Artigos por Autor: Leo "Blade"
Sou o Leo, geralmente jogo com o nick blade95. Sou apaixonado por jogos de FPS e amo montar PC Gamer! Aqui no Steamaníacos cuido de tudo sobre Hardware, review, preview, testes e novidades para o nosso mundo gamer!
Forza Horizon 6 já chegou chutando a porta no Steam antes mesmo do lançamento oficial. O novo racer da franquia vem segurando espaço entre os mais vendidos da loja e mostra que a comunidade de PC entrou de cabeça no hype.
Entre os atrativos da pré-venda, o jogo oferece um carro bônus e a edição Premium libera acesso antecipado e os DLCs futuros. Mas o que mais chama atenção é a força do nome Forza Horizon 6: mesmo sendo muito parecido com os capítulos anteriores, o game segue como uma das poucas corridas capazes de furar a bolha e aparecer no topo das vendas.
O curioso é que jogos de corrida raramente ficam muito tempo no centro da conversa. Mesmo quando um lançamento embala, outros gêneros costumam roubar os holofotes. Ainda assim, Forza Horizon 6 continua sendo o grande nome do gênero no PC, agora com uma proposta ambientada no Japão e cheia de espaço para drift, velocidade e cenas prontas para clipar.
- Forza Horizon 6 está entre os jogos mais vendidos do Steam antes da estreia
- A pré-venda traz bônus e acesso antecipado para quem quer entrar mais cedo na pista
- Racers seguem sendo exceção no topo das vendas, e a franquia continua mandando no pedaço
Mann Versus Zombies é um mod de conversão total que pega Team Fortress 2 e joga os mercenários numa batalha de sobrevivência contra hordas de zumbis. Pelo que já foi mostrado, a ideia passa muito a vibe de um spin-off de verdade, só que nas mãos da comunidade.
O trailer, em clima de Source Filmmaker, destaca novas armas e versões zumbificadas dos personagens clássicos do TF2. O visual continua cartunesco, mas com aquela camada extra de gore e sujeira que combina demais com a proposta.
- Co-op para até 8 jogadores
- Perks exclusivas
- Sistema de barricadas
- Ondas infinitas com dificuldade escalando sem parar
- Cosméticos do jogo base liberados para uso
Sem gameplay bruto por enquanto, mas o pacote já chama atenção: em vez do caos leve e acelerado de sempre, Team Fortress 2 ganha uma pegada mais sombria, focada em hordas, defesa de área e sobrevivência. Ainda não existe janela de lançamento, então o jeito é ficar na torcida por novidades do mod.
Enquanto isso, Team Fortress 2 continua muito vivo, com a comunidade empurrando o clássico para novos modos, novas ideias e experiências cada vez mais insanas.
Warped Universe já está em Early Access no Steam e chegou trazendo uma proposta bem diferente para quem curte looter shooter sci-fi. O jogo da Warped Games foi lançado de graça nesta semana e já estreou com dois trailers para mostrar suas duas frentes de combate: combate terrestre e voo espacial.
Na prática, o loop é o seguinte: você é enviado para um planeta engolido pelo Void, precisa avançar pela corrupção, eliminar a ameaça cósmica e garantir recursos valiosos. Só que a missão não para por aí. O Residuum coletado por você não serve apenas para o seu progresso — ele ajuda a abastecer uma instalação naquele planeta, e quando essa estrutura é concluída, todo mundo no jogo recebe um bônus permanente.
Enquanto isso, outros jogadores podem estar explorando cantos distantes da galáxia, descobrindo novos planetas e liberando mais melhorias globais. A ideia é montar uma espécie de meta-jogo galáctico, em que cada missão ajuda a empurrar o universo inteiro para frente.
Por enquanto, Warped Universe começa com missões solo, mas o co-op deve chegar depois. E, segundo a proposta apresentada, o jogo vai oferecer centenas de objetivos a cada temporada, todos conectados ao mesmo universo persistente.
CD-ROM acabou de desembarcar na Steam com uma proposta bem retrô: um puzzle game para Windows inspirado nos clássicos discos de shareware dos anos 1990.
Em CD-ROM, a missão é quebrar a cabeça para desvendar 10 CDs temáticos. Para seguir em frente, você vai precisar decifrar textos codificados, analisar imagens, pegar pistas em minigames e fuçar cada canto dos dados em busca de segredos escondidos.
Cada desafio leva a uma senha de 8 dígitos, usada para destravar o próximo disco. O jogo aposta pesado em criptografia e esteganografia, então quem curte puzzle raiz e investigação digital vai se sentir em casa.
Para completar, CD-ROM ainda conta com uma demo jogável, ideal para sentir o clima antes de encarar o pacote completo de enigmas.
Uma modificação não oficial acabou de dar um upgrade em The Witcher 3 no modo Next-Gen, adicionando suporte para DLSS 4.5 Multi-Frame Gen e Dynamic MFG. Na prática, isso pode deixar a jogatina mais fluida em PCs compatíveis, principalmente para quem curte extrair o máximo de desempenho do game.
O detalhe é que esse suporte não veio como atualização oficial, e sim pela comunidade. Ou seja, é aquele tipo de mod que chega para destravar possibilidades, mas que pode variar bastante de acordo com o setup de cada um.
- The Witcher 3 Next-Gen ganhou uma mãozinha da comunidade.
- O foco do mod é melhorar a fluidez com DLSS 4.5 Multi-Frame Gen.
- Por ser algo extraoficial, vale testar com atenção antes de considerar no dia a dia.
Gamble With Your Friends é o novo caos cooperativo do PC que está chamando atenção da comunidade. Na pegada friendslop, o jogo mistura zoeira em grupo, tensão a cada jogada e aquele clima de voz por proximidade que transforma qualquer sessão em bagunça organizada.
Na prática, você e sua party ficam presos dentro de um cassino sinistro e precisam dar um jeito de sair da dívida antes que o jogo cobre a conta de um jeito nada amigável. A proposta lembra um dungeon crawler de cassino: mesas de blackjack, decisões apressadas e aquele momento clássico em que um amigo vacila e afunda o saldo coletivo.
Um dos destaques é a conta bancária compartilhada, que deixa cada escolha ainda mais pesada. Se alguém faz uma jogada ruim, todo mundo sente o impacto — e é exatamente isso que dá graça ao cooperativo do game.
A desenvolvedora comemorou a recepção positiva e afirmou que já está trabalhando para corrigir os bugs reportados pela galera.
No PLAYISM Game Show 2026.5.10, Thick as Thieves ganhou destaque com o vídeo oficial Welcome to Kilcairn, que entrega uma visão geral da jogabilidade e do clima de stealth do game.
O material mostra a pegada de infiltração e a tensão de cada passo, reforçando a vibe de assalto e espionagem que o projeto quer passar. Na mesma apresentação, a PLAYISM também abriu espaço para vídeos de creators ligados a Diablo IV e Red Dead’s History, mas o holofote ficou mesmo em Thick as Thieves.
Stellaris acabou de completar 10 anos e, mesmo assim, continua ganhando DLCs no PC. É aquele tipo de suporte de longo prazo que poucos jogos conseguem manter por tanto tempo sem perder a relevância.
Para a comunidade de estratégia 4X, isso significa mais conteúdo, mais ajustes e mais motivos para voltar ao jogo. No fim das contas, Stellaris segue firme na ativa, provando que ainda tem muito gás para entregar.
Adoro destrinchar letra de música, mas quando a trilha vem de videogame o negócio vira loteria: às vezes sai poesia; às vezes, puro meme. E tem cada pérola que gruda na cabeça.
Em Final Fantasy XIV, a boss song da Sugar Riot zoa a própria rima de “orange”, numa vibe caótica que combina com a personagem grafiteira.
Já Devil May Cry entrega Devil Trigger, um hino de ação que arregaça no instrumental, mas também manda versos tão dramáticos que ficam no limite do over-the-top.
Dead Island talvez seja o exemplo máximo de letra tão absurda que atravessa a linha entre o terrível e o genial: confete de dedos, cadáveres e aquela energia de apocalipse sem freio.
Mas nem toda música vocal de game é vergonha alheia. Portal cravou Still Alive como uma das melhores faixas de encerramento já feitas, com o humor ácido de GLaDOS na medida certa.
Metal Gear Solid 3: Snake Eater transforma uma letra completamente maluca em algo épico e, no fim, emocional. E Metal Gear Rising: Revengeance joga o modo berserker lá no alto com Rules of Nature.
Pra fechar, NieR: Automata entrega Weight of the World, daquelas músicas que fazem o final bater mais forte e deixam a história ecoando na cabeça.
E você: qual música de game mais ficou marcada aí — por ser absurda, épica ou simplesmente impossível de esquecer?
The Legend of Zelda: Twilight Princess acaba de ganhar uma versão nativa para PC chamada Dusk, fruto do trabalho da comunidade em cima de um projeto de decompilação iniciado em 2020.
Na prática, você usa os arquivos originais do jogo e já entra na aventura direto no computador, sem depender de emulação. E o pacote vem caprichado: há taxa de quadros mais alta, mira com mouse ou giroscópio, modelos e texturas personalizados, além de recursos de qualidade de vida como texto instantâneo, salvamento automático e modo espelho.
Para quem gosta de customizar tudo, o Dusk ainda oferece várias opções de ajuste fino, incluindo multiplicador de dano para deixar a campanha mais pesada e a promessa de um modo randomizer, que deve render runs caóticas e ótimos momentos para stream.
Segundo a equipe por trás do projeto, o trabalho de decompilação de The Legend of Zelda: Twilight Princess virou um marco para a cena, abrindo espaço para mods, melhorias e novas ideias em cima de um dos Zeldas mais queridos dos fãs.
Bennett Foddy cresceu jogando em micros clássicos e depois mergulhou de vez no PC com aventuras como Zork e NetHack. Mais tarde, enquanto seguia na vida acadêmica, ele começou a programar por conta própria e lançou QWOP, o game de corrida ragdoll que virou febre e abriu caminho para títulos como GIRP, Getting Over It with Bennett Foddy e o mais recente Baby Steps.
Depois de tocar um projeto longo e puxado, Foddy diz que está num momento de respirar fundo e testar coisas novas sem se prender a um único vício. No dia a dia, o jogo que mais tem segurado sua atenção é Brogue, um roguelike open source que ele curte justamente por automatizar boa parte da exploração e deixar o foco nas decisões realmente importantes.
Mesmo assim, ele admite que não se vê criando um roguelike tradicional. Até tentou brincar com uma versão modificada de Brogue para duas pessoas, mas a ideia não engrenou e acabou engavetada.
Na jogatina mais recente com um amigo, ele testou Subfloor, um horror cooperativo no estilo “friendslop” — aqueles multiplayer caóticos feitos para rodar leve e escalar sem drama de servidor. Para Foddy, esse formato ainda tem muito espaço, porque mistura coop, improviso e aquele caos gostoso que rende boas histórias.
Entre os jogos mais antigos que ele ainda mantém instalados, aparece Shawl, um velho título de DOS que conversa com a ideia abstrata e viciante de Tetris. Já no topo da lista de paixões recentes, ele destaca Noita, elogiando como o jogo domina o caos num sistema em que praticamente tudo pode explodir, queimar ou sair do controle — e ainda assim continuar redondo.
Quando o assunto é aquele jogo que nunca sai do HD, Foddy cita Baldur’s Gate 3. Ele avançou bastante, travou no final da campanha e simplesmente não conseguiu apertar o botão de desinstalar.
Fora dos games, a ferramenta que ele não larga é Substance Designer, que ele vê como uma espécie de “Photoshop nerd” voltado para criação técnica e visual de materiais.