subnautica2/Subnautica2/Binaries/Win64/ue4ss/Mods. - Abra o jogo de novo e pressione F2 para abrir o console.
Comandos que já funcionam
god— ativa modo deus: sem dano e sem gastar comida, água ou oxigênio.invisible— faz as criaturas hostis perderem você de vista.nocost— permite craftar ou processar sem gastar recursos.unlock all— libera todas as receitas, blueprints e registros.kill— mata o personagem e faz o respawn na hora.nighteday— alternam entre noite e dia.daynight #— define um horário específico.FOV #— altera o campo de visão, como emFOV 100.Item [nome] [quantidade]— adiciona itens ao inventário, comoitem lithium 5.oxygen— trava o oxigênio para não subir nem cair.
Por enquanto, alguns comandos ainda aparecem na build, mas seguem desativados: Goto, Fastswim, Noclip, Fly e Warp. Mesmo assim, a desenvolvedora já adiantou que pretende liberar funções oficiais de console e câmera em futuras atualizações, então esse pacote de cheats deve ficar ainda mais completo em breve.
Subnautica 2 acabou de chegar em acesso antecipado e já dá para dizer: no PC, o bicho pega, mas não afunda fácil.
Depois de testar o game em duas GPUs bem diferentes, a impressão geral é boa: Subnautica 2 roda bem tanto em uma placa de 8 GB mais modesta quanto em um modelo topo de linha. Só que, com tudo no talo, o jogo pode engasgar em áreas mais pesadas e entregar aquelas travadinhas chatas que quebram a imersão.
Com o preset Épico e upscaling em qualidade, os resultados ficaram nessa faixa:
- 1080p: a GPU de 8 GB segurou cerca de 60 fps em média, enquanto a placa mais parruda passou dos 100 fps.
- 1440p: a mesma placa de entrada caiu para algo perto de 43 fps, e a mais forte ficou na casa dos 78 fps.
O ponto de atenção é o 1% low. Em Subnautica 2, ele denuncia as stutters com mais clareza do que a média de quadros — então vale olhar para a fluidez real e não só para o número bonito na tela.
A boa notícia é que dá para turbinar bastante a performance mexendo em cinco opções-chave, baixando cada uma só um nível:
- Iluminação global
- Sombras
- Distância de visão
- Shading
- Efeitos
Com esse mix entre Épico e Alto, o salto foi enorme e a qualidade visual continuou bem próxima do máximo. Em alguns cenários, a diferença nas sombras e na iluminação até aparece, mas o ganho de desempenho compensa demais.
Tem mais dois detalhes importantes para quem vai cair no fundo do oceano:
- Não há suporte a FSR no momento, então a alternativa de upscaling fica por conta do TSR.
- Frame Generation está disponível para placas compatíveis, mas sem uma opção equivalente para todo mundo.
O jogo também parece usar Lumen para iluminação e reflexos dinâmicos, embora não traga um botão simples para ligar e desligar isso. Na prática, mexer nas opções ligadas a esse sistema ajuda bastante a aliviar a carga no PC.
No fim das contas, Subnautica 2 já mostra que tem base sólida no PC, mas ainda pede carinho nas configs. Se você quer mergulhar sem dor de cabeça, essas mudanças de um clique podem ser a diferença entre um mergulho lisinho e uma viagem cheia de engasgos.
Em Subnautica 2, achar lítio no começo do jogo é bem mais complicado do que catar titânio, chumbo ou ouro. Esse recurso raro praticamente só aparece em um ponto inicial, mas a boa notícia é que você não vai precisar de muito para avançar nas primeiras craftagens.
Antes de sair caçando o minério, o ideal é já estar com o Sonic Resonator liberado, o Standard Air Tank, as Basic Fins e algumas Air Bladders de backup. Se você tiver o Wakemaker, melhor ainda, porque a rota pede mobilidade e reação rápida.
Como pegar o primeiro lítio em Subnautica 2:
- Siga para sudoeste saindo da Lifepod, atravesse a queda no fundo do oceano e mantenha a parede da cratera sempre à sua direita.
- No caminho, você vai passar por destroços de uma colônia e ver um prédio destruído mais à frente e abaixo.
- Do lado de fora desse prédio, sobre uma mesa, você encontra sua primeira peça de lítio dentro de um fragmento de cúpula de coral. Esse ponto ainda respawna com o tempo.
- Entre no prédio também para pegar o cartão da receita do High Capacity Dive Tank, caso ainda não tenha liberado.
Depois disso, siga para sudeste por um curto trecho até chegar à Grande Mandíbula, uma boca colossal em formato de cápsula com uma estrutura central coberta por fios roxos. Há várias Oxygen Tunics ao redor, então vale encher o tanque antes de entrar, porque seu O2 vai cair lá dentro.
O lítio fica na estrutura interna da tonsila e você vai precisar quebrar os blocos com o Sonic Resonator. Só que o perigo começa assim que você encosta nos fios roxos: a mandíbula fecha e tenta te engolir. Aqui, a jogada é simples — quebra, pega o loot e vaza no modo speedrun.
Se você ainda não tiver, vale pegar o dash no terminal Biomod do escombro do Welcome Center, ao sul da Lifepod. Isso ajuda bastante na fuga. Mais tarde, quando você liberar a adaptação Heat Tolerance e conseguir entrar na zona de ventos vulcânicos, dá para farmar bastante lítio nas cavernas quentes abaixo das Tadpole Pens, sem precisar voltar toda hora para a mandíbula.
No começo de Subnautica 2, o lítio serve basicamente para montar Plasteel Ingots no Processor, e você só precisa de um para melhorar seu tanque de mergulho.