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No Subnautica 2, o fibrous pulp é um recurso bem comum, mas fácil de passar batido porque se mistura com o cenário. Mesmo assim, ele é essencial para preparar saladas básicas e também para fabricar fibra e fiber mesh, usados em itens como Basic Fins e Rebreather.
Para farmar esse material, basta usar a Survival Multitool e cortar algumas plantas específicas. As melhores fontes são:
- Whip gorgon
- Feather kelp
- Macaron sponge
No começo da campanha, vale mirar no whip gorgon que fica embaixo da Lifepod. Ele parece um emaranhado vermelho de tentáculos e pode ser colhido com facilidade, embora se confunda com a vegetação ao redor.
Outra rota boa é a caverna no fundo do mar, a cerca de 100 metros a noroeste da Lifepod. Lá você encontra bastante feather kelp nas rochas, e cavernas em geral costumam render um bom estoque desse recurso.
O farm é rápido, mas o consumo também é alto, então o ideal é fazer coletas curtas e voltar para repor quando precisar. Levar um Portable Locker ajuda bastante, e existe até um dentro da caverna logo abaixo da Lifepod. Se quiser abrir mais espaço na mochila, interagir com Biobeds também pode dar uma boa folga no inventário.
Em Subnautica 2, o Bloom Biofilm é aquele bloqueio irritante que trava portas e impede você de fuçar as ruínas coloniais. Se a sua missão é vasculhar tudo e pegar cada item útil, vale aprender logo como passar por essa parede orgânica.
Para remover o Bloom Biofilm, você precisa do Sonic Resonator. Equipe a ferramenta, segure o botão de disparo para carregar o pulso e solte quando a barra ao redor da mira estiver cheia. Acertando em cheio, o biofilme é destruído e o caminho fica livre para exploração.
Depois de abrir a passagem, aproveite para entrar nas ruínas e vasculhar tudo com calma. Em Subnautica 2, esses pontos costumam render gadgets úteis, scans valiosos e até pôsteres para decorar sua base. Se você ainda não liberou o Sonic Resonator, procure locais de escaneamento no mapa e monte a ferramenta para seguir avançando.
- Ferramenta necessária: Sonic Resonator
- Como usar: carregue o disparo e solte mirando no Bloom Biofilm
- O que acontece: a barreira some e a entrada da ruína fica liberada
Em Subnautica 2, a Tadpole é uma das melhores formas de cruzar o fundo do mar com mais segurança e um bom fôlego extra. Para destravar essa belezinha, primeiro você precisa escanear três fragmentos com o Scanner.
Aqui estão os pontos mais fáceis de farmar:
- Ruínas do Habitat Antigo: siga para o norte, cerca de 370 metros da cápsula de fuga. Ao chegar nas ruínas, avance pela ravina a noroeste até encontrar uma Tadpole caída perto da entrada.
- Ravina a nordeste da cápsula de fuga: vá cerca de 280 metros nessa direção até achar uma corrente azul natural. Desça por ela e procure a plataforma das ruínas à esquerda; o fragmento fica logo ali.
- Borda da cratera abissal: siga para nordeste, passe pelo vazio e acompanhe a parede até o limite da cratera. Entre os destroços da colônia, você encontra o último fragmento.
Com os três scans na mão, a planta da Tadpole fica liberada. Depois disso, monte uma Piscina Lunar na base com bastante espaço livre embaixo, porque a doca da Tadpole precisa de área para encaixar direito. Também vale instalar um Fabricador de Veículos na lateral da piscina.
Antes de sair pilotando, separe os materiais da estrutura e da nave:
- Estrutura da base: titânio, lingotes de titânio, fio de cobre, vidro, lingote de cobre e lingote de prata.
- Tadpole: lingotes de titânio, vidro, chip de sistema e célula de energia.
A célula de energia pede Ácido Forte e sal. O Ácido Forte pode ser obtido ao coletar Cistos de Necrolei no bosque de geléias perto do Habitat Antigo, enquanto o sal é fácil de achar na caverna onde fica a base de Chap e o local da caixa-preta.
Se der, faça uma célula extra para emergência e desbloqueie a Ferramenta de Reparo o quanto antes: em Subnautica 2, ela é essencial para manter sua Tadpole inteira depois de pancadas em criaturas ou batidas no cenário.
Se você travou na hora de craftar o Repair Tool em Subnautica 2, o culpado pode ser um simples pedaço de enxofre. A boa notícia é que ele não é difícil de achar — só fica escondido num ponto que muita gente passa batido no começo.
O melhor lugar para pegar seu primeiro enxofre é num pilar de rocha no fundo do mar aberto, perto dos Coral Crabs, cerca de 120° a sudeste do Lifepod. A área fica por volta de 25 metros de profundidade e a uns 200 metros de distância, depois do Welcome Centre.
Nesse ponto, você vai encontrar:
- alguns depósitos pequenos que podem ser coletados na mão;
- quatro depósitos grandes, que exigem o Sonic Resonator para minerar;
- mais alguns fragmentos espalhados pela areia da região.
Como a área fica perto das vents vulcânicas, não vale se aventurar demais para o nordeste sem ter a adaptação de Heat Tolerance, senão você pode virar lanche do oceano bem rápido.
Com só 1 enxofre, você já consegue montar o Repair Tool, que pede:
- 1x enxofre
- 2x lingotes de titânio
- 1x wiring kit
- 1x bateria básica
Depois de liberar essa ferramenta, vale usar o Repair Tool para abrir caminho em um grande naufrágio ao nordeste do Lifepod e pegar o Rebreather. E não para por aí: o enxofre também entra na receita da Strong Acid e de outros itens mais avançados ao longo da progressão.
Resumindo: achou o pilar certo, já garante enxofre suficiente para destravar o early game sem sofrimento. Agora é descer, coletar e voltar com o loot na mochila.
S&box chegou ao PC causando barulho, mas a estreia veio com uma enxurrada de avaliações mistas. Agora, Garry Newman resolveu botar a cara e comentou de forma direta os principais pontos que estão pegando na recepção do game.
Segundo ele, uma parte enorme da galera entrou esperando um Garry’s Mod 2, com a mesma vibe de sandbox clássica. Só que a proposta de S&box é outra: o projeto quer ser uma plataforma de criação, com foco em ferramentas para a comunidade montar experiências novas, e não apenas um sucessor idêntico ao antigo hit.
Newman também reconheceu que muita gente não curtiu a integração de conteúdo e o jeito como as criações aparecem dentro do jogo. No entanto, ele reforça que esse sistema existe para facilitar a vida de quem cria, permitindo baixar e testar entidades e itens de forma rápida, sem complicação.
Outro ponto que caiu na mira da comunidade foi o desempenho. O estúdio admite que isso é uma crítica válida e diz que já está trabalhando pesado em melhorias, com ajustes constantes para deixar tudo mais liso.
Sobre o conteúdo feito por IA e as criações preguiçosas que aparecem por lá, a postura foi bem clara: a ideia não é incentivar esse tipo de coisa. A meta é filtrar trollagem, reduzir o lixo evidente e impedir que esse conteúdo continue subindo no topo da plataforma.
Por fim, Newman também deixou claro que S&box não tem nada a ver com NFTs ou blockchain. A mensagem do estúdio é simples: a plataforma é para criar, jogar e compartilhar conteúdo, sem essas modinhas de fora.
A Temporada 8 de Marvel Rivals começou com um pacote de ajustes que mexe direto no meta. Além da chegada do Devil Dinosaur, um T. rex gigante com escudo, laser vermelho e vários passivos, a atualização também colocou vários heróis na mesa de balanceamento.
O foco principal foi nos Strategists, que levaram uma aparada no dano. Invisible Woman, Loki e Mantis ficaram menos explosivos ofensivamente, com Loki ainda tendo a ult mais lenta para carregar. A ideia da dev parece clara: suporte forte, mas sem virar duelista disfarçado.
Do outro lado, Rocket Raccoon e White Fox ganharam mais consistência no kit, com cura melhor e mais utilidade para a equipe. Já entre os Vanguards, Deadpool foi nerfado de leve, enquanto Emma Frost ficou mais parruda e The Thing recebeu mais vida base.
Nos Duelists, a lista veio recheada de buffs: Iron Fist, Moon Knight, Spider-Man, Squirrel Girl, Star-Lord e Wolverine ganharam ajustes para trocar melhor e pressionar mais no fight. Mister Fantastic e Phoenix também foram reequilibrados, com mais dano direto no primeiro e um kit de explosão mais preciso no segundo.
No geral, Marvel Rivals entrou na Temporada 8 tentando domar o excesso de dano dos supports e deixar o confronto direto mais afiado. Se você curte rankeada, vale ficar de olho porque esse patch deve mexer bastante na prioridade dos picks.
Subnautica 2 já entrou em acesso antecipado no PC e promete colocar os jogadores de volta naquele clima de tensão, exploração e sobrevivência em águas alienígenas.
O novo capítulo da franquia leva a aventura para um planeta inédito, com um mundo totalmente novo para desbravar, coletar recursos, montar base e encarar criaturas que não vão facilitar sua vida nem por um segundo.
Nesta história, você é forçado a deixar seu lar por causa de um conflito em andamento. A Alterra oferece uma nova chance de recomeço, mas a viagem da nave CICADA sai do controle quando a IA insiste que a missão precisa continuar.
Resultado: você e os outros pioneiros ficam presos em condições bem pesadas, com obstáculos quase impossíveis pela frente. A missão é simples na teoria, mas brutal na prática: sobreviver, explorar e descobrir o que realmente está acontecendo.
Se você curte sobrevivência, exploração subaquática e aquele senso constante de perigo, Subnautica 2 já chega com cara de jogo para ficar de olho.
Subnautica 2 chegou em acesso antecipado no PC e já saiu do portão com uma leva de impressões bem positivas. Quem já caiu nas águas do game diz que a sequência mantém o clima de sobrevivência subaquática e a tensão de explorar o desconhecido, entregando exatamente aquela mistura de beleza e perigo que fez a franquia ganhar tanto respeito.
As primeiras reações apontam que Subnautica 2 já entrega uma base promissora: exploração viciante, ambientação absurda e aquele loop de “só mais um mergulho” que prende fácil. Ao mesmo tempo, o jogo ainda está em fase de lapidação, então a expectativa é ver esse oceano crescer ainda mais ao longo do acesso antecipado.
No fim das contas, Subnautica 2 parece começar sua jornada com o pé direito e já entrou no radar de quem curte survival, exploração e suspense na medida certa.
Em Subnautica 2, o survival subaquático já entra com um balanço muito bom no PC: coletar metais, minerais e fibras é tranquilo, mas sem tirar a graça da progressão. O jogo te deixa mergulhar cedo na construção da base, sem aquele grind cansativo, e recompensa com cavernas, criaturas bioluminescentes e cenários que dão vontade de ficar só explorando.
A premissa segue direta: você cai em um planeta oceânico, começa a juntar recursos, montar equipamento e investigar o que aconteceu com a equipe, enquanto a história vai se desenrolando aos poucos. Não há combate tradicional aqui; a graça está em sobreviver, explorar e se adaptar. Até morrer faz parte do loop, já que o sistema te reprojeta e segue o jogo, o que reforça ainda mais o clima de ficção científica estranha da série.
Nem tudo é explicado com a mão guiando o tempo todo, e isso às vezes confunde. Tem ferramenta que você pode passar batido, bateria que começa a acabar antes mesmo de você sacar que ela existe e pequenos detalhes de interface que poderiam ser mais claros. Ainda assim, essa abordagem de aprender na marra combina com a identidade de Subnautica 2 e deixa a exploração mais orgânica.
Outro ponto forte é o co-op, novidade na franquia. Dá para alternar o save entre solo e multiplayer, compartilhar a partida com amigos e continuar construindo a mesma base sem muita dor de cabeça. O jogo ainda está em acesso antecipado, então falta conteúdo e polimento, mas a base do que vem por aí já mostra potencial de sobra para virar um grande survival quando receber mais biomas, criaturas e sistemas.
Forza Horizon 6 chega na próxima terça, mas a enxurrada de reviews já pintou hoje — e o clima é de festa entre os fãs de corrida.
Nas análises reunidas pela imprensa especializada, o novo capítulo da franquia é tratado como um pacote quase redondo: mundo aberto caprichado, visual absurdo, direção arcade afiada e aquela mistura de velocidade, drift e exagero que faz a série brilhar.
No PC, os testes de desempenho também passaram pelo radar e, no geral, a leitura é de um jogo bem ajustado, pronto para entregar quadros estáveis e muita adrenalina sem travar a experiência.
Se você curte correr sem freio, colecionar máquinas e transformar cada pista em um show de fumaça e derrapagem, Forza Horizon 6 parece chegar com moral de sobra.
Blades of Fire 2.0 já está disponível no Steam e chega como uma atualização caprichada para o action/adventure de fantasia sombria, trazendo uma leva de melhorias e conteúdo extra.
Nesta versão, o game recebe mudanças gerais de gameplay, novos achievements, suporte ao Steam Deck e ainda inclui o Adventurer Pack, o artbook e a trilha sonora original de Óscar Araujo.
Quem quiser sentir o clima antes de encarar a campanha pode conferir uma demo jogável. A estreia no Steam também reforça a chegada de Blades of Fire a uma nova base de jogadores no PC.
No jogo, você assume o papel de Aran de Lira, o último guerreiro capaz de forjar aço verdadeiro em um mundo onde o metal virou pedra. Aqui, a pegada é estratégica: combate pesado, leitura de padrões, timing preciso e muita atenção aos vacilos do inimigo.
Em Blades of Fire, cada arma precisa ser forjada com cuidado, porque não há espaço para erro. É um combate brutal, cadenciado e punitivo, feito para quem curte ação na base da inteligência, e não só no botão apertado.