Marathon vai ficar bem mais amigável para o farm no fim da Temporada 1. A Bungie prepara um update de fim de temporada para 19 de maio com várias mexidas no ritmo das runs.
O destaque é que as locked room keys, um drop raríssimo que libera as melhores salas de loot em Tau Ceti, passam a cair de forma garantida nos Wardens. Além disso, eventos de mapa como Intercept, Lockdown, spawn de Warden, Convoy e Anomaly vão aparecer em toda partida, o que aumenta a chance de sair com recompensa boa.
Tem mais: os bosses Warden vão surgir em mais pontos de Perimeter, Dire Marsh e Outpost. E o mapa Cryo Archive fica liberado o tempo todo pelo resto da temporada, junto com uma playlist ranqueada para quem quiser entrar no tryhard com mais risco e recompensa.
- Mais XP de facção em toda a Temporada 1;
- Templates de chave que não quebram mais quando você é derrubado;
- Um jeito de transformar templates em chaves com o item Matter Fixative, dropado por bots da UESC;
- Wall safes com chance de largar deluxe keys;
- Signal Mask com duração maior enquanto você corre.
Fechando o roadmap, a Season 2: Nightfall começa em 2 de junho e traz a nova zona Night Marsh, um novo shell de Runner, armas inéditas, o sistema The Cradle para turbinar os stats do seu Runner e mais ajustes de qualidade de vida.
Subnautica 2 está chegando ao acesso antecipado cercado de hype, e a equipe da Unknown Worlds diz que vem com a faca nos dentes para entregar a estreia mais ambiciosa do estúdio até aqui.
Segundo os desenvolvedores, o jogo vai desembarcar já mais amplo e polido do que qualquer lançamento anterior em acesso antecipado. A ideia, porém, não é fechar a porta para mudanças: o plano é misturar conteúdo bem lapidado com sistemas que ainda vão ser refinados junto com a comunidade.
A proposta segue a essência da franquia: desenvolvimento aberto, transparente e com espaço real para a galera opinar. A equipe mantém um painel de feedback onde os jogadores podem sugerir ideias, votar nas preferidas e acompanhar o que o estúdio pretende implementar ou deixar de lado.
Mesmo com a comunidade tendo um peso enorme, os devs reforçam que a visão criativa continua na mão do estúdio. A filosofia é ouvir a base de fãs sem entrar no modo correção automática a cada reclamação pontual. Em resumo: Subnautica 2 quer crescer com a ajuda dos jogadores, mas sem perder a identidade.
Um novo vazamento de Assassin’s Creed Hexe caiu na rede e trouxe um pacote de detalhes sobre o capítulo mais sombrio da franquia. Pelo que foi revelado, o jogo vai se passar principalmente em Würzburg, na Alemanha, em 1625, em plena caça às bruxas.
A cidade deve ser o mapa principal, mas os arredores também devem entrar na rota de exploração. A protagonista seria Anika, uma descendente de Claudia Auditore, o que puxa de volta a conexão com Ezio. Nos trechos vazados, ele aparece como uma espécie de mentor, ensinando o Credo e acompanhando a personagem em um momento bem dramático.
O clima do jogo parece seguir uma pegada de perseguição e sobrevivência. As falas indicam que Anika vai passar boa parte da campanha fugindo de gente que quer capturá-la por suposta bruxaria, reforçando a proposta mais furtiva e tensa de Assassin’s Creed Hexe.
Entre os detalhes de gameplay que vazaram, estão:
- muitas florestas para atravessar;
- objetivos como encontrar locais de ritual e recuperar relíquias roubadas;
- uma habilidade de pulo de árvore em árvore;
- NPCs denunciando atividades suspeitas praticamente na hora.
Por enquanto, não há janela de lançamento cravada. Assassin’s Creed Hexe segue como codinome, e a Ubisoft ainda não abriu o jogo sobre o nome final do projeto. Mesmo assim, tudo indica que a aventura vai apostar pesado em stealth, atmosfera pesada e um tom quase de terror.
Arc Raiders vai dar uma segurada na cadência de updates menores e passar a receber grandes atualizações duas vezes por ano. A ideia é apostar em pacotes mais robustos, capazes de mexer de verdade na experiência do jogo, em vez de só manter o conteúdo girando no automático.
Mesmo com essa mudança, o jogo não vai ficar parado entre um marco e outro. Uma equipe dedicada ao live service seguirá soltando atualizações regulares, com cosméticos, ajustes de balanceamento, correções de bugs e eventos in-game.
O primeiro grande teste desse novo ritmo será Frozen Trail, previsto para outubro. O update promete:
- um novo mapa na região do Rust Belt, com level design mais vertical e cheio de segredos;
- novos inimigos ARC, com designs e comportamentos inéditos;
- sistemas de progressão mais profundos, para quem já bateu no teto de habilidades e no limite do Raider Den;
- expansão da lore, com pistas sobre a origem dos ARC;
- árvore de habilidades refinada;
- novas armas, itens, instrumentos e cosméticos.
No curto prazo, Arc Raiders também vai ganhar um comerciante nômade que troca recompensas exclusivas e visuais por itens de alto valor. Essa adição mira em dores bem conhecidas da comunidade, como stash lotado, excesso de itens raros sem uso e a dificuldade de largar blueprints e equipamentos favoritos para encarar as Expedições.
Além disso, o sistema vai passar a oferecer uma vantagem para quem topar o desafio: será possível levar cinco itens para a próxima Expedição, incluindo blueprints, deixando a transição menos punitiva.
A Konami está voltando a tratar Silent Hill f com o respeito que a franquia merece, e o resultado no PC mostra que a jogada deu certo. O novo capítulo entrega um survival horror bem mais psicológico, com clima pesado e uma identidade própria que foge da mesmice dos terrorzinhos mais genéricos.
Ambientado no Japão dos anos 1960, Silent Hill f coloca Hinako no centro de uma trama cheia de escolhas difíceis, pesadelos e distorções que materializam os medos da protagonista. É aquele tipo de experiência que vai te deixando em alerta o tempo todo, com atmosfera sufocante e tensão na medida certa.
Desenvolvido pela Neobards Entertainment com apoio da Konami, o game vem mostrando que a franquia ainda tem muita lenha para queimar. Para quem curte horror de verdade no PC, Silent Hill f é daqueles jogos que merecem atenção total.
007 First Light entrou em gold, o que significa que o desenvolvimento principal já foi concluído e o jogo segue para a reta final antes do lançamento.
Na prática, esse é o sinal clássico de que o projeto está fechado e pronto para chegar às mãos da galera. A aventura promete um novo olhar sobre a origem de Bond, James Bond.
A IO Interactive também reforçou a estreia marcada para 27 de maio e avisou que quem fizer a reserva pode destravar uma atualização grátis para a edição deluxe.
Hellforged, o novo bullet-heaven com foco em loot e extração da Moonpyre e da Grindstone, já entrou em fase de playtest no PC. Se você curte ação frenética, build absurda e aquela tensão boa de sair da run com o inventário cheio, vale correr para pedir acesso.
No coração do jogo, você encara hordas de demônios sanguinários enquanto caça gear épico com modificadores e efeitos que mudam completamente o jeito de jogar. A proposta é simples e viciante: invadir o mapa, capturar pontos, abrir baús, cumprir missões e até se arriscar em rifts para garimpar recursos de fim de jogo.
Mas nem tudo é saque fácil. Em Hellforged, cada partida vira um roubo de alto risco: você precisa decidir se vai puxar mais recompensa e tentar a sorte ou se prefere extrair antes de perder tudo. O objetivo final continua sendo um só: juntar poder suficiente para quebrar a Blackpyre de uma vez por todas.
Segundo a equipe, o acesso ao teste está sendo liberado aos poucos para manter os servidores estáveis e absorver o feedback da comunidade com mais cuidado. Então, se o convite ainda não caiu na sua caixa de entrada, a dica é segurar a ansiedade e ficar de olho nas próximas liberações.
PUBG entrou em modo crossover com a Harley-Davidson, trazendo uma collab que mistura a energia bruta do battle royale com a pegada clássica das motos lendárias.
A parceria coloca o estilo da marca em destaque dentro do game, entregando uma vibe mais pesada para quem curte chegar no mapa com presença e manter o visual do squad no talo.
No fim das contas, é aquele tipo de união que deixa a experiência mais estilosa e reforça a ideia de que PUBG segue expandindo o universo do jogo com conteúdo temático para a comunidade.
Se você vai encarar Subnautica 2, já deixa o botão de gravação preparado. O jogo promete exploração tensa, construção de bases e aquele tipo de situação que vira clipe épico, seja de susto, bug engraçado ou fuga por um triz.
A campanha de clipes da comunidade está pedindo justamente isso: os melhores momentos do seu gameplay em Subnautica 2 — e também de qualquer outro jogo de PC que esteja rendendo caos, risadas e jogadas absurdas. A ideia é mandar o vídeo, entrar na seleção e torcer para seu momento ganhar destaque.
Os tipos de clipe que costumam brilhar são:
- fails memoráveis;
- manobras malucas e improviso puro;
- tiros, escapes e clutches apertados;
- situações inesperadas que só quem joga entende.
Fique de olho nas regras de envio, porque há limite de tamanho para os vídeos e a participação segue restrita a regiões elegíveis. Se pintar um momento lendário em Subnautica 2, não deixa passar: grava e manda.
Ken Levine, criador de BioShock, reforçou que a largada de um game precisa fisgar o jogador de cara. Para ele, os primeiros minutos têm de entregar mistério, impacto e aquele clima de “o que diabos está acontecendo?” que segura a galera na campanha.
Segundo Levine, essa lógica vale ainda mais hoje, já que o público tem uma enxurrada de opções e larga um jogo sem dó quando o começo não engata. Na visão dele, uma abertura forte passa confiança e faz o jogador acreditar que o resto da jornada vai compensar.
O dev também lembrou que desenvolvimento é disputa de escopo e recursos, então nem sempre dá para polir tudo no mesmo nível. Mesmo assim, em BioShock o foco foi colocar muito esforço nas sequências iniciais para garantir um start memorável e manter o jogador preso ao enredo.
You Are the Monster é o tipo de game que não perde tempo com enrolação: você escolhe um monstro gigante, cai no meio de uma cidade e começa a transformar tudo em sucata.
No papel de Kraken — uma mistura bizarra de lagosta, polvo e minivan — a jogatina é brutalmente simples. Só de andar você já espalha destruição, atropelando carros, cenário e até civis pelo caminho. É caos puro, sem tutorial complicado nem firula.
Quanto mais você quebra, mais sobe de nível e mais ferramentas ganha para meter o terror. Cada monstro traz três habilidades especiais, que podem ser evoluídas ao longo da partida. No começo, parecem exageradas; depois que a cidade passa a reagir, elas viram peça-chave para continuar vivo.
O sistema de ameaça lembra aquele clima clássico de GTA: quanto maior a bagunça, mais pesado fica o contra-ataque, com polícia, SWAT, tanques, drones, snipers e até ataque aéreo entrando na briga.
Mesmo sendo um monstro gigante, você não é imortal. O segredo é usar as habilidades com timing e administrar os cooldowns, porque tomar dano é inevitável. A cura vem de orbes de vida, que caem dos civis derrotados, então cada avanço precisa ser calculado.
Depois de aguentar 13 minutos de destruição, a recompensa é uma reviravolta digna de karma cósmico: uma bomba nuclear despenca na sua cabeça para encerrar a fase. O jogo ainda é bem enxuto, mas tem unlocks de novos monstros e modo infinito para quem curte repetir a dose de pancadaria urbana.
You Are the Monster entra em acesso antecipado em 18 de junho. Se você curte kaiju, run curta e destruição sem frescura, vale ficar de olho.