Logo nos primeiros minutos de Maliki: Poison of the Past, dá pra perceber que o jogo da Ankama Studio tem uma identidade bem marcada. A arte, com traço puxado para o cartoon francês, dá vida a personagens expressivos e mundos coloridos, sem cair na mesmice de muitos RPGs táticos. A trama se passa num futuro onde o planeta foi quase dizimado por uma criatura vegetal chamada Poison, que distorce o espaço-tempo. O grupo liderado por Maliki tenta entender e reverter esse caos, e é aí que entra Sand, a personagem que você controla.
A história tem um ritmo cativante e, mesmo tratando de temas pesados como destruição ambiental e colapso temporal, nunca perde o tom leve. Há momentos de humor que funcionam bem e ajudam a quebrar a tensão, principalmente nas interações entre os personagens. Cada integrante da equipe tem personalidade própria, e essas diferenças rendem diálogos divertidos e até momentos emocionantes. Isso tudo ajuda a criar laços com os personagens — algo que, em um jogo com foco em batalhas, faz diferença.
Combate por turnos com manipulação de tempo
O ponto forte do jogo está no sistema de combate. Maliki: Poison of the Past usa turnos, como é tradição no gênero, mas traz um ingrediente extra que muda bastante a forma de pensar as lutas: o Chrono Pack. Com ele, é possível manipular o tempo de várias formas — adiantar ou atrasar ações, sincronizar ataques com aliados, ou até evitar armadilhas armadas pelos inimigos. Essa mecânica dá um ar de quebra-cabeça às batalhas, forçando o jogador a observar bem o cenário antes de agir.
Não é o tipo de jogo em que se vence só com força bruta. Quem tenta atropelar as lutas sem pensar acaba sendo punido. Os inimigos são variados, e muitos têm habilidades próprias que exigem uma abordagem diferente. É preciso saber combinar os ataques, posicionar os personagens corretamente e, claro, usar as distorções temporais com inteligência. Essa camada extra de estratégia deixa cada confronto mais interessante.

Exploração e convivência entre batalhas
Entre uma missão e outra, o jogo oferece momentos mais calmos no Domaine, uma espécie de refúgio fora do tempo. Ali, o jogador pode explorar várias atividades: plantar, cozinhar, forjar equipamentos e, principalmente, conversar com os outros personagens. Essas interações ajudam a aprofundar os vínculos e revelam mais da história de cada um.
Esse lado mais “vida no acampamento” pode lembrar quem já jogou Fire Emblem: Three Houses ou até Persona. Mas aqui tudo é mais simples, sem excessos. Ainda assim, essas pausas são bem-vindas e quebram o ritmo das batalhas. Além disso, o jogo recompensa quem explora, oferecendo eventos extras, segredos e upgrades escondidos que podem fazer diferença no campo de batalha.
Direção de arte e trilha sonora acertam o tom
Visualmente, Maliki: Poison of the Past impressiona com seu estilo próprio. A mistura de traços franceses e elementos de mangá cria um mundo único, que foge dos estereótipos medievais ou pós-apocalípticos que costumam dominar os RPGs táticos. As cores são bem dosadas, e os cenários têm vida, mesmo quando retratam ruínas ou áreas desertas. Cada ambiente conta uma história, e os personagens se destacam com animações que reforçam suas personalidades.
A trilha sonora, assinada pela dupla Starrysky, acompanha bem essa estética. Durante as explorações, as músicas são suaves e quase relaxantes. Nos combates, ganham ritmo e intensidade, ajudando a aumentar a tensão nas decisões. É um daqueles jogos em que a música não rouba a cena, mas complementa tudo com equilíbrio. Os efeitos sonoros também merecem elogios, principalmente nas batalhas, onde cada ação tem peso e impacto.

Ritmo e acessibilidade pensados com cuidado
Um detalhe que chama atenção é como o jogo consegue equilibrar sua proposta para diferentes tipos de jogadores. Quem é fã de estratégia vai encontrar bastante profundidade nas batalhas e desafios bem construídos. Já quem vem mais pela história ou pelo visual, consegue avançar sem grandes travas, já que o jogo não exige domínio total das mecânicas desde o começo. Ele introduz cada novidade com calma e incentiva o jogador a experimentar sem punições exageradas.
Outro ponto positivo é que o jogo está totalmente localizado em português, com uma tradução competente que mantém o humor e o ritmo dos diálogos. Isso ajuda bastante na imersão, principalmente para quem curte acompanhar todos os detalhes da trama e das relações entre os personagens.
Maliki: Poison of the Past é uma grata surpresa. A mistura de combate tático com manipulação temporal cria batalhas envolventes e desafiadoras. A história, mesmo com um pano de fundo trágico, consegue ser leve e até divertida em vários momentos. Os personagens são bem construídos e ajudam a criar um elo com o jogador, algo essencial em um RPG focado em convivência e estratégia.
A experiência se destaca também pelo capricho visual e pela ambientação sonora bem integrada. Ainda que não seja revolucionário, o jogo mostra como é possível inovar dentro de um gênero tradicional sem perder o foco na diversão. Para quem gosta de RPGs táticos e está buscando algo fora do comum, essa é uma excelente pedida.
O novo patch 11.1.7 de World of Warcraft trouxe uma novidade pequena no papel, mas enorme no impacto: uma habilidade chamada Recuperate. Com ela, qualquer personagem pode acender uma fogueira e regenerar a vida em 30 segundos, sem custo, sem mana, sem comida. Conveniente? Sem dúvida. Mas também… preocupante.
Se você joga WoW há tempo suficiente — ou, como eu, desde a época da beta em 2004 — deve ter sentido um aperto no peito ao ler isso. Sabe aquele pão seco comprado de um vendedor no acampamento de Crossroads? Ou a carne grelhada feita na fogueira depois de uma caçada? Esquece. Agora, com um clique, você se cura e segue o baile. Sem comprar nada, sem falar com NPC algum, sem gastar um cobre.
Talvez pra quem chegou agora isso soe como progresso. Um alívio. Menos cliques, menos tralha no inventário. Mas quem viu Azeroth nascer sente que algo se perdeu. E não falo só da comida. Falo da sensação de estar em um mundo vivo, onde tudo tem função — até o vendedor de bolinhos de peixe em Redridge Mountains.
Esse tipo de mudança me lembra outra decisão polêmica do passado: a remoção da necessidade de alimentar os pets dos caçadores. Era trabalhoso? Sim. Mas também dava personalidade. Fazia diferença. Transformava aquele tigre das selvas de Stranglethorn em algo mais do que um boneco de dano. Agora, ele é só… mais um slot de habilidade.
Recuperate segue esse caminho. E tudo bem querer tornar o jogo mais prático, mas não dá pra ignorar que, ao fazer isso, estamos apagando traços que tornavam o jogo único. Aquelas pequenas ações — cozinhar, comer, alimentar, interagir — são o que faziam o mundo parecer real. Tirar isso é como apagar as cicatrizes de uma história longa. Fica mais bonito, talvez. Mas menos verdadeiro.
É claro que muitos vão adorar a novidade. E tá tudo bem. Mas se você, assim como eu, sentiu um vazio no lugar onde antes havia um pão velho e um pouco de conversa com um NPC esquecido… saiba que não está sozinho.
Segura essa: a Blizzard anunciou que está caminhando para cortar o acesso que addons como WeakAuras, Deadly Boss Mods e medidores de dano têm ao combate em tempo real. Sim, você leu certo. A partir de um futuro próximo, esses mods que praticamente definem como se joga World of Warcraft vão parar de funcionar como conhecemos. O motivo? Segundo Ion Hazzikostas, diretor de WoW, o jogo virou um teatro de comandos automatizados onde addons tomam decisões pelo jogador — e isso, nas palavras dele, precisa acabar.
Se você já jogou uma raid moderna sem WeakAura ou DBM, sabe que é o mesmo que tentar decifrar o manual de um foguete russo sem saber ler cirílico. Então como o jogo chegou nesse ponto? E mais importante: será que é mesmo justo colocar todo esse peso nos ombros do jogador comum?
A guerra silenciosa entre devs e mods
Não é de hoje que a relação entre os desenvolvedores e a comunidade de mods em WoW é tensa. Mods como DBM existem desde a época em que Onyxia ainda assustava. Só que com o tempo, eles deixaram de ser “uma ajudinha” para se tornar um item obrigatório. As lutas evoluíram tanto para compensar o uso de addons que hoje é impensável enfrentar um Mythic+ ou um boss final de raid sem um assistente digital sussurrando cada mecânica.
E isso virou um ciclo vicioso: os devs criam lutas cada vez mais complexas porque os jogadores têm ferramentas que resolvem a metade delas. Os jogadores, por sua vez, passam a depender dessas ferramentas. E a Blizzard… decidiu cortar o cordão.
Uma reformulação completa da experiência de combate
A promessa da Blizzard é substituir esses recursos com funcionalidades nativas a partir do patch 11.1.7. Teremos medidores de dano, sugestões de rotação, alertas sonoros, interface mais inteligente para cooldowns e debuffs, além de melhorias no sistema de placas de nome.
Vai ter até um botão que você aperta e o jogo automaticamente executa a próxima habilidade ideal, com penalidade de tempo, claro. Segundo Hazzikostas, isso serve para ajudar jogadores casuais ou com necessidades de acessibilidade. Mas convenhamos: o que antes era demonizado como “automation” agora virou feature oficial?
Mas e o desafio?
Uma das maiores preocupações da comunidade é: sem os addons, como encarar lutas como Broodtwister? Aquelas que exigem precisão milimétrica, coordenação em segundos e decisões instantâneas?
Segundo Ion, muitas dessas lutas só são desse jeito por causa dos próprios addons. Se eles não existissem, os encontros teriam sido pensados de forma diferente. O objetivo agora é simplificar a complexidade sem perder o desafio. Na prática, isso significa remover mecânicas redundantes, deixar os efeitos mais claros e garantir que todo mundo consiga entender o que está acontecendo só com o jogo base.
Soa ideal? Sim. Mas será que rola na prática?
O que ainda vai funcionar?
Mods visuais, estéticos, de roleplay, ajuda com quests, entre outros, continuarão. A mira da Blizzard está em qualquer mod que “pense por você” em combate. Se você depende de alertas para usar uma habilidade específica, ou de uma aura para saber quando se mover — esses são os dias contados.
Áudio também está na mira. A famosa sirene do GTFO, por exemplo, deve ser substituída por alertas visuais e sonoros nativos. A Blizzard promete melhorar a sinalização de áreas perigosas e garantir que a interface mostre o que precisa ser mostrado, sem forçar o jogador a “adivinhar”.
Reação da comunidade: medo, alívio e indignação
As reações estão, como sempre, divididas. Para alguns, é o início de uma nova era, onde jogar bem depende de leitura de cenário e não de automação. Para outros, é uma tentativa desastrada de forçar uma experiência old-school em um jogo que, ironicamente, foi moldado por essas ferramentas.
Vale lembrar que muito do conteúdo atual foi desenhado esperando que os jogadores tenham esses mods. Remover isso de uma vez só seria um desastre. Por isso, o plano é gradual. A cada patch, funcionalidades serão implementadas até que, segundo os desenvolvedores, não haja mais “necessidade real” para os mods.
E se não der certo?
A Blizzard já deixou claro que esse caminho não está totalmente fechado. Ion diz que está abrindo a conversa, ouvindo feedback e que o jogo pertence aos milhões de jogadores que o sustentam há décadas. Mas também deixou claro: a direção é essa. O fim da dependência dos addons está em curso, e o WoW vai mudar.
Se será para melhor ou pior, isso vai depender da execução — e da reação da comunidade. Mas uma coisa é certa: a era dos WeakAuras como bengala universal está com os dias contados.
Quem viveu o início dos anos 2000 e curtia estratégia em tempo real com certeza lembra de Outlive. Criado pela Continuum Entertainment, o jogo foi um verdadeiro marco: não apenas por ser um dos primeiros RTS de qualidade internacional feito no Brasil, mas também por ter sido distribuído mundialmente por uma gigante como a Take-Two Interactive. Agora, em 2025, a lenda retorna em versão remasterizada: Outlive 25.
Mais do que um resgate, esse lançamento marca o retorno oficial da Continuum, com sua equipe original à frente do projeto. A ideia não é só trazer o clássico de volta com cara nova, mas também reiniciar o universo Outlive, explorando novas possibilidades e expandindo aquilo que começou há 25 anos. Um tributo ao passado com olhos voltados para o futuro.
Visual aprimorado, som limpo e suporte moderno
Outlive 25 chega com o cuidado técnico que se espera de uma remasterização bem feita. Os gráficos foram atualizados respeitando o estilo original, mas com texturas mais limpas, cores melhor definidas e suporte completo para resoluções modernas. Além disso, os arquivos de som não compactados finalmente poderão ser aproveitados com toda sua fidelidade — algo que na época do lançamento original era impossível por limitações de hardware.
O jogo também estará preparado para rodar com fluidez em monitores ultrawide e setups mais recentes, o que amplia muito a imersão durante as partidas. A nostalgia está presente, mas agora com uma apresentação à altura dos padrões atuais.
Multiplayer no Steam e editor de campanhas reformulado
Atendendo a um dos pedidos mais constantes da comunidade, Outlive 25 terá modo multiplayer online via Steam. Isso significa que será possível desafiar amigos ou participar de confrontos acalorados com outros fãs da série em tempo real, tudo com a infraestrutura moderna que o Steam oferece.
O clássico editor de campanhas, que era um dos diferenciais do jogo original, também volta repaginado. Ele foi reconstruído para facilitar a criação de mapas e missões personalizadas, e será possível compartilhar esses conteúdos com a comunidade de forma mais prática e integrada.
Essas adições não só prolongam a vida útil do jogo, como abrem caminho para uma comunidade ativa e produtiva ao redor do título, algo essencial para qualquer RTS que queira ter fôlego duradouro hoje em dia.
Participação da comunidade e espírito colaborativo
Uma característica que sempre diferenciou a Continuum foi o respeito pela comunidade. E isso continua forte em Outlive 25. A empresa reforçou seu compromisso em manter um canal aberto com os jogadores, convidando todos que adquirirem o jogo na pré-venda a participarem mais ativamente do processo de desenvolvimento.
Isso inclui enviar sugestões, apontar melhorias e até mesmo influenciar diretamente o conteúdo futuro. A ideia é co-criar, mantendo viva a mesma energia colaborativa que marcou o projeto original no início dos anos 2000, quando a demo de Outlive foi distribuída justamente para colher feedbacks da comunidade.
Outlive 25 não é apenas nostalgia
Mais do que uma homenagem ao passado, Outlive 25 é o pontapé inicial para algo maior. A Continuum deixou claro que este é apenas o começo do retorno do universo Outlive. A proposta é retomar o desenvolvimento de jogos dentro desse universo, com novos projetos já em planejamento e um estúdio renovado pronto para expandir essa mitologia que, por muito tempo, ficou adormecida.
É um movimento que também serve como um sinal importante para o mercado nacional: existe público, existe história e existe valor em olhar para os clássicos brasileiros com a mesma reverência que se tem por produções estrangeiras.
Outlive 25 chega em um momento em que a indústria de games no Brasil vive uma fase de crescimento e reconhecimento internacional. Reforçar o legado de um título como esse, com todos os seus méritos e significados, é um passo essencial nessa jornada.
Se você viveu aquela época e quer reviver, ou se nunca teve a chance de conhecer Outlive, 2025 vai ser o ano certo para isso. A guerra entre humanos e robôs está de volta — e agora, melhor do que nunca.
A atualização 11.1.5 chegou a World of Warcraft: The War Within como uma ruptura no tempo, um aviso de que o verdadeiro fim está longe de ter sido escrito. Esqueça o que você achava que sabia sobre a calmaria depois da tempestade — o novo patch não apenas reacende o fogo da guerra, ele o transforma em um cataclismo jogável. O mundo treme novamente, e os ventos do Ocaso não sopram em vão.
Prepare-se: novas forças surgem no horizonte, o passado distorce o presente, e eventos inéditos desafiam os limites do que significa resistir.
Ocaso: quando o fim não é o bastante
Com a queda da Rainha Ansurek, uma falsa sensação de vitória se espalhou por Azeroth. Mas o silêncio foi apenas o prenúncio de algo muito mais sombrio. As forças sureki ressurgem com sede de devastação, invadindo Pouso Santo em uma ofensiva que rasga o tecido da estabilidade.
É aqui que entra Ocaso, o novo evento de mundo aberto. Mais do que um desafio, é um cerco narrativo. Jogadores unem forças com a facção Resplendor da Chama, enfrentando cenários semanais que funcionam como raides dinâmicas — tenentes colossais, trilha de renome exclusiva e um senso de urgência que não se via há muito tempo. Cada batalha é uma ruptura. Cada vitória, uma dúvida: o que virá depois?
Interface repensada: Gerenciador de Recarga
Em meio ao caos, um alento técnico. A Blizzard finalmente incorpora à interface nativa o Gerenciador de Recarga, uma adição certeira para jogadores que valorizam clareza, controle e precisão. Acompanhar habilidades agora é mais intuitivo, sem depender de mods ou soluções externas. Em guerras onde cada segundo vale ouro, essa ferramenta é o tipo de reforço que muda o destino de combates.
Visões Horrendas Revividas: o passado clama por vingança
A partir de 20 de maio, o pesadelo retorna — distorcido, enlouquecido, e mais mortal do que nunca. Com a ajuda de Crona da Revoada Bronze, jogadores revisitariam as versões corrompidas de Ventobravo e Orgrimmar, em uma vertigem temporal onde tudo o que foi já não é mais.
As Visões Horrendas estão de volta, com modos solo e em grupo, dificuldades escaláveis, árvores de talento distorcidas, máscaras inéditas, e uma chuva de recompensas. Montarias, mascotes, transmogrificações… e o maior presente de todos: a glória de enfrentar novamente o impossível — e vencer.
Duplas da Discórdia: combate elevado ao absurdo
De 3 de junho a 15 de julho, Azeroth se tornará palco de uma competição insana: Duplas da Discórdia, o novo evento que mistura estratégia com caos em batalhas multichefe frenéticas.
Prepare-se para ondas de lendas azerothianas colidindo com força total. O novo sistema de classificação por pontos transforma cada tentativa em uma corrida por supremacia. Aqui, nada é certo. Inimigos mudam, recompensas se multiplicam, e o campo de batalha pulsa com uma energia imprevisível. Montarias raras, mascotes exclusivos e cosméticos únicos aguardam os que sobreviverem ao caos organizado.
The War Within se reinventa com 11.1.5
A atualização 11.1.5 não é apenas um pacote de conteúdo. Ela é um grito — um lembrete brutal de que World of Warcraft ainda tem o dom de surpreender. Não há área do jogo que permaneça intocada: o mundo é moldado por novos eventos, o passado é reescrito diante de seus olhos, e o sistema em si se torna mais fluido e responsivo.
Aos jogadores veteranos, esta é uma oportunidade de ouro para mergulhar em desafios renovados. Aos novatos, é o ponto ideal de entrada, onde cada nova mecânica vem carregada de propósito. Mas uma coisa é certa: depois de 11.1.5, o “normal” em Azeroth ficou para trás.
A guerra continua. O mundo muda. E você está no centro de tudo isso.
Liberou a opção de contratar funcionários? Ótimo. Mas antes de sair distribuindo cama e crachá pra todo mundo, respira. Em Schedule 1, cada funcionário tem um papel bem definido, e sair contratando sem pensar pode custar caro — literalmente.
Cada trabalhador exige cama, salário e espaço físico. Então pense como um verdadeiro gerente do crime: o que sua operação precisa agora? E o que pode esperar um pouco?
Vamos te mostrar o que cada tipo de funcionário faz, como contratar, como posicionar e, claro, como tirar o melhor deles sem gastar demais.
Como contratar funcionários (sem tropeçar no processo)
O primeiro passo é visitar o escritório no seu armazém. Ali, o simpático Manny cuida da parte “oficial” da contratação. Você escolhe o tipo de funcionário e o local onde ele vai trabalhar.
Mas antes de colocar qualquer um pra bater ponto, você precisa comprar uma cama (com Oscar, no armazém) e posicioná-la no local desejado. Depois disso, use o management clipboard para atribuir essa cama a um funcionário. A cama muda de cor conforme a função do trabalhador e ganha uma caixa preta nos pés — é ali que você vai pagar o salário.
Sem salário = sem trabalho. Mas relaxa: eles não vão embora se você deixar de pagar. Só ficam parados te encarando em silêncio. Meio estranho? Sim. Útil no início? Também.
Ah, e uma dica importante: você não pode mover os funcionários depois. Se mudar de base, vai ter que contratar outros — mas os antigos continuam lá, prontos pra uso quando quiser rodar duas operações ao mesmo tempo.
Cleaners: menos glamour, mais paz
Função: limpar sujeira acumulada
Vale a pena? Eventualmente, sim
Os faxineiros são os mais negligenciados — e com razão. Eles não ajudam diretamente nos lucros, e você pode reciclar o lixo por conta própria e ganhar dinheiro com isso. Mas quando a operação cresce, correr atrás de cada embalagem no chão começa a virar um fardo. Eles aliviam a bagunça, mas cobram por isso.
Para funcionarem direito, você precisa colocar lixeiras pelo mapa (até três por faxineiro) e usar o clipboard para marcar as áreas que eles devem cobrir. Cada lixeira tem um alcance limitado, então distribua com estratégia.
Botanists: os agricultores do crime
Função: plantar, cuidar e colher
Vale a pena? Com certeza
Botânicos são os trabalhadores mais importantes no começo. Um único funcionário pode cuidar de até 8 plantas, e isso libera muito tempo pra você focar em misturar, embalar e vender.
Você precisa usar o clipboard para marcar os vasos que ele deve cuidar. E também configurar aditivos e sementes diretamente nos vasos, não no trabalhador.
Não se esqueça de dar um shelf (prateleira) para o botânico, com terra, sementes e aditivos. Ele vai usar os itens automaticamente se você marcar esse shelf como fonte.
Handlers: logística é tudo
Função: mover itens entre estações
Vale a pena? Totalmente
Subestimados por muitos, os manipuladores (handlers) são essenciais para automatizar a produção. Eles alimentam mixers com aditivos, embalam produtos e abastecem prateleiras. São o elo invisível que mantém tudo girando.
Você pode usá-los de forma simples — como levar droga pronta pra estação de embalagem — ou montar rotas completas no clipboard. Um handler pode ter até 5 instruções diferentes, indo de uma prateleira a vários mixers, por exemplo.
Dica de ouro: especialize. Tenha um handler só pra mixers, outro só pra embalagem, outro só pra suprimentos. Isso evita confusão.
Chemists: os verdadeiros cozinheiros
Função: operar mixers e estações de meth
Vale a pena? Com o setup certo, são vitais
Os químicos preparam a droga — simples assim. Misturam ingredientes, processam o produto, e podem trabalhar em até 4 estações.
Eles não pegam os ingredientes por conta própria, então você precisa alimentar os mixers com handlers. A exceção é quando você encadeia mixers (mixer → outro mixer): aí o químico move o conteúdo entre eles sem ajuda.
Usar químicos te dá liberdade para focar no que realmente importa: crescer, refinar e distribuir.
Conclusão: comece pequeno, pense grande
Seu primeiro funcionário deve ser quase sempre um botânico. O segundo? Um handler pra levar produto pra embalagem. Depois disso, tudo depende do ritmo da sua produção. Se você tem muitos mixers, um químico agiliza o processo. E quando a sujeira virar parte do cenário, um faxineiro não faz mal.
Automatizar não é só conforto — é eficiência. E quanto mais sua base cresce, mais indispensáveis esses trabalhadores vão se tornar.
Quer uma produção de respeito? Então organize sua equipe como um verdadeiro CEO do crime. O sucesso — e os sacos de dinheiro — vêm depois.
Não se deixe enganar pelo nome — os Ventos da Fortuna Misteriosa não são apenas um bônus de XP. Eles são um chamado. De 22 de abril a 20 de maio, esse sopro enfeitiçado concede +20% de experiência e +200% de renome com facções de Dragonflight, além de +100% em algumas de The War Within. Parece generoso. É sedutor. Mas esconde algo mais profundo: uma reativação sistêmica da progressão. É o jogo sussurrando que vale a pena voltar — ou que, talvez, você nunca deveria ter saído.
E não para por aí. Criaturas caídas nas zonas de nível 10 a 79 agora soltam algibeiras mágicas que misturam utilidade com surpresa. Equipamentos, poções, bônus visuais e buffs temporários — é loot, é sorte, é um cassino envolto em névoa arcana. E o melhor (ou pior): algumas dessas poções de experiência se acumulam com os Ventos até o limite de 30% de XP. Uma escalada de poder que parece quase fora de controle — e talvez devesse ser.
Ocaso: uma guerra onde só restam os voluntários
No cenário Ocaso, não há exércitos. Há milícias. O Resplendor da Chama, nova facção, surge como resposta desesperada à ameaça Sureki remanescente da Rainha Ansurek. Não são guerreiros honrados — são veteranos, sobreviventes, recrutas de última hora. Eles não marcham, eles resistem.
A proposta é simples, mas amarga: defender os Arathi enquanto o mundo parece desmoronar por dentro. O progresso de renome com o Resplendor concede recompensas como novos conjuntos de armaduras e um tabardo que muda com sua reputação — uma estética literal do progresso moral. Ao subir de posto, o jogador não só fica mais forte em Azj-Kahet e Pouso Santo, como carrega no peito a prova visual do quão longe chegou na resistência.
As missões não são apenas “vá até ali e mate”. São atos de guerrilha, de contenção, de recaptura de território que parece cada vez menos nosso.
O retorno da loucura: Visões Horrendas revividas
Lembram das Visões Horrendas de N’Zoth? Pois bem, elas voltaram. Mas o que deveria ser um aceno nostálgico tornou-se uma carta de sanidade questionável. Orgrimmar e Ventobravo, corrompidas, voltam a respirar sob a influência do antigo deus. E desta vez, você pode não estar preparado.
Sozinho ou com grupo, o objetivo é o mesmo: manter a sanidade enquanto completa objetivos e resiste aos pesadelos tangíveis que infestam as cidades. Mas há um novo elemento: o Constructo de Soridormi. Um seguidor NPC que pode preencher qualquer função — tanque, cura ou dano — e não é afetado pela loucura. Um aliado fiel ou uma prova de que, para vencer, talvez o jogador precise deixar de ser humano?
As máscaras estão de volta — antigas e novas. Máscara da Ponte Destruída. Máscara da Vingança. Máscara da Nêmesis. Cada uma distorce o desafio, a realidade, o próprio tempo. E junto com elas, uma nova moeda: Lembranças Corrompidas Deslocadas. Trocáveis por transmogs, brinquedos, montarias… mas, principalmente, por uma sensação de que nada se perde — tudo se transforma, mesmo que seja em pesadelo.
Duplas da Discórdia: um circo armado em nome da glória
E então, em 3 de junho, chega a exibição. O espetáculo. O Domo da Discórdia, comandado por Vini Mariola, o narrador-showman que traz o caos em forma de entretenimento. Nesse novo evento, jogadores enfrentam versões animatrônicas de chefes antigos — caricaturas mecânicas de lendas passadas. É como enfrentar as sombras de suas próprias vitórias.
O objetivo? Pontuar. Matar rápido, causar dano, resistir. Ganhar conquistas que alteram efeitos do evento. Tirar onda com sua pontuação. É como se WoW tivesse decidido gamificar sua própria mitologia — e fazê-lo com estilo.
Três centros: Orgrimmar, Ventobravo e Dornogal. Uma arena viva, uma fila cheia de expectativas, e o som de multidões esperando ver você cair — ou brilhar.
Na primeira semana, quatro chefes. Depois, mais virão, até somarem dez. E enquanto isso, Wodin, o serviçal troll, te prepara. Te fortalece. Te transforma. Porque no Domo da Discórdia, ou você performa… ou você é só mais um espetáculo que falhou.
World of Warcraft 11.1.5 não é apenas conteúdo. É provocação. É uma dança entre memória e reinvenção, onde os ventos sopram com força demais, as cidades esquecidas respiram de novo e até a loucura vem com score.
Não importa se você é um veterano de 20 anos ou um novato perdido. O jogo está chamando — e desta vez, ele tem todos os instrumentos para fazer você escutar.
Ao contrário do que muita gente imagina, os dealers em Schedule 1 não aparecem por acaso — eles são parte de uma teia social que exige estratégia e paciência para ser acessada. Cada dealer está vinculado a um bairro específico de Hyland Point, e você precisa subir sua reputação com os contatos certos para conseguir uma introdução.
Abra o telefone no jogo e acesse a aba de contatos. Note que alguns clientes estão ligados por linhas a outros — são esses que servem como ponte para os dealers. Comece oferecendo amostras gratuitas, ganhe a confiança desses clientes com drogas de qualidade e preços justos, e eventualmente eles te enviarão uma mensagem oferecendo uma conexão com o dealer local.
Todos os dealers e onde encontrá-los
Cada dealer tem um valor inicial diferente para começar a trabalhar com você, e todos ficam com 20% do valor das vendas. Veja a lista:
- Benji Coleman – $500
- Molly Presley – valor não informado, desbloqueada em área intermediária
- Jane Lucero, Wei Long, Leo Rivers – valores progressivamente maiores, exigindo avanço no mapa
Lembre-se: quanto mais avançado o dealer, maior o valor de entrada, mas também maior o potencial de vendas.
Como montar a melhor rede de clientes para cada dealer
Você pode designar até 8 clientes por dealer. O segredo está em escolher clientes próximos ao dealer geograficamente e alinhar os produtos que ele oferece com os gostos específicos desse público. É um exercício de logística e curadoria.
Outra dica importante: mantenha seus maiores compradores sob seu controle direto. Clientes viciados que compram em grande volume devem ficar com você para evitar perda de lucros com a comissão dos dealers. Além disso, você pode cobrar mais caro diretamente de clientes altamente dependentes.
Combos ideais para cada dealer
Cada dealer funciona melhor com uma combinação de droga barata para volume e droga cara para lucros extras. Aqui vão os destaques:
- Benji Coleman
- Barata: Sour Diesel
- Cara: Green Crack, Banana, Horse Semen
- Clientes: Austin Steiner, Kathy Henderson, Melissa Wood, etc.
- Molly Presley
- Barata: Grandaddy Purple
- Cara: Iodine, Motor Oil, Chili
- Clientes: Billy Cramer, Kevin Oakley, Mac Cooper, etc.
- Jane Lucero
- Barata: OG Kush, Donut
- Cara: Donut, Flu Medicine, Energy Drink
- Clientes: Jeff Gilmore, Sam Thompson, Lucy Pennington, etc.
- Wei Long
- Barata: OG Kush, Viagra
- Cara: Paracetamol, Mega Bean
- Clientes: Jennifer Rivera, Keith Wagner, Cranky Frank, etc.
- Leo Rivers
- Barata: OG Kush, Donut
- Cara: Green Crack, Motor Oil, Viagra
- Clientes: Fiona Hancock, Ray Hoffman, Walter Cussler, etc.
Essas combinações garantem fluxo constante e minimizam o desperdício de produto. Lembre-se de manter seus dealers sempre abastecidos com o tipo de droga que os clientes deles realmente querem.
O que fazer quando o dealer para de vender
Um dos bugs mais irritantes de Schedule 1 é o dealer parado, mesmo com estoque cheio e clientes esperando. Veja como resolver:
- Verifique o estoque – Dealer sem estoque = dealer parado. Verifique se ele está com produtos desejados.
- Reinicie o jogo – Muitos bugs estão ligados ao pathfinding dos NPCs. Um restart pode resolver.
- Zere o inventário e reabasteça – Tire tudo e espere o dealer te mandar uma mensagem dizendo que ficou sem estoque. Isso “reseta” o comportamento dele.
- Uso da força – Se nada funcionar, derrube o dealer com um soco. Ele volta ao normal quando acordar.
Gestão inteligente: maximize os lucros com tática
A lógica em Schedule 1 não é só sobre quanto você vende, mas para quem e como. Gerencie sua rede como um empresário: trate os clientes grandes como VIPs, mantenha dealers bem abastecidos com produtos sob medida e escolha suas batalhas. Entre administrar os preços, as fórmulas e o humor dos dealers, você descobrirá que o verdadeiro desafio do jogo não é produzir, mas distribuir. E com essas dicas, você estará pronto para reinar em Hyland Point com eficiência e estilo.
Ganhar dinheiro rápido em Schedule 1 não é apenas uma questão de plantar e vender. Enquanto os iniciantes se viram bem com os tipos básicos de cannabis, como OG Kush e Green Crack, os jogadores mais ambiciosos sabem que o verdadeiro lucro está em criar misturas personalizadas, adicionando ingredientes ao produto final antes de embalar. É nesse ponto que o jogo deixa de ser uma simulação qualquer e vira um verdadeiro laboratório de estratégia.
Pense em Walter White. Ele não virou referência no submundo por repetir fórmulas — ele inovou. Em Schedule 1, o mesmo se aplica. Para dominar o submundo de Hyland Point, é preciso experimentar, testar combinações ousadas e atender aos desejos dos clientes com precisão cirúrgica.

Como começar a misturar seus produtos
Antes de tudo, é necessário adquirir uma estação de mistura, disponível na loja de ferramentas por 500. Esse equipamento só aparece após alcançar o rank Hoodlum 1, algo possível nas primeiras horas de jogo, desde que você mantenha um ritmo firme de vendas.
A estação permite combinar qualquer produto não embalado com qualquer ingrediente — um de cada por vez. Parece limitado no início, mas esse é o ponto de partida para as receitas mais lucrativas do jogo. Os ingredientes podem ser comprados no Gas-Mart e adicionam efeitos variados à sua droga. E mais: você pode misturar o mesmo produto várias vezes, em camadas. Ou seja, é possível criar verdadeiros coquetéis de efeitos e atratividade, aumentando o valor e a demanda.
Para facilitar a produção em massa, vá até o armazém à noite e compre a versão aprimorada da estação de mistura. Isso reduz o tempo de preparo, principalmente em receitas longas.
Um detalhe importante: se um ingrediente aparece mais de uma vez na receita, você deve repeti-lo no processo. Exemplo: “Banana, Cuke, Banana” com OG Kush significa que você mistura com banana, depois com pepino, e depois com banana de novo.
Receitas para começar bem no jogo
No início, suas opções são limitadas — e o orçamento também. Mas existem boas combinações usando ingredientes baratos que já garantem lucro acima da média:
Melhores combinações com OG Kush
OG Kush pode parecer básica, mas é extremamente versátil. Com ingredientes baratos, ela pode gerar efeitos variados, atraindo diferentes tipos de cliente. Isso ajuda a criar um público fiel e ampliar sua base.
Melhores misturas com Sour Diesel
Essa strain tem efeitos energéticos populares. Ao misturá-la com ingredientes estimulantes, você cria um produto que vicia — e isso é ótimo para os negócios. Clientes voltam rápido e gastam mais.
O poder do Green Crack
Green Crack já possui um leve grau de vício. Com os ingredientes certos, isso se potencializa. Essas misturas são perfeitas para manter seus clientes dependentes, o que multiplica seus lucros com o tempo.
Grandaddy Purple: alto custo, alto retorno
Essa strain é a porta de entrada para misturas premium. Os ingredientes são caros, o cultivo é mais exigente, mas o retorno é o maior do jogo entre as opções de maconha. Vale o esforço — se você tiver o capital inicial.

E o metanfetamina? Bem-vindo ao jogo real
Misturar cannabis é lucrativo, sim. Mas quando você começa a produzir metanfetamina, o jogo muda. O vício é mais forte, o preço é mais alto e o ciclo de produção pode ser ampliado com upgrades. É aqui que o jogador estratégico investe os lucros anteriores para construir um império químico de respeito.
Cocaína: quando o lucro atinge outro patamar
Disponível apenas nas fases avançadas, a cocaína se torna rapidamente o produto mais lucrativo do jogo. Embora o investimento inicial seja levemente superior ao da metanfetamina, o retorno é astronômico. Cada grama vendida representa uma mina de ouro — e o vício dos clientes só alimenta essa máquina.
As misturas mais viciantes (e lucrativas)
Para quem quer atingir o ápice do lucro, é preciso pensar como um magnata do crime: variedade de produtos, ingredientes de impacto e fidelização via vício. Aqui, misturar drogas não é sobre sabor ou efeito — é sobre explorar cada centavo possível.
As receitas mais viciantes do jogo usam combinações calculadas para:
- Criar dependência imediata
- Aumentar o valor percebido do produto
- Justificar o uso contínuo e frequente
- Tornar o jogador essencial para os clientes
Em Schedule 1, misturar produtos não é uma brincadeira: é o coração do sistema de lucro. De pequenas ervas misturadas com frutas a coquetéis pesados de metanfetamina e cocaína, o segredo está em aprender, testar e ousar. Quanto mais criativas e agressivas forem suas receitas, maiores as chances de você dominar as ruas — e o caixa também.
A proposta de Warm Monkey é tão absurda quanto genial. Você começa controlando um único macaco, perdido em meio a uma cidade grande e movimentada. Mas há um detalhe importante: a cada dez segundos, um novo macaco se junta ao grupo.
Seu objetivo? Levar o bando até o mar, atravessando ruas, praças, prédios e tudo que surgir pelo caminho. Parece simples, mas logo fica claro que manter um grupo crescente sob controle é um desafio imprevisível. Com mais membros, vêm mais problemas. O espaço se torna apertado, os caminhos ficam mais difíceis e a sede de todos só aumenta.
A cidade é viva, dinâmica e perigosa. Os carros não param para esperar, obstáculos inesperados surgem o tempo todo e nem sempre os macacos fazem o que você gostaria. A experiência oscila entre momentos de pura estratégia e caos absoluto.
Liderança, estratégia e hidratação obrigatória
Se apenas manter a coesão do grupo já não fosse complicado, há um detalhe crucial: macacos precisam de água. Conforme o bando cresce, a necessidade por hidratação aumenta. Pequenas poças e fontes espalhadas pela cidade são essenciais para a sobrevivência, mas encontrar um reservatório grande o suficiente para um grupo enorme pode ser um verdadeiro pesadelo logístico.
A sede não é a única preocupação. Se um dos macacos do grupo morrer, o jogo segue, mas se o líder for eliminado, outro assume o posto. No entanto, se todos forem derrotados antes de alcançar o mar, é fim de jogo. Isso significa que cada decisão precisa ser calculada. Quem lidera? Onde encontrar abrigo? Qual caminho é mais seguro?
Os desafios ambientais também não facilitam a vida. A arquitetura urbana impõe limitações inesperadas, forçando os jogadores a usarem escadas, pularem vãos e até mesmo escalarem estruturas para escapar de becos sem saída.
O caos controlado e a inteligência artificial imprevisível
Um dos detalhes mais interessantes do jogo está na forma como os macacos se comportam. Apesar de seguirem o líder, eles também demonstram um certo grau de autonomia. Alguns podem se distrair com fontes de água, enquanto outros podem reagir de forma inesperada a eventos do ambiente.
Essa inteligência artificial contribui para momentos hilários e inesperados. Você pode estar tentando atravessar um cruzamento e, de repente, metade do seu grupo decide voltar porque encontrou uma fonte escondida. Essa imprevisibilidade força o jogador a se adaptar rapidamente, garantindo que cada partida seja diferente.
E se tudo parecer perdido, o jogo ainda conta com um modo cooperativo para até quatro jogadores. Aqui, a comunicação se torna essencial, pois manter o grupo unido exige esforço dobrado.
Estética única e ambientação cativante
Visualmente, Warm Monkey aposta em um estilo pixel art minimalista, mas cheio de personalidade. A cidade não é apenas um cenário genérico; ela tem identidade própria, misturando arquitetura moderna com elementos urbanos inesperados.
A paleta de cores e o design isométrico criam um ambiente nostálgico, remetendo a clássicos do passado, mas com um frescor moderno. Já a trilha sonora complementa perfeitamente a experiência, alternando entre sons urbanos e faixas que intensificam a sensação de urgência e descoberta.
Vale a pena jogar?
Definitivamente. Warm Monkey não é um jogo convencional e talvez por isso mesmo seja tão cativante. Ele exige planejamento, improviso e, acima de tudo, paciência para lidar com o caos.
Se você gosta de desafios inusitados, onde cada jogada pode tomar um rumo completamente diferente, esse jogo é um prato cheio. Seja liderando um pequeno grupo em uma jornada tranquila ou comandando um verdadeiro exército de macacos em uma fuga desesperada, cada partida tem seu próprio ritmo e surpresas.
E a grande pergunta que fica: será que você consegue levar todos ao mar? Ou vai sucumbir ao caos da selva urbana?
O Cartão de Acesso Fora da Lei chegou com a atualização v34.10 e promete mudar o jogo para aqueles que conseguirem aprimorá-lo. Esse item concede entrada aos bastidores dos Mercados Negros do jogo, onde é possível adquirir armas poderosas e outras vantagens exclusivas.
Para desbloqueá-lo, a comunidade deve se unir para enfraquecer Fletcher Kane, o que envolve roubos a cofres e joalherias. Assim que o progresso coletivo alcançar 100%, o item será liberado e os jogadores poderão começar a aprimorá-lo para obter ainda mais benefícios.
Como desbloquear o Cartão de Acesso Fora da Lei?
Para conseguir o cartão, os jogadores precisam contribuir com a missão comunitária que exige roubar cofres e estoques de ouro espalhados pelo mapa. Existem duas formas principais de fazer isso:
- Abrindo cofres em Crime City, Lonely Lair, Masked Meadows e Seaport City.
- Roubando as lojas de joias Smash N’ Grab em diferentes pontos de interesse do jogo.
Essas joalherias são protegidas por Guardas Alpha, mas ao derrotá-los, os jogadores podem saquear um cofre e várias vitrines para coletar itens valiosos. O progresso da missão pode ser acompanhado na aba de missões do Fortnite, na seção Cartão de Acesso Fora da Lei.
Como aprimorar o Cartão de Acesso Fora da Lei?
Depois de desbloquear o cartão comum, será necessário completar missões adicionais para aprimorá-lo. Cada nível desbloqueia novas vantagens:
- 5 missões – Cartão Incomum
- Concede acesso aos bastidores do Mercado Negro, onde itens exóticos podem ser comprados. Algumas dessas áreas também contêm personagens especiais.
- 10 missões – Cartão Raro
- Permite abrir Baús Fora da Lei dentro dos bastidores para obter barras de ouro gratuitas.
- 15 missões – Cartão Épico
- Libera loadouts premium para compra com uma grande quantidade de barras de ouro. As opções incluem:
- Loadout de Joss: Holo Twister AR, Pump & Dump, Rocket Drill, Chug Jug, Gold Ammo Boon e Greed Boon.
- Loadout de Keisha: Falcon Eye Sniper, Outlaw Shotgun, Gold Splashes, Chug Jug, Gold Ammo Boon e Greed Boon.
- Loadout de Skillet: Sticky Grenade Launcher, Mammoth Pistol, Kneecapper, Chug Jug, Gold Ammo Boon e Greed Boon.
- Libera loadouts premium para compra com uma grande quantidade de barras de ouro. As opções incluem:
- 20 missões – Cartão Lendário
- Além de barras de ouro, os Baús Fora da Lei agora também concedem itens lendários e Dill Bit.
Como usar o Cartão de Acesso Fora da Lei?
Após desbloquear o cartão e aprimorá-lo para o nível Incomum ou superior, ele pode ser usado para acessar os bastidores dos Mercados Negros. Esses mercados estão localizados próximos a Crime City, Magic Mosses e Masked Meadow.
Para entrar, basta encontrar uma porta trancada no fundo dessas áreas e interagir com ela usando o cartão. Lá dentro, os jogadores terão acesso a novas armas, personagens, baús exclusivos e outras vantagens que podem ser determinantes para vencer a partida.
O Cartão de Acesso Fora da Lei é um dos itens mais interessantes da nova temporada, oferecendo não apenas poderosos equipamentos, mas também novas mecânicas e uma camada extra de estratégia dentro do jogo. Fique de olho no progresso da comunidade e aproveite a oportunidade para garantir o seu!