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Drawquarium

Drawquarium é um sandbox bem diferente no PC: em vez de só organizar um aquário, você literalmente desenha peixes e plantas para montar um tanque chamativo e fisgar a clientela. A demo já dá um gostinho dessa bagunça criativa.

No começo, a seleção de formas base é pequena, mas o charme está em customizar cada peixe do seu jeito. Dá para brincar com cores, traços e estilos, deixando o aquário com a sua assinatura — mesmo que o resultado final fique meio torto, o visual coletivo compensa.

Depois de montar o ecossistema, entra a parte de cuidar da tropa: manter o tanque bonito e alimentar os peixes quando a fome bater. Quanto melhor o capricho, mais eles evoluem visualmente, ganhando um brilho holográfico e, em situações especiais, até um visual dourado.

O jogo ainda vai receber mais conteúdo em breve, embora ainda sem data de lançamento anunciada, com:

  • mais decoração para o aquário
  • novos temas
  • fundos personalizados

Se você curte experiências relax, sandbox criativo e aquela vibe de faz do seu jeito, Drawquarium merece entrar na sua lista de desejos.

Kingdom Come: Deliverance 2

Um dos responsáveis criativos de Kingdom Come: Deliverance 2 contou que uma história curiosa do primeiro jogo ajudou a equipe a cravar o caminho da franquia: deixar o mundo medieval tão sistêmico que o jogador começa a acreditar que tudo ali pode virar uma grande confusão orgânica.

O caso clássico foi a famosa “saga das botas”. Um jogador percebeu que o protagonista estava sem os calçados, achou que alguém tinha roubado o item e saiu vasculhando o castelo como se fosse uma missão escondida. Na real, as botas só tinham desaparecido do cenário, mas a reação mostrou exatamente o efeito que o estúdio queria: um mundo vivo, imprevisível e cheio de histórias emergentes.

Para a equipe, esse tipo de situação foi a prova de que vale a pena investir em sistemas complexos, mesmo com todo o trampo para deixar a parada redonda e sem bugs. A comunidade começou a criar teorias e lembrar de encontros que pareciam eventos roteirizados, mas que na verdade tinham nascido da própria simulação.

Em Kingdom Come: Deliverance 2, essa filosofia foi levada ainda mais longe. Agora, se Henry apagar de bêbado, os NPCs podem roubar os sapatos e o boné dele — e até sair usando os itens. É o tipo de caos controlado que faz cada sessão render causos únicos e reforça a pegada sandbox da série.

Forza Horizon

Forza Horizon 6 já chegou chutando a porta no Steam antes mesmo do lançamento oficial. O novo racer da franquia vem segurando espaço entre os mais vendidos da loja e mostra que a comunidade de PC entrou de cabeça no hype.

Entre os atrativos da pré-venda, o jogo oferece um carro bônus e a edição Premium libera acesso antecipado e os DLCs futuros. Mas o que mais chama atenção é a força do nome Forza Horizon 6: mesmo sendo muito parecido com os capítulos anteriores, o game segue como uma das poucas corridas capazes de furar a bolha e aparecer no topo das vendas.

O curioso é que jogos de corrida raramente ficam muito tempo no centro da conversa. Mesmo quando um lançamento embala, outros gêneros costumam roubar os holofotes. Ainda assim, Forza Horizon 6 continua sendo o grande nome do gênero no PC, agora com uma proposta ambientada no Japão e cheia de espaço para drift, velocidade e cenas prontas para clipar.

  • Forza Horizon 6 está entre os jogos mais vendidos do Steam antes da estreia
  • A pré-venda traz bônus e acesso antecipado para quem quer entrar mais cedo na pista
  • Racers seguem sendo exceção no topo das vendas, e a franquia continua mandando no pedaço
Team Fortress 2

Mann Versus Zombies é um mod de conversão total que pega Team Fortress 2 e joga os mercenários numa batalha de sobrevivência contra hordas de zumbis. Pelo que já foi mostrado, a ideia passa muito a vibe de um spin-off de verdade, só que nas mãos da comunidade.

O trailer, em clima de Source Filmmaker, destaca novas armas e versões zumbificadas dos personagens clássicos do TF2. O visual continua cartunesco, mas com aquela camada extra de gore e sujeira que combina demais com a proposta.

  • Co-op para até 8 jogadores
  • Perks exclusivas
  • Sistema de barricadas
  • Ondas infinitas com dificuldade escalando sem parar
  • Cosméticos do jogo base liberados para uso

Sem gameplay bruto por enquanto, mas o pacote já chama atenção: em vez do caos leve e acelerado de sempre, Team Fortress 2 ganha uma pegada mais sombria, focada em hordas, defesa de área e sobrevivência. Ainda não existe janela de lançamento, então o jeito é ficar na torcida por novidades do mod.

Enquanto isso, Team Fortress 2 continua muito vivo, com a comunidade empurrando o clássico para novos modos, novas ideias e experiências cada vez mais insanas.

Warped Universe

Warped Universe já está em Early Access no Steam e chegou trazendo uma proposta bem diferente para quem curte looter shooter sci-fi. O jogo da Warped Games foi lançado de graça nesta semana e já estreou com dois trailers para mostrar suas duas frentes de combate: combate terrestre e voo espacial.

Na prática, o loop é o seguinte: você é enviado para um planeta engolido pelo Void, precisa avançar pela corrupção, eliminar a ameaça cósmica e garantir recursos valiosos. Só que a missão não para por aí. O Residuum coletado por você não serve apenas para o seu progresso — ele ajuda a abastecer uma instalação naquele planeta, e quando essa estrutura é concluída, todo mundo no jogo recebe um bônus permanente.

Enquanto isso, outros jogadores podem estar explorando cantos distantes da galáxia, descobrindo novos planetas e liberando mais melhorias globais. A ideia é montar uma espécie de meta-jogo galáctico, em que cada missão ajuda a empurrar o universo inteiro para frente.

Por enquanto, Warped Universe começa com missões solo, mas o co-op deve chegar depois. E, segundo a proposta apresentada, o jogo vai oferecer centenas de objetivos a cada temporada, todos conectados ao mesmo universo persistente.

Cena de CD-ROM
CD-ROM

CD-ROM acabou de desembarcar na Steam com uma proposta bem retrô: um puzzle game para Windows inspirado nos clássicos discos de shareware dos anos 1990.

Em CD-ROM, a missão é quebrar a cabeça para desvendar 10 CDs temáticos. Para seguir em frente, você vai precisar decifrar textos codificados, analisar imagens, pegar pistas em minigames e fuçar cada canto dos dados em busca de segredos escondidos.

Cada desafio leva a uma senha de 8 dígitos, usada para destravar o próximo disco. O jogo aposta pesado em criptografia e esteganografia, então quem curte puzzle raiz e investigação digital vai se sentir em casa.

Para completar, CD-ROM ainda conta com uma demo jogável, ideal para sentir o clima antes de encarar o pacote completo de enigmas.

Cena de The Witcher 3: Wild Hunt
The Witcher

Uma modificação não oficial acabou de dar um upgrade em The Witcher 3 no modo Next-Gen, adicionando suporte para DLSS 4.5 Multi-Frame Gen e Dynamic MFG. Na prática, isso pode deixar a jogatina mais fluida em PCs compatíveis, principalmente para quem curte extrair o máximo de desempenho do game.

O detalhe é que esse suporte não veio como atualização oficial, e sim pela comunidade. Ou seja, é aquele tipo de mod que chega para destravar possibilidades, mas que pode variar bastante de acordo com o setup de cada um.

  • The Witcher 3 Next-Gen ganhou uma mãozinha da comunidade.
  • O foco do mod é melhorar a fluidez com DLSS 4.5 Multi-Frame Gen.
  • Por ser algo extraoficial, vale testar com atenção antes de considerar no dia a dia.
Gamble With Your Friends

Gamble With Your Friends é o novo caos cooperativo do PC que está chamando atenção da comunidade. Na pegada friendslop, o jogo mistura zoeira em grupo, tensão a cada jogada e aquele clima de voz por proximidade que transforma qualquer sessão em bagunça organizada.

Na prática, você e sua party ficam presos dentro de um cassino sinistro e precisam dar um jeito de sair da dívida antes que o jogo cobre a conta de um jeito nada amigável. A proposta lembra um dungeon crawler de cassino: mesas de blackjack, decisões apressadas e aquele momento clássico em que um amigo vacila e afunda o saldo coletivo.

Um dos destaques é a conta bancária compartilhada, que deixa cada escolha ainda mais pesada. Se alguém faz uma jogada ruim, todo mundo sente o impacto — e é exatamente isso que dá graça ao cooperativo do game.

A desenvolvedora comemorou a recepção positiva e afirmou que já está trabalhando para corrigir os bugs reportados pela galera.

Cena de Thick as Thieves
Thick as Thieves

No PLAYISM Game Show 2026.5.10, Thick as Thieves ganhou destaque com o vídeo oficial Welcome to Kilcairn, que entrega uma visão geral da jogabilidade e do clima de stealth do game.

O material mostra a pegada de infiltração e a tensão de cada passo, reforçando a vibe de assalto e espionagem que o projeto quer passar. Na mesma apresentação, a PLAYISM também abriu espaço para vídeos de creators ligados a Diablo IV e Red Dead’s History, mas o holofote ficou mesmo em Thick as Thieves.

Cena de Stellaris
Stellaris

Stellaris acabou de completar 10 anos e, mesmo assim, continua ganhando DLCs no PC. É aquele tipo de suporte de longo prazo que poucos jogos conseguem manter por tanto tempo sem perder a relevância.

Para a comunidade de estratégia 4X, isso significa mais conteúdo, mais ajustes e mais motivos para voltar ao jogo. No fim das contas, Stellaris segue firme na ativa, provando que ainda tem muito gás para entregar.

Opinião

Adoro destrinchar letra de música, mas quando a trilha vem de videogame o negócio vira loteria: às vezes sai poesia; às vezes, puro meme. E tem cada pérola que gruda na cabeça.

Em Final Fantasy XIV, a boss song da Sugar Riot zoa a própria rima de “orange”, numa vibe caótica que combina com a personagem grafiteira.

Devil May Cry entrega Devil Trigger, um hino de ação que arregaça no instrumental, mas também manda versos tão dramáticos que ficam no limite do over-the-top.

Dead Island talvez seja o exemplo máximo de letra tão absurda que atravessa a linha entre o terrível e o genial: confete de dedos, cadáveres e aquela energia de apocalipse sem freio.

Mas nem toda música vocal de game é vergonha alheia. Portal cravou Still Alive como uma das melhores faixas de encerramento já feitas, com o humor ácido de GLaDOS na medida certa.

Metal Gear Solid 3: Snake Eater transforma uma letra completamente maluca em algo épico e, no fim, emocional. E Metal Gear Rising: Revengeance joga o modo berserker lá no alto com Rules of Nature.

Pra fechar, NieR: Automata entrega Weight of the World, daquelas músicas que fazem o final bater mais forte e deixam a história ecoando na cabeça.

E você: qual música de game mais ficou marcada aí — por ser absurda, épica ou simplesmente impossível de esquecer?