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Se você está começando Subnautica 2 e já sentiu aquele sufoco de oxigênio, fome e predadores rondando, estas dicas vão te ajudar a engrenar mais rápido e evitar perrengue no início da campanha.
- 1. Garanta comida e água primeiro: abra a cápsula de sobrevivência e pegue os suprimentos iniciais. A água pode ser fabricada com Water Slugs, enquanto a adaptação para comer peixe fica disponível na árvore subaquática ao norte-noroeste da cápsula.
- 2. Escaneie tudo o que encontrar: o scanner libera ferramentas novas, peças de base, salas, pôsteres e ainda revela mais sobre as criaturas.
- 3. Carregue pelo menos duas Air Bladders: mesmo depois de melhorar o tanque de O2, elas continuam úteis para subir rápido, fugir de predadores ou arrancar um último gole de oxigênio.
- 4. Libere os Biomods úteis: depois de montar uma bateria básica com um Acidic Raion Pouch, siga até o Welcome Center a sudeste da cápsula, conecte o item na parede e use o Biolab para desbloquear habilidades. As melhores para começar são Dash e Oxygen Control.
- 5. Desbloqueie a construção de base: no mesmo Welcome Center, escaneie as duas Habitat Builder Tools. Isso libera a construção de base, embora ainda seja preciso encontrar outras peças para salas.
- 6. Faça o Standard Air Tank o quanto antes: parar para emergir toda hora cansa. Esse tanque reduz bastante o sofrimento, e o gargalo aqui costuma ser prata, que dá para achar em uma caverna ao norte da cápsula.
- 7. Escolha bem onde montar sua base: uma boa pedida é ficar perto de uma corrente natural, onde você possa instalar uma Hydroelectric Turbine quando ela estiver disponível. Deixe espaço para expandir depois.
- 8. Nade mais rápido para driblar predadores: o Biomod Dash ajuda, mas os Basic Flippers e o Wakemaker aceleram muito a mobilidade quando você quiser explorar sem ficar travado.
- 9. Se precisar, encare os bichos na porrada: também dá para afastar predadores com a Survival Multitool, com o Sonic Resonator ou com uma Distraction Flare para tirar a atenção deles.
- 10. Crie o Sonic Resonator: ele serve para minerar, quebrar Bloom Biofilm, espantar predadores e destruir viral blooms que liberam Adaptations no Angel Combs. O material mais chato para montar um é o chumbo.
- 11. Siga as luzes azuis: essas luzes geralmente apontam para uma habitat colony, uma espécie de moradia subaquática com ferramentas para escanear e áudios que entregam mais lore.
- 12. Aumente inventário e hotbar: as colony habitats também escondem Biobeds. Interaja com a tela ao lado deles para liberar endurance, que amplia o inventário, e dexterity, que expande a barra de atalhos.
- 13. Leve um Portable Locker quando for farmar: esse storage móvel é ótimo para guardar materiais extras enquanto você coleta recursos longe da base.
- 14. Não saia sem baterias reservas: observe a barrinha de energia das ferramentas. Para trocar, aperte R e clique com o botão esquerdo ou direito para recarregar. Depois, vale construir um Battery Terminal para recarregar as sobras com mais praticidade.
- 15. Monte um Scanner Station na base: se bater dúvida sobre onde achar um recurso, ele mostra a localização de materiais num raio de 300 metros. Um deles pode ser escaneado no Old Habitat, ao norte da cápsula.
- 16. Siga as Black Boxes: a NOA costuma pedir que você volte para pegar a localização de uma Black Box. Elas movem a história principal, mas quase sempre também escondem ferramentas e receitas importantes.
- 17. Customize seus sinais: cada Black Box vem com um sinal, mas você pode ligar e desligar os marcadores pelo menu de Signals. Assim, sua tela fica menos poluída e mais útil.
- 18. Use Beacons nos pontos-chave: não existe mapa no jogo, então Beacons são ouro puro. Depois de escanear e desbloquear o item, dá para criar marcadores e organizar seus trajetos sem se perder.
- 19. Libere Heat Tolerance limpando o Angel Comb: se quiser entrar na área de lava, vá até o Angel Comb a noroeste da cápsula e destrua as formações virais com o Sonic Resonator. Isso libera a adaptação Heat Tolerance.
- 20. Monte seu Tadpole: antes de avançar para águas mais perigosas, seu objetivo final é construir o mini-sub Tadpole. E não esqueça do Repair Tool, porque ele ajuda a manter o veículo vivo depois dos esbarrões com predadores grandes.
Resumo rápido: em Subnautica 2, o segredo do começo é priorizar sobrevivência, escaneamento, mobilidade e base. Fazendo isso, você sai do modo “socorro, vou afogar” e entra no ritmo certo para explorar tudo com muito mais segurança.
Em Subnautica 2, o ouro é um recurso-chave para destravar receitas importantes, como o Advanced Wiring Kit e o System Chip. Ele também entra na construção da Thermal Plant, uma das formas mais confiáveis de alimentar sua base.
O melhor ponto para achar ouro fica na região dos ventos vulcânicos a leste do Lifepod, mais precisamente nas rochas ao redor do navio-colônia caído, cerca de 450 metros a leste. Quando você entra nessa área, o jogo já entrega o aviso: a temperatura sobe, a água fica alaranjada e partículas incandescentes começam a aparecer no ambiente.
Mas atenção: antes de minerar nessa área sem virar churrasquinho, você vai precisar da adaptação Heat Tolerance. Para conseguir isso, é necessário destruir o Angel Comb, que fica a cerca de 200 metros a noroeste do Lifepod. Só que, para quebrar as formações virais que cercam o local, você também vai precisar do Sonic Resonator.
Chegando na área do naufrágio, dá para encontrar ouro de várias formas:
- fragmentos pequenos, que podem ser coletados na mão;
- blocos quebráveis, que rendem minério ao serem destruídos;
- nódulos maiores, que podem ser estilhaçados com o Sonic Resonator.
Como a região é cheia de predadores grandalhões patrulhando os destroços, vale a pena entrar preparado, pegar o máximo de ouro que conseguir e voltar para a base antes que a fauna local resolva te caçar.
007 First Light vai mostrar um James Bond bem diferente do que muita gente espera — e a própria IO Interactive sabe que isso vai dividir opiniões.
Para o estúdio, se ninguém reagisse ao novo 007, alguma coisa estaria errada. A ideia é justamente essa: entregar um Bond com personalidade forte, postura marcante e decisões que chamem atenção, em vez de um protagonista sem sal.
Segundo a equipe narrativa, essa versão é de um Bond jovem, impulsivo e confiante demais. Ele ainda não passou pelas pancadas que moldam um agente mais experiente, então entra na missão com aquela vibe de quem se acha invencível — até o jogo mostrar o contrário.
Por ser uma história de origem, 007 First Light quer funcionar como porta de entrada para quem nunca acompanhou Bond de perto, sem transformar o personagem em algo genérico. A promessa é clara: ele tem impulsos, opiniões e um jeito bem próprio de agir.
Se essa abordagem vai encaixar de verdade, só dá para saber quando 007 First Light chegar ao PC. Até lá, a aposta da IO é essa: provocar debate pode ser exatamente o que faz esse Bond funcionar.
O verão está chegando e, com ele, vem aquela chuva de showcases que costuma jogar no colo da galera um monte de world premiere, gameplay inédito e anúncio fresquinho. Para você não perder nenhum drop importante, se liga no calendário completo do Summer Game Fest 2026.
Agenda dos principais eventos
- Six One Indie Showcase — 21 de maio
- Access-Ability Showcase — 5 de junho, às 8h (horário do Pacífico) / 16h (BST)
- Summer Game Fest — 5 de junho, às 14h (horário do Pacífico) / 22h (BST)
- Day of the Devs — 5 de junho, logo após o SGF
- Wholesome Direct — 6 de junho, às 9h (horário do Pacífico) / 17h (BST)
- Future Games Show — 6 de junho, às 12h (horário do Pacífico) / 20h (BST)
- Xbox Games Showcase — 7 de junho, às 10h (horário do Pacífico) / 18h (BST)
- PC Gaming Show — 7 de junho, às 12h (horário do Pacífico) / 20h (BST)
- Black Voices in Gaming — data e horário ainda não confirmados
- Women-Led Games — data e horário ainda não confirmados
Entre os eventos que ainda podem pintar no radar, existe a expectativa de um novo State of Play e de um possível Nintendo Direct, mas nada foi cravado até agora.
E o assunto que sempre vira pauta nessa época: GTA 6. O jogo está previsto para este ano, mas a Rockstar pode preferir não dividir o holofote em palco alheio. A aposta mais segura é que a empresa faça um anúncio próprio para a gameplay, em cima da hora, no estilo bomba-relógio.
Depois de testar Forza Horizon 6 em vários PCs, resoluções e ajustes gráficos, a impressão geral é ótima: o game está bonito, roda liso e nem precisa tanto de upscaling ou frame generation para entregar um bom FPS.
O ponto que me deixou com o pé atrás foi o ray tracing. O jogo traz duas opções: reflexos e iluminação global. Os reflexos em RT realmente ficam mais limpos que os reflexos em screen-space, que às vezes pipocam e dão aquela estranheza visual. Só que, na correria das pistas, você passa tão rápido pelo cenário que a diferença acaba se perdendo no calor da corrida.
Já a iluminação global em ray tracing, que teoricamente deveria pesar em todo lugar, em Forza Horizon 6 ficou meio sem sal. Faz sentido pensar que o mundo aberto do jogo, com tudo acontecendo a mil por hora, não dá tanta chance para essa melhoria brilhar. Ainda assim, em alguns pontos a implementação também acaba apagando detalhes de superfícies, como dá para notar na área da porta citada no comparativo.
- Reflexos com RT: visualmente melhores que o SSR, mas nem sempre são o tipo de upgrade que salta na tela durante a corrida.
- RTGI: a melhora existe, só que o impacto visual ficou bem abaixo do esperado.
- Desempenho: no topo das configurações, a queda de performance chega perto de um terço em um PC parrudo.
- Veredito: para esse teste, Forza Horizon 6 me parece mais redondo sem ray tracing, mesmo com hardware sobrando.
No fim, o ray tracing em Forza Horizon 6 não me convenceu a deixar ligado. Se você curte cada ganho visual e não se importa em ajustar upscaling ou frame generation, beleza. Mas, no meu rolê, o mais divertido foi seguir acelerando com tudo desligado.
Agora, se me der licença, vou pegar uma minivan e tentar arrancar duas rodas do chão no meio da curva. Torce por mim.
Forza Horizon 6 leva a fantasia da franquia para o Japão e entrega exatamente o que a série sabe fazer de melhor: um mundo aberto gigante, carros demais na garagem e aquela sensação viciante de estar sempre a um racha de distância da próxima corrida.
O mapa não tenta ser uma reprodução 100% fiel do país. Ele mistura lugares icônicos do Japão em uma colagem estilizada, com Hokkaido, Toyama, Okinawa e Tóquio aparecendo em versões reinterpretadas para favorecer o flow das corridas. O resultado é um cenário cheio de personalidade, lindo de ver e perfeito para acelerar sem dó.
Uma das novidades mais legais é a campanha dividida em duas trilhas de progresso: a do festival e a de Discover Japan, que puxa atividades mais ligadas à exploração do mapa. É aí que brilham as provas de touge, corridas 1 contra 1 em estradas de serra apertadas e sinuosas. Essas disputas são o ponto alto do jogo, porque exigem traçado limpo, leitura de curva e controle fino do carro.
Nem tudo, porém, acelera no mesmo nível. As missões paralelas caem em uma repetição bem conhecida da série: ir até um ponto, assistir a uma cena curta e concluir um desafio simples por estrelas. Tem salto, radar de velocidade, corrida contra o tempo e variações do tipo, mas o roteiro logo entra no modo automático.
O texto e as falas também continuam no registro mais genérico possível, com aquele clima de positividade forçada que costuma deixar o avanço da história mais barulhento do que empolgante. Em contraste, a direção continua impecável. Forza Horizon 6 mantém o arcade sensível na medida certa, com carros que respondem muito bem e uma física que te faz parecer melhor piloto do que você realmente é.
No PC, o jogo pode dar uma leve engasgada na primeira inicialização por causa da compilação de shaders, mas depois o desempenho encaixa bem e a experiência fica lisa. A pilha de carros disponíveis é enorme, e o game ainda faz questão de te empurrar para veículos novos o tempo todo, seja por recompensa, seja por ofertas espalhadas pelo próprio mapa.
Isso ajuda a manter a progressão sempre andando para frente. As restrições de classe nas primeiras etapas fazem você voltar para máquinas mais modestas, mas o sistema logo abre espaço para carros mais fortes, tunagens baratas e ajustes que mudam bastante o comportamento do veículo. O legal é que o jogo realmente te incentiva a escolher o carro certo para cada prova.
As corridas tradicionais seguem o pacote clássico da série: estrada, terra e cross-country, com grids de 12 carros e pistas recortadas no próprio mundo aberto. A qualidade varia bastante, mas quando o traçado encaixa, o resultado é ótimo. Os eventos de rua e drift costumam render os melhores duelos, enquanto o cross-country às vezes sofre com pelotões embolados demais.
Outro destaque é o novo formato Rush, com time trials em circuitos feitos sob medida. Eles são menos espetaculares, mas muito mais interessantes para quem curte precisão, linha de corrida e desafio técnico.
Já os eventos de showcase, especialmente o confronto com o mecha, acabam soando como uma escolha bem menos inspirada do que poderiam ser em um jogo ambientado no Japão. Ainda assim, esse tropeço não derruba o pacote geral, que segue enorme, variado e muito divertido de jogar.
No fim das contas, Forza Horizon 6 não reinventa a fórmula, mas refina o que a franquia tem de mais forte: liberdade, velocidade, garagem absurda e uma fantasia automotiva que continua difícil de bater. Se a série já era um sonho de gasolina e asfalto, agora ela troca o cenário para o Japão e sobe ainda mais o nível do espetáculo.
Forza Horizon 6 leva a franquia para Tóquio, no Japão, sem mexer na pegada arcade que consagrou a série. O resultado é aquele caos delicioso de arrancadas, cercas voando e ruas cheias de reflexos, agora com uma apresentação caprichada no PC.
Nos testes, a promessa de desempenho bateu bem com a realidade. Num PC na linha do recomendado, o jogo segura 1440p no preset Alto com ótima estabilidade, entregando uma experiência redonda e com 1% low acima dos 60 fps na maior parte do tempo.
Quando a coisa sobe para presets mais pesados, Forza Horizon 6 continua jogável, mas a carga cresce de verdade. Em 4K com upscaling, o jogo se mantém competente em placas fortes, embora o salto visual do modo extremo não seja tão dramático quanto o nome faz parecer.
- Upscaling: DLSS, FSR e XeSS estão bem resolvidos e sem glitches chamativos.
- Frame generation: funciona muito melhor no ecossistema Nvidia; nas placas AMD e Intel, a ausência da opção deixa o teto de FPS mais baixo.
- Ray tracing: é opcional, melhora as reflexões, mas cobra caro no desempenho. Na prática, o jogo costuma ficar mais gostoso sem RT.
Outro detalhe importante é o peso no processador. Forza Horizon 6 distribui muitas threads e pode espremer CPUs de 6 núcleos com força. Em chips Ryzen com chiplets duplos e cache 3D, a divisão de carga ainda parece desalinhada, enquanto processadores híbridos da Intel lidam melhor com o tranco.
No modo handheld, o jogo até roda, mas ainda pede refinamento. Reduzir a resolução nativa ajuda, só que podem surgir engasgos e até falhas de vídeo em alguns momentos, sinal de que a experiência portátil ainda depende de ajustes finos de driver.
No fim das contas, Forza Horizon 6 entrega o que a galera quer: corrida arcade soltinha, mundo aberto vibrante e performance bem honesta no PC. Não é uma revolução técnica, mas é uma evolução segura, divertida e bem alinhada para quem quer acelerar sem dor de cabeça.
Em Dark Souls 2, a streamer girl_dm_ mostrou uma solução bem criativa para esfriar o backseat gaming: uma ferramenta em navegador que clona o save mais recente, libera o controle para um espectador por uma janela curta e ainda exibe tudo ao vivo na transmissão.
Batizada de backseatNOW 9000, a ideia transforma o chat em uma espécie de co-op improvisado. O convidado entra com credenciais únicas, tem poucos minutos para tentar conduzir a personagem por Drangleic e não precisa baixar nada extra para entrar na brincadeira.
Na prática, isso vira um teste relâmpago para os palpiteiros da live: quem assume o controle pode mostrar na hora se realmente conhece os atalhos, segredos e rotas mais escondidas de Dark Souls 2, enquanto o restante da audiência acompanha tudo em picture-in-picture.
- Não há suporte para mouse e teclado por enquanto.
- Alguns controles ainda dão trabalho com a ferramenta.
- As sessões são limitadas e protegidas por login exclusivo.
- Tentativas de invasão da transmissão rendem punição imediata no chat.
Mesmo com esses percalços, a solução fica bem elegante na prática: em vez de briga com o chat, a streamer transformou o excesso de conselho em ajuda de verdade, dando espaço para veteranos guiarem uma novata pelos cantos mais traiçoeiros do game.
A animação de Devil May Cry da Netflix já garantiu uma segunda temporada e, na sequência, a empresa decidiu subir a aposta com uma linha de merch inspirada no universo da série.
O problema é que uma das camisetas veio com uma bela vacilada: Vergil apareceu escrito como “Virgil”. E aí a comunidade não perdoou, porque em Devil May Cry a inspiração em A Divina Comédia é parte central da identidade da franquia.
Faz sentido a zoeira pegar fogo: Dante e Vergil são referências diretas à obra de Dante Alighieri, então trocar o nome do irmão do protagonista por uma versão “corrigida” acabou chamando ainda mais atenção.
O produto já foi removido da loja de merchandising, mas outros itens da coleção seguem à venda. Agora, fica a torcida para o próximo drop vir sem erro de autocorreção e com o nome certo no lugar.
Forza Horizon 6 finalmente aterrissa no Japão e promete um festival de velocidade com drift, corridas de rua e kei trucks para deixar qualquer fã colado no acelerador.
Quem garantir a edição Premium entra antes no rolê: o acesso antecipado começa na sexta-feira, 15 de maio. Já o lançamento geral de Forza Horizon 6 está marcado para terça-feira, 19 de maio.
No PC, o destrave pode variar conforme a liberação, então vale ficar de olho no relógio: algumas versões abrem às 00h01 no horário local, enquanto outras seguem uma janela global às 04h01 UTC.
Se você quer evitar fila, o pré-load já está liberado no PC. Como o download é pesado, o ideal é deixar tudo engatilhado antes do drop e já atualizar o Gaming Services para não tomar susto na hora de abrir o game.
The Talos Principle 3 foi anunciado e já vem aí para PC, prometendo ser o capítulo final da premiada série de puzzles em primeira pessoa.
No trailer de estreia, o game mostra um cenário surreal com templos em ruínas e bases científicas abandonadas, tudo ambientado na misteriosa Anomalia, onde as leis da física parecem ter dado pane.
Você acorda como se tivesse saído de um sonho pesado, com as memórias embaralhadas, mas com a sensação de que há uma missão importante pela frente. A proposta é encarar enigmas cada vez mais cabeludos enquanto revê a trajetória de um explorador e a própria história do mundo criado pela humanidade.
A página do jogo na Steam já está no ar com mais detalhes. Em The Talos Principle 3, a promessa é entregar uma despedida à altura: clima filosófico, quebra-cabeças de alto nível e aquele desafio que faz qualquer fã de puzzle coçar a cabeça.