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Deadzone Rogue 2

Deadzone Rogue 2 é a nova sequência roguelite em primeira pessoa da Prophecy Games e já está a caminho do PC com muita ação sci-fi e caos cooperativo. No comando de Talon 13-10, você vai encarar a queda da Terra para a Monarch em uma campanha feita para solo ou co-op de até 3 jogadores.

A pegada é daquelas que vicia: cada run conta, e morrer faz parte do processo. Com o Neural Lattice reconstruindo seu corpo, seu personagem volta cada vez mais forte, enquanto você encaixa imprints e resonances para turbinar o loadout de forma permanente — de sniper cybernético a tanque biológico.

O jogo promete builds absurdas, misturando centenas de augments, armas elementais, perks e itens em cada partida. Dá para montar desde um berserker de fogo até um assassino furtivo, experimentando estilos diferentes e abrindo novas formas de detonar os inimigos.

Por enquanto, Deadzone Rogue 2 ainda não tem data de lançamento, mas a promessa é de novidades no próximo mês e de uma demo jogável em breve. Enquanto isso, o trailer de anúncio já entrega o primeiro gostinho dessa pancadaria roguelite.

Clockwork Ambrosia

Clockwork Ambrosia finalmente vai dar as caras no PC via Steam, misturando run-and-gun com metroidvania em um pacote com visual steampunk e vibe retrofuturista. Depois de um ciclo de desenvolvimento de 14 anos, o game chega com trailer de lançamento e uma demo jogável para a galera sentir o peso do projeto antes de encarar a aventura completa.

No controle de Iris, a ideia é partir pra ação em um mundo 2D recheado de inimigos, mantendo a distância e montando uma build do seu jeito. O diferencial aqui é o sistema de modificações, que permite customizar o comportamento das armas e turbinar o kit com diferentes estilos de combate.

  • Pulse Breaker: arma versátil para várias situações;
  • Missile Launcher: focada em triturar armaduras;
  • Revolver: opção rápida para manter a pressão;
  • Grenade Launcher: ideal para jogadas mais agressivas e tiros com efeito.

Além disso, Clockwork Ambrosia chega com promo de lançamento na primeira semana, então vale ficar de olho se você curte um metroidvania com cara de clássico, exploração afiada e bastante liberdade pra ajustar seu arsenal.

Cena de NBA THE RUN
NBA The Run

NBA The Run já tem data para cair no PC: o jogo chega ao Steam em 9 de junho de 2026. O anúncio veio junto de um novo material promocional, reforçando a proposta arcade e o ritmo acelerado das partidas.

Na mesma leva de novidades, Captain Tsubasa 2: World Fighters ganhou um story trailer, com previsão para 28 de agosto, enquanto Crushed In Time recebeu sua divulgação de lançamento para 10 de junho.

Se você curte jogos de esporte com pegada mais raiz, vale deixar NBA The Run na wishlist e ficar de olho nos próximos updates.

Path of Exile

Quem joga Path of Exile sabe: é comum acumular centenas ou até milhares de horas e ainda se sentir como se estivesse começando agora. A franquia é famosa por sua infinidade de sistemas, árvores de habilidades gigantes e mecânicas que pedem atenção máxima.

Para o co-diretor do game, o maior obstáculo para novos jogadores não é só a complexidade, mas também a idade do Path of Exile 1. Na visão dele, muita gente olha para o jogo, vê um visual mais datado e uma pilha de sistemas acumulados ao longo dos anos, e sente que já perdeu o bonde.

Ele defende que Path of Exile 2 é uma porta de entrada mais amigável para quem quer entrar na franquia agora. Além de ter sistemas mais intuitivos, como gemas de habilidade encaixadas em um menu em vez de presas ao equipamento, o jogo tenta ensinar melhor o que está acontecendo sem abrir mão da profundidade que os veteranos esperam.

Mesmo assim, a meta da equipe não é transformar tudo em algo simplório. A ideia é melhorar o design do primeiro Path of Exile e, ao mesmo tempo, deixar a experiência mais clara para quem está chegando. Um bom exemplo é a atualização Return of the Ancients, que vai levar as mecânicas mais confusas do Path of Exile 2 para uma estrutura de missões tutoriais, preparando o terreno para que futuras novidades sigam o mesmo modelo.

No fim das contas, a missão é evitar que Path of Exile 2 caia na mesma armadilha do antecessor: ser um ARPG absurdamente profundo, mas intimidador para quem não quer passar horas caçando explicação em fórum. Se a Grinding Gear Games conseguir casar profundidade com onboarding mais redondo, a franquia pode ficar muito mais convidativa para novatos sem perder a alma.

Motorslice

Motorslice é o novo action platformer que mistura parkour pesado com combate de serra elétrica contra máquinas gigantes em um megacomplexo brutalista.

No papel de P, você entra nessa sucata monumental para cortar, desviar e aparar ataques de guindastes, tratores e outras aberrações industriais, tudo com uma chainsword que funciona tanto como arma quanto como ferramenta de mobilidade.

Mesmo com alguns tropeços de lançamento, o game já chegou causando boa impressão entre os jogadores e segue recebendo ajustes rápidos da dev para deixar a experiência mais lisinha.

  • O que chama atenção: combate agressivo, exploração vertical e cenário colosal
  • Clima: ficção industrial com vibe de pesadelo mecânico
  • Dica: vale testar a demo se você curte ação insana no PC
Opinião

Em Moonlight Peaks, a primeira coisa que eu faço não é cultivar: é meter o pé do castelo do meu pai, Drácula. Em vez de seguir as regras draculianas da família, o jogo me joga na cabana herdada no campo, onde tudo está tomado por mato, pedras e tralha suficiente para virar uma fazenda dos sonhos — ou um caos completo.

O clima do jogo já deixa claro a proposta: aqui você vai plantar uvas de sangue, cultivar “cruelcumbers” e conviver com uma galera sobrenatural bem problemática. Nos primeiros minutos, já aparece um patriarca vampiro de ressaca largado na porta, o prefeito lobisomem tretando com o irmão por causa de um banco quebrado e um bruxo metido a galã interrompendo tudo sem parar. É aquele tipo de mundo que parece sitcom, mas com clima de novela sobrenatural.

Na prática, Moonlight Peaks segue a cartilha clássica dos farm sims: acordar ao anoitecer, gastar energia regando planta, cortando madeira, andando pela cidade para falar com NPCs, trocar presentes com o crush de plantão e ir montando, aos poucos, uma operação agrícola e de crafting. A diferença é que tudo aqui vem com uma camada gótica e bem mais ácido-cômica.

O jogo também traz algumas sacadas próprias para variar o loop:

  • minigame de feitiço para regar plantas com menos gasto de energia;
  • habilidade de metamorfose para atravessar a cidade mais rápido e acessar áreas secretas;
  • arranjo de flores bem fofo;
  • e mais pra frente, bordado, alquimia e até jogo de cartas.

O ponto de atenção é que Moonlight Peaks não tem combate, então quem curte um cozy game raiz pode ficar tranquilo. Por outro lado, o início anda um pouco no ritmo de tartaruga: várias vezes bateu aquela vontade de dormir mais cedo porque a energia acabava e algumas novidades só liberavam depois de avançar certas missões principais. Eu senti falta de desbloquear coisas como captura de insetos e feitiçaria mais cedo.

No geral, o game acerta bem no visual chibi, na vibe sobrenatural e no humor tóxico-carismático dos personagens. Se a pegada de “Stardew Valley com treta de família vampírica” te pega, Moonlight Peaks tem tudo para entrar no seu radar. O lançamento completo está marcado para 7 de julho.

Wordle

O Wordle, o quebra-cabeça diário que virou vício de muita gente no PC, vai sair da tela e ganhar uma versão em programa de TV. A adaptação será exibida no Reino Unido e nos EUA, com gravações marcadas para Manchester e apresentação de Savannah Guthrie.

No comando da produção executiva ao lado de Jimmy Fallon, a ideia é levar a vibe do jogo original para o palco, com disputas entre jogadores e prêmio em dinheiro. A estética, o nome e até a tipografia de Wordle serão usados para manter a identidade que fez o game explodir entre os fãs.

O formato final ainda não foi revelado, mas a proposta é transformar o desafio de adivinhar a palavra em uma competição de ritmo rápido, com variações para segurar a audiência no horário nobre. A primeira temporada já está com casting aberto e a estreia está prevista para 2027.

Hardware

Com a alta na procura por memória e a oferta cada vez mais apertada, golpistas estão aproveitando a chance para empurrar DDR5 falsificada para desavisados. E o pior: por fora, muita dessas peças engana bem, parecendo módulo original de primeira.

Em alguns casos, a carcaça imita direitinho uma memória legítima, incluindo adesivos falsos de marcas conhecidas. Só que, ao abrir a peça, o que aparece lá dentro não é chip de verdade: em vez de componentes reais, há apenas uma placa simples, sem o hardware que deveria estar ali.

Um detalhe importante é que esse tipo de fraude aparece com mais facilidade em memória de notebook, que costuma ter um visual mais “pelado”. Se ainda colocarem um dissipador por cima, fica ainda mais difícil sacar a treta no olho.

Também já surgiram relatos de módulos falsos de outras marcas circulando em marketplaces e leilões online. Em alguns anúncios, os itens até são vendidos como se fossem lotes problemáticos ou peças “com defeito”, o que pode servir de cortina de fumaça para esquentar produto pirata.

Se quiser evitar cilada, vale ficar de olho em alguns sinais:

  • bordas com acabamento estranho ou pouco arredondado;
  • formato do chip de gerenciamento de energia diferente do padrão;
  • cor da placa muito fora do normal, geralmente mais clara;
  • embalagem sem lacre confiável;
  • informações que não batem quando você confere no software.

Se tiver como testar antes de fechar negócio, melhor ainda. Ferramentas como o HWiNFO ajudam a conferir se os dados da memória fazem sentido com o modelo anunciado. Na dúvida, o caminho mais seguro é comprar direto de loja confiável ou de vendedor com procedência clara.

No fim das contas, a regra é simples: se o preço parecer bom demais para ser verdade, provavelmente é cilada. Antes de fechar, testa, confere e não compra no impulso para não tomar um golpe de memória fake.

Opinião

Cansei da experiência cada vez mais inchada do Windows e fui testar o Pop!_OS como quem troca de build em busca de menos dor de cabeça e mais fluidez.

O apelo é simples: sistema limpo, sem tanta tralha, visual bonito e foco em produtividade e jogatina. Para quem vem do Windows, o Pop!_OS é uma distro bem de boa para começar, especialmente porque o ecossistema Linux hoje já abraça Proton, Wine, Lutris e Flatpak sem aquela aura de “só elite de terminal”.

O esquema para instalar sem se enrolar passa por boot USB, separar espaço no SSD, desativar recursos de inicialização rápida e criptografia do Windows e fazer a instalação em modo custom. Depois, um update geral no terminal e o sistema já fica pronto para o rolê.

No uso diário, a sensação é de desktop mais leve, responsivo e sem a treta constante de anúncios, telemetria e atualizações empurradas goela abaixo. A interface Cosmic ajuda bastante, com janelas mais organizadas, atalhos úteis e uma navegação que parece menos engessada.

No game, o saldo foi bem positivo. Títulos como Cyberpunk 2077, Total War: Warhammer 3 e Black Myth Wukong rodaram de forma honesta via Proton, embora jogos mais pesados de estratégia ainda possam sofrer com gargalos de CPU e compatibilidade.

O porém continua sendo a falta de alguns apps do dia a dia e de software de periféricos e RGB que ainda não têm equivalente perfeito no Linux. Existem alternativas como GIMP, Krita, LibreOffice e OpenRGB, mas nem sempre elas cobrem tudo o que você usa no Windows.

No fim, o Pop!_OS entrega uma experiência muito boa para quem quer sair do caos do Windows e entrar num ambiente mais limpo para jogar e trabalhar. Se você depende pouco de apps exclusivos da Microsoft, vale demais testar.

Directive 8020

Em Directive 8020, a médica Samantha Cooper recebe uma missão no episódio 5 que envolve conseguir sedativos para um “experimento” da Anders. Se você levou a Cooper mais na vibe brincalhona, pode topar o plano; se manteve a personagem no modo profissional, esse quebra-cabeça pode até nem aparecer.

Quando a tarefa surge, o objetivo é montar a combinação certa de agentes químicos no gabinete do laboratório. O jogo não entrega os nomes de cara: ele mostra apenas símbolos e pede que você descubra qual é a sequência correta para liberar a solução.

O código que você precisa digitar é 168. Os três compostos do sedativo são:

  • Chloroacetyl Chloride
  • Ammonia
  • Dimethyl Sulfate

À esquerda do armário há um pôster com os símbolos dessas substâncias. Além disso, existem três cartazes espalhados pela sala com nomes e símbolos de vários químicos, e isso ajuda a cruzar as pistas sem depender tanto de conhecimento de química.

Se quiser evitar erro de input, vale anotar os símbolos ou tirar um print da sala antes de mexer no teclado. Depois de inserir a sequência certa e combinar os ingredientes, é só levar o sedativo de volta para a Anders.

Uma cutscene vai entrar em seguida, mostrando a entrega dos químicos e o avanço da trama com a Cooper e o resto da equipe. Depois disso, você já pode seguir para a próxima etapa da história em Directive 8020.

Directive 8020

Em Directive 8020, o código do PC do Carter é 2808. Se quiser, 0828 também libera o acesso.

A pista está no post-it colado no monitor, com a anotação Luna’s e uma seta apontando para a tela. Saia do quarto do Carter e vá até as Acomodações da tripulação; virando à direita, você vai encontrar um calendário na parede. Interaja com ele para conferir o mês de agosto.

No dia 28, aparece a marcação Luna’s Birthday. Junte o dia com o mês e digite a combinação no computador para destravar o acesso.

Depois disso, uma cutscene é acionada com Simms entrando nas Acomodações da tripulação, e o próximo objetivo é segui-la até o Lounge, onde você encontra o monitor com o registro da conversa entre ela e Carter. Vale lembrar: depois que essa cena rolar, o PC do Carter não pode mais ser acessado.