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The Sinking City 2 chega como uma virada bem mais afiada para a Frogwares: em vez de insistir no mundo aberto investigativo do primeiro jogo, a sequência mergulha de cabeça no survival horror. O clima agora puxa para uma versão de Resident Evil em 1929, com puzzles clássicos, portas travadas por código e um combate que finalmente responde bem no mouse e teclado.
Você assume o controle de Calvin, um detetive meio quebrado preso em Arkham, tentando trazer a namorada de volta depois de um ritual ter dado bem errado e de uma viagem nada saudável aos Dreamlands. Na demo, a jornada começa em uma biblioteca alagada, onde a missão é achar um livro com o ritual certo para desfazer a encrenca anterior.
O combate também parece mais redondo. Os inimigos são criaturas possuídas por vermes e sanguessugas, com feridas que entregam pontos fracos na cara dura. Quando você estoura essas bolhas arcanas, ganha brecha para o stomp, e os wylebeasts voltam com aquele visual grotesco que gruda na memória.
Tem loot em um toque só, crafting para transformar sucata e cartuchos em munição, perks para turbinar dano, resistência e recarga, além de slots limitados para montar sua build. Até os safe rooms são uma viagem surreal, com cara de pedaços da casa idealizada que você e sua amada compartilhavam.
No fim, The Sinking City 2 aposta em atmosfera, estranheza e sobrevivência em vez de enrolação investigativa — e, pelo que foi mostrado, a troca caiu muito bem. O jogo está previsto para chegar ao PC neste verão.
O mistério acabou: o Intel Arc Pro B70, equipado com o chip Big Battlemage/G31, foi colocado sob a lupa em uma bateria pesada de testes e o veredito já saiu. Em raster, ele entrega desempenho praticamente cravado no nível de uma GeForce RTX 5060 Ti 16 GB.
Na prática, isso significa que o chip até briga bem em jogos tradicionais, mas quando o papo é ray tracing ou path tracing, a história muda e o desempenho cai atrás da concorrente da Nvidia.
O ponto mais curioso é o tamanho do die. Estamos falando de um chip bem parrudo, com 368 mm², feito em um processo da classe N5 da TSMC. Para efeito de comparação, a RTX 5060 Ti usa um chip bem menor, o que ajuda bastante no custo de produção e explica por que o encaixe do G31 como placa gamer nunca fez muito sentido.
Mesmo com mais núcleos Xe que o G21, o ganho não é suficiente para chegar perto de uma RTX 5070, muito menos de uma placa acima disso. Em testes, o G31 ficou só um pouco à frente do G21 em raster, enquanto a RTX 5070 abriu uma vantagem bem maior. Ou seja: mesmo com drivers mais maduros, não haveria milagre.
No fim das contas, o Intel Arc Pro B70 mostra que o G31 tinha potencial para jogos, mas também deixa claro por que a Intel preferiu encaixá-lo no mercado profissional e de IA local. Para gaming, ele é competente; para virar ameaça de verdade no front das GeForce, faltou eficiência.
Fleet Hunters traz uma pegada moderna para a clássica batalha naval no PC, apostando em ação constante em vez daquele esquema moroso por turnos.
A proposta é simples e direta: posicione sua frota, encontre o rival e abra fogo assim que suas armas estiverem prontas. Como os dois jogadores agem ao mesmo tempo, cada duelo vira uma disputa tensa de reflexo, leitura de jogo e timing.
Com um cooldown curto entre os disparos, Fleet Hunters acelera o ritmo da partida e deixa tudo mais imprevisível. Aqui, hesitar pode custar a vitória.
The Guild – Europa 1410 coloca o jogador no meio de uma Europa medieval viva, onde as cidades são o coração da jogatina. Em Cities of The Guild – Europa 1410, a ideia é mostrar como cada centro urbano vira palco para comércio, política, disputas e crescimento da sua própria dinastia.
No game, não basta só tocar a vida e fechar negócios: você também precisa jogar de forma estratégica, formar alianças, cuidar da sua reputação e aproveitar cada brecha para subir na hierarquia social. É aquela mistura clássica de simulação, estratégia e intriga, com clima de RPG e muita treta de bastidor.
Se você curte construir sua história em um cenário medieval cheio de ambição, The Guild – Europa 1410 promete entregar uma experiência focada em domínio urbano, influência e sobrevivência no mapa.
Subnautica 2 acabou de bater a marca de 5 milhões de wishlists no PC, e a equipe fez questão de agradecer a comunidade pelo apoio absurdo.
No recado, o estúdio celebrou o hype em torno da sequência e deixou claro que esse retorno da galera mostra o tamanho da expectativa para o novo mergulho da franquia.
Mesmo ainda em desenvolvimento, Subnautica 2 já chega cercado de moral lá no alto, com os fãs mantendo o projeto no radar e ajudando a empurrar a produção com força total.
Truck Simulator 2026: USA foi oficialmente revelado pela KIWI PRODUCTION e já chegou chamando atenção de quem curte um simulador de frete pesado. A proposta é colocar você na pele de um caminhoneiro novato e fazer a jornada até virar referência no ramo, construindo seu próprio império logístico enquanto cruza milhares de quilômetros de estradas americanas.
O game aposta em rotas icônicas pelos Estados Unidos, indo da Costa Leste ao Velho Oeste. No caminho, o jogador vai encarar cidades cheias de luz neon, rodovias cortando desertos e trechos de montanha que exigem atenção total na boleia.
Além do mapa caprichado, Truck Simulator 2026: USA também destaca caminhões bem detalhados, com interior e exterior feitos com carinho. A customização promete ser um dos pontos fortes, com opções para cabine, pintura e acessórios, deixando o bruto com a sua cara.
O jogo está previsto para chegar em acesso antecipado no PC em breve, e o trailer de revelação já deu uma prévia do que vem por aí. Se a ideia for viver a rotina do estradão e crescer de frete em frete, vale ficar de olho.
Skills & Raids já está em playtest no Steam, e quem pedir acesso entra direto na beta desse RPG de extração focado em party.
A proposta é montar seu grupo e encarar combates em tempo real, puxados por habilidades, onde gerenciar cooldowns e ler as mecânicas dos inimigos faz toda a diferença.
No loop de gameplay, você vai lootear recursos, cumprir quests, craftar gear cada vez mais forte e montar builds únicas combinando skills. A história coloca o mundo nas garras de uma criatura que apaga tudo, até mesmo as lembranças.
O trailer do jogo mostra o visual 2D e dá uma boa amostra da jogabilidade, então vale ficar de olho se você curte RPG com ação e estratégia na medida certa.
Uma proposta para o kernel do Linux quer adicionar um killswitch de emergência: um operador com privilégios poderia forçar uma função do sistema a retornar um valor fixo, sem executar o código original, enquanto a correção oficial ainda não sai do forno.
A ideia nasce de um problema bem conhecido no mundo da segurança: quando uma falha vira pública, muita gente fica mais exposta até o patch chegar. Nesse intervalo, manter o sistema rodando “pelado” pode ser pior do que desativar só a área afetada por um tempo.
O alvo principal são ambientes corporativos e servidores, onde desligar um recurso por um dia pode doer menos do que deixar o kernel vulnerável a um exploit já conhecido. Um caso recente de escalada de privilégios mostrou como essa janela entre descoberta e correção pode ser perigosa.
Mas nem todo mundo comprou a ideia. Tem gente que vê o recurso como uma mitigação de último recurso; outros acham que ele pode quebrar produção de formas criativas e até virar desculpa para não aplicar patch de verdade.
- Pró: ganha tempo contra exploits ativos.
- Contra: pode derrubar funções importantes e causar efeito colateral.
- Na prática: é um plano B poderoso, mas não substitui correção.
Em Crimson Desert, o sonho de montar em um bicho selvagem finalmente ficou mais perto de virar realidade. A Pearl Abyss liberou uma atualização que permite registrar certos animais como montarias especiais depois de conquistar a confiança deles.
Na prática, isso significa que agora dá para tentar domar e usar como mount criaturas como:
- ursos
- javalis
- lobos
- veados
- cabras da montanha
- pássaros kuku
- iguanas
- raptores
- camelos
- leões
- tigres
Em geral, o processo passa por aumentar o nível de confiança com comida, especialmente carne, mas alguns bichos vão exigir métodos únicos de domesticação. Ou seja: nem todo animal vai cair no papo de forma igual.
Além disso, o patch também trouxe uma melhoria de qualidade de vida importante para quem vive no grind de materiais. Agora é possível extrair parte dos itens usados na evolução de equipamento: você recupera todos os materiais especiais e ainda leva de volta 70% dos materiais comuns, como minério de ferro, cobre e bloodstones.
Para quem vive testando builds e trocando de gear em Crimson Desert, essa mudança é daquelas que poupam tempo e dor de cabeça. No fim das contas, o jogo segue expandindo suas possibilidades a cada atualização, e agora o rolê ficou ainda mais selvagem.
Videogame, como quase toda febre da cultura pop, vive de ciclos: um gênero bombando aqui, saturando ali e, anos depois, voltando como objeto de pura nostalgia.
Em uma enquete recente, a comunidade deixou claro quais estilos de PC mais estão fazendo falta. No topo da lista ficaram os RTS e os immersive sims, brigando voto a voto pela liderança, com 29% e 28% da preferência.
Não faltam motivos para o pessoal ainda sonhar com a volta triunfal dos RTS. Depois de uma fase em que jogos como Homeworld 3, Sins of a Solar Empire 2 e Company of Heroes 3 reacenderam a esperança de um renascimento, o hype acabou esfriando de novo. Mesmo assim, a vontade da galera continua forte.
Os immsims também mostraram que ainda têm uma base fiel, puxando aquele apelo clássico de sistemas profundos, liberdade de abordagem e gameplay emergente de verdade.
Mais atrás na votação vieram os MMOs, com 16%, e as aventuras point-and-click, com 11%. Também apareceram pedidos por text adventures, além de uma turma que ainda quer ver os beat ‘em ups voltando com força total.
No fim das contas, a pergunta que fica é simples: qual gênero você quer ver renascer no PC? Solta sua opinião e diz qual estilo merece uma nova chance.
Em Kingdom Come: Deliverance 2, até o modo foto veio com uma pegadinha digna de RPG raiz. Quando Henry sai dessa função, ele pode soltar um comentário aparentemente inofensivo, como se estivesse admirando a paisagem. O problema é que essa fala acontece dentro do mundo do jogo — e, em situações de furtividade, os guardas podem ouvir.
Na prática, isso impede que o jogador use o modo foto como uma espécie de câmera-cheat para espiar além das paredes ou dar aquela olhada marota em uma missão stealth. Em vez de deixar a brecha aberta, o sistema foi ajustado para manter a imersão e, de quebra, punir qualquer tentativa de trapacear.
Esse tipo de solução combina demais com a identidade de Kingdom Come: Deliverance 2: um game que curte mecânicas cheias de personalidade, capazes de gerar situações bizarras, engraçadas e totalmente compartilháveis. A equipe também já mostrou que gosta de brincar com sistemas que parecem absurdos no papel, mas que acabam virando parte do charme do jogo.
No fim das contas, é aquele caos delicioso que só um RPG medieval com alma consegue entregar. Em Kingdom Come: Deliverance 2, até um simples clique no modo foto pode virar um vacilo épico — e é justamente isso que faz o jogo ficar tão marcante.